"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Carnaval movido a rock and roll.


autor: Publicitario45
publicado em: 13/03/17
categoria: hetero
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Enquanto 99% dos meus amigos se juntaram com as esposas, namoradas ou ficantes e foram atrás dos trios e bloquinhos eu resolvi ficar em casa. Literalmente eu não gosto de carnaval, quando jovem ia pra Prado – BA só por causa da pegação e bota pegação nisso. Hoje em dia não é mais pra mim, prefiro tirar os dias para descansar, pegar um sol e tomar umas cervejas de leve com os amigos.

E por falar em amigos, todo mundo deu linha no feriado, menos um, um file companheiro de boteco que também detesta o ziriguidum e ai resolvemos ficar por aqui bebendo umas. Como a cidade onde moramos o carnaval não é forte, a maioria dos bares fecham e só nos sobra levar a própria cerveja pra praia.

No sábado pela manhã o sol estava rachando, tipo 34º e sensação térmica do inferno. Para evitarmos transito, resolvemos ficar na praia em frente de casa, assim, aproveitaríamos mais e sem o risco de encarar uma blitz no caminho. Mal sentamos e meu amigo reconheceu duas meninas novinhas, chatinhas, com conversinha mole que havíamos conhecido meses atrás no show do Plebe Rude.

- Vou chamar as meninas pra cá, elas estão olhando.

- Cara, aquelas meninas do show que pegaram carona com a gente?

- Rapaz... eu tô afim...

- Então chama, mas não diga que eu não avisei. A menina é chata.

O cara chamou e é claro que elas vieram rapidinho. A praia estava bem vazia apesar do calor, muita gente viaja nessa época e o sossego é quase garantido. As meninas são duas roqueirinhas que conhecemos no Correria, um bar onde só toca rock. Luana tem 24 anos, morena, boca carnuda, cabelos com mechas coloridas, piercing no nariz, tatuagens espalhadas pelo corpo. A outra se chama Bia, loirinha, meio gordinha, um sorriso lindo, cabelos lisos até a cintura, olhos verdes.

Essa era a menina mais legal da dupla e foi justamente nela que meu amigo investiu pesado. Não demorou muito e eles já estavam se atracando na agua e por um instante eu cheguei a acreditar que eles estavam transando dentro d´agua, coisa que eles negaram veementemente.

Enquanto o clima esquentava na agua eu e Luana tentávamos arrumar uma conversa agradável. Acho que ela percebeu o clima e puxou conversa.

- Parece que os dois se deram bem né?

- Sim, ela é gente boa demais e meu amigo está precisando sair de casa.

- Ah é? Algum problema?

- Sim, mas não creio que eu devo falar.

- Então fale de você.

- O que quer saber?

- Tudo. Pra começar você poderia me falar porque não vai com a minha cara.

- Eu?

- É! Você. Desde o show você mal fala comigo. Acho que você não gosta de mim, me acha chata, sei lá...

- Não é isso. Acho que ainda não encontramos um assunto... algo assim.

- Casado?

- Não e você?

- Solteira. Fui noiva mas desisti 24 horas antes. Foi a melhor coisa que fiz na vida.

- Corajosa heim.

- É. Tem gente na minha família que não fala comigo até hoje por causa disso.

- E por que terminou?

- Porque eu gosto de sexo, não gosto de rotina, tem que ter pegada e ele apesar de ser muito bom pra mim não se liga nessas coisas.

Então, evitei um chifre na cabeça dele.

Dei uma risada e ela riu junto comigo.

- Vamos pra agua? Tenho medo de ir sozinha, não sei nadar.

- Vamos.

Na agua eu e Luana continuamos a conversa que por incrível que pareça foi ficando melhor. Sempre quando vinha uma onda maior ela segurava no meu pescoço com medo, nossos corpos se tocavam, a gente trocava olhares mas ninguém arriscava comentar a respeito.

Outra onda e nova aproximação e desta vez, meio que institivamente eu segurei ela pela cintura, ela sorriu e laçou suas pernas em torno do meu corpo.

Meu pau latejou, ela percebeu, sorriu com uma cara de vadia e me beijou, ai a excitação foi aumentando, ela se esfregava e o clima foi esquentando dentro da agua. Não aguentando mais ela mesma colocou a calcinha de lado, desamarrou a minha sunga e me laçou de novo e o pau entrou de uma vez só.

Luana se remexia com meu pau enterrado dentro dela, as ondas atrapalhavam e antes que a gente fosse derrubado por uma onda maior paramos por ali.

- Vamos pra areia?

- Não posso, deixa as coisas se acalmarem aqui.

- Ok. Quando você chegar lá, passa óleo em mim?

- Passo!

Quando voltei pra areia meu amigo e a Bia já tinham se mandado, certamente tinham ido pro motel. então Luana pediu que eu passasse óleo nela e só quando ela deitou de bunda pra cima eu puder perceber como ela era gostosa. Vinte quatro aninhos, pele morena, algumas tatuagens, bunda empinada.... despejei o óleo nas mãos e comecei a espalhar pelas costas, desci pela cintura, passei pela bunda, coxas e voltei. Quando estava subindo ela abriu as pernas, entendi o recado e coloquei a calcinha de lado, com as mãos meladas de óleo os dedos escorregaram facilmente pra dentro dela. Luana enfiava a cabeça na canga, gemia baixinho e eu me concentrava em olhar pros lados e massagear aquela boceta linda até que ela gozasse nos meus dedos.

Assim que a menina terminou de se divertir com os meus dedos, coloquei sua calcinha no lugar e mandei que ela lambesse meu dedo.

- Lambe, é seu!

- Safado.

Eu e Luana continuamos na praia por mais umas duas horas, sempre na pegação, um amassando o outro até que ela chamou um taxi e foi embora me deixando morrendo de tesão.

A noite, eu estava em casa, sozinho. Todos tinha viajado e a casa era só minha. de repente meu telefone toca, era uma mensagem via Whatsapp, tinha uma foto de Luana com a boceta toda molhada e uma legenda que dizia: lembrei de hoje na praia e fiquei assim.

Respondi na mesma hora: vem pra cá. Ela pediu a localização em dez minutos o interfone tocou.

Luana entrou e já pulou no meu colo, laçou minha cintura com as pernas. ela usava uma camisa branca de uma banda de rock, um short curto preto e um par de botas. Fomos nos beijando ate a minha cama. Chegando lá tirei minha camisa enquanto ela se livrara da sua blusa e short. A menina ficou so de calcinha preta rendada e botas, eu fico louco com mulheres e botas.

- Deita ai safado.

Num golpe ela arrancou minha cueca, caiu de boca no meu pau e chupou com tanta vontade que eu senti dor e prazer. Ganhei mordidas, chupada, lambidas no pau, ela metia ele todo na boca, tirava, lambia, mordia, arranhava as minhas pernas e chupava de novo. Quando eu disse que ia gozar ela parou, colocou a calcinha de lado e sentou literalmente na minha cara. Rebolou, esfregou, sentiu a minha língua penetrar sua xana, gozou na minha cara de novo, beijou minha boca melada de mel.

Depois, ainda com a calcinha de lado e de botas, Luana sentou no meu pau, ele entrou inteiro. Sua boceta era quente e apertada, ela conseguia morder meu cacete, cavalgou como uma cachorra sedenta, gozou de novo no meu pau e eu senti seu mel escorrer pelas minhas pernas.

- Vira e fica de quatro.

Luana obedeceu. Arranquei sua calcinha de uma vez só. Coloquei a cabeça do pau na porta e fui empurrando sem dó, dei uns tapas na sua bunda, puxei seu cabelo, chamei de vadia, vagabunda, putinha pra baixo. Ela ria, balançava a cabeça dizendo que era tudo isso e muito mais, soquei com vontade e gozamos juntos.

Deitamos na cama, ficamos ali retomando o folego, mas quando eu ameacei o segundo tempo o telefone dela tocou, era o pai pedindo que ela chegasse em casa mais cedo.

- Amanha a gente continua, vou te dar outra coisa de presente.

Bem, o dia seguinte foi intenso, mas isso eu conto depois.

Beijos e boa semana a todos.

Ah!! Obrigado pelos e-mails. Tem muita gente boa entrando em contato. Adoro as mensagens de vocês.




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