"Os mais excitantes contos eróticos"


´Reencontro fatal


autor: publicitario45
publicado em: 28/08/15
categoria: hetero
leituras: 2816
ver notas
Fonte: maior > menor


Quando eu tinha 23 anos, ou seja, há 22 anos atrás, conheci uma menina através de salas de bate papo que morava em Colatina. Na época eu realizava festas na minha cidade e usava muito a internet para divulga-la, apesar de não existir as redes sociais naquela época.

A menina em si se chama Agda e usava o nick de Agda Linda. Conversamos por um longo tempo até que a conversa se apimentou e ela me confessou que já tinha transado no serviço dela. Quando perguntei se tinha sido com algum colega, ela me surpreendeu ainda mais dizendo que tinha sido com o marido.

Naquela época eu tinha uma verdadeira adoração por mulheres casadas e fiz questão de deixar isso bem claro pra ela. Eu era solteiro e sempre que possível ia ao encontro de uma casadinha.

Nossas conversas deixaram de ser no chat e passou para o telefone. Ficávamos até de madrugada conversando sobre vários assuntos. Agda era casada, tinha 18 anos e uma filhinha de 7 meses. O marido era representante e vivia viajando durante a semana o que facilitava nossas conversas durante a madrugada.

Um dia, Agda me disse que passaria o fim de semana na capital, mas que estaria acompanhada do marido, da filha e da sogra. Mas como diz um amigo meu, mulher quando quer trair sabe fazer isso melhor que o homem. Marcamos de nos encontrar no shopping e ela iria pedir pro marido ficar com a sogra na praça de alimentação enquanto ela assistiria um filme de ação no cinema. O pior de tudo é que o cara concordou tranquilamente.

No dia combinado, ela me ligou de um orelhão e lá fui eu pro shopping. Cheguei primeiro, comprei duas entradas e fiquei na entrada esperando pela minha amiga virtual. Seria a primeira vez que nos encontraríamos e a gente só tinha se visto por fotos e ainda assim enviadas por Correio.

Estava olhando os cartazes do filme quando uma voz me chamou pelo nome. Ao me virar, fiquei encantado com a beleza da Agda. Uma morena jambo, de 1,78 de altura, cabelos lisos, olhos verdes, boca bem desenhada e com um brilho especial devido ao batom.

Trocamos dois beijinhos no rosto e entramos. Como era a primeira sessão, o cinema estava bem vazio e nós fizemos questão de sentar na última fila bem no canto, onde praticamente ninguém conseguiria nos ver.

Do filme não me lembro exatamente nada. Ficamos duas horas nos beijando, sarrando, amassando naquele escuro do cinema. Me lembro de ter tocado Agda entre as pernas e de tanto tesão a cadeira estava molhada. Sua buceta era carnuda, estava encharcada e toda vez que eu tirava o dedo de dentro dela, eu lambia para sentir o sabor do seu gozo.

Quase no final do filme, Agda me presenteou com um boquete fantástico com direito a leitinho na boca e tudo mais. Naquele dia não conseguimos transar e ao sair cada um foi para o banheiro para tentar se recompor.

Os anos passaram, eu casei, tive filhos, prosperei na vida e nunca mais falei com a Agda até que um dia, uma amiga minha disse que a conhecia. Já havia passado mais de 15 anos e eu achei Agda através de uma rede social.

Nós nos adicionamos e começamos a conversar sobre o tempo que havia passado. Ela tinha se separado, casado de novo, tinha mais dois filhos, separou novamente e continuava linda, só que agora com um ar mais madura, mais mulherão.

Agora Agda morava em outra cidade, era funcionária pública e morava sozinha. Sua filha mais velha morava com a mãe dela e os menores com o ex marido. Retomamos a nossa conversa e foi inevitável não falar do cinema, onde Agda me confessou ter se masturbado muitas vezes pensando no desfecho que teríamos tido se naquele dia a gente tivesse ido a um motel. Também confessei que várias vezes pensei nisso e que aquela seria a nossa chance de recuperarmos o tempo perdido. Mas, como nem tudo na vida são flores, Agda me disse que estava namorando sério um rapaz bem sucedido da sua cidade e que mais uma vez nossos planos iam ser deixado de lado.

Entendi, concordei mas deixei claro que se ela mudasse de ideia, era só me chamar. E foi ai que mais uma vez o destino colocou Agda no meu caminho ao cruzarmos num bar aqui na capital. Ela estava com a irmã e elas estavam comemorando o termino do namoro quase noivado dela, o motivo? Um chifre que ela havia tomado do namorado.

Naquela noite passamos a noite no bar bebendo, dançando, jogando sinuca rindo. A irmã dela era muito divertida e no demos muito bem. Entre uma brincadeira e outra, eu e Agda voltamos a nos beijar e nossas memórias ligaram no automático.

O clima entre a gente esquentou e resolvemos ver o sol nascer na praia, mas desta vez só nós dois, sem a irmão dela. Pegamos mais bebidas e lá fomos nós. Sentamos a beira da praia e mais amassos se sucederam até o sol raiar. Logo pela manhã, deixei Agda na sua casa e fui embora com a cabeça fervilhando.

Chegando em casa, olhei no celular e li a seguinte mensagem: hoje é sexta, vamos passar um final de semana só nosso?

Liguei pra Agda e pedi a ela que separasse roupas para um fim de semana na praia. Tomei um banho, peguei o carro e fui busca-la. Assim que ela desceu peguei a estrada em direção a Búzios e depois de cinco horas de viagem chegamos numa pousada linda de onde se via o mar da janela da suíte.

Na minha cabeça eu só pensava naquele tempo perdido. Abri uma garrafa de vinho branco gelado, servi duas taças e brindamos ao nosso reencontro. Começamos a nos beijar com volúpia e nossas mãos não paravam. Fomos nos despindo e a cada peça de roupa que ia ao chão era uma sessão de beijos e lambidas.

Além dos nossos suspiros e gemidos, apenas o som do mar quebrando na praia. Agda estava sedenta, após tirar a minha última peça de roupa se ajoelhou e caiu de boca no meu pau. Me sugava com desejo, me punhetava e eu ia ao delírio assistindo aquela morena linda domando o meu pau.

Deitei-me na cama e Agda me ofereceu sua xana, iniciando um 69 intenso e sem pressa. Senti seu primeiro orgasmo escorrendo pela minha boca enquanto seu corpo liberava pequenos espasmos de tesão. Eu, já não a aguentava e mais alguns minutos gozei enchendo a sua boca de porra.

Agda se virou e deitou no meu peito, ainda com a sua respiração descontrolada. Ficamos recordando o inicio de tudo e mais uma vez voltamos a nos beijar. Agora seu corpo estava completamente em cima de mim e minha vara já dava novo sinal de vida.

Agda se posicionou e encaixou sua buceta molhada na cabeça. Aquele era o momento que eu havia esperado, o momento de sentir sua buceta quente devorando o meu pau. Ele entrou fácil e ela ergueu seu corpo iniciando uma cavalgada lenta mas prazerosa.

Aceleramos nossos movimentos e Agda gozou mais uma vez, agora com mais intensidade e gemendo bem mais alto. Eu apenas queria mais. Girei meu corpo colocando-a deitada com as costas na cama e lhe abri as pernas. Chupei por uns minutos mais uma vez e voltei a penetra-la com vigor. O som das estocadas se misturavam com o som do mar e os gemidos de mais um orgasmo.

Agda já havia perdido o controle sobre seu corpo e suas reações. Ela apenas obedecia e mudava de posições ao meu comando. De quatro, segurei suas ancas e a penetrei por trás.

Sua buceta molhada emitia sons ao receber meu pau que cada vez entrava e saia com mais força. Agda me brinda com outros orgasmos e eu retribuo lhe enchendo a buceta de porra.
Caímos cansados e realizados na cama da suíte. Após um tempo, seguimos para Hidro onde nos tocamos, acariciamos e transamos mais um vez.

Nosso fim de semana só não foi perfeito porque o ex namorado dela mandou centenas de mensagem pedindo perdão.

Hoje ela est casada e feliz. Nós vivemos um reencontro fatal e o destino cumpriu bem o seu papel.




ver comentários

Aviso:

Todos os comentários aqui exibidos são de inteira responsabilidade do comentarista. O site Clímax Contos Eróticos deixa claro nas suas normas que manifestações de pedofilia, racismo ou de qualquer outro teor ilícito serão banidas, assim como seus autores. Publicações ou comentários ofensivos aos demais membros poderão ser removidos.

Faça um comentário:



Sua nota para este texto:

Quero receber email sobre novos comentários.