"Os mais excitantes contos eróticos"


Eu, Livia e o marido dela.


autor: publicitario45
publicado em: 24/08/15
categoria: hetero
leituras: 7160
ver notas
Fonte: maior > menor


Contei em contos anteriores, minhas experiências com uma amiga chamada Livia. Ela trabalhava numa agencia de modelo na parte administrativa e transamos algumas vezes. Depois de um tempo, ela se mudou para o Rio de Janeiro e nossos contatos eram apenas via celular e e-mails.

Um dia nossa conversa esquentou e começamos a relembrar nossas aventuras. O papo descambou para uma troca de fotos comprometedora de ambas as partes onde ela me presenteou com imagens da sua bucetinha depilada.

A coisa ia bem até que o marido dela pegou o e-mail aberto e deu uma confusão danada. O cara me ligou, pediu educadamente que eu não ligasse ou mantivesse nenhum tipo de contato com a esposa dele. As fotos pararam e os e-mails também, mas resolvemos manter as conversar em dia via Whatsapp.

Um dia precisei ir ao Rio a trabalho e avisei a Livia que ficaria lá por cinco dias. Ela comemorou e disse que tentaria ir me ver. Chegando na “cidade maravilhosa” liguei pra ela e combinamos de nos encontrar no meu hotel. Neste dia, Livia estava ainda mais linda do que a última vez que nos encontramos. O casamento havia feito bem a ela que já era mãe. Mas, como a rotina é a pior inimiga do casamento, com o dela não era diferente. Livia reclamou da falta de sexo e criatividade do marido que após dois anos de casado estava bem acima do peso.

Passamos uma tarde agradável e Livia me confidenciou que nas transas, ela e o marido fantasiavam uma terceira pessoa na cama com eles. Ela já tinha sugerido uma amiga mas por vergonha do peso excedente ele declinou e sugeriu um homem. A hora era agora. Livia queria armar uma festa entre nós três mas o marido jamais poderia saber que eu, era o cara dos e-mails.

Concordei meio que preocupado com a possibilidade de algo dar errado e o casamento dela que já não estava lá grande coisa, ficar ainda pior. Então combinamos que Livia me apresentaria com um outro nome, diria que eu era amigo e cliente da agencia que ela tinha trabalhado e que se rolasse uma química, a coisa aconteceria normalmente. A noite o casal me ligou e Livia me colocou para conversar com o marido que até então parecia não desconfiar de nada. Falamos alguns minutos sobre a fantasia dos dois e eles me convidaram para um jantar na casa deles em Botafogo. Como não conheço nada no Rio, peguei um taxi e fui para o encontro mais nervoso do que qualquer outro, afinal de contas poderia dar tudo errado e eu carregar esta culpa pelo resto da vida.

Cheguei na casa do casal e Livia foi me receber no portão. Logo nos abraçamos como bons amigos, demos dois beijinhos na face e entramos. O marido dela que aqui vou chamar de Beto, estava sentado na sala, de bermuda, chinelo, sem camisa e com uma lata de cerveja na mão. Ai eu entendi a frustração da minha amiga. Quem quer dar para um sujeito daquele?

Apesar da aparência desleixada do Beto, ele era um cara bom de papo, boas história e bem educado. Falamos de tudo um pouco até entrar no assunto sexo. Ai o cara se abriu. Falou dos e-mails da Livia com um amigo da terra dela, do casamento, da filha, da falta de tempo e que ele sabia que ela sentia falta de uma boa trepada.

Perguntei a ele se eles queriam aquilo mesmo e como ambos disseram que sim, sugeri que ela se sentasse ao meu lado. Ela topou e se levantou com aquele vestidinho vermelho e salto alto e veio até a mim. Beto se mexia no sofá como algo estivesse o incomodando, parecia desconfortável. Livia ao contrário dele se mostrava bem à vontade e querendo ir logo pro ataque. Então Beto resolveu ir na cozinha pegar mais cerveja e mandou um “Fiquem a vontade” antes de sair. Foi a deixa para Livia me beijar perdidamente. Naquele momento nós estávamos na verdade matando saudades de outros tempos, mas Beto não sabia disso.

Beto sentou-se no sofá menor de frente pra gente e assistia a tudo sem comentar nada. Livia parou, olhou para ele e perguntou se ele queria seguir com aquilo. Ele apenas acenou que sim. Nosso amasso aumentava junto com a nossa respiração. Os beijos eram mais calorosos e nossas mãos buscavam explorar o corpo do outro.
Livia tirou minha camisa, abriu a minha calça me deixando apenas de cueca. Massageava meu pau por cima do tecido variando entre carinhos e apertões mais fortes.

Aos poucos ela foi descendo o corpo até ficar de frente com a minha pica. Começou dando lambidas na cabeça e ao longo do pau. Sua boca era quente e Livia já conhecia o meu pau e vice versa. Beto apenas olhava estático, meio que de boca aberta quando Livia resolveu enfiar meu pau inteiro na sua boca. Não demorou muito eu gozei enchendo aquela sua boca pequena e quente de porra.

Paramos por alguns minutos a nossa festa para que eu recuperasse o fogo. Mas nossa menina queria mais e foi até o marido e caiu de boca no seu pau. Começou um vai e vem que o deixava alucinado. Livia ainda ajoelhada no chão ficou de quatro pra mim. Não resisti e cai de boca na sua buceta exposta. Alternei entre sua xana lisa e seu cuzinho delicioso. Livia gemia e chupava o pau do marido ao mesmo tempo.

Sentei-me novamente no sofá, terminei de tirar a minha roupa e me posicionei atrás de Livia que ainda se mantinha de quatro. O pau entrou fácil naquela buceta encharcada. Comecei a estocar com mais força e os gemidos foram ficando cada vez mais alto anunciando o segundo gozo da minha amiga casada.
Beto, que já estava impressionado com a performance da esposa não demorou a gozar enchendo sua boca de porra que não desperdiçou nenhuma gota.

Livia, se levantou, pediu que eu sentasse no sofá e antes de sentar no meu pau deu mais uma lambida no seu saco, em seguida, sentou e engoliu de uma vez só o meu pau. Seus movimentos eram intensos, parecia que seu corpo estava reencontrando o caminho do prazer, era como um vulcão acordando depois de muito tempo. Seus orgasmos eram múltiplos. Livia gemia e perguntava se o marido estava gostando de vê-la como uma puta no pau de outro homem e ele respondia que sim com a voz baixa.

Depois de cavalgar na minha rola, Livia se levantou, ficou de costas pra mim e encaixou seu cuzinho na cabeça do meu pau. A pica entrou com uma certa dificuldade mas aos poucos ela conseguiu sugar tudo para dentro do seu rabinho lindo. Beto, que assistia a tudo de frente, se ajoelhou na frente da esposa e caiu de boca no seu grelo, arrancando-lhe gritos e espasmos de tesão. Livia se contorcia e rebolava até que Beto se levantou já de pau duro e a penetrou de frente. A dupla penetração fez com que nossa putinha casada gemesse ainda mais alto a cada gozo. Beto gozou em seguida depois eu enchi aquele rabo de porra.

Após a farra, deitamos os três na cama e ficamos conversando. Minutos depois Livia já estava revezando os dois paus na sua boca até que trepada recomeçou. Ficamos assim até o dia amanhecer.

Ao me despedir do casal, Livia me deu um longo beijo na boca e Beto me cumprimentou gentilmente, mas fez um comentário deixando no ar que ele sabia o tempo todo que eu era o amigo que trocava fotos e mensagens de sacanagem com a sua esposa.




ver comentários

Aviso:

Todos os comentários aqui exibidos são de inteira responsabilidade do comentarista. O site Clímax Contos Eróticos deixa claro nas suas normas que manifestações de pedofilia, racismo ou de qualquer outro teor ilícito serão banidas, assim como seus autores. Publicações ou comentários ofensivos aos demais membros poderão ser removidos.

Faça um comentário:



Sua nota para este texto:

Quero receber email sobre novos comentários.