"Os mais excitantes contos eróticos"


Vanessa.a ruiva.


autor: Publicitario45
publicado em: 20/04/17
categoria: hetero
leituras: 1798
ver notas
Fonte: maior > menor


Conheci Vanessa em 1995 quando ela abriu um pequeno salão de beleza no nosso bairro. O que chamava a atenção era o nome do empreendimento, pois levava o seu sobrenome, que é russo. Vanessa sempre foi linda, desde nova chamava atenção pelo desenho da boca, os olhos verdes e o cabelo muito bem cuidado que naquela época era bem grande e loiro.

O tempo passou e nos distanciamos, na verdade naquela época nem éramos amigos, apenas tínhamos amigos em comuns e uma delas era a Renata, uma loira estilo carioca, linda, olhos verdes que depois de um tempo se mudou pro Rio de Janeiro.

Voltando a Vanessa, ela se casou, teve um filho que hoje tem 20 anos e se separou. Depois da separação entrou em depressão, adoeceu, quase fechou o seu instituto de beleza mas depois conseguiu dar a volta por cima.

Eis que meses atrás o Facebook resolveu conspirar a favor e me mostrou Vanessa como uma pessoa que eu talvez conhecesse e se não fosse pelo sobrenome, eu jamais teria me lembrado dela, pois Vanessa hoje é oura mulher. Esta ruiva (Ahhh, as ruivas), seus olhos verdes estão ainda mais expressivos, a pele ainda mais linda, bem cuidada e o corpo está sensacional. Vanessa corre todos os dias a noite e malha sempre pelas manhãs. Colocou silicone sem exageros e ficou a beira da perfeição.

Não pensei duas vezes e adicionei para começarmos uma amizade virtual e Vanessa aceitou em questão de segundo e rapidamente engatamos uma conversa. Relembramos dos amigos, dos que estão vivos, dos que já se foram, da Renata, das farras e enquanto falávamos um ia stalkeando as fotos do outro. Ela perguntou dos meus filhos, eu do dela, falamos sobre os casamentos fracassados e depois de muita conversa passamos pro Whatsapp.

Vanessa sempre foi tímida, de poucas palavras, falava exatamente o necessário. E pelo Whatsapp parecia outra pessoa. Falava o tempo todo, mandava mensagens de bom dia, boa tarde, boa noite, compartilhava vídeos e toda vez que lembrava de um fato do passado mandava mensagem de áudio.

Aos poucos a conversa foi esquentando e foi durante o programa Amor & Sexo que a coisa começou a esquentar. Começamos a comentar o programa, preferencias sexuais, tabus entre outras coisas. Vanessa confessou que nunca tinha feito sexo anal na vida e que de uns tempos pra cá começou a sentir vontade. Me ofereci pra resolver isso e ela me cortou dizendo que estava saindo com um caramas ainda não tinha rolado sexo anal com ele.

O tempo foi passando e a gente alternava o ritmo das conversas.
Tinha dia que a gente nem se falava em compensação em outros a gente falava o dia todo. Aos poucos percebi que Vanessa sempre postava fotos sozinha e nunca com o cara que ela saia e ao ser questionada ela revelou que eles tinham dado um tempo. Era a minha chance.

No dia do lançamento do flme 50 Tons de Cinza eu estava numa choperia em frente ao cinema com mais dois amigos. Parece de propósito mas não foi. Eu nunca vi tanta mulher andando em grupo e de repente uma ruiva linda, de calça de couro preta, justa no corpo, uma blusa preta toda enlaçada nas costas se aproxima da nossa mesa. Era Vanessa mais duas amigas igualmente maravilhosas.

Nos cumprimentamos, eu apresentei ela para os meus amigos, ela apresentou as amigas pra gente e perguntaram se iriamos ver o filme.

- Não!

- Ah meninos, vamos lá. Tenho certeza que vocês vão aprender alguma coisa.

- Olha Vanessa, se tem alguma coisa que eu quero aprender nesse filme é ficar bilionário, porque as sacanagens que o Grey faz, eu sei desde os 15 anos.

- Ui!

Vanessa respondeu, me deu três beijos sendo que o último foi tão perto da boca que eu pude sentir o gosto dos seus lábios. Ela saiu andando e eu já excitado tratei de me sentar para não pagar mico dentro da choperia.

Vanessa foi andando e a certa altura olhou pra trás, por cima do ombro e deu um sorriso daqueles que quase mata a gente de tanto tesão.

Lá pela meia noite meu telefone vibra e tinha uma mensagem no Whatsapp, era Vanessa.

- Nossa, pensa numa mulher excitada.

- Quem, você?

- Unhum, chego a estar febril.

- Nossa, assim eu vou ficar também.

- Me fala uma coisa?

- Sim!

- você realmente gosta daquelas loucuras do filme?

- Sim. Gosto e faço.

- Sério? Me conta suas loucuras.

- Vou fazer melhor. Acessa esse link ai.

Mandei o link contendo meus contos e Vanessa sumiu da conversa.
Começava a digitar e parava, depois mandava umas mensagens e sumia de novo. Umas duas horas depois ela me chamou de novo, desta vez em chamada de vídeo.

Estava de baby doll branco, com detalhes floridos, curto, sedutor, provocante.

Quando o vídeo abriu eu quase engasguei. Ela estava linda, aquele cabelo ruivo, aquela boca, aquele olhar me desafiando.

- Eu já gozei três vezes lendo suas historias.

- Gostou? Você é criativo. De onde tira essas ideias?

- Não tiro. São relatos.

- Sério que você já fez esse monte de loucura?

- Se quiser te dou alguns números para você pedir referencia, quer?

- Não...rs... mas quero tomar um café com você amanha, pode ser?

- Pode com uma condição.

- Qual?

- Eu vi que você gosta de vinho. Quero uma noite de vinho, queijos e boa música com você.

- Combinado. Traga o vinho porque o resto será por minha conta.

Depois que encerramos a chamada de vídeo eu não consegui dormir. Aquela cena não saia da minha cabeça, aquele corpo, aquela pele, aquele cheiro e aquele gosto dos lábios dela tinham me provocado uma insônia absurda.

No dia seguinte voltamos a nos falar. Marcamos o nosso café para uma cafeteria que tem num shopping aqui em Vila Velha. Ficamos horas colocando a conversa em dia, falamos de tudo ou quase tudo. Sexo não entrou na pauta até a hora que entramos no carro dela.

Mal fechamos a porta e eu puxei Vanessa pelo pescoço trazendo sua boca em direção da minha. nos beijamos, uma boca querendo engolir a outra, ela mordeu levemente meus lábos e com as mãos apertou a minha perna. Disfarçadamente ela passou a mão por cima do eu pau que parecia querer explodir de tesão.

O sarro dentro do carro esquentou. Minhas mãos perderam o controle e começaram a explorar cada pedaço do seu corpo perfeito. Sua respiração estava descompassada, meu coração acelerado, ninguém falava nada, a gente só se beijava e sentia o coração do outro bater.

- Preciso ir. Tenho uma cliente me esperando no salão.

- Ok. Vamos nos ver quando?

- Na noite de vinhos. Tem que ser no meio de semana porque eu tenho noivas no final e fico morta.

- Ok. Te ligo.

A noite, estava em casa lendo uma revista e meu telefone vibrou, era ela no Whatsapp dizendo que estava tremendo até aquele momento e se sentindo molhada.

- Estou escorrendo de tesão, tremendo, febril. O que foi aquilo no carro hoje?

- Aquilo se chama tesão, química, sintonia, sei lá.

- Vamos nos ver amanha? Estarei sozinha em casa, te espero. Traga apenas o vinho.

- Que horas?

- Pode ser às 20h?

- Pode.

Continuamos com as mensagens até tarde da noite, sempre recheadas de provocações. Falamos de tudo, preferencias, experiências anteriores, fantasias, frustrações. Meu pau não parava de pulsar e ela do outro lado dizia que estava escorrendo e melando a calcinha e a cama.

No dia seguinte começamos as provocações logo cedo. Ela me mandou uma imagem dela apenas de camisola mostrando parte das pernas e eu retribui com uma foto de cueca mas com o pau duro de tanto tesão. Passamos o dia assim, esquentando o clima pra pôr fogo no apartamento a noite.

No horário marcado eu estava em frente a sua casa. Seu estúdio de beleza fica no andar debaixo e ela mora em cima. Estava sozinha, o filho estava viajando para o interior com os amigos. Vanessa não demorou a aparecer na porta, estava linda, simplesmente irresistível.
Usava um vestido vermelho que era preso atrás da cabeça com um laço. Na frente um decote generoso que deixava à mostra parte dos seios turbinados, não era muito curto mas dava para ver suas pernas esculpidas diariamente na academia. Nas costas, quase nada, o vestido era bem cavado deixando uma bela tatuagem que cobria boa parte do seu corpo.

Vanessa usava um salto alto, uma sandália bonita, com pouco brilho que a deixava mais alta que eu e no tornozelo, uma tornozeleira dourada com umas pedrinhas azul.
sua boca brilhava graças ao Gloss, o que deixava seus lábios ainda mais bonitos. Nada de maquiagem pesada, mas o que tinha era suficiente para realçar a sua beleza.

- Entre – disse ela após me dar um selinho.

Seu perfume era mágico, 212, um dos meus preferidos. Seu cheiro tomou conta do ambiente. Nos sentamos num sofá grande, de couro branco, com algumas almofadas. Um abajour em cada canto da sala deixava o ambiente iluminado na medida certa. A trilha sonora estava perfeita, um CD do Horzier deixava um clima de sedução no ar.

Vanessa me serviu uma taça de vinho tinto e depois sentou-se ao meu lado, mais próxima, de forma que eu pude reparar em cada detalhe do seu corpo.

- Nossa, o que foi aquilo no carro? Cheguei em casa mole, escorrendo.

- Eu também fiquei louco, senti meu coração disparar.

- Engraçado que quando a gente era mais novo, nunca rolou nada né?

- Ainda bem, pois hoje você é uma das mulheres mais linda que eu conheço.

Foi o suficiente. Vanessa colocou a taça dela em cima da mesa de centro, se aproximou mais e nos beijamos. Coloquei a minha taça na mesa ao lado e tratei de explorar com as mãos cada centímetro do corpo dela.

O cheiro dela era incrível. Desde a pele até os cabelos. Ela tinha pensado em cada detalhe. No vinho, na musica, na iluminação, na roupa, na sandália e claro, na lingerie que se resumia apenas a uma minúscula calcinha preta bem cavada.

Ficamos nos beijando e nossos corpos caíram no imenso sofá branco.
Vanessa tratou de passar por cima de mim e com as pernas bem abertas encostou sua xana quente e já úmida em cima do meu pau.
Apenas o tecido de nossas roupas nos separavam.

Minhas mãos estavam em sua cintura, ela por cima rebolava de olhos fechados. Soltei o laço do seu vestido e a parte da frente desceu deslizando pela sua pele. Seus seios turbinados estavam arrepiados, os bicos rosados estavam rijos, toquei de leve e Vanessa deu uma suspirada seguida de um leve gemido.

Ergui meu corpo e abocanhei ada um deles. Mordisquei os bicos, apertei sua bunda e passei a mama-los literalmente. Suas mãos foram desabotoando a minha camisa, nossas bocas se encontraram de novo e o clima foi ficando cada vez mais quente.

Vanessa se levantou e se livrou do vestido, eu fiquei apenas de cueca e ela se manteve de calcinha, toda rendada, com umas pedrinhas na frente e salto. Dava para ver pelos lados que ela estava completamente depilada, lisa e cheirosa. Não resiste, me levante, girei seu corpo e Vanessa se apoiou na parede.

- Abra as pernas!

Ordenei e Vanessa obedeceu. Abriu as pernas e empinou a bunda perfeita. Me ajoelhei atrás dela e meti a cara entre suas pernas. ela arfou, gemeu baixinho, empinou mais e colocou um dos pés em cima do sofá, sua buceta ficou a minha disposição mas eu queria provocar.
Desci com a boca colada em sua pele e fui lambendo suas pernas até chegar aos seus pés, beijei cada um deles, voltei beijando, passei pela sua bunda, beijei suas costas lhe fazendo a pele arrepiar.

Subi até a sua nuca, mordi suas orelhas, apertei-lhe os seios e desferi um tapa na sua bunda para sentir até onde Vanessa iria.

- Bate, mete a mão na sua putinha. Bate na minha bunda, na minha cara... me trta como vadia.

Vanessa ia falando e se jogando no sofá, abriu as pernas e colocou a calcinha de lado.

- Coloque a calcinha no lugar porque eu não te mandei tirar nada.

Ela sorriu com cara de vadia e obedeceu.
Coloquei meu pau pra fora, peguei ela pelos cabelos avermelhados e trouxe em direção da minha rola.

- Não coloca a boca. Eu vou esfrega-lo na sua cara e você só vai chupar quando eu mandar.

Vanessa me olhou cara de vadia e sorriu novamente. Peguei meu pau e comecei a esfregar na cara dela, dei uns tapas na sua face e ela apenas sorria como se quisesse me desafiar. Mandei que ela ficasse de quatro e ela obedeceu.

Cheguei a calcinha pro lado e cheirei seu sexo que estava exalando cheiro de sexo misturado com 212. Meti a boca, sem beijos nem nada.
Abocanhei e comecei a chupa-la com vontade. Vanessa enfiou a cara entre as almofadas e gemeu alto, pediu que eu continuasse e eu alternei entre sua xana e seu rabinho que piscava a cada chupada.

Vanessa mudou de posição, abriu as pernas e eu cai de boca de novo.
Com as mãos ela forçava a minha cara de encontro ao seu sexo, ela gemia, gozava, anunciava novo orgasmo e foi assim até que senti eu corpo dar uma tremida mais forte.

- Espera... preciso de ar. Tem tempo que eu não gozo assim.

Não esperei. Cai de boca de novo. Chupei tudo outra vez, melei a minha cara no seu gozo, lambia o grelo enquanto fodia sua buceta com os dedos e Vanessa gozou de novo. Senti seu corpo amolecer no sofá.

Peguei meu pau e fui entrando, fui metendo com força. Coloquei seus pés no meu ombro e fui socando, cada vez mais forte, cada sessão de socada seguia outra sessão de tapas e Vanessa apenas gemia de olhos fechados, mordia os lábios, apertava os seios até que eu senti meu corpo esquentar e gozei dento da sua boceta apertada.

Deitei ao seu lado e vi que Vanessa transpirava. E levantei e servi uma taça de agua e outra de vinho. Voltamos a nos beijar misturando todos os sabores, vinho, mel e suor.

O CD acabou e Vanessa foi trocar, depois pediu um minuto e foi até o quarto. Minutos depois ela voltou com um vibrador bem grande e um tubo de gel. Voltamos a nos beijar e ela se ajoelhou na minha frente.
Caiu de boca no meu pau que ainda estava meio mole. Sua boca quente, aveludada e bem ágil me fez dar sinal de vida de novo.
Vanessa sabe chupar um pau, engoliu, fez pressão na cabeça, lambeu o meu saco e quando ela viu que eu já estava dur de novo tratou de lambuzar meu pau com aquele gel gelado.

Deixou ele deslizando e com os dedos lubrificou a sua bundinha. Se colocou de quatro e apenas disse – vem, me come assim.

Me posicionei atrás e coloquei a cabeça da rola na entrada. Ela gemeu e eu forcei, ela pediu calma e ganhou de presente outro tapa na bunda. Mandei que ela abrisse as pernas e calasse a boca. Ela riu e assim o fez.

O pau foi entrando e eu pude ver sua pele brilhando cada vez mais de suor, comecei a socar meu pau e Vanessa gemia, xingava, soluçava e foi ficando cada vez mais descontrolada.

- Tira do cuzinho e põe na frente.

Achei estranho mas Vanessa tinha um plano. Assim que meu pau entrou na sua xana ela me deu o vibrador e pediu que eu metesse ele inteiro na sua bunda. Assim eu fiz, fui empurrando, ela foi engolindo aquela tora de borracha e eu socando ada vez mais forte. Vanessa já não gemia, ela soluçava de tesão. Um pau na bunda e outro na xana e o suor escorria, senti que ia gozar de novo e acelerei as estocadas até explodir em outro gozo.

Depois da segunda trepada caímos exaustos no sofá exaustos.

- Tá com fome?

- Fome e sede. Você me destruiu Vanessa.

- Então vamos comer porque você só vai embora amanha de manhã.

Passamos a noite assim. Trepando, nos chupando, conversando, bebendo e trepando no estúdio dela para realizar uma fantasia. Mas isso, eu conto na semana que vem.

Bom feriado a todos e mais uma vez obrigado pelos e-mails.





ver comentários

Aviso:

Todos os comentários aqui exibidos são de inteira responsabilidade do comentarista. O site Clímax Contos Eróticos deixa claro nas suas normas que manifestações de pedofilia, racismo ou de qualquer outro teor ilícito serão banidas, assim como seus autores. Publicações ou comentários ofensivos aos demais membros poderão ser removidos.

Faça um comentário:



Sua nota para este texto:

Quero receber email sobre novos comentários.