"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Dando pro filho e pro Pai


autor: Medusasexy
publicado em: 06/04/17
categoria: hetero
leituras: 3985
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Faz duas semanas que o pai do Fabinho quase me comeu aqui em sua casa, e cá estou novamente, hoje é sábado e foi a primeira vez que dormi aqui... Ou quase dormi. 
Eu vou morar em Brotas e decidi terminar com o Fabinho. Meu caso com o Fabinho era só de namoro por gratidão mesmo, nunca transamos, teve um lance que tomamos banho juntos e nos esfregamos nus e ensaboadas e ainda chupei seu pau, mas não houve penetração, eu não quis por alguns motivos não importantes.
Vou terminar na segunda-feira, hoje eu decidi transar gostoso com ele, pois não era justo eu não retribuir o carinho e o monte de presentes.
Ontem a noite durante o jantar, a mãe do Fabinho disse que eu poderia dormir no quarto dele, ele dormiria no sofá da sala, eu insisti pra dormir no sofá... E fiquei com o sofá.
Era meia-noite e eu já havia administrado vários ataques do meu sogro quando enfim todos foram dormir.
Fiquei ouvindo a Kiss FM no meu Ipod, rock me mantém ativa, não queria dormir, pois eu iria até o quarto do Fabinho depois que sentisse que era seguro.
Era 1h da manhã, faz quase uma hora que está o maior silêncio na casa, iria atacar o Fabinho agora, já tinha acostumado a vista com a pouca luz que vinha através da janela.
Fui descalça de mansinho, as portas dos dois quartos estavam fechadas, parei ao lado da porta do casal e colei o ouvido... Nada de som, beleza. Fui até o quarto do Fabinho abri a porta devagar entrei e fechei novamente, o Fabinho dorme com uma luz fraquinha acesa em um quebra luz, ele não gosta do escuro total, eu também não.
Ele dormia gostoso, tirei meu conjuntinho de dormir e deitei me acomodando de mansinho embaixo do lençol por detrás dele, o danado não acordou.
Acariciei seu pau por cima do short e falei baixinho em seu ouvido: — acorda amor!
Ele acordou surpreso e assustado... — Mila, você pirou, o que está fazendo aqui?
— Vim pra nossa noite de amor, quero ser sua hoje, eu já estou pronta!
— Se minha mãe pega a gente vai ficar puta de raiva!
— Então não vamos fazer barulho, depois eu volto pra sala e ela não fica sabendo de nada!
Eu já estava cheia daquele papo, puxei o lençol e joguei pro lado, subi em cima dele e o beijei bem safada, fui descendo e beijando seu corpo até chegar a seu pau, puxei sua cueca até tirá-la e a joguei no chão. — Você é doida Mila! Ele falou.
Eu já estava com seu pau em minha boca chupando bem gostoso. Brinquei bastante com aquele cacete novinho, ele só ali deitado bem passivo.
Depois eu deitei ao seu lado com as perninhas abertas oferecendo minha xoxota pra ele... — Vem amor, sou todinha sua! Falei.
Eu queria é ser chupada também, mas ele veio por cima de mim, ajeitou seu pau em minha boceta e enfiou até o talo.
Tudo bem, não estava ruim, beijei-o na boca enquanto estávamos naquele gostoso papai e mamãe... Ele até que é bem gostozinho eu já estava quase gozando quando senti que ele também ia gozar, eu mexi mais rápido e apertava ele forte dizendo baixinho: — Mais forte amor, vou gozar! E gozei murmurando um... — Ahaaaa que gostoso! Ao mesmo tempo em que ele gozava me enchendo de porra... E mais porra. Ele foi diminuindo os movimentos e quando tirou de dentro de mim, seu pau estava molinho e pingando.
— Pega algo pra eu me enxugar amor! Falei.
Ele me deu um papel higiênico, me limpei ele já estava se vestindo e falou: — Vai agora Mila, por favor, se minha mãe fica sabendo ela proíbe você de vir aqui!
— Já estou indo amor, fica frio! Vesti a roupa e sai, não demonstrei o quanto puta de raiva eu estava, como é cagão este Fabinho. Na verdade eu já sabia que seria mais ou menos assim, fiz minha parte, missão cumprida.
Fui pra sala, não me arriscaria ir ao banheiro agora eliminar o resto de porra que tinha em minha xoxota, iria fazer muito barulho.
... Eu estava deitada e tinha perdido o sono, pensava no que faria nos próximos dias. Tive vontade de comer algo, pois comi pouco na janta, fui sorrateira até a cozinha assaltar a geladeira, estava com a bunda empinada pegando um danete caseiro, quando senti uma encoxada e mãos me pegando os seios, eu ia gritar, mas ele foi mais rápido tampando minha boca e falando: — Calma lindinha sou eu! Era o pai do Fabinho.
Quando ele tirou a mão da minha boca eu virei e falei baixinho: — Você de novo seu tarado!
— Desde aquele dia amorzinho, eu bato uma punheta todo dia pensando na minha virgenzinha! Hoje a gente pode foder gostoso e prometo te fazer mulher sem te machucar! Ele falava baixo também.
— Nossa, você é muito safado, não tem medo que sua mulher pegue a gente?
— Por você eu corro qualquer risco lindinha! Vem, vamos pra sala.
O doido me pegou no colo, eu fingi resistir tentando me soltar, aquilo me deixava cada vez mais com tesão e molhadinha.
— Me larga seu tarado, eu vou gritar!
— Calma, vou ser carinhoso com você lindinha!
Levou-me até o sofá e já foi tirando minha blusa e chupando meus seios feito um animal faminto, foi descendo me lambendo toda, tirou meu shortinho de dormir me deixando peladinha deitada naquele sofá.
Eu tive vontade de rir pensando na surpresa que ele iria ter quando chupasse minha xoxota, ia sentir o gosto da porra do filho dele (haha).
Acho que ele não chupava uma boceta faz tempo, pois não demonstrou ter sentido gosto de porra, chupou e socou a língua bem fundo em minha boceta... Agora eu iria socar ele se parasse e não me comesse, estava bem cadelinha mexendo muito com sua boca e dedo brincando em minha xoxota.
Levantei e falei: — Deixa eu brincar também, deita ai!
Ele deitou e eu chupei seu cacete tipo uma profissional, engolia todinho, lambia das bolas até a cabeça... Eu não aguentava mais, era hora de sentir aquele cacete todinho dentro de mim. Ele leu meu pensamento, me deitou com as perninhas abertas e veio por cima ajeitando seu pau na entrada da minha boceta, sentia um desconforto com aquele cacete enorme forçando meu hímem complacente.
— Nossa lindinha, que delicia esta boceta apertadinha! Eu só fazia gemer baixinho.
E quando ele começou a bombar e deu uma estocada mais forte... — Ohooooo! Eu murmurei ao sentir seu pau enterrado todinho em minha boceta.
A gente mexia muito naquele papai e mamãe que deve ser especialidade da família (haha). O tesão era enorme, sentia-me frágil e dominada com aquele homem enorme e pesado em cima de mim, não conseguiria sair dali nem se eu quisesse.
Foram muitas bombadas, muita sacanagem dita, quando ele começou a gozar... — Ahaaaa amor, mais forte, já quebrou meu cabacinho pode judiar de mim! Falei bem safadinha.
Ele socou mais rápido e eu mexi toda cadelinha e cheguei ao orgasmo já me sentindo toda inundada de porra e ele continuava bombando e gozando... — Ahaaa você vai me matar de prazer amor! Sussurrei no seu ouvido.
Ele mal conseguia respirar, diminuiu os movimentos, mas eu ainda sentia seus espasmos do gozo. Parou e ficamos quietinhos um tempinho e ele tirou de dentro de mim e desabou ao meu lado. Eu já estava sem ar com aquele peso me amassando, fiquei molinha ali com as perninhas abertas.
Estava quase cochilando quando senti algo molhado em minha bunda, quando olhei, estava escorrendo muita porra da minha xoxota e já tinha molhado o sofá, os lençóis estavam no chão.
— Aff... você deixou um litro aqui dentro, arruma algo pra eu enxugar.
Ele pegou papéis toalha na cozinha. Eu falei: — Preciso ir ao banheiro me limpar!
Ele: — Me deixa ir primeiro! Vai depois que eu estiver no quarto ok?
— Tá bom, vai lá!
Quando ele estava no banheiro, eu ainda peladinha esfregava o sofá pra não ficar mancha, eu ouvi a porta de um dos quartos abrindo, rapidão joguei um lençol sobre o sofá e deitei me cobrindo com o outro.
Ouvia os passos de alguém que parou na porta da sala, eu fingia que dormia, depois seguiu na direção da cozinha, pelo barulho, bebeu água e depois voltou em direção ao quarto, de canto de olho notei que era a mãe do Fabinho.
Fiquei quietinha ali, acabei dormindo, quando acordei já era dia, ainda estava nuinha, vesti minha roupa e enfim fui ao banheiro.
Aquele foi o último dia em que estive na casa do Fabinho, pouco depois do café eu fui pra minha casa.
Na segunda-feira eu terminaria o namoro e no mês seguinte voltaria a morar com meus avôs em Brotas.

Beijos amigos, até a próxima!





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