"Os mais excitantes contos eróticos"


Aluna de SDM II


autor: adriano.master
publicado em: 23/08/15
categoria: bdsm
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Durante varias semanas passava duas a três vezes na sala de D. Emile. Quando fazia isto ela sempre avaliava o desenvolvimento de minha tese. Quando ela não gostava me mandava para sala adjacente a sua. Lá me mandava ficar nua e me acoitava com a chinelinha de couro que ela tinha especialmente pra isso. Outras vezes quando ela gostava do resultado do meu trabalho durante a semana. Sentava no sofá nua com as pernas abertas e me fazia chupá-la e me acoitava com o pequeno cinto de couro que ela tinha.

Um dia encontrei a Carla na sala de D. Emile. Pensei que íamos ter uma nova aventura juntas. Mas o percebi que o clima entre as duas não estava bom. D. Emile discutia com a Carla sobre uma coisa que ela não devia ter feito. Por isso me mandou embora. No outro dia fui novamente à sala de D. Emile ela parecia preocupada. Ela deu uma olhada no trabalho, indicou umas correções e me mandou voltar na semana seguinte.

Sai chateada, sem entender o que estava acontecendo. Na semana seguinte estava ansiosa. Queria saber o que havia acontecido. Cheguei à sala de D. Emile acanhada. Mostrei o trabalho e ela mandou fazer umas alterações. Pensei que ela fosse me dispensar. Mas me mandou esperar.

Regina precisamos conversar... ela falou. Semana que vem preciso que você viaje comigo. Vamos passar o fim de semana fora. Vamos na sexta, voltamos segunda. Preciso que você conheça alguém. Fiquei sem saber o que responder. Depois de algum tempo respondi: D. Emile tenho um compromisso. Não vou poder ir. D. Emile se levantou e veio até mim. Agarrou meus cabelos com força e aproximou seu rosto do meu e disse: Agora a putinha acha que pode me dizer não. Bastou uma semana sem apanhar e já esta se achando. Você vai sim putinha. Não se esqueça das fotos. Você vai obedecer. Se não vai sofrer as conseqüências. Alarmada, respondi que sim. D. Emile: Muito bem putinha. Agora sai da minha sala. Depois ligo pra você pra combinarmos os detalhes da viajem.

Passei a semana ansiosa. Sexta D. Emile me pegou em casa e fomos em direção a cidade vizinha. Chegando lá D. Emile me levou para conhecer uma nova indústria que a proprietária da faculdade onde eu estudava e ela lecionava estava montando na cidade.

Quando lá chegamos encontramos D. Ana. Ela era linda, morena alta, com os cabelos negros, cintura fina, pernas grossas, seios pequenos e uma bunda que era uma maravilha da natureza. Ela estava cercada por funcionários. Dava ordem e questionava sobre prazos e detalhes da construção. Depois de algum tempo ela pediu para todos se retirarem e ficou a sós conosco.

D. Emile me apresentou: D. Ana esta é a Regina. Ela me olhou de cima abaixo. Depois me cumprimentou. Ela nos convidou para mostrar a construção. Fique um pouco nervosa em sua companhia, mas com o passar das horas nossa conversa foi se tornando amigável.

No fim do dia D. Emile disse que D. Ana havia nos convidado para dormimos na casa que ela tinha na cidade. Era uma casa grande, com um lindo jardim e uma grande piscina.

D. Ana disse que no meu quarto havia uma surpresa para mim, que eu tomasse banho e que ela e D. Emile estariam esperando no quarto dela. Assim que cheguei no quarto encontrei um pacote, nele havia um vestido, preto com um pequeno avental, e pequeno laço para amarrar os cabelos, um calcinha preta minúscula, fiquei excitada, o que me aguardava naquela noite?

Tomei banho rapidamente e fui para o quarto de D. Ana. Lá chegando a encontrei sentada em um sofá, ao seu lado, D. Emile, ajoelhada, completamente nua, com uma coleira de couro no pescoço. D. Ana disse autoritária: chegou à outra putinha que da o rabo pra essa cachorra. Hoje você vai descobrir que quem manda naquela faculdade sou eu, eu que sou a verdadeira dona de vocês, suas putas.

Fiquei sem saber o que dizer parada, sem ação. Logo D. Ana se levantou e me deu um tapa: se ajoelha vagabunda, não me faça repetir! Ajoelhei-me submissa. D. Ana foi em um pequeno armário e retirou um pequeno chicote de couro e um par de algemas. Chamou D. Emile de vagabunda e a algemou. A puxou pelos cabelos e a colocou deitada em uma cadeira, com isso, sua bunda ficava super arrebitada.

D. Ana disse: bem vagabunda, você pensa que que manda em algo? Você pensa que pode ser dona de alguma cachorra ou puta sem minha permissão. Você não é dona de nada. Nem do seu próprio rabo. Ele é meu e hoje você vai apanhar como nunca apanhou! Você vai contar cada chicotada, depois agradecer dizendo – “Obrigado D. Ana por me ensinar o meu lugar”, entendeu sua vagabunda? D. Emile obediente, disse sim.

D. Ana começou a chicotear D. Emile, uma, duas, três vezes... e toda vez D. Emile contava a chicotada e dizia: “Obrigado D. Ana por me ensinar o meu lugar”. D. Emile levou umas vinte chicotadas. Aquilo me deixou toda molhada, D. Ana estava me fazendo gozar, sem nem me tocar.

D. Ana parou de chicotear D. Emile e logo pensei “agora é minha vez”, fiquei com medo, ao mesmo tempo excitada. Estava enganada. D. Ana era uma mestra, não uma aprendiz, uma mulher que sabia o que estava fazendo. Fria, dominadora, superior a D. Emile.

Ela disse: pensa que acabou vagabunda? Ainda não! Você vai aprender que me decepcionar tem um preço alto a ser pago. D. Emile parecia se sentir humilhada e intimidada. D. Ana a levou puxando pelos cabelos até um equipamento montado no centro do quarto. Colocou D. Emile de quatro, amarrou seu cabelo na ponta de um cabo. Do outro lado do cabo havia um consolo de metal em forma de anzol. D. Ana falou: bem sua cachorra, vou enfiar esse consolo no seu rabo. D. Ana fez como prometido, enfiou o consolo sem dó no rabo da D. Emile. D. Emile deu um grito de dor. D. Ana sorriu.

Amarrou pés e mãos no equipamento. Pegou um castiçal com uma vela e colocou próximo ao bico de um dos seios da D. Emile. Ela urrou de dor, quis se afastar, mas quando fazia isso o consolo penetrava com mais força no seu rabo. D. Ana se divertia, sentia prazer com a dor, passava de um bico de seio para outro. D. Emile gritava, pedia perdão, urrava de dor, D. Ana apenas sorria.

Finalmente D. Ana disse: bem sua cachorra, agora você sabe o quanto custa me desapontar. Se você agüentar a vela por cinco segundos no bico do seu seio eu paro. Se gritar ou se mexer, eu começo de novo. Entendeu cachorra? D. Emile respondeu: sim minha senhora. Plaft, D. Ana deu um tapa com força no rosto de D. Emile. Quem disse que você pode me chamar de senhora? Você perdeu este direito, você não passa de uma cachorra e uma cachorra só late, um latido significa sim, dois latidos significam não. D. Emile deu um latido, como ordenado.

D. Ana começou a tortura. D. Emile derramou uma lágrima de dor. D. Ana colocou a vela embaixo do seu seio e começou a contar: um, dois, três, quatro... Cinco. Aquilo pareceu demorar uma eternidade, D. Emile parecia não agüentar mais de dor. D. Ana a deixou, e me encarou.

Voltou ao sofá e me chamou. Vem ca putinha, tentei me levantar e ir ao encontro dela. Pare! Ela ordenou. Vem caminhando de quatro, é assim que uma puta deve andar até sua dona. Com medo obedeci. Quando cheguei próximo a ela, ela segurou meu rosto e disse: viu putinha? Como eu trato uma cachorra? Talvez eu te trate melhor, talvez não. Se vira e me mostra o teu rabo.

Me virei e inclinei a bunda bem alto. Ela mandou abrir com as duas mãos para ela ver melhor. Obedeci sem questionar. O medo me dominava. Agora fica de frente pra mim puta. Me coloquei na frente dela. Ela segurou o meu rosto e disse: putinha, agora eu vou te fazer uma pergunta, enquanto você não disser a resposta correta vai apanhar, entendeu? Respondi: sim, entendi. Plaft, ela me deu um tapa com força e disse: responda: sim, senhora ou não senhora toda vez que eu lhe perguntar algo. Prontamente respondi: sim senhora.

-D. Ana: O que você deseja?
- Regina: trepar com a senhora, plaft. Outro tapa na minha face.
- D. Ana. Sua puta, só pensa em trepar, não tem imaginação? De novo, o que você deseja?
- Regina: apanhar, como uma puta merece. Plaft.
- D. Ana: ta gostando de apanhar putinha? De novo. O que você deseja?
- Regina: Ser sua!!!
- D. Ana: KKKKKKKKKKKK. Olha só, a putinha acertou.

E levou apenas dois tapas pra aprender a primeira lição. Talvez você seja melhor do que essa cachorra velha. D. Ana olho pra D. Emile com tremendo desprezo. Bem putinha, já vi que você tem alguma inteligência, e uma bundinha linda. Talvez, e repito, talvez você possa aprender algo comigo. Agora você vai me beijar, e tem que ser um beijo que me der muito prazer. Se você conseguir isso. Vou deixar você ser uma das minhas putinhas, se não, você pra mim vai ser só uma cachorra. E cachorra só serve pra apanhar.

Ela segurou meu rosto e levou meus lábios de encontro aos seus. O primeiro toque dos nossos lábios foi macio, depois de algum tempo D. Ana penetrou minha boca com sua língua. Eu interiormente suspirava de desejo. Sua língua duelava com a minha, mais do que isso, me conquistava incondicionalmente. Depois de algum tempo, ela mordiscava meus lábios, me arrancando suspiros de prazer. Fiquei extasiada com a força e o carinho que desprendiam daquele beijo.

Ela me soltou e sorriu. Parecia feliz e aquilo me deixou extasiada. Ela falou: bem putinha, que grata surpresa. Foi um beijo bem gostoso, podia ser melhor. Mas você vai aprender a ser melhor! Agora vá aquele armário. Lá pegue uma coleira que não tenha nome, pegue uma pequena, não como a desta cachorra velha.

Encaminhei-me para o armário, quando o abri, vi que havia algumas coleiras, como a D. Emile, outras mais finas com alguns nomes: ninfetinha, gostosinha, gatinha e loirinha. Foram alguns dos que eu pude ler. Peguei uma das pequenas sem nome. E voltei para minha senhora.

A entreguei, ela sorriu e disse. Já vi que você é uma putinha obediente, é assim que eu gosto. Ela colocou a coleira no meu pescoço, e disse: sua educação começa agora. Sempre que você estiver na minha presença deve usar esta coleira. Ela representa sua submissão a mim. Você a partir de agora, deve sempre esta a minha disposição, fazer a minhas vontades sem questionar. Você entendeu? Respondi: Sim, minha senhora.
Ela me pegou pelas mãos e me levou ao centro do quarto, mandou-me ficar completamente nua, rapidamente obedeci.

Ela foi à cômoda, abriu uma gaveta e retirou um pequeno chicote de couro. Voltou para mim, e mandou apoiar as mãos nos joelhos. Ela falou: Bem putinha, você já sentiu prazer, agora vai sentir dor! Você vai contar cada uma das chicotadas que eu lhe der, se errar, eu repito a chicotada. D. Ana – Pronta? Regina – Sim minha senhora. Zapt, uma, zapt, duas, zapt, três, zapt, quatro, zapt, cinco, zapt, seis... Na décima oitava comecei a chorar. Mas ela continuou, dezenove, vinte, vinte um, vinte dois, vinte três , vinte quatro, vinte cinco. Pronto putinha, você fez bem.

Ela segurou meu rosto, com um dedo, capturou uma das minhas lagrimas e levou a sua boca. D. Ana – Hum, é gostosa a sua dor, vou provar muito mais. Ela voltou ao sofá se sentou e mandou eu soltar D. Emile do aparelho no qual ela ainda estava presa durante todo o tempo que fui chicoteada. Libertei D. Emile e D. Ana mandou-me ajoelhar ao seu lado.

Chamou D. Emile, vem cá sua cachorra, fica na minha frente. D. Emile obedeceu. Bem cachorra. Hoje começamos do zero sua educação, você perdeu todos os direitos que tinha como puta, agora você é só uma cachorra. Deve usar coleira de cachorra. Fica sempre nua na minha presença. Nunca se dirigir a mim, a menos que eu permita. Vai comer e beber das tigelas no chão. Não vai me tocar e nem ser tocada por mim. Vai servir apenas pra apanhar.

Todas as outras estão acima de você, inclusive a Regina, que aqui você vai tratar como D. Regina. Entendeu. D. Emile respondeu que sim. Bom, agora, ela falou, olhando para mim.

Você vai dormir comigo na cama. Vai me servir de companhia. E você sua cachorra, vai dormir ao lado da cama, no carpete. D. Ana me levou pra cama, onde dormimos abraçadas. Minha bunda ainda doía, levei um tempo pra dormir. No outro dia, meu aprendizado continuou, mas essa é outra história.




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