"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Desejada e comida pelo Primo.


autor: Xuxuh
publicado em: 23/03/17
categoria: hetero
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Meu primo costumava dormir no mesmo quarto que eu, desde pequenos. Crescemos juntos.Era um quarto pequeno, ficava minha cama enconstada à parede do lado esquerdo e a dele ao lado direito, no meio uma cômoda.

Numa noite que meu primo saiu, fui dormir no horário de sempre, mas não tinha sono. Então me virei de bruços para ver se pegava no sono mais rápido. Nada... Já eram duas horas da madrugada e o sono não vinha. Foi quando meu primo chegou, acendeu a luz e eu continuei na mesma posição, com os olhos fechados, queria era pegar no sono logo. Eu estava nessa noite com uma camisolinha bem curtinha, vermelha e uma calcinha fio dental. Era mais confortável pra dormir.

Acho que ele pensou que eu estava dormindo, pois pude ouví-lo sussurrando: "Nossa! Como minha prima é gostosa! Não tinha notado antes. Que bunda deliciosa! Aaahhh....".

Imediatamente ele percebeu a loucura e correu para a cama dele. "Deixa disso!!!", ele susurrava. "Ela é sua prima!!

Pensava na loucura que estava acometendo meu primo! Ele nunca se quer olhou para minhas pernas, sempre me respeitou,não entedia o que estava acotecendo.

Até que ele não era de se jogar fora, corpo musculoso, moreno, alto.

De repente ouvi novamente: "Ah, não aguento! Só um pouquinho...". Chegou perto, sentou na beira da cama e ficou me observando. Depois de alguns segundos me observando, senti a ponta da minha camisola sendo levantada que, até esse momento, estava cobrindo quase toda minha bundinha. Gelei!!! Mas continuei imóvel, queria que ele pensasse que eu estava dormindo.

Com a bunda descoberta, minha calcinha fio dental aparecia, dividindo minha bundinha ao meio. Era uma calcinha de lacinho nas laterais. De repente, senti os lacinhos se soltando um de cada vez. Ele tinha desamarrado minha calcinha! E agora?!?!?! O que eu faço? Ele, com muito cuidado para não me acordar, foi abaixando a parte de tras da calcinha, que estava praticamente enterrada na minha bunda. Nossa! Eu estava nua, morrendo de medo e ao mesmo tempo excitada. Sentia minha bucetinha umedecendo. De repente, suas mãos espalmadas na minha bunda, suavemente, massageavam minhas nádegas. Começou a passar o dedo no vão entre uma nádega e a outra, escorregando para cima e para baixo, como quem quer chegar ao meu cuzinho e minha bucetinha, mas minha bunda, muito grande, não permitia. Senti uma vontade enorme de que ele conseguisse. Fingi apenas me mexer, como se estivesse me ajeitando, abri um pouco minhas pernas. Ele se assustou, parou, mas como "voltei a dormir", ele continuou. Agora, muito mais fácil, minha bucetinha estava à mostra. Ele deslizou seu dedo até minha bocetinha e sentiu que, a essa altura, ela já estava enxarcada! Pude ouví-lo dar uma gemida. Foi enfiando, com muito cuidado para eu não acordar, seu dedo na minha bucetinha arreganhadinha. Fez alguns movimentos de vai e vem, tirou e deslizou para cima, chegando perto do meu cú, enquanto um calor tomava conta de mim. Com uma mão abriu minha bunda e com a outra, passou o dedo em volta do meu reguinho. Aquilo me fazia pegar fogo, quando ele resolveu escorregar a pontinha do dedo pra dentro do cuzinho. Eu já estava era torcendo para que ele enfiasse o dedo todo, mas acho que ele não queria me acordar. Susurrava: "Que bundão gostoso! ". Virei a cabeça para o lado que ele estava e abri levemente os olhos, como quem tinha acabado de acordar: "O que você está fazendo, primo?". Ele, meio envergonhado, mas sem tirar o dedo do meu reguinho e sem parar de massageá-lo, respondeu: "Nada, prima. Dorme... dorme...". Olhei pra ele "O que você está fazendo com meu cuzinho?" Achei que ele tiraria o dedo, mas ele enfiou mais ainda, dizendo "Estou só brincando, não se preocupe!" Seu dedo já tomava conta do meu cuzinho, entrava e saia com uma facilidade incrível! Eu nunca tinha dado o cú, não sabia que era tão excitante! "Primo, pára! Não faça isso, somos quase irmãos!". "Eu sei", ele dizia. "Dá sua mãozinha, segura no meu pau.". Estava tão duro, tão excitado, que não resisti, comecei a bater uma punheta pra ele. Ele, com muito carinho, enfiou mais um dedo no meu cú. "Aaaaaiiiiii....." Era delicioso! Ele tirou minha mão do seu pau e encostou a cabecinha na entradinha do meu buraquinho, esfregando com carinho, fazendo uma pressãozinha, mas sem enfiar. Dependia só de mim, agora. Era só eu querer que meu primo me enrabava. Encostou seu peito nas minhas costas e começou a mordiscar minha nuca. Estava ficando louca de vontade de dar o cupro meu primo, então abri um pouco as pernas, e suspendi minha bundinha contra o pau dele. A cabecinha entrava gostoso, com uma muita facilidade, pois meu cujá estava mais do que arreganhado. Por cima da minha bundinha empinada, ele começou a deslizar seu pau pra dentro do meu rabinho, que já estava todo abertinho, esperando sua carne. Sentia seu pau, todinho lá dentro, ocupando todo meu buraquinho. Ele enfiou todinho, ficou um tempinho parado pra que eu o sentisse inteiro dentro de mim. Aí começou o que eu tanto esperava, movimentos de vai e vem, estocadas cada vez mais fortes, enquanto segurava meu pescoço com os dentes, em mordidas fortes, como se fosse um cachorro. Eu gemia alto, gritava, berrava de prazer. Nunca imaginei que dar o rabo fosse tão bom! Ainda mais pro meu priminho, que cresceu junto comigo. Segurava minha cintura com as mãos, meu pescoço com os dentes e minha bunda com seu pau grosso e delicioso! Enquanto comia meu rabo, brincava com meu grelinho, mexendo bem rapido, me excitando demais! Gritei muito alto, gozava desesperadamente. Ele segurava no meu cabelo e mandava eu gozar. Tirou a pica do meu rabo, todo arrebentado, e meteu na minha buceta, que estava toda inchadinha. Me segurava pelos cabelos como se montasse uma égua, enquanto metia estocadas fortes na minha xaninha. Seu pau estava tão duro e melado, entrava e saia, com tanta vontade em meio aos gemidos dele e meus. Foi quando ele resolveu enfiar dois dedos no meu rabo, que já estava todo arrombadinho, segurando minha bunda pelo cú, como se fosse uma bola de boliche. Fazia força com o dedo pra cima, como se quisesse me suspender pelo rabo.

Que loucura! Aquilo me deixava pegando fogo! Eu gritava!!!! Ele dizia: "Priminha, vem pra cá, vem. Não se preocupa, que eu cuido de você.", me puxando contra ele. Me puxava pelo cabelo e pelo cú! Eu não aguentava mais de tanta excitação. Senti seu pau sainda da buceta, mas sem largar meu cue nem meus cabelos. Sentou-se na beira da cama, me puxando pelo cú, com os dedos, como se eu fosse uma puta! Me colocou no colo dele e, de volta ao pau, minha buceta enxarcada agradecia. Eu pulava em cima dele, que me suspendia pelo rabo, com a ajuda de dois dedos que estavam arregaçando meu cú. Nossa! Delícioso! Minha buceta pegava fogo! Ele gritava: "Pula, priminha! Vai minha putinha!", "Sou sua puta?" perguntava inocentemente, "Claro! Minha puta, sem vergonha!". Aquelas palavras foram como um estalo para meu gozo, gritava e gemia, enquanto pulava mais e mais. Senti sua porra escorrendo pelas minhas pernas, junto com o líquido do meu gozo. Deitei ao seu lado, exausta, meio sem graça, mas adorando tudo que tinha rolado. Ele, pelo jeito, não sentia vergonha. Disse que há muito tempo sentia vontade de me comer e que eu era muito mais gostosa do que ele imaginava. Me sentia envaidecida. Ele me acariciava e, me puxando pra perto dele, me abraçou. Logo adormecemos, de tão exaustos que estávamos.

Quando acordamos, ao amanhecer, ainda abraçados, lembramos de tudo que tinha acontecido e começamos tudo de novo.

Depois dessa noite, passamos a transar sempre que tínhamos a oportunidade, quando a casa estava vazia. Ninguém na família desconfiava, disfarçávamos bem. Até que ele se casou, aí ficava mais difícil nossas transas, mas era só a esposa dele dormir que ele vinha correndo pro "nosso quarto".

Meu cuzinho era só dele,ninguém mais experimentou. Eu dava a buceta pra vários homens, mas meu cu era dele, só dele.




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