"Os mais excitantes contos eróticos"


Odeio meu irmão adotivo


autor: Sam_Hennessie
publicado em: 13/05/17
categoria: jovens
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Fonte: maior > menor


Meu irmão adotivo era um porre. Chato e implicante. Nunca fizemos questão de tratar um ao outro bem. Morávamos juntos fazia uns dois anos e nossas únicas conversas eram pra xingar o outro, brigar e reclamar. Eu o odiava muito porque meu pai largou minha mãe pra se juntar com a dele e eu não tive escolha de onde morar, ter que dividir a casa com ele era um saco. Ele sempre falava que eu era preguiçosa, que não fazia nada. Eu fazia questão de xingá-lo de todos os nomes possíveis.

Um dia voltei pra casa após a faculdade, meio chateada com algumas aulas que não estava entendendo. Sentei ao lado dele e fiz uma cara de bunda, meio que pedindo atenção, já que de nossos pais eu não teria nenhuma né. Nosso diálogo foi o seguinte:

Ele: E aí, que cara de cu é essa?
Eu: Cala a boca, seu idiota. Vai se foder!
Ele: Tá estressada? Não desconta em mim. Tira as calças pela cabeça. hehehehehehe... escrota!
Eu: Não precisa fingir que se importa, Babaca. (fazendo charminho)
Ele: Não que eu me importe (que filho da puta!), mas se vai sentar do meu lado com essa cara, melhor dizer o que é.
Eu: Eu estou com dificuldades na faculdade, não entendo uma matéria.

Eu já estava esperando uma gargalhada e um "bem feito!", mas ele estranhamente disse "qual matéria? De repente posso ajudar". Eu olhei super espantada e contei sobre... ele riu e disse "sim... posso ajudar!". Na sequência, abri o caderno e ele acabou me explicando uma parte da matéria que simplesmente clareou tudo. Ele já havia estudado aquela matéria na faculdade dele, mas o orgulho pra pedir a ajuda dele era grande demais pra mim. Então conversamos:

Eu: Obrigada. (passando a mão no cabelo e olhando pra baixo, morta de vergonha)
Ele: Sabe, a gente nunca se deu bem. Mas tipo, por quê? A gente mal se conhece, e se odeia. Talvez não precisamos ser assim.
Eu: É... talvez... (Sem querer dar o braço a torcer)

Ele acabou me ajudando em outros momentos também. Porém, um tempo depois cheguei estressada novamente, tomei um banho e quem estava lá? Meu saco de pancada preferido! Já cheguei falando merda, dizendo que odiava tudo e todos, que ele tinha estacionado mal o carro, que tinha que por o lixo pra fora... ele me olhou e disse:

Ele: Para de gritar sua retardada. Eu heim!
Eu: Vai tomar no cu, seu otário. Você não faz nada de bom.
Ele: Que tal te ajudar a passar na faculdade, sua ingrata. Eu te ajudo e você ainda me trata assim. Sinceramente você merece se foder! (saiu andando e mandando dedo pra mim)

Nossa, eu já estava mal. Sentei e chorei. Daí escutei ele voltando. Sentou do meu lado e perguntou:

Ele: o que houve? Matéria de novo?
Eu: Fingindo que se importa de novo? (é gente, eu não aprendia)
Ele: Puta que pariu! Deixa de ser idiota. Estou tentando ajudar. Você podia ser menos escrota.
Eu: É só estresse com prova, trabalho. Na próxima semana começa e eu não sei se estou preparada.
Ele: Eu vi você estudar bastante. Vai dar tudo certo! (abriu um sorriso que nunca tinha mostrado pra mim)
Eu: Obrigada. Eu não queria ser idiota com você. Me desculpe.
Ele: Você é realmente bem otária de vez em quando, mas eu não quero ver você sofrendo assim. Você devia desestressar um pouco.

Eu não sou nem um pouco recatada e mandei: "acho que vou me masturbar um pouco." Caímos na gargalhada juntos... foi a primeira vez que nos divertimos no mesmo local. Daí ele disse:

Ele: Vai ajudar! (caindo com a cabeça pra trás no sofá)
Eu: você podia me desestressar então, que tal? (ele se espantou imediatamente)
Ele: tá maluca!
Eu: Duvido que não queira.

Enfiei a mão dentro do meu short, fiquei mexendo e disse "quer?". Ele veio com pressa e enfiou a mão lá dentro. Começou a olhar fundo nos meus olhos. Os dele pegavam fogo e eu comecei a gemer. Tirei meu short sorrindo e sentei de perna aberta no sofá. ele meteu a mão na minha calcinha e masturbou gostoso. Depois afastou a calcinha pro lado e continuou... ele tocava violão muito bem, então sabia dedilhar um clitóris com maestria! Eu já tava gemendo alto (nossos pais não estavam em casa, sabiam que nos odiávamos, não se preocupavam quanto a isso).

Eu: Vamos pro meu quarto.
Ele: Agora!

Chegando lá, arrancamos a roupa um do outro e eu subi sobre ele, colocando meus peitos bem na sua cara. Fui chupada aos montes, roçando a boceta no pau dele. Ele me fez virar e fizemos um 69 incrível. Oral simultâneo maravilhoso. Já estava meio doida, masturbando o caralho e rebolando na cara dele quando ele segurou minha cintura e me virou. Estiquei a mão e pequei o lubrificante na gaveta. Com uma puta cara de safada passei o lubrificante na piroca dele dizendo:

Eu: talvez não precisamos nos dar tão mal.
Ele: É... talvez...

Sentei naquela pica com gosto. Rebolei gemendo feito louca sentando fundo. Meu irmãozinho tinha um caralho bem gostoso. Dava pra se divertir bastante. Ele me jogou de perna aberta e fodeu forte. Eu gemia "vai, vai, assim, assim, forte..." com um baita sorriso na cara.

Como não sou uma menina nada boazinha, dei dois tapas na cara dele e disse: "me pega de quatro, little brother?". Ele me chamou de safada e me virou. Falei pra ele pôr os dedos primeiro, e com dedos ele sabia trabalhar né. Eu adorava ser masturbada por trás. Quando me penetrou eu já estava enlouquecendo de novo. Não demorou muito gozei forte e gritei alto, devem ter ouvido lá na rua... Foi mágico. Ele me olhou com os olhos brilhando. Eu suada e trêmula não conseguia falar nada. Quando me recuperei abocanhei seu pênis até que ele gozasse na minha boca. Que foda gostosa.

Eu: Caralho! Desestressei!
Ele: Por favor, se estresse mais que eu te ajudo, sempre!

Rimos alto de novo e ficamos ali, abraçados. Essa foi só a primeira, ainda trepamos muito até nossos pais se separarem.




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