"Os mais excitantes contos eróticos"

 

No estacionamento com ciúmes. . .


autor: luah
publicado em: 05/04/17
categoria: hetero
leituras: 2754
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Mandou eu entrar no carro, me segurou e me fudeu, o ciúme é um tempero pra foda quando é bem dosado.

Vou te contar, eu escrevo os contos, sou chocolate com morango, morena chocolate ao leite com buceta rosada que depois de uma foda bem dada fica vermelha, imagina ?!

Bem, como escrevo, o ciúme sempre pode existir, então ele, homem gostoso, alto, adoro homem de mãos grandes, estava acostumado a ler meus contos e começou a enviar mensagens por email, eu sempre respondo a todos, e uma sintonia foi crescendo, sempre nos falando, brincando com os desejos, temperando com fotos vez ou outra até que as mensagens foram diminuindo e com o passar de uns dias ele reclamou que eu havia arrumado outro, eu respondi que teriam que ser outros pois havia escrito vários contos que justificariam muitas aventuras passadas.

Daí lembrei de uma crise de ciúmes que nunca poderia esquecer. Namorava um rapaz de 26 anos na época, alto, corpo belo aos meus olhos e mãos grandes, confesso que amo proporção, pés grandes e é claro que pênis grande, assustador ao primeiro olhar, como havia me pedido em namoro, estava envolvida do meu jeito, vou chamá-lo de Vini.

Numa noite de sábado resolvi sair com amigos para uma boate na minha cidade, muita farra, dança quente e estava curtindo muito quando Vini chegou, ele sabia que eu estava esperando por ele, não sei se foram os meninos perto ou se foi o resultado da junção dos meninos com minha saia jeans curtinha com uma blusinha solta pretinha e tênis como uma menina soltinha, dançando evidência as minhas belas e torneadas coxas, aquelas que querem apertar e de quatro sempre rende uns tapas de mão aberta na bunda.delicia !!!

A reação dele foi muito assustadora que me dava vontade de gargalhar de nervoso quando puxou meu braço com força e me levou passando pela portaria e indo pro estacionamento e ao chegar no carro me aguarrou beijando minha boca com força quase que arrancando meus lábios enquanto subia as mãos pelas minhas coxas me fazendo gemer e me entregar aquela loucura em que as pessoas que passavam iam olhando, me senti uma puta, claro que a mais gostosa delas por estar sendo tarada pelo meu homem.

- Você queria me deixar nervoso? Conseguiu !!! Entra e senta no banco de trás. AGORA LUAH !!

Obedeci, amando, doida pra rir mas não podia, ele poderia se tornar agressivo, só o animal marcando território já era o suficiente.

Ele entrou no carro, colocou o banco pra frente do motorista e sentou abrindo a calça jeans e enrolando a camisa vermelha e colocando por trás do pescoço e mandou eu chupar a sua pika, enquanto me deliciava ele passava a mão pela minha bunda puxando a minha calcinha e rasgando no rabo com a saia já na cintura, chupei muito até ele quase gozar, eu estava muito molhada mas ele não me acariciava só batia na bunda e fazia maldades com a calcinha enquanto apertava os seios por cima da blusa pois os vidros do carro eram levemente escuros e havia uma lâmpada do estacionamento não estava muito longe.

-Tira a calcinha e vem cavalgar AGORA!!

-Podem ver , Vini !!! O segurança está olhando de lá.

-FODA-SE, você pediu por isso e vai ter !!! AGORA LUAH !!!

Obedeci e encaixei minha buceta molhada naquela pika roliça e ereta que entrou rasgando enquanto apoiava meus joelhos no banco e ele ia movimentando o corpo, entrando e saindo enquanto me equilibrava segurando o banco, ele me sacudia embaçando os vidros e tremendo o carro, mandou eu gemer alto e assim não me contive, me liberei por total a putaria e gritava o nome dele e gemia alto até que ele gozou e ainda me proibiu de gozar como punição pelo meu atrevimento.

Concordei com a cabeça quieta, nos arrumamos e ele me olhou, e me chamou pra voltar pra boate, já era madrugada, entramos sem problemas, com todos nos olhando desde que saimps do carro, eram uns quatro seguranças, o olhar sério de Vini indicava que era meu dono e a cara de ter sido bem fudida confirmava isso, segurando minha mão me consuziu ao meu grupo e logo saiu pra comprar uma bebida, quando todos me olharam e começaram a perguntar ele logo chegou respondendo:

- Estavamos sim fazendo o que estão pensando. A mulher é minha.

Depois de toda demonstração e constatação de domínio e simplismente sorri e dancei pra ele sensualmente .

Quando percebi que ele sorriu para uma colega que estava do outro lado da pista e ai a coisa ferveu, virei e encarei a mulher esperando alguma reação dela que sabiamente se conteve ao me ver beijando meu homem.

Ele ficou rindo e não aguentei, dei boa noite a todos, me despedi e o chamei pra ir pra casa dele, meu sangue fervia de raiva, como poderia ele olhar para outra mulher do meu lado ?? Não me deixou gozar e ainda me faz passar por isso?? Algo teria que fazer.

Fomos pra casa dele em silêncio quando cheguei no quarto procurei no armário dele e achei um lenço meu , daqueles grandes do pescoço.

-Vamos brincar amor?! Eu disse.

Ele sorriu, se achando dominador e sabendo que algo iria sofrer e amarrei auas mãos na cama …

O restante da tortura que eu fiz eu só conto se você me mandar uma msg, ah, eu gozei na hora que ele mandou eu tirar a calcinha no carro e joguei na cara dele pois só manda em mim qiem eu deixo mandar. .. rs








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