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60 - Venceu na vida graças... -3ª Par


autor: bernardo
publicado em: 07/03/17
categoria: hetero
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Depois que Carlos deixou seu patrão comer o seu cu, ele sentiu que seria difícil ficar sem dar para ele novamente. Sempre no final do expediente o patrão fazia questão que ele fizesse uma chupeta e pelo menos duas vezes por semana Carlos gemia com seu pau atolado no seu cu, mas o patrão sempre cobrava quando poderia comer a sua esposa. Várias vezes Carlos tentou conversar com ela a respeito, mas na hora “H” lhe faltava coragem. Então deu passe livre para que o patrão, a cortejasse, mas sem ela saber que tinha seu apoio e o fez jurar que ela nunca saberia a verdade e ele sempre lhe contasse o que estava acontecendo.

Certa vez Carlos estava em casa tomando água e a esposa nos fundos de casa estendendo as roupas recém lavadas. Seu Barbosa fingindo não vê-la, tirou seu pau para fora urinou, chacoalhou o cacete e só depois de guardá-lo fingiu surpresa por ela estar ali. Enquanto urinava Cristina ficou incrédula sem tirar os olhos do pau dele, parecia não acreditar na ousadia daquele velho, mas pelo jeito gostou do que viu.

Outra vez quando ela estava lavando roupa, seu Barbosa chamou o Carlos para perto da janela e lhe pediu para fazer uma chupeta e quando estava com o pau duríssimo ele saiu para fora com seu pau quase furando sua calça social e descaradamente falou alguma coisa no ouvido da esposa do Carlos mostrando para ela o volume na sua calça. Carlos pensou que ela fosse fazer um escândalo, mas simplesmente o encarou com uma cara de safada e pediu para ele criar vergonha na cara e procurar uma puta para aliviá-lo e não dar em cima de mulher casada. E antes de sair de perto dela ele deu um jeito de esfregar sua jeba na bundinha dela que o empurrou e entrou para dentro de casa com cara de brava.

Neste dia Carlos pensou que sua esposa lhe contaria que seu Barbosa estava dando em cima dela, mas achou que querendo preserva-lo decidiu dar um jeito naquela situação sozinha, pois sabia que se ele perdesse seu emprego e a moradia, como fariam para sobreviver? Ele sempre dizia a ela que agora só tinham o seu Barbosa, pois não poderiam contar nem com sua família e nem com seu tio.

Sabendo que não obteria sucesso com o método que estava usando, seu Barbosa resolveu mudar de tática para conseguir o que tanto desejava. Carlos, por sua vez, quase se arrependeu quando deu passe livre para que ele tentasse de tudo desde que não houvesse agressão e que fosse do consentimento dela. Para garantir que ele não passasse dos limites disse que tinha que estar presente quando fosse tentar novamente.

Numa segunda feira de manhã seu Barbosa chama Carlos na janela novamente e lá embaixo estava Cristina com um monte de roupa para lavar e como sempre com uma saia jeans curtinha. Seu Barbosa disse que hoje seria o dia de arrombar o cuzinho dela. Mandou-o dizer a ela que ia fazer umas entregas numa cidade vizinha e que voltaria só no final do dia, claro que era tudo de mentirinha. Carlos foi para sua casa, trocou de roupa, tomou café e se despediu da mulher com beijinhos nos lábios. Ela foi com ele até o caminhão, por ser baú não dava para perceber se estava carregado ou não. Beijou-a novamente e saiu, dobrou a esquina e deixou o caminhão na oficina para uma revisão e voltou. Sabendo o que estava preste a acontecer, passou o cadeado no portão para não terem surpresas e entrou em silêncio na empresa.

Seu Barbosa assim que o viu piscou um olho e ele fez sinal de positivo com a cabeça e foi de encontro a mulher do empregado. O danado já estava de pau duro novamente e na maior cara de pau abraçou-a pôr traz e a trouxe ao seu encontro forçando seu pau na bundinha dela. Ela se assustou e tentou se desvencilhar, mas quanto mais se debatia mais seu Barbosa encaixava seu pau na bundinha dela que vendo que não tinha como se safar daquela situação disse em voz alta:

- O senhor está louco seu Barbosa? Se o Carlos nos pega assim ele mata nós dois!

- Calma queridinha, seu maridinho só volta à noite!

- Pare com isso seu velho tarado, eu nunca te dei nenhuma satisfação para que agisse assim comigo!

- Como não? Você faz questão de lavar roupas com essas sainhas curtinhas só pra mostrar sua bundinha pra mim, pensa que não sei? - ele disse levando a mão na sua bundinha apertando com força - você é do tipo de garota que gosta de mexer com a libido dos outros e depois fica se fazendo de santinha pro maridinho, não é sua putinha? Olha como você me deixou - ele pegou na mãozinha dela e a levou até seu pau.

Cristina tentou tirar sua mãozinha, mas seu Barbosa não deixou.

- Hoje você não me escapa sua putinha! Provocou, agora tem que aguentar.

- Pare seu Barbosa, eu não quero! Deixe-me em paz seu velho safado, se meu mardio souber disso ele te mata seu filho da puta!

Seu Barbosa já estava com uma das mãos por dentro da calcinha dela e seus dedos lutava para adentrar na sua bucetinha enquanto Cristina fechava suas perninhas tentando impedi-lo. Carlos vendo aquela cena em vez de se irritar com aquilo, dava cada vez mais tesão vendo sua esposa tentando se livrar daquele senhor enorme, ela parecia mais uma criança indefesa nas mãos de um gigante. Seu Barbosa se fazendo de irritado disse em voz alta:

- Escuta aqui garota, se estou te azarando é por que você procurou, vive andando em trajes mínimos mostrando seus peitinhos, sua bundinha só pra provocar depois fica se fazendo de difícil não é mesmo? Se não quiser me dar tudo bem! Eu vou te largar e se quiser falar pro seu maridinho pode falar, mas saiba que em cada ação haverá uma reação. A empresa como o seu marido sabe, está atravessando uma fase difícil e terei que cortar alguns funcionários, pra falar a verdade não estava pensando no Carlos e sim em alguns vendedores, mas como vai ficar uma situação constrangedora entre nós é melhor que sejam vocês.

Pela primeira vez, Carlos viu sua esposa fraquejar diante do seu Barbosa

- Mas...mas...por favor seu Barbosa isso não, não é justo, o Carlos dá um duro danado e o senhor quer nos despedir, isso é jogo sujo! Nós não temos para onde ir - Carlos ficou com peninha da esposa vendo-a com seus olhinhos lacrimejando defendendo-o com unhas e dentes diante do seu algoz.

- Calma garota! Se você colaborar, nada disso vai acontecer, além de não despedir seu marido ainda dou uma gratificação ao casal.

- E para isso acontecer terei que atender a todos os seus caprichos? – ela perguntou.

- Sim, minha queridinha, garanto que não será nem um sacrifício da sua parte, pois farei você gozar que nem gente grande na minha rola.

- E o que terei que fazer?

- Comece chupando o meu pau, depois quero foder essa bucetinha deliciosa e depois gozar bem gostoso no seu cuzinho apertadinho.

- No meu cu não, de jeito nenhum, nem meu marido conseguiu comer!

- Querida, acho que não está em condições de me negar nada, ou é do jeito que quero ou nada feito.

- Olha seu velho asqueroso, eu vou tentar, mas se não conseguir eu vou fazer um escândalo tão grande que todos os vizinhos saberão o que está acontecendo aqui. Tem mais, vai ser a primeira e a última vez que vou me submeter as suas taras, se tentar me comer novamente, mesmo que acabe com meu casamento te denuncio por assédio sexual.

- Calma querida, não vai ser preciso nada disso. A não ser que você queira novamente, será a última vez que te procuro.

Diante disso ela abriu suas perninhas para que o dedo do seu Barbosa explorasse o interior da sua xaninha. Seus suspiros e seus olhinhos fechados deixavam claro que realmente não estava sendo nenhum sacrifício sujeitar-se as taras do seu Barbosa.

Aos poucos ele se livrou da camisetinha que ela usava, deixando a mostra seus peitinhos durinhos com os biquinhos rijos e arrepiados pelas suas carícias. Em seguida tirou a calcinha deixando-a só com a sainha jeans. Então a levantou pelas pernas e colocou-a sentada na beirada da mesa que ficava ao lado do tanque, abriu suas perninhas ficando um bom tempo admirando sua bucetinha de menina ainda com poucos pelos, parecendo não estar acreditando que aquilo tudo seria seu pelo menos por alguns momentos.

Hipnotizado pela bucetinha, seu Barbosa se ajoelhou a sua frente abriu bem as perninhas dela e literalmente enfiou sua língua o mais fundo que pode naquela bucetinha que até o presente momento teria sido só do Carlos. Naquela altura, já podia ouvir seus primeiros gemidos que por mais que tentasse abafar, sua língua tentando umedecer seus lábios e um leve tremor no seu corpinho, denunciava seu primeiro gozo na boca daquele homenzarrão robusto e rústico.

Quando seu Barbosa se levantou, a expressão no rostinho dela era a expressão de uma mulher que acabara de gozar várias vezes na boca do seu novo macho. Então ele a desceu encostando-se a ela e ficando de frente para Carlos que escondido observava tudo já na segunda punheta.

Agora foi a vez dela se agachar na frente do seu Barbosa, abrir o zíper da calça dele e tirar seu cacete para fora. Carlos achava que sentiu certo alívio por seu pau não ser tão grosso quanto ao seu, pois ela não sairia daquela situação sem dar o cuzinho para aquele velho tarado.

Ela às vezes chegava a engasgar quando seu Barbosa forçava seu pau na sua garganta, Carlos sabia exatamente o que ela estava passando, pois ele mesmo chegou a vomitar com uma das investidas dele, mas ela estava tirando de letra, pois adora chupar um pau. Ele pode ver várias vezes sua esposinha tirar o pau do Seu Barbosa da boca e ficar chupando suas bolas enormes, e depois voltava a dar atenção na cabeça até tentar engolir o máximo novamente.

Seu Barbosa com os olhos fechado curtia ao máximo e após algum tempo ele falou alguma coisa e ela se levantou. Depois a pegou e a sentou com suas perninhas abertas e antes de começar a chupar sua bucetinha ele olhou para a janela e deu uma risadinha safada querendo dizer “olha a sua mulherzinha toda arreganhada para mim’. Ele ficou um tempo enfiando os dedos na bucetinha dela e olhando para o Carlos escondido, enfiava os dedos na boca e chupava só para provoca-lo. Nesta altura Carlo já tinha gozado pela terceira vez só alisando seu pau.

A danadinha da esposa pelo jeito estava adorando, pois várias vezes seu corpinho estremeceu e ela apertava a cabeça do seu Barbosa de encontro a sua bucetinha cada vez que gozava e estava agoniada para que seu Barbosa arregaçasse logo a sua bucetinha. Carlos estava louco para ver a reação dela quando sua bucetinha fosse preenchida por aquele pau enorme. Até parece que o seu Barbosa leu seu pensamento, pois se levantou, chupou os dois peitinhos dela, pincelou seu pau na entradinha da sua bucetinha e foi enfiando devagar.

Ela deve ter sentido quando aquela vara encostou-se ao seu útero, pois arregalou os olhinhos e ficou um pouco apreensiva, mas quando seu Barbosa começou o característico vaivém bem devagar ela ficou mais à vontade e já participava das estocadas acompanhando-o nos movimentos. Embora o pau do seu marido fosse bem mais grosso que o do seu Barbosa o dele era quase cinco centímetros mais comprido, isso com certeza faz alguma diferença para as mulheres.

Seu Barbosa castigava a bucetinha dela, pois de onde Carlos estava já dava para escutar o som dos seus corpos se encontrando. Ela gemia, balançava a cabeça, enfiava as unhas na costa peluda do seu Barbosa, mas estava ali firme e forte recebendo todo o prazer que aquele senhor estava lhe proporcionado. É incrível a capacidade das mulheres se adaptar-se tão rapidamente em agasalhar em suas bucetinhas aos vários tamanhos e grossuras de caralhos. Cristina parecia uma criança diante daquele homenzarrão, mas estava dando conta direitinho daquele gigante que vertia suor de cada uma de suas glândulas, Carlos chegou a ter medo que o velho se enfartasse.

Após uns vinte minutos castigando a bucetinha da mulher do seu empregado, seu Barbosa diminuiu o ritmo, retirou o pau de dentro dela, e seu membro ainda rígido saiu pingando tamanho o grau de lubrificação da bucetinha da mulher que já tinha gozado inúmeras vezes naquele pau. O velho se ajoelhou novamente na frente dela, abriu as perninhas e caiu de boca sugando alucinadamente sua bucetinha, de vez em quando olhava para a janela e sorria, pois, sabia que o Carlos estava observando tudo. E assim Carlos viu quando ele se levantou colocou seu pau na entrada da bucetinha da esposa dele e atolou tudo de uma só vez arrancando um suspiro dela e lágrimas de seus olhos. Antes que ela falasse alguma coisa, ele com o pau ainda cravado na bucetinha a levantou e ela cruzou as pernas na cintura dele que a levou para cama de casal.

Carlos, correu o mais rápido que pode em busca de outra posição para não perder nada do que estava preste a acontecer, e quando chegou à janela do quarto, viu que a sua esposa estava de quatro com sua bundinha arrebitada toda arreganhada e seu Barbosa tentava enfiar sua língua no seu cuzinho. Molhava bastante e depois enfiava um, dois e em pouco tempo ela tinha três dedos enfiados no seu cuzinho, que estava toda apreensiva com medo de não conseguir aguentar o pau do seu Barbosa. Se pudesse participar, Carlos, com certeza estaria confortando a esposa com beijinhos e dizendo que ela tiraria de letra, pois inúmeras vezes, ele mesmo, tinha gozado com aquele pau no meu cu.

Cristina estava com a cabeça atolada no travesseiro quando seu Barbosa encostou a cabeça do seu pau na entrada do seu cuzinho, e ela disse:

- Vai devagar seu Barbosa! Pelo amor de Deus, não me machuque, o Carlos nunca conseguiu por no meu cuzinho, pois o pênis dele é muito grosso.

- Relaxa querida que não vou te machucar, confia em mim princesa, você ainda vai me implorar pra comer o seu cuzinho, você vai ver!

- Então passa mais um pouco de lubrificante – ela disse - entregando a ele o tubo de gel que o marido tinha comprado para deflorar o cuzinho dela e não tinha conseguido.

Seu Barbosa colocou uma boa quantidade nos dedos e enfiou no cuzinho fazendo movimentos circulares para que seu canal dilatasse, logo a seguir, lambuzou bem seu pau e foi fazendo pressão no seu cuzinho até dilatá-lo e passar a cabeça. Ela estava um pouco tensa, mas com paciência e sabedoria seu Barbosa aos poucos foi enfiando seu pau até suas bolas baterem na bucetinha dela. Carlos, escondido observando tudo achava que a cabeça do pau do velho estava quase na boca da sua esposa, pois ela ficou tão pequenina de quatro na frente daquele ogro gigante.

Seu Barbosa pegou na mãozinha dela e levou para trás. Ela não estava acreditando que só estavam as bolas de fora e pelo jeito ela não sofreu tanto como o marido sofreu para agasalhar o pau do patrão no rabo.

Seu Barbosa foi tirando seu pau devagar e enfiava tudo novamente, repetiu várias vezes o tira e põe até que ela pegou confiança e começou a empurrar sua bundinha para trás aumentando o ritmo do vaivém.

- Que cuzinho delicioso menina, tá gostando querida?

- Agora sim, continue estou adorando!!! Uuuiii!

- Geme no pau do velho, geme putinha, não falei que iria gostar??

- Aaaiiii dói mais é muuuiiito bom!!!! O senhor é o primeiro a comer meu cuzinho, que deliiiiciia. Isso é muito bom!

Novamente Carlos molhou a parede tocando uma punheta vendo sua esposa com um pau gigante atolado no cu, e o pior é saber que ele mesmo sabia exatamente o que ela estava sentindo.

- Goza logo seu Barbosa, goza, meu cu está ardendo goza!!!

Seu Barbosa continuou castigando o cuzinho dela que já estava gemendo bem mais alto.

- AAaiiii!!!! Não estou aguentando mais pelo amor de Deus goze logo!!! Enche meu cuzinho de porra!!!! Não aguento mais!!!! UUUuuuiiii!!!! Deliciaaaa.....

Seu Barbosa agarrou com uma força descomunal na cinturinha dela e urrou como um leão ao mesmo tempo em que enchia o intestino dela de porra.

Após ter gozado caiu por cima dela e logo se ajeitou de ladinho ainda com seu mastro atolado no cuzinho dela. Só saio totalmente quando amoleceu. Carlos estava louco para ver o estrago que tinha causado no cuzinho dela. Quando ela se levantou para ir ao banheiro ele pode perceber que tinha muita porra escorrendo por suas pernas. Quando ouviu o barulho do chuveiro ligando, seu Barbosa foi até a janela onde Carlos estava observando tudo e mostrou seu pau todo melado e com um pouco de fezes na cabeça em seguida foi tomar banho junto com a Cristina que se demostrou ser uma excelente amante.

Enquanto tomavam banho Carlos correu para fora, passou na oficina, pegou o caminhão. Para matar o tempo parou numa lanchonete em um posto de gasolina, pediu uma cerveja e ficou pensando o que estava acontecendo no banheiro: será que a sua esposinha estava chupando o cacete do velho? Será que o velho estava comendo seu cuzinho novamente? Lá pelas 18hs estacionou o caminhão na garagem, seu Barbosa o recebeu com um sorriso de orelha a orelha elogiando o desempenho da Cristina.

Quando ele chegou em casa, a esposa o abraçou toda feliz, mas pode perceber um ar de preocupação no seu semblante, talvez sentindo culpada pelo que tinha acontecido naquele dia. Ele ficou com vontade de contar a ela que sabia de tudo e que tinha a sua total aprovação, mas a juventude e a falta de experiência na vida fez que ele se calasse e deixasse acontecer naturalmente. Não precisa nem dizer o quanto melhorou o relacionamento deles em relação a sexo, naquela mesma noite ele consegui colocar meu pau inteiro no seu cuzinho. Hoje é muito difícil uma transa entre ele sem que não rola sexo anal, ela viciou dar seu cuzinho para ele e também para seu Barbosa, claro que com o seu consentimento.

O tempo foi passando, Carlos se formou em administração e enquanto estudava a noite, sabia que a esposa ficava dando para o seu Barbosa, a empresa começou a crescer rapidamente e logo Carlos se tornou sócio do seu Barbosa que já com a idade avançada e com diabete em estado crítico preferiu vender sua parte na empresa por um bom preço e se mudar para o litoral de Santa Catarina junto de seus familiares.

Hoje a marca da empresa é muito conhecida e está em quase todas grandes e pequenas redes de supermercados em todo o Brasil, mas por trás deste sucesso todo, há uma trajetória de alegrias e aventuras.

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Caso ficou excitada, me dê uma nota, ela será incentivo para continuar escrevendo. Se desejar entre em contato. Skype: bernard.zimmer3 ou e-mail. bernard3320@live.com ou WhatsApp: 11-944517878, agora com vídeo chamada.




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