"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Jean, boca de seda


autor: tinatanya
publicado em: 05/04/17
categoria: lésbicas
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Oi, hoje vou compartilhar com vocês uma experiência inusitada que vivi na minha adolescência. Eu tinha uma amiga chamada Jeane que era lésbica. Nos éramos muito íntimas. Fazíamos quase tudo juntas. Porém, eu nunca tive vontade de ir pra cama com ela. Por outro lado, sempre que ela bebia, ficava se declarando apaixonada por mim. No outro dia, eu perguntava se era verdade, ela sempre dizia que era efeito do álcool. Eu acreditava, pra não perder a amiga.
Um dia, fomos a uma festa numa fazenda distante da cidade. Lá, eu que não bebo álcool, cismei de tomar umas cervejas. Fiquei meio "alta" e como voltamos de madrugada, ela me levou pra dormir na casa dela. Chegando lá, ela guardou o carro na garagem e me ajudou a descer. Eu fui meio que carregada por ela. Fomos para suíte dela e ela me mandou tomar um banho, pra ver se o efeito da cerveja passava e foi logo tirando minhas roupas. Eu estava tão "mole que nem liguei. Fui me deixando levar... quando vi, já estávamos nos beijando debaixo do chuveiro. Nossa! Que beijo gostoso! Que boca macia! Que língua saliente... sua boca quente vasculhava a minha, sua língua raspando meus dentes, sugando minha língua pra dentro da sua boca . Enquanto isso, eu me perdia na água fria do banho e no calor das suas mãos macias e pequenas. Era uma loucura eu estar gostando daquilo mas, na minha mente bêbada, aquilo não estava acontecendo comigo. Eu estava dormindo e sonhando com aquela cena . Porém, o toque daquelas mãos nas minhas costas e daquela boca que me tirava o ar era bem real. Jean (como ela gostava de ser chamada ) percorria meu pescoço com seus dedos ágeis. Descia pela minha nuca, ia na linha da minha cintura(que naquela época eu era bem magra e tinha uma cintura de violão ). Descia um pouco mais, chegava as minhas nádegas e dava pequenos apertões deliciosos. Ia pelo meu rego com seus dedos finos e parecia que procurava algo. Sua boca descia em sintonia com as carícias de suas mãos. Da boca descia pelo pescoço me sugando com delicadeza, chegando até meus seios. Meu Deus! O que era aquela boca... ela fazia um biquinho com os lábios e chupava meus mamilos fazendo uma certa pressão, depois soltava e rapidamente dava pancadinhas com a ponta da língua nos meus bicos já durinhos de tesão. Eu gemia feito uma gata ronronando. Meu corpo estava todo mole. Por causa do álcool que eu havia ingerido e também por causa do tesão que aquilo tudo me causava. Ela percebeu o meu estado e resolveu que estava na hora de ir mais fundo. Desligou o chuveiro, me fez vestir um roupão e foi tentando me enxugar enquanto me guiava pro quarto. Chegando lá, ela me deitou na cama e recomeçou com aquela "tortura" deliciosa. Voltou a beijar meu corpo todo começando de cima. Chegando no meu umbigo, Jean deu várias lambidas e foi descendo até alcançar o seu objetivo final: minha buceta. Ela se ergueu um pouco para examina-la melhor. Dizia que jamais tinha visto algo tão perfeito. Ela ficou com aqueles olhos brilhantes de prazer olhando pra testa da minha buça. Passava a mão por cima da pequena camada de pêlos que cobria a entrada da minha grutinha virgem. Eu me retorcia em cima da cama pedindo mais. Eu nem sabia o que seria esse mais que eu queria pois, até então, nunca havia tido um orgasmo. Ela foi abrindo minha xana com os dedos e foi com aquela boca perfeita em direção ao meu grelo. Chupou, lambeu, mordeu meu grelinho... eu já estava quase louca. praticamente gritava de tesão. Jean passou a abrir minhas pernas, colocou meus pés em seus ombros e foi com sua língua furiosa pra dentro da minha grutinha molhada. Socava a língua com força como se quisesse me desvirginar. Ela sabia que eu nunca tinha transado. Tentava puxar sua cabeça pra fora mas, ela estava fora de si. Socou bastante a língua até que eu ja bastante suada pedia pra ela acabar logo com aquilo. Então, ela subiu novamente pro grelo e fez algo semelhante ao que fez com meus peitos...sugava meu grelo com força, como se fosse arrancar, soltava e rapidamente dava pancadinhas com a língua sobre ele. Aquilo foi me levando a um estado de excitação insuportável. Uma sensação de pequenos choques vindos de dentro do meu útero e explodindo no meu grelo, bem no lugarzinho onde Jean batia com a língua... Eu rebolava num ritmo de uma dança. Minha cabeça rodava como se eu estivesse no meio de um jogo de luzes daqueles que tem nas boates. Era meu primeiro orgasmo. Fiquei nesse êxtase por um tempo que me pareceu uma eternidade. Jamais pensei que um corpo poderia sentir um prazer tão incrível. Dormi imediatamente. No outro dia, ao conversar com Jean sobre o ocorrido, ela falou que tinha sido maravilhoso me fazer gozar. Eu lhe respondi que não esperasse nada de mim. Ela falou que aquilo já era suficiente pra ela. Ficamos nessa por quase dois anos. Sempre que dava vontade, eu ia dormir na casa dela e fazíamos loucuras juntas. Depois disso, conheci um rapaz, me apaixonei e entreguei minha virgindade pra ele. Depois eu conto essa... Um beijão!



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