"Os mais excitantes contos eróticos"

 

História de uma Prostituta - 1


autor: NandodeRose
publicado em: 14/03/17
categoria: hetero
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Caro(a) Leitor(a)!



Se você deseja ler um conto cheio de pornografia ou erotismo, onde todo mundo come todo mundo, por favor, procure os outros inúmeros autores ou meus textos já publicados.



A história que vou apresentar, em três partes, conta a história real de uma mulher que, premida pelos fatos e pelas circunstâncias que a envolveram, decide exercer a profissão dita como a mais antiga da humanidade. A prostituição sempre despertou curiosidade sobre a vida das pessoas que a praticam e um grande e generalizado preconceito escorado na hipocrisia humana. A pornografia e o erotismo surgirão em decorrência das próprias histórias de Rose.



1. Tudo tem um começo



Rose nasceu em família pobre e teve uma infância difícil. Aos dezoito anos, conseguiu emprego num hotel turístico do litoral catarinense. Tendo pés, pernas, coxas e bunda formando um todo primoroso, em perfeita harmonia com o resto do corpo, encimado por um bonito rosto, ela entrou na adolescência chamando a atenção dos homens de todas as idades, deles recebendo constantes e maliciosas cantadas. Mas não dava bola. Aos 18 anos, por um desses acasos que acontecem na vida, conheceu um belo e rico jovem de nome Ivo que a encontrara numa parada de ônibus na estrada e oferecera carona na motocicleta que pilotava. Disso resultou o namoro e algum tempo depois, com a entrada dos dias mais frios e a ausência da família na casa da praia, Ivo imaginou que se abria uma chance para convidar Rose a conhecer a propriedade da família no litoral e a curtirem as tardes de sábado sozinhos. Acertou em cheio. Sem ver maldade no convite dele e também curiosa em conhecer a casa de praia da qual tanto falava, Rose aceitou o pedido e na tarde de sábado seguinte foram de moto para a praia. Mostrando que a família dele tinha muitas posses, ela ficou encantada com a casa de veraneio. Apesar de não ter nada de luxuoso, a residência tinha um ambiente agradável e aconchegante, possuindo todas as coisas que Rose jamais sonhara ter em sua casa. Para não “espantar a caça” que sabia ser muito arisca, Ivo procurou não demonstrar logo suas verdadeiras intenções.

No sábado seguinte, lá estavam os dois novamente na residência de veraneio. Ela, com a intenção de usufruir do conforto e do aconchego da casa. Ele, para desencadear a segunda parte do seu plano, ou seja, testar até onde Rose resistiria ao seu assédio. Durante os encontros com ela no decorrer do namoro, Ivo observara que ela não precisava ingerir muita bebida alcoólica para mudar o comportamento e ficar mais alegre e vulnerável, aceitando carícias mais excitantes, coisa que seu recato não permitia quando sóbria. Ele observara também que bebendo champanhe, vinho ou martíni, suas defesas caíam de forma mais rápida e ela entrava inicialmente em estado de euforia e depois em ligeira confusão mental, liberando sua sexualidade, uma vez que sensual ela já era por natureza e de forma inconsciente. Assim, para conseguir seus propósitos com Rose, Ivo encheu o barzinho da sala com as bebidas que produziam efeito mais rápido. Logo após chegarem à casa de praia, ele pediu que ela ficasse à vontade e foi preparar drinque para ambos. A primeira dose de martíni foi bem generosa. Ivo levantou um brinde ao amor dos dois e sugeriu a Rose, como se fosse uma atitude tradicional nessas ocasiões, que os dois entornassem o conteúdo das taças até o fim. Ela acreditou e bebeu tudo. De pronto Ivo providenciou a segunda dose e sentou-se bem chegado a ela, acariciando seu rosto, descendo a mão pelo pescoço, passando pelos seios e chegando até o ventre, quando deslizou a mão por dentro da calça na tentativa de sentir nos dedos o troféu que desejava. Rose reagiu e tirou carinhosamente a mão do namorado de dentro de sua calcinha e brincou que ainda não era a hora. Durante a terceira dose, Rose começou a rir sem motivo e Ivo sentiu que chegara o momento de ir mais longe, levando-a no colo até a cama do quarto de hóspedes. Tirou a roupa, ficando só de cuecas, e deitou-se ao lado dela. Rose, mesmo confusa, sentiu nos olhos do namorado o desejo ardente de possuí-la e ficou com medo de não resistir. Ivo começou a lhe fazer carinhos íntimos pelo corpo todo de uma forma que nunca tentara antes, até conduzir a mão de Rose para dentro da cueca com o intuito de sugerir a ela que segurasse o pênis. Misturando sentimentos opostos de fazer ou não o que o amado queria, resolveu contentá-lo e empalmou o membro quente, duro e grosso de Ivo. Não podendo negar sua curiosidade em ver como o pênis era em sua plenitude, tirou-o para fora da cueca e ficou assustada com o tamanho, pois nunca tinha visto um membro masculino adulto, ainda mais naquele estado de excitação. Sua pouca experiência tinha sido com o próprio Ivo, quando durante as carícias mais apimentadas trocadas em algumas situações ele a induzia a apalpar seu membro e, mesmo assim, por cima das calças. Ato contínuo, ele pegou a mão dela e começou a movimentá-la. Rose aprendeu rapidamente como era a masturbação masculina. Julgando que estava prestes a ejacular, tal a intensidade do prazer, Ivo tentou deixá-la nua para fazer sexo, mas o inusitado da situação fez com que Rose reorganizasse os pensamentos, ainda que de forma não muito clara, não permitindo que ele tirasse sua roupa. Isso produziu nele mais excitação e bastaram mais uns poucos movimentos masturbatórios para que a ejaculação acontecesse, produzindo intenso gozo. Rose se salvara por pouco de perder sua cobiçada virgindade. Mas não seria por muito tempo.

Durante os dias que se seguiram, Rose pensou muitas vezes no que acontecera na casa de praia. A lembrança dos fatos ora a perturbava, achando que não teria coragem de encarar o namorado no próximo encontro, ora a enchia de prazer por ter gostado e achar que eram coisas normais entre namorados. Por outro lado, Ivo passara a ter certeza que sua estratégia fora correta e de que os seus intentos seriam atingidos em breve. Conhecendo bem o jeito de ser de Rose, aguardou ansioso que ela ligasse para que no transcorrer da conversa pudesse avaliar os sentimentos dela e julgar se poderia colocar em ação a última parte do seu plano. Sabendo que o namorado iria convidá-la novamente para um encontro na casa de veraneio e das coisas que provável e naturalmente aconteceriam, Rose só na quinta-feira decidiu ligar para Ivo e aceitar o convite já esperado. Mas até o momento de ir para a parada de ônibus, que era o ponto de encontro deles, ela oscilou entre ir ou não, pressentindo que algo de importante poderia acontecer naquele dia.

Na manhã de sábado, Rose ainda pensou em ligar para o namorado e alegar um problema qualquer para não o encontrar, mas ela costumava cumprir a palavra empenhada. Assim, por volta das três horas da tarde tomou um banho demorado para relaxar, colocou a melhor lingerie que pudera comprar e que combinava com seu corpo e vestiu um conjunto novo de blusa e calça jeans. Durante esse período de tempo tentou imaginar o que iria acontecer. Sabia que Ivo tentaria conquistar seu objetivo de desvirginá-la. Ela deveria aceitar sem resistir? Como seria o ato sexual em si? Sentiria algum prazer? Como Ivo iria se comportar depois de descabaçá-la? Seria desprezada? E a mãe? E a família? Como as pessoas a julgariam? Seu cérebro fervilhava de dúvidas, mas a hora estava chegando e Rose decidiu que a única forma de obter respostas era encarar a situação. Tentando manter a cabeça vazia de preocupações, caminhou lentamente na direção da parada de ônibus. Não foi preciso nem esperar. Ivo já a aguardava. Quando desceu da moto para cumprimentá-la, Rose ainda teve tempo de apreciar os belos atributos físicos do namorado e as roupas caras que usava. Tentou esquecer de todas as preocupações da vida rotineira sem perspectivas e mergulhar no sonho representado pelo belo príncipe encantado que estava na sua frente e pelo soberbo cavalo-branco em forma de motocicleta. A tarde de inverno mostrava um céu nublado e carrancudo, mas a temperatura ainda estava agradável, fazendo com que um vento morno acariciasse o rosto de Rose enquanto a motocicleta ganhava velocidade. O pensamento dela alternava momentos de felicidade de estar curtindo a vida junto com o namorado e o pressentimento de que algo aconteceria e modificaria o seu futuro.

Ao chegarem à casa de praia, antes de sentarem num confortável sofá, Ivo perguntou o que Rose desejava beber, oferecendo martíni, vinho branco ou champanhe, isto é, tudo que pudesse fazer efeito mais rapidamente. Na indecisão dela, ele propôs fazerem o brinde inicial com um champanhe suave que ela gostava muito, depois passar para o martíni com aquela cerejinha que ela adorava. Sentaram-se abraçados no sofá, fazendo vários brindes e em pouco tempo a garrafa esvaziou. Após isso, ele preparou duas generosas taças de martíni e convidou Rose para escolher discos com músicas ao seu gosto. Feito isso, fechou todas as janelas para escurecer o ambiente, deixando apenas a luz do abajur acesa. Começaram a dançar ao som da música romântica que ela havia escolhido. Rose fechou os olhos e sentiu o efeito gostoso que a bebida estava produzindo na sua cabeça, misturando-se com a música envolvente e o aperto dos braços fortes do namorado ao redor do seu corpo. Entre um disco e outro, eles faziam uma pausa na dança para degustarem o martíni com cereja. Num determinado momento de enlevo, Ivo começou a desabotoar vagarosamente a blusa de Rose para ver até onde poderia levar a intimidade. Ela não reagiu, permitindo que ele retirasse a blusa que escondia o par de seios perfeitos no tamanho e na forma, mas que ainda estava protegido pelo sutiã. Ivo não se conteve e retirou também esse último obstáculo que separava sua boca dos seios arfantes de Rose. Ela continuava inebriada pelo que estava acontecendo e a visão de seus peitos sendo sugados pela primeira vez na vida proporcionava a ela uma inesperada e desconhecida sensação de prazer. Achou interessante ver como o bico dos seios estavam entumecidos e engraçado como o namorado parecia um bezerro faminto mamando nela.

Ivo retirou a camisa para apertar Rose contra si e permitir o encontro dos corpos seminus. Dançando vagarosamente, ele foi conduzindo a namorada para o quarto de hóspedes. Quando se aproximaram da cama, Ivo ousou ainda mais, abrindo o zíper do jeans de Rose de modo a poder baixar as calças dela até os joelhos. Com as pernas presas, bastou um leve toque no corpo da namorada para que ela se desequilibrasse e sentasse na borda da cama, facilitando a retirada total do jeans. Ivo despiu-se rapidamente, mantendo-se de pé em frente da jovem, de tal forma que o rosto dela ficasse bem próximo ao pênis que foi delicadamente pressionado ao encontro dos seus lábios. Rose estremeceu, não sabendo o que fazer. Ivo comprimiu um pouco mais o seu membro e ela não ofereceu resistência, abriu a boca e sentiu pela primeira vez a intrigante sensação de ter algo grande, duro, quente e sem gosto nenhum dentro da boca. Sem saber o que fazer, instintivamente passou a sugar o pênis como se agora ela é que fosse o bezerro mamando numa enorme e única teta e sentiu um estranho prazer nisso. Sabendo da inexperiência da namorada, Ivo pediu que além de chupar seu pau ela passasse, simultaneamente, a masturbá-lo. Apesar do efeito anestesiante da bebida, Rose, inexplicavelmente, tinha plena consciência de que estava gostando do seu primeiro sexo oral. Ela só não fazia a menor ideia de que se tornaria exímia nessa atividade sexual. A excitação de Ivo foi ao extremo e antes que gozasse, impedindo que acontecesse o que estava muito próximo, resolveu pedir a Rose para deitar-se na cama, ocasião em que tirou a calcinha dela e ficou deslumbrado com a visão que nunca tivera daquele corpo maravilhoso totalmente nu e ao seu dispor.

Achando que chegara o momento tão esperado, deitou-se em cima da namorada como se fosse beijá-la, abraçou-a e apertou o corpo de encontro ao dela para impossibilitar qualquer reação, enquanto colocava um dos joelhos entre as pernas da jovem para que ela as abrisse um pouco e permitisse o acesso às partes íntimas. A confusão mental de Rose misturava a vontade de se entregar ao namorado, o prazer do desconhecido, a curiosidade do que aconteceria e o medo do que viria depois. Nas tentativas anteriores, Ivo tinha ido com muita sede ao pote, não esperando o momento certo para que ela aceitasse ficar nua. Assim, a solução tinha sido, no auge de sua necessidade sexual, apelar para a masturbação. Mas Rose, anestesiada pelas bebidas que ingerira e confusa com seus próprios sentimentos em relação ao que estava acontecendo, desta vez estava sem forças para impedir que o namorado conseguisse atingir o objetivo de desvirginá-la. Sabia que estava totalmente nua e sentiu quando o corpo quente de Ivo ficou em cima dela, impedindo que pudesse se mexer. Ao mesmo tempo ela mesclava sensações estranhas de prazer e de medo. Ao sentir a pressão do joelho do namorado no meio de suas pernas, relaxou os músculos. A ligeira abertura das coxas por parte dela serviu de pretexto para Ivo achar que Rose estava a fim de consumar o ato sexual. Ele aproveitou a pequena brecha para colocar o pênis entre as pernas da namorada para que sentisse o seu membro rígido roçando a vagina, que começou a se entreabrir e a ficar mais molhada. Rose não entendia e nem sabia como reagir àquelas sensações novas, estranhas e descontroladas que o corpo de Ivo em cima dela produzia e muito menos quanto ao membro extremamente rígido dele friccionando o seu órgão genital. Num ato reflexo para aliviar a pressão que sentia no meio de suas pernas, ela levantou os joelhos e abriu mais as coxas, oportunidade que Ivo aproveitou para colocar a glande na entrada da vagina, pressionando-a de leve para sentir a reação da Rose, mas sem tentar a penetração. Repetiu isso algumas vezes, cada vez mais excitado e premindo o pênis no canal vaginal até sentir o hímen. Isso deu a ele a certeza de que Rose era mesmo virgem, pelo menos até aquele instante. Como não houvesse reação por parte dela, ao perceber que seu membro estava na posição correta para iniciar a entrada, num movimento preciso introduziu o pênis na vagina de Rose e deu uma estocada firme para forçar o rompimento do hímen. Ao sentir uma dor intensa e inesperada, ela instintivamente afastou o corpo do namorado com as mãos. Erguendo um pouco a cabeça para entender o que estava acontecendo, viu um filete de sangue escorrendo de sua vagina. Rose entrou em pânico. De repente, seus pensamentos começaram a ficar mais claros, como se o álcool ingerido tivesse se evaporado rapidamente. Teve consciência imediata, pelo sangue e pela dor, de que Ivo tinha tentado penetrá-la, mas ao mesmo tempo não tinha condições de saber se ele havia ou não consumado totalmente o ato. Vinha à sua memória as tantas vezes que sua mãe havia lhe alertado sobre o que o rapaz rico quer com a moça pobre. Como reação ao que havia acontecido, Rose levantou-se rapidamente, gritando num tom de voz desesperado que ele não poderia ter feito aquilo com ela e o que seria de sua vida a partir daí. Vestiu a roupa com rapidez e saiu da casa correndo na direção da praia. A névoa forte sobre o litoral tornava o ambiente ainda mais dramático, como se o cinza da natureza estivesse entrando no coração de Rose. A atitude inusitada dela deixou Ivo sem ação. Mas sabia que ele precisava fazer alguma coisa. Ainda meio confuso vestiu a roupa, pegou a moto para conseguir encontrá-la mais rápido e evitar que ela tomasse alguma atitude radical. Encontrou-a correndo e chorando pela calçada da praia, desesperada, como se algo terrível tivesse acontecido. Essa visão de Rose enterneceu seu coração. Aproximou-se várias vezes dela, pedindo desculpas pelo que tinha feito e tentando justificar suas atitudes por ter julgado, erroneamente, que ela estava consciente, preparada e pronta para perder a virgindade. Mas Rose não parava, correndo e repetindo sem parar que ele não poderia ter feito aquilo com ela e o que seria de sua vida a partir de então. Aos poucos, cansada, ela começou a andar vagarosamente, permitindo que Ivo passasse a consolá-la e acalmá-la com palavras carinhosas, prometendo que tudo continuaria a mesma coisa entre eles. Passada a crise de nervos, até mesmo por não ter outra alternativa, ela aceitou voltar para casa com Ivo e descer na parada de ônibus. Mas a maneira como ele havia se comportado durante as últimas semanas deixava claro que a grande intenção dele em relação a ela estava consumada, ser o primeiro homem a possuí-la.

Nos dias seguintes, Rose teve sentimentos confusos. Como sempre fora uma menina tímida e recatada, jamais falando sobre sexo com alguém, ela nunca se masturbara e nem tinha noção da estrutura de seus órgãos genitais. Para ela virgem era a mulher cuja vagina nunca fora penetrada totalmente por um pênis. Assim, não tinha plena certeza do que acontecera entre ela e Ivo, considerando mentalmente que não tinha sido desvirginada, apesar do sangue que vira correr no meio das pernas e da dor que sentira. Queria casar virgem, mas sabia que algo tinha acontecido com seu corpo. Sabia também, por informações recebidas da mãe, que o grande risco de gravidez era deixar o homem gozar dentro da vagina, o que não acontecera porque Ivo nem sequer tivera chance de ejacular, tão rápida fora sua reação ao sentir a inesperada dor do rompimento do hímen. A família sempre se manifestara contra o namoro. Isso dava a Rose a quase certeza de que Ivo não seria mais o mesmo e ela não queria correr o risco de ligar para ele e não ser atendida ou, pior, julgar que ele gostaria apenas de “completar o serviço”. A solução, portanto, deveria ser radical e difícil, pois ela gostava do namorado e, além disso, ele representava o seu tipo de homem ideal: alto, forte, bonito, bem-vestido, educado e, porque não dizer, rico. Como a comunicação com Ivo era iniciativa dela, bastaria não mais ligar mais para que perdessem o contato. Segundo informação de amigas, ele ainda passou de moto várias vezes pelas ruas do vilarejo próximo à parada de ônibus que servia de ponto de encontro, na tentativa de identificar a casa dela e de chamar a atenção de Rose. Mas não obteve sucesso. A decisão definitiva dela foi viajar para Porto Alegre, morar com uma irmã mais velha e reiniciar sua vida.

CONTINUA NA PARTE 2 – A ESCOLHA DA PROFISSÃO











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