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Provoquei meu padasto e fui enrabada


autor: nessastella22
publicado em: 17/03/17
categoria: incesto
leituras: 19113
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Contar histórias da Anne e seu padastro

Oi meus amores, pra quem ainda não me conhece meu nome é Anne e tenho 18 anos, louquinha por uma foda e a que vou relatar aqui hoje foi com o meu padrasto!
Minha mãe ainda é uma mulher jovem, super se cuida e é muito linda mas fala sério: que homem resiste a uma xoxotinha novinha, ainda mais se for proibida? E foi com esse pensamento que tudo começou.
No começo, eu era comportada até demais mas depois de ouvir minha mãe gemendo na vara dele várias noites seguidas (e gritando porque ela é super escandalosa), fiquei cheia de tesão por ele e comecei as investidas.
Agora quando minha mãe saia pra trabalhar eu colocava saias extremamente curtas ou leg que dividia minha xota ao meio e alguma blusinha fina e justa sem sutiã. É claro que ele me comia com os olhos e todo noite eu ia dormir molhadinha. E fui continuando e pegando mais amizade, a essa altura já abraçava de um jeito diferente e sentava no colo só pra me esfregar. E ele na maior cara de pau as vezes até arrumava o pau no meio da minha bundinha.
Mas ele era parado demais e eu queria era meter então esperei minha mãe pegar um plantão e ataquei.
Nessa noite ele estava no sofá, e eu sai do quarto tão gostosa que se fosse homem eu mesma me pegava kkk e sentei no colo dele, tava passando um programa musical então aproveitei e comecei a dançar no colo dele, dando até uns pulinhos, em pouco tempo senti aquela tora ficando dura embaixo de mim. Foi quando ele disse:
- Você dança bem, dança de tudo?
- Sim, mas gosto mais de funk.
Ele riu.
- Sério?
- Quer ver?
Ele aceitou então comecei a dançar na frente dele toda sedutora, abaixando bem pra minha calcinha aparecer.
- Posso te incluir?
Ele aceitou, então sentei no colo dele e fiz como se estivesse dançando ainda, mas já tinha virado esfregação, até fiz movimentos de sexo no colo dele.
- Nossa que beleza!!!
Ele pegou na minha cintura e me ajudava a bater a bunda no seu pau.
- Essa roupa ta te atrapalhando.
Ele disse e ergueu minha saia até a cintura, e eu continuei dançando no colo e, as poucos, fui sentindo uma mão massageando minha boceta por cima da calcinha, só olhei pra ele e dei uma risadinha.
- Dança mais!
Ele pediu e eu dançando. Agora já sentia sua mão por dentro da minha calcinha apertando meu grelinho. Me encostei no peito dele de costas e ainda dançava só que agora mais devagar. Ele então tirou minha blusa e agora era uma mão nos meus peitinhos e uma na bocetinha. Ele tirava o dedo da minha xota, lambia meu caldo e enfiava de novo.
- Espera meu amor, levanta.
Eu então levantei toda mole e ele abriu o short e tirou aquela coisa enorme e cheia de veia lá de dentro
- Tira sua calcinha e vem dançar aqui.
Eu enlouqueci, tirei tudo e sentei no pau dele, entrou rasgando e doeu mas eu tava tão alucinada que botei com tudo e já comecei a pular.
- Fode a bocetinha, fode. Eu sei que você quer safada! Gulosa, trepa gostoso.
E eu fodia com força, queria até as bolas, sentava na intenção de me arrebentar e ele me ajudava empurrando com as mãos a minha bunda pra cima.
- Não era isso que você queria sua puta? O homem da sua mãe? Agora arregaça essa buceta em mim.
Eu não conseguia dizer nada só meter e foder e me acabar. Era muito gostoso sentir aquela tora que várias vezes havia comido minha mãe, agora me alargando.
- Como fode gostoso, caralho. -Ele dizia.
E eu continuava pulando naquele pau gostoso e duro como pedra, até gozar. Depois fiquei tão cansada que me encostei no peito dele e só fiquei mexendo a boceta devagar.
- Safada gostosa, já deu o cuzinho?
- Já, mas não vou dar pra você.
Ele riu:
- E porque não?
- Porque é muito grosso, vai me estourar.
- Ah gatinha, só uma socadinha de leve.
- Não.
- Então só uma chupada nesse rabo lindo vai.
Ele então me colocou de 4 no sofá e abriu minha bundinha, enfiou a cabeça bem lá no meio e eu sentia sua língua passando em volta do meu cuzinho, olhava a cena pelo reflexo do vidro ao lado e era lindo ele com a cabeça no meio da minha bunda.
Ele me chupou com força e de repente se levantou, senti a cabeça da rola encostar no meu buraquinho.
- Eu disse que não.
- Mas eu que mando aqui cadelinha.
Ele se apoiou pra frente (sob mim) segurou minhas mãos com força pra que eu não pudesse sair e foi forçando aquela vara no meu cuzinho. Eu gritava, xingava e ele continuava, sentia meu cu dando passagem pro pau dele. Já tinha dado antes mas esse era enorme. Ele empurrou até eu sentir as bolas dele bater na minha xota. Por um lado fiquei feliz porque sabia que tinha aguentado aquilo tudo dentro de mim mas por outro sabia que estava tão aberta que caberia um punho no meu rabinho. Então ele começou a enfiar com força e socar sem parar tirando e colocando. Doía, mas com o tempo foi ficando gostoso e ao invés de gritar eu entrei na onda de novo e empurrava a bunda pra ele.
- Isso safado, já me abriu agora fode meu cuzinho.
Ele estava tão alucinado que metia pra machucar mesmo.
- Que cuzinho guloso sua safada, bundinha gostosa, foi feita pra tomar rola mesmo.
E ele metia que nem um cavalo, nem sei por quanto tempo ele trepou em mim mas eu me sentia uma potranca sendo currada. Até que depois do que pareceu uma eternidade eu senti uma coisa quente me enchendo por dentro, ele estava gozando e enquanto gozava batia na minha bunda e beliscava. Chegou a puxar minha cabeça pra trás no seu ombro com um leve enforcamento enquanto urrava de prazer.
O pau saiu de mim depois que amoleceu e eu me senti vazia. Mas sabe né, morando debaixo do mesmo teto depois ficou fácil de foder sempre e era sexo animal.

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