"Os mais excitantes contos eróticos"


DIÁRIO DE UMA VIRGEM I


autor: srGreatWally
publicado em: 11/05/17
categoria: virgindade
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Fonte: maior > menor




Tive uma adolescência tranquila e feliz. Meus pais são abertos no que eles acham que devem ser, e eu respeito isso. Mesmo por que, o que eu quiser saber por mim mesma, eu vou atrás. Nada a ver esse negócio de drogas e bebidas na balada, e raives! Minha curiosidade sempre foi carnal. Sim estou falando de sexo!

Hoje, em plena juventude, tenho um grupo de amigas, colegas de infância, colégio e de cursinho – eu falarei nelas mais tarde, que sempre se reúne para contar o que descobriu sobre este assunto.

Ainda sou virgem e pretendo continuar assim por quanto tempo achar que devo. Uma das colegas do grupo já engravidou e perdeu o bebê espontaneamente e, depois disso, uma das coisas que presamos nas nossas observações, e/ ou possíveis experiências, é a proteção,

Fiz do meu diário uma ‘ata’ dessas reuniões. Mas também dos relatos de minhas experiências. Isto que eu vou contar a partir de agora.

A Masturbação – melhor técnica

Há muito tempo, sempre gostei de me tocar, sentir aquela sensação estranha e, ao mesmo tempo, gostosa, o arrepio do gozo. Confessamos qual o nosso melhor horário, local, e me surpreendi com a melhor técnica.

‘O Chuveirinho’ foi a unanimidade do grupo. Ouvi as amigas sobre esse ‘artefato’, e resolvi, enfim, testar. Seria minha primeira vez.

Para estes trabalhos. Eu sempre fico em busca de uma inspiração. Um dia, ela veio na aula extra de Biologia.

Vamos lá! Todo mundo apaisano, sem farda. As meninas com seus shortinhos e sainhas, os meninos com suas bermudas folgadas.

Aquele tumulto no corredor esperando o professor, aquela azaração para relaxar um pouquinho. Uns beijinhos aqui outro ali, uma boa roçada, a umidade na calcinha começando a surtir efeito.

O assunto era Aparelho Reprodutor. Todos sentados, devidamente instalados, a aula começa. Enquanto o professor falava, a minha inspiração ia a mil.

Não imaginei o dedinho. Queria uma pica. Enorme. Comecei a analisar os meninos na sala.

“Aquele CDF lá na ponta? Será que ele tem uma pica do tamanho do seu conhecimento? Ficaria toda abertinha para ele, ou sentaria no seu pau, e me rasgava até o fim! ” Ai delicia!

“Ou aquele deus do ébano que defende nosso time de vôlei? Trancaria-me com ele no vestiário e só sairia de lá suada, saciada e fudida! ” Meu Deus, que tesão!

Foi quando, na aula, chegou à Vagina. Eu ouvi o professor ao longe:

- Aqui é o clitóris ou clitóris, como preferir, que vocês...

- É ali que você aponta o chuveirinho... incitou umas de minhas amigas.

-... E soca o dedinho, esfregar e esfrega! E voltou para a aula, brincando.

- Eu sei. Assista a sua aula! Rebati. Meus devaneios seguiam:

“Ou os dois do grupo de estudo? Passaria a trepada toda preenchendo todos os meus buracos! ”

Hum, estava com pensamentos de uma vadia! Inconscientemente fui colocando minha mão entre as pernas. Molhadíssima. Não posso mais ficar aqui:

- Já estou passada nesta porra. Tenho que ir! Disse à minha amiga.

- Ok! Respondeu, rindo e sabendo o que se passava.

Cheguei em casa, fui direto para o banho. Tirei a roupa num pulo. Entrei na ducha.

Tinha que tratar dessa ‘ansiedade’ toda. A água fria caía, e meu calor subia. Imaginava ansiosamente sentir um pinto, um pênis, um pau, uma pica, um cacete, um caralho ...

Ensaboei-me e aproveitei para acariciar meu corpo, eram momentos de puro deleite e alegria.

Liguei o chuveirinho. Minha mão abria e fechava meus grandes lábios, e eu comecei a molhar meus biquinhos dos seios rijos.

“Vestiário... Pica... Nerd, roludo... Grupo de estudo, orgia! ” Devassidão pura.

Já tinha um dedinho enfiado. Apontei o jatinho para o grelinho. O máximo!

Coloquei dois e acelerei.

- Como não descobri isso antes! Delirei para mim mesmo.

Quando escorreguei para me encostar à parede, deslizei – sem querer por instinto, um dedo no meu ânus. Minha unha passou nas preguinhas, eu arrepiei!

Comecei a roçar, apertar o dedo agora na entrada do meu buraquinho rosado, revezando com a minha bucetinha molhada.

A sensação é a mais delirante possível. Eu pendurei o chuveirinho apontado para minha xana, e trabalhava agora uma mão no cu e outro na buceta.

O gozo se aproxima. Movimentos alternados e acelerados deixava meu corpo teso e.ao mesmo tempo, quente de tesão. Vou gozar agora!

Como um flash: Pica. Gozo. Orgia. Sexo. Eu amo sexo. Eu quero sexo!

- Assim é... Bom... Bom demais! ... ... muito... Bom!

Êxtase: isso foi a descoberta do chuveirinho. Hoje é meu amigo inseparável. Não dissenso um bom banho sem ele! E descobri, no meu outro buraquinho, que posso ter prazer sem perder minha virgindade.

***

Depois vou contar como foi ter achado um vibrador, e a dona me ensinou a usá-lo.







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