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A Ladra


autor: Teuimperador
publicado em: 01/04/17
categoria: hetero
leituras: 3623
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Dias atrás aconteceu uma coisa bastante inusitada comigo que acabou em uma transa espetacular.

Em meu prédio temos uma lavanderia onde colocamos as roupas para lavar em máquinas e pagamos as lavagens no condomínio. Quando as lavagens demoram, eu costumo deixar as roupas na máquina e dar uma volta pelo prédio, conversar com o porteiro Jocemar (ele aparece no conto da garota da Sukita também) enquanto espero.

Várias vezes numa única semana eu notei que cuecas minhas haviam sumido.

Inquieto com isso, perguntei ao Jocemar se ele conseguia ver quem entrava quando eu saia nas lavagens de roupas e percebemos que sempre entrava a mesma mulher. Uma mulher que eu havia ajudado a levar um móvel até seu apartamento uma vez e que morava sozinha lá. Ela tinha cerca de 45 anos, seios fartos e um corpo bem curvilíneo, cabelos castanhos longos e olhos verdes, uma mulher muito bonita. E sempre andava bem vestida. O que me deixava ainda mais intrigado sobre o por que roubava minhas cuecas, e sempre cuecas.

Então armamos para ela. Combinei com o Jocemar de ele me avisar quando ela entrasse sozinha na lavanderia. Fui atrás dela e levei comigo uma cueca novinha, limpinha, boxer branca. Entrei na lavanderia e tranquei a porta atrás de mim.

Ela me viu e ficou corada na hora, virando-se para disfarçar.

Cheguei mais perto e disse: “Boa tarde! Como vai? Eu trouxe algo que talvez você queira”

Quando ela virou-se e respondeu, entreguei a ela a cueca que trouxera. Deixando-a absolutamente sem graça.

Então eu disse: “Antes que você se desespere, mantenha a calma. Eu sei que deve haver uma razão, e você pode me falar numa boa”. Disse isso segurando seus ombros de forma a tranquilizar a moça.

Ela sorriu sem graça e acabou admitindo que era um fetiche e que sentia certa atração por homens mais jovens e que esse foi o motivo de sua separação e de vir morar no prédio, desculpou-se e disse que nunca mais voltaria a acontecer.

Deixei que ela falasse, processando a informação e passando a enxergar aquela mulher como uma de minhas presas. Quando ela acabou de falar, beijei sua boca e disse: “não vejo problema algum em você gostar disso. Do que mais você gosta? Acho que posso te ajudar...”

Ela sorriu, ainda meio sem acreditar na situação, olhou para a porta e me ouviu dizer que estava trancada, então acabou se revelando: “adoro ver um homem só de cueca, vindo me pegar de jeito!”

Me afastei dela, tirando a camisa e jogando na bancada, em seguida me livrei da calça e dos sapatos, ficando somente com a boxer preta que usava. Virei de frente para ela, o pau ficando ereto com a excitação do momento, e perguntei: “Assim?”

Ela sorriu, confirmando com a cabeça e abrindo seu vestido pelos botões da frente, ficando só de lingerie, cor vinho, realçando suas curvas, sua pele clara e seus seios maravilhosos.

Fui na direção dela, olhando em seus olhos, beijei sua boca, mordendo seu lábio e minha mão desceu direto para aquela bunda gostosa. Apertei-a e puxei, roçando seu corpo no meu pau.

Ela fechou os olhos e gemeu, então a soltei e disse: “quer brincar comigo um pouco? Vem, eu deixo!!”

Ela sorriu e lambeu meu abdômen, meu peito e pescoço, cheirando-me no percurso e mordeu meus lábios. Suas mãos apertavam meus músculos, arranhavam de leve, principalmente minha coxa. Ela mordia os lábios me analisando inteiro.

Então apertou minha bunda com as duas mãos, cravando suas unhas nela, depois mordeu e beijou minhas costas, descendo até minhas coxas e fez o mesmo, arranhou e apertou-me inteiro.

Voltando a ficar de frente comigo, me beijou e enfiou sua mão em minha cueca, apertando minha bunda. Fiz o mesmo com ela, pegando-a com força e a beijei com desejo. Nossos corpos se roçavam deliciosamente e o tesão aumentava a cada segundo.

Então ela tirou minha cueca lentamente, ajoelhando-se diante de mim e disse: “essa eu vou ficar pra mim! As outras te devolvo depois!!!”

E então voltou suas atenções ao meu pau, ereto e pulsante. Sem falar mais nada começou a me masturbar e morder minhas coxas, virilha e barriga. Lambeu minhas bolas, enfiou seu rosto nela e depois me chupou de vagar, engolindo meu pau inteiro, me fazendo estremecer. Uma chupada gostosa, sua língua enrolada na minha vara.

Segurei seus cabelos, admirando aquela mamada enquanto ela removia o sutiã, revelando seus seios maravilhosos pra mim.

Em seguida colocou meu pau entre eles e mordeu minha barriga. Eu estava no paraíso, adoro ser provocado e receber esse tipo de carícia. Então olhei nos olhos dela e disse: “Você é uma delícia! Eu vou te foder todinha!”

Ao ouvir isso ela sorriu, levantou-se lambendo meu corpo inteiro, beijou minha boca e deitou-se na bancada dizendo: “Safado! Vem cá então! Quero ver acontecer!!!”

Fui pra cima dela, arrancando aquela calcinha de uma vez por todas e enterrei meu pau na buceta dela todo de uma vez. Com uma mão passei a massagear seu grelinho enquanto enfiava a cara em seus seios, chupando-os e mordendo-os com vontade.

Ela gemeu e cravou as unhas em minhas costas depois de me enlaçar com as pernas, me puxando pra dentro dela.

Eu mordia seus seios e seu pescoço, beijava sua boca enquanto comia aquela buceta com força, fazendo-a gritar quase tão alto quanto o som das máquinas de lavar atrás de nos. Ela pedia mais, e me puxava cada vez mais pra ela.

Coloquei-a de costas, debruçada sobre a bancada e a penetrei de novo, metendo ainda mais forte, dando tapas na bunda maravilhosa dela. Mordendo sua orelha e pescoço enquanto metia e puxando seus cabelos. Ela rebolava e gemia, sua buceta pulsava e logo senti seu espasmo quando gozou forte, prendendo meu pau dentro dela.

Continuei metendo até sentir que estava prestes a gozar e pedi a ela pra me dar aquela boquinha de novo.

Prontamente ela atendeu, me fazendo um boquete tão delicioso quanto o anterior e deixando-me gozar em sua boca.

Depois disso nos beijamos e trocamos carícias até as máquinas pararem. Então nos recompomos e combinamos de nos encontrar mais tarde no apartamento dela pra continuar aquela deliciosa foda.

Quando saí pela porta fiz um sinal de OK ao Jocemar, que assistiu tudo pelas câmeras de segurança, como sempre.

Na próxima conto como foi a sequência.

Um abraço!





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