"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Ousadia Insana Parte 02


autor: Lenhador
publicado em: 28/04/17
categoria: hetero
leituras: 764
ver notas
Fonte: maior > menor


Uma mulher que sabe agradar, deixar saudade e se fazer presente mesmo estando longe só aparece mesmo uma única vez na vida de um homem e poucos se dão conta disso. Regina mexia muito comigo, pois possuía os instintos mais sacanas e amava transar sem frescura.

Na semana seguinte a nossa primeira e tesuda foda combinamos de estudar na minha casa, pois a dela estaria com parentes e precisávamos de silêncio pra focar e quem sabe transar pra relaxar.

As 14hs fui buscá-la de carro e quase piro ao ficar olhando ela dentro de um short curto e uma blusa que moldava os seios. Estudar seria mesmo difícil estando perto dessa garota.

_ Oi gostoso. Ela me cumprimenta com beijo no rosto e olhar satisfeito ao ver como me deixou.
_ Oi gostosa. Respondi! Sem arrancar o carro, pois fiquei olhando para o short curto e a blusa colada.
_ Não vamos pra sua casa? Ela ri abertamente.
_ Estudar ou foder muito? Pergunto já excitado.
_ O que animarmos primeiro, pois estou ao seu dispor. Ela pousou a mão no meu cacete e começou a alisar de leve.
Mais do que depressa liguei e arranquei o carro, pois seria bem capaz de puxá-la para o banco detrás e transar em plena tarde no meio da rua.
Ao chegar em casa pedi pra ela me esperar no carro. Fechei o portão e pedi pra ela tirar o short e ficar sentada com a bunda de fora na janela.
Abaixei-me e comecei a passar a língua de leve naquela buceta até deixar bem molhada e ela implorando pra ser explorada.
_ Nossa nunca tinha sido chupada assim. Ela sussurra com os olhos fechados.
_ Você vai se descobrir mulher e conhecer os prazeres da vida comigo vadia. Respondi me pondo de pé e relando o cacete naquela buceta molhada e quase gozada. Com as reladas ela começou a rebolar e acabou tendo orgasmo. Pedi pra ela ir pro banco de trás e ficasse de quartro próximo a porta. Me aproximei e enterrei o cacete naquela buceta delicada e faminta.
_ Cachorro larga de ser bonzinho e judia comigo. Explora-me toda sem dó.

Virei ela de frente pra mim e comecei a mordiscar a virilha toda depilada e apertando os seios com força e com isso ouvi gemidos e senti a boceta molhar ainda mais em meio as chupadas. A safada pegou um vibrador e atolou todo na buceta e ao mesmo tempo começou a me chupar igual puta profissional e pediu pra eu não gozar, pois iria querer experimentar algo que tinha curiosidade.

Ela me pegou pela mão e fomos pra frente do carro. Ela deitou no capô do carro com as pernas abertas de tal forma que a buceta ficou toda arreganhada e numa única estocada ela atolou o vibrador e pediu pra que eu arrombasse o cu dela sem dó, pois ela queria sentir como era um DP.
Mirei aquele cuzinho apertado e fui arrombando enquanto a cadela rebolava, fodia a buceta e se masturbava de forma alucinada. Quando terminei de por o cacete todo dentro dela comecei a dar boas estocadas e não demorou ela ejaculou e eu enchi aquele cuzinho de porra.

Entramos pra dentro de casa e fomos pro banho pra nos recuperarmos. Enquanto ela estava no banho fui atender a campainha e era a filha do vizinho. Uma morena de 21 anos que sempre me cumprimentava, mas evitava conversar, pois o pai tinha fama de barraqueiro.
_ Olá Janete como vai? Pergunto após abrir o portão.
_ Estou bem, más posso ficar melhor. E entrou sem esperar ser convidada.
_ Olha. Vi tudo que vocês dois fizeram dentro e fora do carro e quero participar dessa orgia se não contarei pro meu pai.
Janete era morena dos olhos castanhos, corpo esguio tipo falsa magra com seios empinados e nunca tocados.
_ Eu topo isso. Regina falou se aproximando e abraçando por traz Janete que ficou arrepiada.
Entramos os três pra dentro de casa e fiquei sentado num sofá olhando as duas se chuparem num 69 mega ousado e cheio de tara. Não demorou um gozou na língua da outra.

Tirei a bermuda e o cacete ficou livre e sob o olhar de cobiça das duas que o dividiam nas lambidas e mamadas alternadas.
Janete confidenciou que era virgem e que não tinha certeza se queria perder a virgindade com a gente, más que queria fazer um anal, pois ao ouvir os gemidos da Regina tinha ficado nos olhando de cima do muro e começado a se masturbar até gozar.
Regina perguntou se ela já tinha feito anal e ela respondeu que mal tinha se bolinado com o dedo.
Regina pegou um gel na bolsa e lambuzou o cuzinho virgem da Janete e ela ficou arrepiada e gemeu forte com esse tipo de carinho até então desconhecido.
Regina pegou o vibrador e começou a bolinar o cuzinho e a roçar o grelinho também virgem da Janete.
Não demorou ela foi atolando o vibrador e com isso deflorando o cuzinho da Janet enquanto ela chupava meu cacete. Regina notando o quanto Janete está excitada deu um jeito de ficar por baixo e começou explorar com a língua o clitóris e bucetinha da morena toda cabaço e cheia de tesão.

Janete gozou forte e eu enchi a do dela com porra quente a qual engoliu toda e ficou toda feliz.
Fomos pra cama e ajudei Janete a cuidar da fogosa Regina até ela se acabar em múltiplos orgasmos.
Nós três passamos a conviver mais de perto e a realizar muitas fantasias.









ver comentários

Aviso:

Todos os comentários aqui exibidos são de inteira responsabilidade do comentarista. O site Clímax Contos Eróticos deixa claro nas suas normas que manifestações de pedofilia, racismo ou de qualquer outro teor ilícito serão banidas, assim como seus autores. Publicações ou comentários ofensivos aos demais membros poderão ser removidos.

Faça um comentário:



Sua nota para este texto:

Quero receber email sobre novos comentários.