"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Te Dou Uma Carona


autor: G.Kaiser
publicado em: 09/03/15
categoria: gays
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Fonte: maior > menor


Numa segunda-feira, eu estava saindo da faculdade. Eu curso direito, e me considero bastante inteligente, assim como atraente, acho que meu físico é o que conta mais neste relato. Sou branco, cabelos cacheados, e corpo magro. Já tive experiências com homens, mas sempre fui muito tímido.
Como eu dizia, eu estava saindo da faculdade. Chovia bastante, e eu estava sozinho no ponto de ônibus perto do prédio principal. Então um Land Rover preto parou na minha frente e o vidro se abaixou.
- Quer uma carona, cara? – Era o Hugo. Ele também fazia direito. Sempre achei um filhinho-de-papai mimado, mas era muito lindo. Tinha uma pele morena, lábios grossos e olhos verdes. Seu corpo era musculoso e tinha um sorriso contagiante de tão belo.
- Não, cara. Não precisa. – Recusei. A timidez tomava conta.
- Pode entrar, cara. Eu te levo. – Ele parecia bem preocupado. Bem, estava chovendo muito, então aceitei. Entrei no carro já agradecendo, ele riu, mostrando seu sorriso. – Pode deixar sua mochila lá atrás. Então, onde você mora? – Botei-a no banco de trás como ele disse.
- Cosme Velho... – Disse, ficando corado. – Não fica complicado pra você? –
- Não. Tô com tempo. – E ele começou a dirigir. O som dor ar condicionado e da chuva lá fora foram os únicos sons por um longo tempo. Nós nunca tínhamos ficado a sós, ou conversado um com o outro antes. Somente conversa entre rodas de amigos. Eu sabia, por exemplo, que a família dele era do ramo de carros, e daí vinha o dinheiro. Ele gostava de futebol e tinha uma namorada, uma típica patricinha.
- Então, como anda as aulas? – Tentei puxar assunto, ainda tímido.
- Tão me matando... – Ele disse esfregando a testa.
- É, você parece bem cansado. – Notei pelo rosto dele.
- Não tenho dormido direito. Todo esse estresse tá acabando comigo... E eu to com muito tesão! – A última me pegou de surpresa, arregalei o olhos para ele, chocado. Ele me olhou rapidamente e voltou para a estrada. – Sério, cara. Minha namorada tá passando uns dias na vó dela, e eu to na maior seca. –
- Por que você não bate uma de vez em quando? – Tentei ajudar, vermelho como um tomate.
- Eu bato. Bato pra caralho. Não adianta. Não é igual depois que você ganha uma mamada, come uma bucetinha, um cuzinho... – Ele mordeu os lábios com a última palavra, parou num sinal vermelho e ficou todo um tempo num devaneio. Tinha uma expressão maliciosa. De repente me olhou. Olhei de volta, sem entender.
- Me dá uma mamada, cara. – Ele disse voltando os olhos para a estrada. Eu ri, achei que estava brincando. Ele não riu de volta. – Sério, cara. Me chupa aqui. – Ele dizia olhando para a estrada.
Todo meu sangue devia estar no rosto. Fiquei sem reação, apenas olhava para ele. Segurando o volante com uma mão, ele levou a outra até o zíper de calça e o abriu, abaixou a cueca e puxou o pênis para fora. Ele não era como aqueles dotados que vemos em filmes, mas era consideravelmente grande, com a cabeça avermelhada, pulsante. As luzes que viam da janela faziam a cabeça brilhar com o mel impudico que deixava claro todo seu tesão reprimido. Parecia que ele iria explodir com jatos de esperma a qualquer momento.
- Só uma chupadinha, vai... Eu não conto pra ninguém. – Ele se masturbava com força. Havia uma suplica em sua voz. Aquilo estava me excitando. Ninguém podia negar que ele era um homem fenomenalmente bonito, e agora me pedia pra aliviar a sua lasciva tortura.
Eu concordei... Comecei a me aproximar devagar. Ele percebeu e sorrio, seus olhos ainda na estrada. Abri meu cinto e peguei no membro dele, eu o masturbei de leve, era quente e pulsava na minha mão. Hugo dava pequenos e baixos gemidos por entre seus lábios grossos entreabertos.
- Vem, cara...! – Ele disse me pegando pela nuca e me levando em encontro ao seu membro. Num reflexo eu abri a boca, o pênis entrou quase completamente. Engoli ele todo, sempre tive uma garganta funda... Eu chupava a cabeça e depois engolia todo, chupava e engolia, repeti esse movimento várias vezes. Seus gemidos eram mais altos agora. Parecia que estamos andando mais rápido, de repente, ele parou.
- Onde estamos? – Eu perguntei levantando a cabeça para olhar pela janela. Através da chuva eu vi uma rua escura e deserta, só havia nós e mais dois carros estacionados.
- Não para... – Ele me empurrou de novo. Voltei a felação. Eu lambi todo o comprimento do pênis e dei chupões na cabeça. Seus gemidos eram agora mais intensivos, altos. Comecei a chupar rápido e ele começou a se animar, mexia a virilha em encontro a minha boca. Começou devagar e então acelerou. Eu parei e o deixei se divertir, ele estava fodendo a minha boca com vontade, gemidos altos. Então parou. – Me dá seu cuzinho... – Ele pediu meio ofegante. Eu tirei minha boca, deixando todo o pênis brilhando com minha saliva quente e dei uma pequena risada rápida.
- Aí já é demais, cara... – Eu disse voltando ao meu assento e limpando minha boca.
- Você tá louco de tesão que eu sei. – Ele cochichou no meu ouvido enquanto pegou no meu volume. Realmente eu estava muito excitado. Ele era um homem e tanto. Massageava meu volume virilmente e beijava meu pescoço, eu comecei a gemer. Ele se afastou. Espera! Eu quero mais... – eu pedia mentalmente. Ele abaixou o seu banco, o banco de trás estavam abertos como um sofá-cama. – Vem cá. – Ele me puxava pelo braço, seu pênis ainda escapava pela calça. Eu fui, me deitei ao lado dele no banco. Ele acariciava minhas pernas, era tão gentil e tão bruto ao mesmo tempo, assim como os seus beijos pelo meu pescoço.
Ele abriu meu cinto tão rápido que eu nem percebi, mas ele desceu minha calça lentamente, senti seus dedos percorrerem minha perna nua. Ele a deixou nos meus tornozelos. Ele deslizou seus dedos para dentro da minha cueca, roçavam meu ânus vigorosamente. Seu pênis estava sendo pressionado na minha coxa, quente. Ele deslizou minha cueca como a calça, eu já estava ganho.
A mochila dele estava lá atrás, ele rapidamente pegou uma camisinha, abriu e pôs. Para mim foi muito excitante vê-lo segurar seu falo e botar a camisinha. Ele estava ajoelhado na minha frente, pegou minhas coxas e me puxou para perto de si, tão forte. Ele pôs minhas pernas de lado, com uma mão puxou a minha nádega, enquanto com a outra auxiliava seu membro na penetração. Ele não fez cerimônias, entrou em mim rápido, uma dor me subiu pela virilha, gritei, e ele não se importou. Começou a penetrar, segurando forte na minha coxa. Era uma penetração obscena e feroz. Seus gemidos eram altos, quase rugidos, deixavam os meus inaudíveis. Eu me masturbava enquanto o sentia em mim, me invadindo tão fortemente, era dor e prazer misturadas, sua virilha dava pancadas em minhas nádegas, sua calça jeans roçava na minha pele. Tão duro, tão vigoroso.
Ele tirou de mim, senti uma mistura de alivio com o desejo de mais.
- Fica de quatro. – Ele ordenou enquanto cuspia nos dedos e lubrificava seu falo. Obedeci, minhas pernas estavam moles, meu ânus estava frio com a falta de Hugo. Com as duas mãos ele deu dois tapas em cada nádega minha, e então estava dentro de mim de novo, ainda era potente e quente, me invadia de uma forma tão animalesca. Meu rosto estava pressionado contra o vidro, ele era tão violento e tão bem-vindo dentro de mim.
Seus gemidos foram ficando mais altos, então ele deu um grito rouco. E se sentou atrás de mim. Eu me sentei no banco, me sentindo mole e vazio. Eu o vi com gotas de suor na testa e os braços brilhantes, dando nó na camisinha que estava bastante cheia de esperma. Eu o queria todo espalhado pelas minhas nádegas... Ficamos calados por alguns segundos.
- Não se preocupa. Não vou contar a ninguém. – Ele disse me olhando. Eu ainda estava com as calças nos tornozelos, recuperando minhas forças. – Cosme Velho. Vamos lá. – Ele disse enquanto guardava seu membro. Hugo se sentou no banco da frente e voltou a dirigir. Eu fiquei deitado lá atrás, me sentindo invadido e vazio. O Hugo foi muito legal em me dar uma carona.



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