"Os mais excitantes contos eróticos"


A hóspede - 1o dia.


autor: Publicitario45
publicado em: 05/05/17
categoria: hetero
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Fonte: maior > menor


Já faz um bom tempo que aconteceu, mas não há nada melhor que relembrar bons momentos não é mesmo? enfim, os anos que morei em Belo Horizonte, 18 no total, fiz grandes amigos, entre eles, Jeferson, que foi a primeira pessoa que eu conheci quando me mudei para o Santa Inês. Ele morava na mesma rua que eu e aos poucos nos tornamos grandes amigos, amizade essa que cultivamos até hoje.

Jeferson tinha mais três irmãos, sendo dois homens e uma irmã, na época, eu e ele tínhamos mais ou menos uns 12 anos e a irmã dele, a Juliana nem tinha nascido.

Os anos se passaram eu me mudei para o Espirito Santo mas a nossa amizade continuou. Fiquei sabendo do nascimento da Juliana, depois meu amigo se casou, teve dois filhos, separou e casou de novo até que em 2008 ele me pediu um grande favor.

Juliana estava prestes a tentar vestibular aqui na UFES, para medicina e ela não tinha onde ficar. Meu amigo pediu que eu hospedasse a sua irmã que tinha acabado de completar 18 aninhos, ou seja, 20 anos mais nova que eu.

Expliquei ao meu amigo que estava tudo certo, porém, eu também estava separado e morando sozinho e que Juliana teria que ficar na sala. Apesar do sofá ser confortável, a menina poderia se sentir pouco a vontade.

Jeferson não se importou e disse que Juliana também não se importaria. Ela chegaria numa quinta a noite para fazer as provas no final de semana, caso passasse para a segunda fase, retornaria novamente. Concordei e na quinta-feira pela manhã fui ao aeroporto buscar Juliana.

Levantei cedo, pois ela viria no primeiro voo, tomei um café rápido, tomei um banho, me arrumei e fui buscar a menina. Não demorou muito o avião aterrissou, as pessoas foram saindo e de repente aponta uma morena, aliás, uma mulata, de 1,70 de altura, cacbelos cacheados, olhos negros, boca perfeita, corpo espetacular de uma menina de 18 aninhos, vestindo uma saia branca, um top amarelo bem clarinho e salto alto. A menina não caminhava na minha direção, ela simplesmente desfilava no saguão de desembarque.

Assim que ela passou pela porta de saída, fui ao seu encontro. Juliana estava perfumada, linda, animada com a possibilidade de estudar longe de casa. Nos cumprimentamos, eu ajudei a pegar a sua mala e fomos em direção ao aeroporto.

Assim que coloquei a mala (enorme, diga-se de passagem), abri a porta para juliana entrar e o movimento fez com que a sua saia que já não era das maiores, subiu me proporcionando o melhor visual da vida.

Dei uma disfarçada, entrei no carro e fomos em direção a minha casa.

- Nossa, que cidade Linda você mora.

- Pois é, se você passar no vestibular, vai morar aqui.

- Nossa, nem acredito, vai ser um sonho. Vou querer ser sua vizinha.

- E seus irmão, sua mãe... como estão?

- Todos bem. Mandaram abraço. Eu só não sabia que meu irmão tinha um amigo gente boa e cheiroso.

- Gente boa eu não sei, cheiroso, sempre!

- Que perfume você usa?

- Neste momento Azarro e você?

- O meu é mais simples. Gosto dos perfumes do Boticario.

O papo foi rendendo, Juliana me contando dos sonhos em se formar em medicina e eu resolvi seguir por um caminho mais longo porém muito mais bonito. Fui mostrando a cidade, explicando cada local, mostrei a praia, a UFES, alguns pontos turísticos e chegamos em casa.

- Olha. Como expliquei ao seu irmão, eu moro sozinho. O apartamento é de um quarto. Ele disse que você poderia dormir no sofá, que é confortável, porém, aqui não tem ar condicionado. Então vou buscar um ventilador pra você e trago a noite ok?

- Sem problemas.

- Eu estou indo pro trabalho, retorno lá pelas 22h. você pode estudar no meu quarto, usar o meu banheiro. Deixei tudo separado pra você em cima da minha cama. A cozinha é ali e sua mãe já me disse tudo que você gosta de comer. Então fique a vontade.

- Nossa, além de cheiroso, cavalheiro sabe o que eu gosto de comer?
Não sei se eu vou embora heim...

Dei um beijo no rosto de Juliana e sai deixando-a sozinha no meu apartamento. Durante o dia, trocamos algumas ligações e ela disse que queria ver o mar, pisar na areia. Falei com ela que a praia a noite é iluminada e que se ela quisesse eu poderia leva-la e se tudo desse certo, enforcaria a sexta e poderíamos ir para uma praia mais afastada da Grande Vitoria, Juliana vibrou e não nos falamos mais.

Passei o dia desconcentrado pensando naquela menina que poderia estar jogada na minha cama apenas de calcinha, ou nua, sei lá, quem sabe uma camisola, enfim.

O dia, claro, custou a passar. Parecia uma eternidade. Quando se aproximou das 19h, sai e fui voando pra casa. O transito, claro, atrapalhou muito mas cheguei e ao entrar no apartamento dei de cara com Juliana enrolada numa toalha branca, linda, cabelos molhados, passando creme pelo corpo. Ela se assustou, eu disse que iria tomar um banho e depois iriamos caminhar na praia.

Peguei minhas coisas e fui pro chuveiro. Outra surpresa. Juliana havia esquecido uma calcinha minúscula no box, pequena, fio dental, branca, com rendas na frente. Meu pau pulsou na hora, não resisti e cheirei pra ver se conseguia sentir o cheiro do seu sexo.

Acabei meu banho e sai sem comentar sobre a calcinha para que ela não ficasse sem graça. Juliana estava pronta, linda, cheirosa, tinha usado o secador para deixar seus cabelos cacheados. Um perfume delicioso tinha invadido a casa toda. Peguei a minha carteira, a chave do carro e descemos de elevador até a garagem.

Eu tentava disfarçar o máximo. Juliana usava um vestido leve, branco, com pequenos detalhes. Ele tinha duas alcinhas e cobria até as metade das suas coxas. Dava para perceber que debaixo daquele tecido fino, tinha apenas uma calcinha pequena e nada mais.

Entramos no carro e seguimos para Camburi. Lá o calçadão é maior, tem mais quiosques e daria pra gente dar uma bela caminhada. Juliana se encantou pelo lugar, tirou o salto, pôs os pés na areia, foi até a agua, voltou, lavou os pés, caminhamos no calçadão e a intimidade entre a gente ia aumentando a cada minuto. Chegamos a caminhar de braços dados, depois ela brincou e segurou nas minhas mãos como se fossemos namorados e por fim sentamos num quiosque onde servia comida japonesa.

Quando se aproximou da meia noite, Juliana disse que estava cansada, precisava dormir para estudar na sexta, afinal de contas, teria prova no sábado e domingo. Pedi a conta e seguimos pra casa.

- Vou tomar um banho – disse ela.

Eu e joguei no sofá e liguei a TV da sala. Me dei conta do calor infernal que estava fazendo ali mesmo com o ventilador ligado. Quando Juliana saiu e perguntei se ela queria trocar, ela poderia dormir na minha cama, com o ar ligado e eu ficaria na sala.

- Claro que não, imagina!

- Juliana, está muito quente.

- Não tem problema.

- Coloca um colchão no meu quarto, assim, você dorme nele e eu na cama.

- De tarde eu dei uma cochilada na sua cama. Adorei! Podemos dormir nela. Não tenho grilo com essas coisas.

Sent um frio na barriga misturado com tesão. Concordei e disse que tomaria um banho. Juliana também concordou, desligou a TV, me deu um beijo de boa noite e foi dormir.

Quando sai do banheiro, me dei conta que eu dormia sempre de cueca box ou sem nada. Fiquei apreensivo e decido colocar uma box branca.
Quando entrei no quarto uma doce surpresa esperava por mim.
Juliana já dormia, porém estava de camisola branca, de seda e parte do seu corpo estava descoberto.

Apaguei a luz do quarto, acendi um abajour e fui ler, ou melhor, tentar ler. Mas aquele corpo moreno, quase nu do meu lado, me desconcentrava e eu acabei desistindo da ideia de ler e fui tentar dormir.

Juliana tem um sono inquieto. Gira pro lados, mexe o tempo todo e claro que nossas pernas se entrelaçavam nessa. Fiquei quieto e em um determinado momento ela colocou a mão no meu peito e as pernas por cima da minha cintura, encostando levemente no meu pau que a esta altura, já estava quase explodindo de tesão.

Resultado disso tudo é que eu quase não dormi, o pau também não se acalmou e as seis da manhã meu celular despertou, Juliana acordou e quando percebeu, viu que suas pernas estavam sobre meu corpo e claro, eu estava pra lá de excitado.

- Bom dia – disse ela com voz de sono.

- Bom dia! Dormiu bem?

- Eu sim, mas pela posição que eu me encontro, não te deixei dormir né?

- Mais ou menos.

Juliana ficou me olhando, nossos lábios estavam próximos, suas pernas em cima de mim, pau latejando, ela sorriu maliciosamente e perguntou se poderia ir até a cozinha fazer um café. Respondi que sim e ela levantou. Ao sair do quarto ela ainda fez uma piada:

- Toma um banho gelado pra apagar esse seu fogo enquanto faço o café.

Tomei um banho, tomamos café e como prometido tirei o dia de folga.

- Podemos pegar uma praia e a tarde você estuda, o que acha?

- Adorei a ideia.

Levei Juliana pra Guarapari, uma praia mais afastada que na época nem era tão conhecida. Chegando lá havia poucas pessoas, alguns casais e a gente.

Quando ela tirou a saída de praia não teve como disfarçar. Seu corpo era sensacional e dentro de um pequeno biquíni ficava melhor ainda.
Para não me complicar, fui dar um mergulho, esfiei o corpo e a cabeça e voltei.

- Passa protetor em mim?

Juliana se virou e eu passei o creme nas suas costas mas de olho naquela bunda deliciosa. Depois ela se deitou de bunda pra cima e pediu que eu passe mais pelo seu corpo, inteiro.

Me concentrei e continuei. Assei no resto das costas, nos ombros, desci até a sua cintura. Meio sem graça passei na sua bunda, ela olhou lateralmente e riu, desci pela suas pernas, passei pelas coxas, fui pela panturrilha e voltei. Ai eu percebi que Juliana havia aberto as pernas levemente, passei o creme entre suas coxas e ela suspirou de forma mais intensa.

- Tá bom né?

- Continua – ordenou ela.

Ai já era. Comecei a massagear sua xana por cima do biquíni, ela abriu um pouco mais as pernas, arrebitou a bunda e enfiou a cara na canga. Coloquei sua calcinha de lado, passei os dedos levemente na sua xana, estava começando a molhar e os melados de creme foram deslizando pra dentro do seu sexo. Meu pau parecia que ia explodir, latejava, doía por dentro da sunga e Juliana dava pequenas reboladas no meu dedo até que ela gozou e trancou as pernas com dois dedos meus atolados na sua xana.

- Safado!

- Apenas passei óleo e obedeci aos seus sinais.

- Estou com a perna bamba. Meu corpo está quente. Me leva na agua?

A praia era de aguas calmas. Entramos e já começamos a nos beijar.
Juliana enlaçou suas pernas em torno da minha cintura e eu senti quando sua xana encostou na minha rola. Fiquei louco, queria come-la ali mas tinha algumas pessoas bem mais perto. Ficamos nos beijando sem falar nada. Um beijo bom, quente, voraz, molhado, aveludado e de uma sedução impressionante.

O tempo passou e saímos da agua, juntamos as nossas coisas, almoçamos num restaurane e fomos embora pra casa.

Chegando no apartamento, Juliana tomou um banho, colocou um shortinho azul claro, sem calcinha e uma blusinha branca, pegou os livros e foi estudar. Eu também tomei um banho e fui deitar na minha cama e acabei adormecendo.

Horas depois, já de noite, senti um toque na minha perna. Era Juliana, acariciando a minha coxa, sentada ao meu lado. Num movimento rápido ela puxou a cueca e liberou meu pau que já estava dando sinais de vida e sem nada a dizer o abocanhou de uma vez só, chupou, lambeu, mordeu forte, fez pressão na cabeça, meteu ele de novo na boca e quando eu disse que iria gozar ela sorriu e meteu a boca de novo engolindo todo meu gozo até a última gota.

Gozei como um cavalo. Enchi aquela boca linda de porra e ela sugou tudo até o final.

Quando eu achei que a gente ia partir pro tudo ou nada, Juliana colocou a cueca no lugar, disse que estava retribuindo o orgasmos da praia e voltou pra sala para estudar.

- Você pode me levar na UFES amanhã cedo? Tenho medo de me perder.

- Sim, levo e busco.

- Se você fizer isso, a tarde te dou um presente.

Bem, o presente eu conto depois.






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