"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Eu, a ninfeta, a irmã dela e


autor: publicitario45
publicado em: 18/08/15
categoria: grupal
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Este é meu terceiro conto envolvendo a Ana Clara, uma loirinha de 17 aninhos, tipo ninfeta, a Ana Lúcia, uma loira casada na casa dos 30 anos, irmã da Ana Clara e o Robson, um cara bacana, com 50 anos e casado com Ana Lúcia.

Tudo começou quando fui levar a ninfeta para Bahia e transamos na estrada. Depois a coisa ficou mais excitante, pois transei algumas vezes com a ninfeta e sua irmã num ménage incrível na minha casa. Até ai tudo bem se o Robson não fosse além de amigo, gerente de uma das lojas de móveis que a minha empresa atendia.

Já fazia mais de 45 dias que eu não falava com nenhum deles, tinha saído de férias e as nossas reuniões eram mensais. Confesso que a proximidade do nosso reencontro mexia comigo. Como seria a reação de cada um? Afinal de contas a única que não tinha algo a perder era a ninfeta, pois Ana Lúcia poderia perder o casamento e eu o cliente e um amigo.

Mesmo com todas estas dúvidas na cabeça me mandei para Teixeira de Freitas. Chegando lá, fui direto pro hotel e evitei ir para casa do Robson naquela sexta. Mas no sábado não tive como escapar. Nem bem terminamos a nossa reunião de planejamento e ele já foi me intimando para uma moquecada de pitú com camarão rosa. Como não tinha opção, aceitei o convite com um certo receio.

Passei no hotel, tomei um bom banho, borrifei meu One Million pelo corpo e coloquei numa sacola algumas lembranças que eu havia trago de Cancun para eles. Chegando na casa, fui muito bem recebido pela Ana Lúcia e que me tratou como se nada tivesse acontecido entre a gente. Ana Clara estava ainda na faculdade chegou depois e me deu um longo abraço e Robson fez algumas piadinhas sobre a minha transa na estrada com a sua cunhada.

Cerveja e caipirinha rolou solto a tarde toda. Desta vez, resolvi beber apenas caipirinha e menor quantidade pois havia retornado para a academia e queria perder alguns quilos. Mas os demais beberam muito.
Daí que Robson um pouco mais alto que os demais resolveu convidar a todos para jogar caipirinha. Parecia que era a oportunidade esperada por Ana Clara para colocar fogo na casa. Sentamos a mesa, e ela colocou no centro uma garrafa de tequila e fez uma proposta. Quem perder, tem duas opções: bebe uma dose dupla de tequila ou paga uma prenda para quem vencer a rodada. Para meu desespero, todos aceitaram e eu sabia que aquilo não ia prestar.

Começamos a rodada e eu o Robson ganhou e Ana Clara perdeu. Ele mandou ela tomar uma dose dupla ou pagar uma prenda, ela optou pela prenda.
Robson: fala aqui na mesa o que você falou sobre a transa na estrada.
Ana Clara ficou sem graça mas confessou que nunca tinha sido chupada daquela maneira.
Mais uma rodada e Ana Lúcia ganha e eu perco.

Preferi beber a dose dupla de tequila, apesar d não gostar. Queria evitar perguntas constrangedoras.

A coisa foi esquentando e na medida que as doses iam subindo as prendas ficavam cada vez mais arriscada, até que num lance, Robson perdeu mais uma vez e Ana Clara ganhou.
Sem cerimônia ela mandou Robson enfiar o pau na boca da sua esposa. Ele topou, Ana Lúcia ficou sem graça mas cumpriram a ordem da vencedora.

Ai em diante foi só sacanagem. Ana Clara teve que chupar meu pau, eu tive que lamber a bucetinha dela e o álcool foi dominando o ambiente que já era mais do que excitante.

O tiro de misericórdia foi quando Ana Lúcia mandou Ana Clara chupar o cacete do marido. A ninfeta foi, lambeu, babou o pau do cara todo mas não deixou ele gozar na boca dela.
A resposta da Ana Clara veio duas rodadas depois, quando ela ganhou da irmã casada e mandou ela colocar a calcinha de lado e sentar no meu pau. Robson olhava pasmo para a cara da esposa que aguardava a sua autorização. Como ele tinha concordado com as regras, apenas balançou a cabeça e assim Ana Lucia veio e sentou na minha pica engolindo tudo de uma vez só. Seus movimentos me enlouqueciam, ela rebolava como se estivesse matando saudades do mau pau.

Quando Robson ameaçou reclamar, Ana Clara beijou a sua boca e já foi colocando seu pau pra fora. Ela chupava com vontade e o cara gemia e se contorcia de prazer. Sua esposa Ana Lúcia já estava de quatro pra mim que não resisti e pedi aquele cuzinho pra mim.
Autorização dada, pincelei e comecei a meter com força. Ana Lúcia pedia mais e mandava a irmão dar um trato no marido. Ana, ninfeta safada, tratou se sentar no pau do cunhado virando de costas pra ele enquanto beijava a boca da irmã. Robson gozou e dava para ver a porra escorrendo entre as pernas da Ana Clara. Gozei logo em seguida enchendo o rabo da sua linda esposa de porra.

Depois que o jogo acabou, continuamos a jornada erótica. Robson comeu a cunhada mais algumas vezes enquanto sua esposa realizava todos os meus pedidos.
Na segunda pela manhã, antes de sair, Robson me disse a empresa iria transferi-lo para Vitória e que as reuniões na Bahia seriam realizadas com uma gerente que ainda seria contratada.

Resumindo, nos quatro vamos nos encontrar muitas vezes.






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