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Amanda no Hotel


autor: Teuimperador
publicado em: 15/04/17
categoria: hetero
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Para quem não leu o outro conto, Amanda é uma ruiva maravilhosa, dona de seios magníficos e um olhar mortal. A mulher mais deliciosa que já tive o prazer de ter comigo, a única que não sai de meus pensamentos mais sacanas.

Há tempos não nos víamos e eu já tinha saudade de seu corpo.

Essa história aconteceu na Serra Gaúcha, eu estava em viagem com minha esposa, fomos fazer um passeio de trem e, na estação movimentadíssima vi, um flash de vermelho passar a poucos metros de mim, um olhar cruzou o meu. Amanda..., eu disse sem pensar. Minha esposa não entendeu nada, e entramos no trem.

Lá dentro, pude avistá-la à distância no início do vagão, estava acompanhada de um homem, possivelmente seu marido.

Eu tinha que falar com ela, então, fiz o possível para seguir seus passos quando saímos do trem e descobri onde estaria hospedada quando os vi chegar ao hotel bem próximo à estação de destino.

Como não tínhamos reserva, convenci minha esposa a nos hospedarmos lá, já que o hotel era maravilhoso.

Na portaria do hotel, ela fazia check in sozinha.

Minha esposa pediu que eu adiantasse isso enquanto ia ao banheiro.

Parei no balcão da recepção ao lado dela. Ela ficou ofegante, olhou nos meus olhos, deixando o atendente sem resposta por alguns segundos. Eu puxei um rascunho da mesa do rapaz e escrevi:

Meia noite, me encontre na recepção. Precisamos conversar.

Fizemos nossos checkins, curtimos nossas viagens separados e as onze horas quando minha esposa já dormia, desci ao saguão do hotel, sentei-me nos sofás mais afastados nas laterais e peguei um jornal. Menos de vinte minutos depois, seu perfume inundou o ambiente. Ela sentou-se ao meu lado e disse:

“Você está maluco!? O que estamos fazendo aqui?”

Olhei-a nos olhos um segundo e beijei sua boca, deixando-a totalmente sem ar. Ela correspondeu ao beijo sem hesitar, mostrando que estava de acordo com a situação.

Então eu lhe disse que conhecia o dono do hotel e que a Suite Master estava disponível para hoje. Sem pensar duas vezes corremos para lá, parando no elevador para matar as saudades dos beijos e dos amassos.

Entramos porta a dentro já nos livrando de nossas roupas, no quarto estava aquecido e preparado, com o vinho que eu pedi ao gerente com duas taças. Parei para admirar minha ruiva com um conjunto maravilhoso de lingerie indo em direção a cama e me chamando. Livrei-me de toda a minha roupa e fui pra cima dela, beijando-a com volúpia, minhas mãos passeando pelo seu corpo, apertando-a e deixando minhas mãos relembrarem de cada milímetro daquele corpo que eu tanto desejava.

Durante o beijo, tirei seu sutiã e desci pelo seu corpo, beijando e mordendo seu pescoço, as clavículas e então seus seios. Mordi e lambi seus mamilos, enfiei meu rosto entre os dois e os cheirei e depois mamei gostoso, alternando entre eles e massageando o peito que sobrava usando uma de minhas mãos, enquanto a outra entrava pela sua calcinha, tocando sua bucetinha que começava a melar reagindo aos meus estímulos.

Ela gemia e me puxava pra ela, torcendo-se toda na cama.

Delicadamente removi sua calcinha e continuei acariciando-a, fui descendo pela sua barriga, lambi seu umbigo, mordi sua barriga até chegar á sua virilha. Passei a língua dos dois lados na parte interna de suas coxas, sem tocar sua bucetinha, enquanto afastava-as, abrindo caminho para mim.

Fui mordendo sua virilha em torno de sua bucetinha, lambendo até chegar próximo dela e continuei provocando minha ruiva gostosa que gemia e apertava os seios de tesão. Então passei minha língua desde baixo até a pontinha de seu grelinho. Ela estremeceu, gemeu alto e eu repeti mais duas vezes, seguindo então para lambidas mais curtas, enfiando a língua naquela bucetinha cheirosa, gostosa e carnuda.

Em seguida a penetrei com um dedo e passei a chupar seu grelinho, metendo o dedo cada vez mais forte, conforme ela pedia entre seus gemidos. Em alguns minutos, senti seus espasmos aumentarem e ela gozou deliciosamente em minha boca, ficando completamente imóvel na cama.

Aproveitando-me disso, fui me esgueirando sobre ela, peguei a garrafa de vinho que nos esperava e derramei um pouco em sua boca. Depois a beijei, fiz isso em seus seios e lambi o vinho que escoria por eles, fui derramando o vinho por todo o seu corpo até ela pedir pra brincar também.

Servi a ela uma taça e bebemos, deitei na cama, nos beijamos e ela veio sobre mim, beijando minha boca e descendo pelo meu corpo, me mordendo inteiro até seus seios tocarem meu pau. Colocou-o entre eles, derramou um pouco de vinho e me masturbou usando os seios em uma deliciosa espanhola.

Desta vez era eu quem gemia e me torcia na cama, sentindo sua boca em minha barriga e seus seios a me masturbar.

Ela desceu mais um pouco, lambendo o vinho que pingara sobre meu corpo, colocando seus lábios em meu pau, beijando-o e sugando o vinho que escorria. Em seguida, desceu para minhas bolas e lambeu, mordiscou com os lábios, seguindo para uma chupada gostosa, suave com aquela boca carnuda que só ela tem. Quanto mais ela me chupava, mais eu delirava de tesão, dizendo palavras desconexas e chamando-a de puta safada.

Quando eu estava pronto para gozar ela passou a me masturbar e finalizei em sua mão, deixando-a toda melada. Ela lambeu a mão me olhando com cara de safada e disse: “vem MEU gostoso! Me fode! Faz de mim a tua putinha do jeitinho que eu gosto!!”

Imediatamente atirei-a na cama, beijei sua boca e enterrei meu pau duro todinho em sua buceta. Ela gemeu, me abraçou e enlaçou as pernas atrás de mim.

Cravando as unhas em minhas costas, enquanto eu a penetrava pedia: “vem safado! Me fode com força!!!”

Comecei a meter com mais força, fazendo nossos corpos se chocarem a cada penetração. Gemíamos juntos, agarrados, ela pedindo pra eu meter mais forte e eu sucumbindo aos seus pedidos, o rosto enfiado em seus seios, metendo forte naquela bucetinha apertada e gostosa.

Trocamos de posição e a deixei ficar por cima, montada no meu colo enquanto eu sentado podia brincar com seus seios.

Ela rebolava no meu pau, gemendo e puxando meus cabelos contra seus seios, eu empurrava meu caralho pra dentro dela, mamando em seus peitos e apertando sua bunda com as mãos.

Ela gemia dizendo “Isso meu macho! Mete essa pica na tua puta vai! Mete!!!”

Gozamos juntos desta vez e continuamos ali na mesma posição nos beijando.

Caímos na cama e continuamos nossas carícias e nosso vinho, partindo depois pra um banho de banheira.

Durante o banho, nossa vontade voltou, coloquei-a de quadro do lado de fora da banheira e meti em sua bucetinha mais uma vez. Ela gemia pedindo mais, dizendo que era minha puta e queria ser fodida como tal.

Enfiei um dedo em seu cuzinho, fazendo-a rebolar ainda mais e continuei penetrando forte, batendo naquela bunda gostosa com a mão livre e voltando a puxar sua cintura enquanto metia meu pau nela sem piedade.

Mais uma vez senti seu corpo amolecer quando ela gozou e então voltar a rebolar, ainda mais forte, friccionando meu pau de forma que eu mal conseguia me mexer. Esse rebolado me deixou extasiado de tesão, antes de gozar, inclinei-me sobre ela e disse: “Onde a minha puta quer leitinho agora?”

“NA CARA”, ela disse.

Coloquei-a de joelhos e a mandei chupar meu pau de novo e gozei mais forte do que antes, em seu rosto, sujando seus cabelos ruivos, seus seios e sua boca com batom vermelho de porra.

Esfreguei o pau na cara dela, depois voltamos para a banheira, onde a deixei limpinha e descansamos antes de voltar para nossos quartos.

O mais legal foi saber que por vários dias estaríamos no mesmo hotel e podíamos nos encontrar.

Conto outra hora como foram os outros encontros.





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