"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Rolou de quase tudo em Minas G


autor: publicitario45
publicado em: 26/08/15
categoria: hetero
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Fonte: maior > menor


Amigos, desta vez vou precisar da paciência de vocês, pois rolou tanta loucura nesta viagem que o conto inevitavelmente ficou um pouco longo.

No mês passado precisei ir a Minas Gerais para buscar alguns documentos que não poderiam ser escaneados. Como meu carro estava na oficina só me restou duas opções: trem ou ônibus. Como não tenho paciência para viajar de trem, peguei um ônibus às 19h com previsão de chegada as 23h.

O ônibus estava bem vazio, então resolvi sentar bem no fundo para poder ir lendo um livro, assim, a luz não incomodaria ninguém. Ainda na rodoviária, entrou uma loirinha novinha, de mais ou menos uns 18 anos, se bobear até menos. Ela era baixinha, daquelas que dá para carregar no colo, corpinho perfeito, seios médios e durinhos, bundinha arredondada e pernas grossas. Me deu boa noite e sentou-se na cadeira em frente, porém do outro lado do corredor.

Logo em seguida, dois marinheiros entraram no ônibus e sentaram nas cadeiras em frente a cadeira da loirinha. Os caras nem disfarçaram e encararam a menina que incialmente ficou meio sem graça.

Deu a hora do ônibus sair e as luzes foram apagadas. Seguíamos tranquilamente quando meu sono chegou, talvez pelo cansaço da correria daquele dia. Resolvi apagar a minha luz e fechei os olhos. Neste momento, ouvi um doa marinheiros começar a puxar papo com a loirinha. Ela se chamava Eliza, tinha realmente 18 anos e estava indo para a casa de familiares na mesma cidade que eu. A conversa foi rendendo e um dos caras passou para a cadeira dela. Ele cochichava no ouvido dela e ela apenas sorria.

Em poucos minutos eles já estavam se beijando. O ônibus vazio, permitia que eles se tocassem sem pudor. Aqueles sons de beijos e risadas acabou me despertando e eu fiquei ali, quieto, assistindo a tudo. Um dos marinheiros, o mais forte, começou a sarrar a loirinha, lambendo seus seios, enfiando os dedos entre as suas pernas. Não demorou muito para ele botar o pau pra fora e ela caiu de boca. O pau do cara era descomunal, enorme e grosso e nem com muito esforço ela conseguia enfia-lo inteiro na boca. Não demorou muito e o cara gozou na boca dela. Deu para ver a porra escorrendo entre os dedos dela que fez questão de lamber aquilo tudo.

Em seguida, voltaram a conversar os três e quando o primeiro foi ao banheiro, o segundo passou para a poltrona de trás e começou o mesmo ritual. Piadinhas ao pé do ouvido, beijos ardentes, amassos, e um boquete fantástico que resultou em outro banho de porra. Porém, o segundo marinheiro, se ajoelhou e caiu de boca na xaninha da menina fazendo com que ela se contorcesse e gozasse em sua boca.

A viagem já durava uma hora e meia quando os jovens se despediram da putinha e desceram em Colatina. A menina acabou dormindo ocupando suas duas poltronas.
Chegamos em Resplendo com uma hora de atraso e na rodoviária não tinha um taxi sequer. A menina desceu junto comigo e começamos a conversar. Ela iria ainda para uma roça no interior e disse que sem taxi teria que passar a noite ali.

Liguei para a minha prima que se ofereceu para ir me buscar na rodoviária e chegando lá, apresentei Eliza pra ela. Minha prima conhecia a família dela e disse que ela poderia dormir na casa dela até o dia amanhecer. Tudo acertado, fomos para a casa da minha prima que colocou um colchão no chão pra mim e ofereceu o sofá para Eliza. Conversamos mais um pouco e Eliza sem sono começou a puxar papo:

Ela: acho que você viu tudo que rolou no ônibus, né?

Eu: olha, desculpa, vi sim. Eu acordei com os seus gemidos.

Ela: nossa, que vergonha.

Eu: vergonha de que? Você fez apenas o que estava com vontade de fazer. Relaxa. O importante é que você gozou que eu vi.

Ela: gozei mais ou menos. Na verdade eu queria mais. Tenho 18 anos e uma vontade incontrolável por sexo. Fico até assustada. Adoro homens mais experientes, mais velhos assim como você. Na verdade, se você tivesse puxado papo comigo, teria rolado com você.

Nisso, Eliza se levanta e vai tomar um banho frio, segundo ela para controlar seu fogo.
Eu acabei cochilando com a demora dela debaixo do chuveiro.

Quando ela saiu, enrolada numa toalha, acabei acordando mas fiquei de olhos fechados. Ouvi seus passos chegando até a mim, percebi que ela se joelhou do meu lado e puxou a coberta. Começou a beijar minhas pernas, passando pela minha virilha chegando até a minha boca. Completamente nua, coberta apenas por uma toalha, Eliza se posicionou em cima de mim e começou a sentar no meu pau. Quando eu tentei vira-la para chupar seu grelo ela disse que queria ser penetrada, chupada ela já tinha sido dentro do ônibus.

Deixei que ela conduzisse a transa e rapidamente sua xaninha já tinha engolindo meu pau. Buceta novinha, apertada me levou ao delírio. Eliza cavalgava com vontade, mordia meus lábios e alisava meu peito. Quando seus movimentos aumentaram ela anunciou que ia gozar e pediu que eu gozasse dentro, junto com ela. Gozamos juntos, ficamos ali por um tempo nos acariciamos, rolou ainda um sexo oral fazendo com que cada um gozasse mais uma vez.

Quando acordei, às 7h, Eliza já tinha ido embora. Durante o café da manhã, minha prima olhou com cara de deboche e disse que ela havia deixado um bilhete e mandado um beijo.

Ao abrir o bilhete, tinha seu telefone e um recado dizendo que a noite tinha valido a pena e que ela queria repetir. Fiquei um pouco sem graça, mas fui cuidar da minha vida.

Como era sexta-feira, a minha prima que aqui vou chama-la de Lurdes, me disse que a irmã dela, a Isabel ia fazer um churrasco na casa dela com direito a piscina e tudo mais.

Seria bacana ir para conhecer o novo marido dela, o Jean, pois eles se conheceram e casaram enquanto moravam na Itália. Fazia mais ou menos 10 anos que eu não encontrava com a Isabel. A noite chegou e fomos para a casa da minha prima. Muita conversa, várias lembranças e a Lurdes resolveu falar que eu tinha transado com a Eliza na sala dela durante a madrugada e para matar a curiosidade de todos tive que contar o acontecido desde a saída de Vitória.

Isabel e Jean eram os mais empolgados com a narrativa. Era perceptível que o fato estava mexendo com os dois. Foi ai que o meu fim de semana começou a ficar bom. Lurdes foi embora e eu fiquei com Isabel e Jean. O maridão da minha prima resolveu fazer uns drinks e nós ficamos a sós na piscina. Foi a deixa para Isabel chegar perto de mim e com a cara mais porca do mundo e quis saber tudo sobre a transa com requintes de crueldade.

Depois de ter contado a história pela centésima vez, Isabel chegou bem perto da minha boca e disse que adoraria me ver trepando com alguém. Quando mencionei que o marido dela estava na cozinha ela me surpreendeu dizendo que ele também ia adorar ver a cena. Meu deu um beijo na boca, passou a mão no meu pau por debaixo da agua e saiu a piscina em direção à cozinha.

Só para ilustrarmos. Eu tenho 45 anos, moreno, 1,75 de altura, 19cm de pau grosso. Isabel deve ter uns 50 anos, corpo de 40, bem cuidada, loira, olhos verdes, nunca teve filhos e Jean deve ter seus 52 anos, corpo em dia, cabelos grisalhos e olhos azuis.

Os dois voltaram da cozinha rindo, com copos de caipirinha nas mãos e entraram de novo na piscina. Jean foi bem direto e perguntou se eu não gostaria de convidar Eliza para passar a noite com a gente, já que o churrasco dava pinta de virar a madrugada.

Concordei, liguei para a minha amiguinha e em 30 minutos ela chegou na casa da minha prima.

Fiz as devidas apresentações e em seguida Isabel foi leva-la para trocar de roupa. Quando voltaram, estavam rindo e ai sim eu puder perceber o quanto aquela novinha era gostosa. O clima de sexo pipocava no ar e eu tratei logo de arrastar Eliza pra perto de mim. Eu já sabia qual eram as intenções da minha prima e do marido dela mas resolvi deixar que eles tomassem a iniciativa. Eu e Eliza nos beijamos fervorosamente na piscina enquanto Isabel e Jean se atracavam na espreguiçadeira. Eliza olhava os dois e ria daquela pegação toda até que Isabel se abaixou e caiu de boca no pau do marido. O cara não tem um pau grande não mas a grossura é assustadora. Aquela visão fez com que Eliza me pedisse para sentar na beira da piscina e rapidamente ela caiu de boca na minha pica.

Agora sim, a gente ia foder sem pressa.

Assim que Isabel percebeu Eliza me chupando, nos convidou para sentar na cadeira ao lado e nós seguimos rapidamente pra lá. Isabel largou o pau do marido e já chegou beijando com volúpia a boca da minha novinha. Com uma das mãos, Isabel pegou meu pau e começou a massagear e Jean, já estava mordendo e lambendo a nuca da Eliza que a esta altura já soltava gemidos de prazer

Isabel se ajoelhou na minha frente e começou a mamar minha pica. Ela apertava minha rola com a boca e alternava com lambidas e chupadas sensacionais. Jean, já tinha colocado minha ninfetinha de quatro e a penetrava com força, dando estocadas incríveis. Não resisti e depois de chupar aquela buceta linda da minha prima, pedi para que ela cavalgasse na minha pica. Não demoramos muito e já estava todo mundo gozando. Passamos a noite toda trepando, eu com Eliza, outra hora com a Isabel, Jean filmou, fotografou e fizemos naquela noite tudo que seria possível faze.

No domingo eu e Eliza viemos embora d ônibus e mais uma vez viemos num carro com poucos passageiros. Não pensamos duas vezes e sentamos bem lá no fundão. As nossas brincadeiras durante a viagem, eu conto em breve.




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