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Beatas? Belas vadias


autor: Lenhador
publicado em: 22/04/17
categoria: virgindade
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Fonte: maior > menor


Enquanto a chuva se tornava intensa me lembrei de duas pessoas que marcaram minha vida sexual pra sempre. Lucinéia e Lucilene eram duas garotas que sempre se vestiam de forma a esconder as formas generosas aos 18 e 19 anos respectivamente. De família conservadora eram típicas beatas dessas que acordam e dormem com afazeres ligados a religião. Até ai nada de mais e como pensariam alguns que chatice, más ledo engano, pois todas as pessoas têm seus segredos, fantasias e o lado depravado bem guardado.
Lucinéia era uma morena de quadril largo, pernas bem definidas e cabelo nos ombros e pra completar seios em formato arredondados com mamilos bicudos e convidativos ao prazer. Lucilene mais reservada tentava ao máximo esconder as formas generosas do corpo esguio através de roupas largas e cabelo sempre preso, más como esconder um quadril com mais de 110cm?
Conheci ambas numa organização de festa junina beneficente e com isso convivemos quase que diariamente, por três meses e sempre estranhava o fato delas nunca serem vistas com namorado ou coisa do tipo. Num desses raros dias em que estávamos voltando de mais uma reunião do tal evento numa súbita mudança de clima começou a formar nuvens negras no céu e não adiantaria correr, pois já avistávamos a tempestade em nossa direção e a casa delas era em outro bairro. Sugeri que fossemos pra minha casa, pois além de ser perto o carro estava na garagem. Mais que depressa uma olhou pra outra e recearam com medo da reação dos pais ao saberem que elas tinham ido pra casa de um homem solteiro e que morava sozinho. Rs... Não tinha pensado até então em comer ninguém. Tudo culpa da chuva. Rs...
Por mais que andávamos depressa acabamos molhando e ao chegar na minha casa ofereci toalha pra elas se secarem, mas com a roupa molhada de pouco adiantaria não esperei resposta e tirei minha camisa. Moreno de 1,80 70kg e olhos claros só podia mesmo deixar as duas “alarmadas”, más fingi que não tinha notado os olhares pro meu físico. Lucinéia a todo o momento demonstrava contrariedade com a situação, pois não se sentia a vontade com a roupa molhada e sozinha comigo. Falei pra ambas tomarem banho que tentaria secar a roupa. Lucinéia mais desinibida pegou a toalha e correu pro banheiro e pela pouca abertura me passou a roupa a qual coloquei na secadora. Ao voltar sem querer trombei com a Lucinéia no corredor e pra ela não cair acabei abraçando-a e senti o quando ela era sensível a toque de um homem, pois ficou arrepiada e os seios mais que depressa entregou o tesão. Me desculpei e ela de cabeça baixa balançou a cabeça sem graça enquanto esperava a irmã sair do banho. Como Lucilene era mais espontânea pedi ajuda enquanto Lucinéia estava no banho pra preparar algo na cozinha. Lucilene era mesmo muito gostosa e mesmo numa bermuda minha não tinha como esconder o corpo bem moldado. Lucinéia veio nos ajudar, mas sem me olhar nos olhos o que causou estranheza na irmã.
Sentamos na copa pra devorar a macarronada e servi um pouco de vinho. Notei a contrariedade no rosto da mais velha com a situação. Desde o início da tempestade até o momento nem tinha se passado uma hora e não dava sinal de passar tão cedo.
Comecei a puxar conversa e perguntei o que gostavam de fazer nas horas vagas, pra quebrar o gelo do momento. Lucilene gostava de ler e indiquei numa estante vários livros. Ela ficou olhando os mesmo e ao se esticar para pegar um a bermuda invadiu as nadegas de tal forma que engoli em seco. Lucinéia acompanhando meu olhar mordeu os lábios e me olhou nos olhos fixamente. Pra chamar minha atenção ela perguntou por que morava sozinho e a conversa foi fluindo e servi mais vinho e ela alertou que nunca tinha tomado vinho, pois os pais não permitam. Lucilene sentou no chão e folheava uns livros “alheia” a conversa.
Não demorou Lucinéia deu sinal de que o vinho estava agindo, pois me agradeceu por ter impedido que ela caísse e de do nada foi conversando de forma mais direta. Pelo canto do olho notei que Lucilene mesmo de longe estava de olho na gente e fingi não ter notado. Olhei pra Lucilnéia perguntei por que nunca a via com namorado ou coisa do tipo. Ela ficou vermelha e começou a falar que devido a família conservadora nunca tinha se relacionado e sequer beijado. Confesso que na hora senti um calafrio, pois estava em frente a uma deliciosa garota e virgem.
Fui servir mais vinho e ela falou que se bebesse não se responsabilizaria, por nada e eu num tom de desafio servi mais vinho e ela ficou me encarando enquanto sorvia cada gole do vinho. Ao terminar me perguntou qual das duas chamava mais minha atenção. Respondi que as duas eram bonitas e interessantes. Recebi como resposta que pra afirmar ser as duas tinha de ver melhor elas pra se decidir e começou a desabotoar a camisa. Ficou somente de calcinha e sutiã a minha frente e já nem me lembrava de que não estávamos sozinhos, pois o cacete já estava duro, latejando e demonstrando volume. Estendi minha mão e a puxei pro meu colo num selvagem beijo de homem dominando a presa.
Como é gostoso ter uma garota no colo e sair percorrendo pescoço, nuca, ombros, seios com caricias intercaladas com beijos e boas linguadas. A cada toque ouvia os gemidos e a pele arrepiada era um sinal de estar pronta pra foder. Saber despertar uma mulher é sinal de uma boa trepada, pois a retribuição é ótima.
Quando estava tirando a calcinha dela pra um bom oral Lucilene nos interrompeu já totalmente nua e se masturbando. Numa ousadia falou que se fosse pra comer teria de comer as duas, pois ela não iria ficar carente. Olhei pra Lucinéia e ela estava com sorriso atrevido nos lábios.
Peguei as duas pelas mãos e fomos pro quarto. Lucilene pegou no meu pau e começou a chupar de um jeito que me fez perceber já tinha perdido o cabaço e não perdia oportunidade de foder. Lucinéia pediu pra ir com calma, pois nunca tinha transado e sequer sabia beijar direito. Enquanto era chupado, por uma comecei a incendiar a outra pois mergulhei a língua na bucetinha virgem e depilada e fui premiado com gemidos roucos que me excitaram ainda mais. Lucilene ficou de lado se masturbando e nos olhando no que entendi como sendo compreensiva, pois a irmã iria perder o cabaço. Lucinéia com a bucetinha bem melada guiou me pau até a cabeça encostar na entrada da molhadinha e comecei de forma bem generosa a foder a bela morena. Lucilene se aproximou e começou a mordiscar os mamilos da irmã e se masturbar ao mesmo tempo e não demorou a gozar. Lucinéia apesar da dor começou a se contorcer de prazer e num momento de pura excitação engatou um rebolado que tornou a foda bem gostosa. Mordisquei os um dos mamilos dela e não demorou a dor inicial se foi e chegou um orgasmo que a fez estremecer muito. Ela ficou um tempo de olhos fechados enquanto fui ao banheiro me recompor, pois ainda tinha de foder lucilene. Na volta peguei num canto minha maleta de K.S. (Kit Sacanagem) que uso pra ousar com quem transo. Gel variado, algemas, dados... Dar prazer a uma mulher não tem barreiras, mas atitude.
Agarrei Lucilene num beijo ardente e o cacete começando a dar sinal de vida. Lucilene me olhou nos olhos faminta e implorou pra ter o cuzinho virgem bem comido, pois tinha essa fantasia. Missão pro gel térmico (penetrando esquenta e tirando esfria) e lambuzei o cuzinho dela pra não judiar tanto. Ela boazinha ficou de 4 com as pernas abertas pronta pra me “receber”. Ela gemeu forte ao sentir a cabeça do cacete rasgando o cuzinho apertado. O gel facilitou e depois de penetrar ela num sorriso de vitória começou a rebolar de forma bem cadenciada e safada, pois com imaginei ela não era virgem. Lucinéia se junto a nós na cama, mas quieta olhando. Comecei a bombear com mais força e Lucilene a rebolar de forma que gozamos juntos e deitamos os três na cama com o mesmo pensamento. Que loucura gostosa.
Em pleno sábado a tarde e em menos de 3hs comi duas morenas na minha cama. Como o dia dava sinal de estar findando fomos os três pro banheiro e num banho coletivo nos beijamos e nos acariciamos.
Logo elas se foram más voltaram outras vezes, pois acabei virando mestre de amadoras sedentas de aprendizado no mundo do sexo.
Continua...




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