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61 - Venceu na vida... 2ª Parte


autor: bernardo
publicado em: 07/03/17
categoria: hetero
leituras: 1312
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Venceu na vida graças a esposa. Parte 2 - Dando para o patrão

Quando tudo estava pronto Carlos levou a Cristina para a nova casa, e reparou no olhar de desejo e cobiça do velho sobre ela. Seu Barbosa era um senhor de quase 60 anos, 1,85m, meio calvo, corpo peludo, bigode espesso, uma barriga um pouco avantajada e um pouco tímido, só se soltava mais quando bebia um pouco. Talvez por seu tipo rústico, não fizesse muito sucesso com as mulheres.

Ele na verdade não se importou, pois, seu Barbosa era uma excelente pessoa, fazia dez anos que era viúvo e desde então nunca tinha arrumado outra mulher. Era natural que vendo a delícia que era a Cristina, novinha com um ar de inocente, desfilando com suas minissaias, e seus shortinhos apertadinhos onde mostrava toda saliência da sua bucetinha e a polpa da sua bundinha, mexia com a libido do velho. Até o próprio Carlos vendo aquilo tudo, às vezes dava uma desculpa qualquer e corria para casa para aliviar seu tesão naquele corpinho delicioso.

Certa vez foi fazer uma entrega e quando voltou viu seu Barbosa encostado na parede olhando pelo vidro da janela apertando seu pau por cima da calça. Sem que ele o visse, Carlos saiu novamente e deu a volta pela garagem. Como a porta estava aberta, pode ver a mulher no tanque lavando roupas. Conforme ela esfregava algumas peças, sua saia levantava e mostrava uma calcinha branca enfiada no seu reguinho, deixando uma bela visão da sua bundinha e o volume da sua bucetinha. Aquilo em vez de lhe causar raiva, pelo contrário o excitou muito.

Voltou ao barracão sem fazer barulho e seu Barbosa continuava onde estava só que agora com seu pau pra fora tocava uma punheta lentamente. O pau do seu Barbosa embora fino era bem grande. Carlos chegou a pensar em dar um basta naquilo, mas, ia ser muito constrangedor para o velho que não mediu esforços para o ajudar no momento que mais precisava, portanto ficou observando até que ele se contorceu todo e jorrou uma quantidade enorme de porra da cabeça daquele cacetão. Em silêncio Carlos saiu dali, deu um tempo e voltou fazendo barulho para que notasse sua presença.

A visão do seu Barbosa se masturbando, olhando a bundinha da sua esposa não lhe saía da cabeça. Por mais que tentasse não conseguia esquecer aquele pau gigantesco, aquele saco enorme pendurado entre as pernas e aquelas golfadas farta que jorrou da cabeça do seu pau. Aquilo mexeu tanto com ele, que por mais que tentasse não conseguia se livrar daquelas imagens que ficaram encubadas no seu subconsciente.

Naquela noite Carlos não deu sossego pra a sua gatinha e passou a noite toda fodendo sua bucetinha gozando umas três vezes sem tirar de dentro, coisa que hoje seria impossível devido a idade.

- Meu Deus! Que fôlego em amor! O que foi que aconteceu? – ela disse.

- Você não viu nada ainda, veja como ele está novamente.

Pegou sua mãozinha e levou até seu pau. Então Cristina alisou um pouco e logo levou na sua boquinha e começou outra chupetinha deliciosa. Para retardar o gozo, ele tirou seu pau da sua boquinha, virou-a de barriga pra baixo, começou a morder sua bundinha e meter a língua no seu cuzinho, que por ser muito apertadinho e meu pau ser muito grosso tinha tentado várias vezes comê-lo, mas como via o sofrimento dela, mesmo morrendo de vontade e tesão, acabava desistindo, mas naquela noite teria que tentar novamente.

- Amor, sabe que não consigo no cuzinho, dói demais, seu pau é muito grosso!

- Há amor, vamos tentar mais uma vez, quem sabe hoje você consegue!

- Mas dói muito amor! Quando está com os dedos dentro é até gostoso, mas quando tenta enfiar seu pau se torna horrível é uma dor muito grande, você nem imagina. Se você acha que é fingimento tente dar seu cu pra um pauzudo e você vai ver o que é bom pra tosse! Pimenta no cu dos outros é refresco não é seu safadinho?

- Que é isso amor? Está me estranhando? - disse sorrindo.

- Você não gosta quando fodo seu cuzinho com meus dedos?

- É uma delícia, bem que seu pau poderia ser um pouco mais fino daí eu acho que conseguiria.

- Tá louca amor? Assim tá bom demais – e disse - vamos tentar mais uma vez? Prometo que paro se doer.

- Tá bom amor, mas você sabe que não vou conseguir! Você tem que jurar que para quando pedir ok?

- Tá bom amor, eu juro.

Ela colocou dois travesseiros na sua barriga e deitou sobre eles arrebitando sua bundinha. Carlos começou passando a língua forçando seu buraquinho, ao mesmo tempo em que com a saliva molhava bem seus dedos para adentrarem naquele canal apertadinho tentando deixar bem relaxado para abrir passagem para seu pau. Antes de tentar arrombar aquele cuzinho, pegou um lubrificante a base d’água que tinha comprado para aquele momento e lambuzou-o bem e conseguiu enfiar três dedos dentro e ficou um bom tempo girando para que ela acostumasse e pudesse relaxar o máximo para aguentar a defloração do seu cuzinho.

- Assim tá doendo amor?

- Não! Está ardendo um pouco, mas é suportável.

Está pronta? Vamos tentar agora?

- Está bem amor, mas se não conseguir você para viu? Se não, nunca mais deixo brincar no meu cuzinho está bem?

- Relaxa amor! Todas as vezes que pediu para que parasse eu parei!

Quando ele encostou a cabeça do seu pau no cuzinho, por instinto ela retesou o corpo comprimindo seu buraquinho.

- Calma! Relaxa querida!

- É fácil falar pra relaxar, não é você que está aqui no meu lugar!

Ajeitando a cabeça do pau no seu anelzinho ele foi forçando, e conforme forçava ela ia fugindo a cabeça, ela disse gritando:

- Para pelo amor de Deus!!! Aaaaiii!!!! Seu pau está me rasgando!!!!UUiiii!!!, está doendo muito, eu não vou conseguir!!!! È muito grooossoooo!! Aiaiaiiiii!!!!

Vendo o sofrimento estampado no seu rostinho mais uma vez ele teve que parar, e conformar com mais uma tentativa frustrada de comer o cuzinho dela. Como não tinha gozado, levantou suas perninhas sobre seu ombro e enfiei tudo de uma vez na sua bucetinha, e ela deu um longo suspiro e naquele vai e vem acabaram gozando juntos. Sua bucetinha jorrava porra para todos os lados de tão cheia que estava. Carlos não sabe se foi impressão dele, mas parece que ouviu passos no corredor e como os cachorros não latiram, só podia ser o Seu Barbosa espionando-os, pois a casa era de madeira e tinha muitas frestas e além do mais, sempre transavam com a luz do quarto acesa.

Ele acha que no dia que pegou seu Barbosa tocando punheta olhando a esposa lavando roupa, ele deve ter percebido a sua presença, pois notou uma grande mudança no seu modo de agir e falar com ele. Achou-o bem mais ousado a partir daquele dia não perdia uma chance de elogiar a esposa quando estavam juntos.

Certa vez estava no banheiro quando seu Barbosa se acomodou ao seu lado e tirou seu pau a meia bomba para fora para urinar e ficou cuidando de canto de olho. Por mais que tentasse não conseguia desviar os olhos daquele caralho enorme e fino. Assim que terminou e virou-se sorrindo para o Carlos, balançou seu pau, guardou e saiu com um sorriso no rosto.

Outro dia, os dois estavam conversando, e papo vai papo vem, seu Barbosa disse que estava muito tempo sem transar e estava louco para se aliviar. Disse que ele, Carlos, era um cara de sorte por ter uma mulher linda e que em pouco tempo ia lhe dar um filho, pois a barriguinha dela já começava a aparecer. Seu Barbosa disse que logo que sua esposa morreu pegou um amigo casado que gostava de homem também e perguntou sobre o que ele achava e Carlos disse que não tinha nada contra que era problema deles. E Barbosa ainda perguntou se na infância dele ele já tinha brincado com outros meninos e Carlos disse que só com um primo, mas depois que mudaram de cidade e nunca mais se viram.

Carlos notei que enquanto conversavam, um volume enorme se formou na calça do seu Barbosa, e por um instante lembrou-se das palavras da esposa quando disse: - “Se você acha que estou fingindo, tente dar seu cu para um pauzudo pra ver o que é bom pra tosse!”.

Seu Barbosa vendo que disfarçadamente Carlos não tirava o olho do volume da sua calça, foi por trás dele e descaradamente esfregou seu cacete na sua bunda, deixando-o sem ação com aquela atitude. Carlos tentou sair de qualquer jeito, mas seu Barbosa pediu calma e jurou que aquilo ia ficar só entre eles.

No início Carlos relutou, mas quando seu Barbosa tirou seu pau pra fora e disse:

- Pega nele um pouquinho, sei que vai gostar, pega vai!

- Mas seu Barbosa, isso não é certo! Era criança quando fazia isso com meu primo, hoje sou um homem casado, inclusive logo vou ser pai!

Seu Barbosa vendo a resistência de Carlos, pegou a sua mão e levou-a sobre seu pau. Quando ele sentiu a quentura daquele falo na mão, apertou e começou alisá-lo lentamente iniciando uma punheta.

- Viu como você ainda gosta disso? Pensa que não vi você se esgueirando pelos cantos o dia que estava tocando punheta olhando a bundinha da sua mulher lavando roupa?

Carlos quis falar alguma coisa, mas antes de pronunciar qualquer palavra, seu Barbosa enfiou a cabeçona do seu pau na sua boca e forçou para que engolisse tudo, mas era impossível agasalhar aquela tora na boca. Não que fosse grosso, mas era enorme. Então ele ajoelhou-se na frente do seu Barbosa e ele fodia sua boca como estivesse fodendo uma buceta. Quando seu pau atingia a garganta ele sofria ânsia de vômito e ele tirava rapidamente e enfiava novamente. Sua baba escorria por aquele pau enorme e molhava sua camiseta.

- Chupa gostoso meu pau, seu viadinho! Será que sua mulherzinha chupa melhor que você? Estou duvidando! Quem sabe ainda não sinto aquela boquinha no meu pau, enquanto faço-a gozar com minha língua naquela bucetinha estufada. Pensa que não sei que ela coloca aquelas roupinhas de puta só pra me provocar?

As citações do velho só o deixava cada vez mais louco de tesão, então ele sentiu as mãos do seu Barbosa na sua cabeça forçar contra seu pau e despejar várias golfadas de porra na garganta. Desesperado Carlos engoliu o que pode e o resto lançou para fora junto com o vômito lavando a calça dele, pois o danado antes de gozar enfiou seu cacete todo vindo parar no fundo da sua garganta.

Neste dia seu Barbosa tentou comer o cu dele, mas ele não o deixou, pois estava irritado por tê-lo sacaneado fazendo vomitar no seu cacete. Neste dia danado da vida, arrependido de ter chupado o pau do patrão ele foi pra casa e não retornou para o trabalho. A esposa estranhou por ter tirado à tarde de folga disse a ela que não estava se sentindo bem. Seu Barbosa entendendo que tinha exagerado não o chamou para ajudá-lo naquela tarde. Mas, no fundo, no fundo Carlos tinha gostado de chupar o pau dele, se ele não o tivesse sacaneado, sem dúvida alguma teria deixado ele foder seu rabo.

No dia seguinte o clima entre eles estava meio carregado, não conseguia olhar nos olhos do seu Barbosa. Quando pedia alguma coisa, fazia de cabeça baixa e saía evitando ficar próximo dele.

Com a experiência adquirida ao longo da vida, seu Barbosa deixou fluir até que raiva passasse. Aos poucos ele foi se aproximando e o abraçando por trás, pediu desculpa pelo que aconteceu. Disse que aquilo nunca mais aconteceria. Disse que o tesão, foi tanto que não pensou nas consequências que seu ato insano pudesse trazer. Falou que há muito tempo ninguém tinha dado tanto prazer a ele como naquele dia e não conseguiu controlar seus impulsos enquanto gozava na sua boca.

Carlos disse a ele que tudo bem desde que não fizesse novamente. Enquanto o abraçava sentia seu pau hiper duro roçando e encaixando-o no meu rego. Seu Barbosa o enconchava e esfregava seu pau na bunda e ele cada vez mais ia gostando daquilo e o ajudava rebolando lentamente. Não aguentando mais, levei sua mão pra trás abriu o zíper e apertou aquele cacete gigante iniciando uma leve punheta por cima da cueca mesmo. De onde estavam deu pra ver quando sua esposa saiu de casa com uma trouxa enorme de roupa e na frente do tanque começou a separar as peças que lavaria. Como ainda não tinham máquina de lavar, tinha que ser no tanque mesmo.

Seu Barbosa tinha razão quando disse que a sua esposa gostava de provocar sua libido quando vestia suas saias curtíssimas e ficava mostrando sua bundinha enquanto esfregava as roupas no tanque. Os vidros das janelas sendo espelhados e escuros, não tinha como ela sequer desconfiasse que estavam a espionando a menos de três metros, ou será que ela sabia e fingia não perceber? De onde estavam podiam ver nitidamente sua bundinha com uma minúscula calcinha atolada no seu reguinho deixando uma bela visão da sua bucetinha que conforme alguns movimentos propositais ou não, deixavam partes dos grandes lábios descobertos.

Agora imagine a cena. A esposa a frente deles arcada sobre o tanque com sua bundinha praticamente de fora onde se via toda a saliência de sua bucetinha e seu Barbosa atrás dele esfregando seu pau na sua bunda enquanto ia lentamente tocando uma punhetinha para ele, só podia acabar em sacanagem. Tanto o seu pau quanto o do seu Barbosa tinham atingidos o grau máximo de rigidez. O dele chegava a doer de tão duro.

Para evitar que entrasse algum cliente inoportuno, seu Barbosa correu até o portão de entrada passou a corrente com cadeado e foi correndo até onde estavam. Rapidamente abaixou sua calça deixando livre seu pau gigante com um grande saco escondendo duas bolas enormes dependuradas. Seu Barbosa o virou de frente pra ele deixando-o de costa para a esposa e disse:

- Chupa meu pau, por favor! Juro que não vou te sacanear!!!!

Meio contrariado por não poder ver esposinha com a bundinha de fora, ele pegou naquele cacete e ficou algum tempo alisando e admirando aquele falo e começou a chupar com gosto tentando sorver aquele líquido salgadinho e viscoso que saía do orifício daquela cabeçona. Mal conseguia agasalhar aquela tora na boca, segurava com as duas mãos e chupava com gosto aquela cabeça rosada em forma de cogumelo. Enquanto tentava engolir o máximo que podia, uma da sua mão punhetava aquele pau enorme cheio de veias e com a outra mão acariciava seu saco alternando mordidinhas de leves em cada grão daquele ogro tentando dar a ele o máximo de prazer.

Seu Barbosa delirava enquanto Carlos chupava seu pau e a esposa rebolava no tanque a frente deles mostrando boa parte da sua bundinha.

- Puta que o pariu, como você chupa gostoso!!! Ainda quero sentir a boquinha da sua mulher no meu pau para ver quem chupa melhor!! Você deixa sua putinha chupar meu pau, deixa? Me deixa chupar a bucetinha dela deixa? Me deixa fazer sua putinha gemer no meu pau?

Em vez de ficar com ciúme Carlos se excitava cada vez mais com as palavras do seu Barbosa. Já estava começando a sentir câimbra na boca de tanto chupar aquela tora descomunal então tirou o pau do velho da boca, olhou nos olhos dele e disse;

- Goza logo seu Barbosa! Minha boca já está doendo! E me avise quando for gozar, por favor! Não vai me sacanear novamente!

- Calminha, hoje quero gozar no seu cu, imaginando que estou gozando no cuzinho da sua mulherzinha! Você não vai me negar este prazer vai? Por favor!!

- Se o senhor prometer que for devagar eu até deixo, mas terá que ter paciência, pois é minha primeira vez com um adulto e o seu pau é enorme!

- Pode deixar, pois sou perito em descabaçar um cuzinho. Pode confiar em mim, você e sua esposinha ainda vão implorar para que coloque tudo nos seus rabinhos, você vai ver.

Seu Barbosa pegou alguns sacos de arroz e colocou na frente da janela para que ele se debruçasse sobre eles ficando com a cara quase colada no vidro. Na posição que estava podia ver claramente a esposa lavando roupa a poucos metros dele enquanto seu cu seria arrombado pelo caralho do seu Barbosa.

Ele levou a mão pelo peito do Carlos, segurou sua camiseta e a tirou rapidamente. Em seguida, abaixou sua bermuda colocou uma das pernas sobre uma caixa, puxou cueca para o lado, abriu suas nádegas, abaixou um pouco o corpo e colocou a língua na entrada do Cu do empregado.

Aquela sensação fazia com que Carlos se lembrasse do que a sua esposa sentia quando ele dava um trato no seu cuzinho, só tinha dúvidas se conseguiria aguentar o cacete do patrão no rabo, ele era realmente enorme. Se conseguisse aguentar o pau do seu Barbosa, arranjaria um jeito dele descabaçar o cuzinho da esposa, pois sempre foi tarado no rabinho dela, a única coisa que faltava era alguém com um pau mais fino rompesse algumas preguinhas e que a fizesse gozar com um pau na bundinha para ela saber o quanto era bom e daí sim, com o cuzinho mais dilatado pudesse suportar a grossura do seu cacete.

Seu Barbosa achando que Carlos já estava pronto, deu uma cuspida no seu cu e logo ele sentiu a cabeça do pau encostar-se ao seu anelzinho. Ele sentiu uma sensação deliciosa até que aquele trambolho foi fazendo pressão para adentrar no seu cuzinho semivirgem, pois só tinha dado quando criança.

Quando seu Barbosa começou a socar para dentro, doeu muito e ele protestou. Ele tirou o pau e falou para que Carlos ficasse de quatro, apoiado nos sacos de arroz, depois deu uma cuspida atingindo em cheio seu Rêgo novamente. Encaixou a cabeça do seu membro na entrada salivada e, pacientemente, começou a penetração.

Dessa vez aos poucos foi metendo devagar, até que ele sentiu seu pau no fundo do seu estômago e seu saco bater nas coxas. Estava doendo muito e ele pedia para ir com calma, mas sentiu como se tivesse um ferro em brasa dentro de si e gemia baixinho para que a esposa não escutasse. Seu corpo tremia como uma vara verde. Seu Barbosa tirava devagar, mas enterrava com certa violência. Carlos sentiu uma aflição e, aos poucos percebeu que seu corpo parecia estar de acordo com aquela situação e ele se sentiu estranho, e em meio aos toques que massageavam sua próstata acabou atingindo o gozo sem nem mesmo encostar-se ao seu pau.

Seu Barbosa percebendo que tinha gozado dizia:

- Está gozando com meu pau no seu cuzinho, está seu putinho?

- Agora está delicioso!! Continua, não pare!!

- Logo será sua putinha que vai gemer na minha rola!! Você me deixa por no cuzinho da sua mulherzinha deixa? Prometo que deixo você ver sua putinha levando vara no cuzinho! Você quer ver sua mulherzinha gozar no meu cacete, quer?

É indescritível a sensação de ter seu cu arregaçado por um pau gigante enquanto você vê a sua frente sua mulher com a bundinha de fora sem ela ao menos perceber o que está se passando a poucos metros dela. Melhor para seu Barbosa que comia o cu do empregado e via sua mulher quase ao alcance das mãos com a bundinha quase de fora.

Carlos não se conteve e acabei gemendo um pouco mais alto enquanto melava os sacos de arroz a sua frente. Seu Barbosa ficou feliz ao vê-lo gozar, afinal agora não poderia dizer que ele não havia curtido. Com os espasmos Carlos acabou forçando seu cu dando mordidas no pau do seu Barbosa. Ele foi à loucura e deu um puta tapa na bunda e falou que aquilo tudo era uma delícia. Logo depois, gozou dentro dele como um cavalo.

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Não deixe de ler a terceira parte e se ficou excitada, me dê uma nota, ela será incentivo para continuar escrevendo. Se desejar entre em contato. Skype: bernard.zimmer3 ou e-mail. bernard3320@live.com ou WhatsApp: 11-944517878, agora com vídeo chamada.




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