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Meu chefe vizinho e nosso desejo(parte1)


autor: MCCMF
publicado em: 25/05/17
categoria: hetero
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Fonte: maior > menor


Sou uma jovem adulta de 23 anos, morena clara, cabelos castanhos claros, seios grandes, coxas grossas, bunda mediana, sou baixinha tenho 1.57 e um pouco gordinha 78kgs. Prazer, me chamo Clara.

Esse conto ocorreu faz 1ano. Quando era pequena costumava brincar muito na casa da frente do apartamento que morava, os vizinhos eram bem legais só que a gente cresceu e eles precisaram vender a casa. Fiquei triste quando soube que os novos vizinhos iam fazer de lá uma empresa, mas depois fiquei sabendo que o primeiro andar ainda ia ser uma casa. Como sempre mantive uma relação boa com todos não poderia ser diferente com eles. Um casal de 50 anos, Seu Marcos e Dona Mônica e seus dois filhos Matheus de 25 anos( branco, alto, cabelo moreno curto lindo, olhos claros quase azul, tatuagens pelo corpo e todo musculoso sarado, um típico 'deus grego') e a filha de 19 anos Milena.

Todos me tratavam muito bem, gostavam de mim e eu deles, porém o Matheus só falava comigo por a obrigação de ser educado, não entendia o motivo. Como faço faculdade de administração, precisei de um estágio temporário pra cumprir a cadeira obrigatória dá faculdade e eles me ofereceram a vaga. Fiquei muito feliz, a empresa estava bastante desorganizada tanto no físico quanto no serviço para o cliente e o balanço patrimonial estava um verdadeiro caos. Eu mesma sendo estagiária, ajudei a organizar tudo, sempre curti a área financeira e essa era uma chance para aprender. Fiz horas extras, pesquisava medidas de melhoras e até fazia reunião com os funcionários orientando e trazendo ideia. Era eu fazendo isso e Matheus me desprezando mais, ele até disse que o pai precisava me por no lugar se eu continuasse querendo 'mandar' na empresa, pra mim foi o ápice nesse dia, a falta de reconhecimento de tudo que fazia por lá me magoou bastante. Então, saí no meio do expediente e fui pensar, mas já estava decidida a pedir demissão. Caminhei pela praia e acho que orientado pelo pai o Matheus foi atrás de mim. Me encontrou sentada na areia, calada e pensativa, ele sentou do meu lado e permaneci quieta. Só fiz olhar pra ele rapidamente e senti o seu perfume, aquele perfume me deixava bem, mas não ia demonstrar isso, voltei a olhar pro mar.

O clima era tenso, ele me deixava tensa, e energia que um passava pro outro chegava a ser palpável. Ele então tentou relaxar e se encostou numa pedra atrás dá gente. Então o diálogo começou:

- Clara, eu queria realmente pedir desculpas pela forma que trato você. Eu... Não sei o que falar, mas vê você na empresa fazendo tudo que era a minha obrigação, tava ficando puto.

- (respirei fundo) Matheus, primeiro que se era a sua obrigação então já era pra você tá fazendo, mas não quero discutir isso e se você estava ficando puto era só me chamar pra conversar. E vamos ser sinceros?! Você nunca gostou de mim por algum motivo que não faço ideia.

- Não Clara, eu gosto de você. Esse é o problema.

(Ficou calado e eu agora me virei pra olhar ele)

- Você vai me dizer que problema está em simpatizar comigo?

- Ah Garota, me desculpa as palavras. Mas eu senti um tesão dá porra quando te vi pela primeira vez, mas eu namorava e tu é o tipo de garota que eu não fico. Você é cheia de si, responsável, nenhum pouco submissa então é incoerente eu sentir atração por tu. Mas quanto mais eu te tratava mal, mais eu não conseguia ficar longe, você não abaixava a cabeça nunca e me desafiava com esse teu jeito sempre.

(O silêncio reinou. Não sabia o que falar. Eu sentia desejo por ele também, muito, queria ele demais, mas ele me tratou mal, preferi esquecer o desejo e agir racionalmente.)

- Matheus diante que tudo que você falou, eu não tenho mais nada a declarar. Aprenda a esquecer esse desejo e amanhã eu vou sair dá empresa. Vou voltar hoje só pra terminar o que estava fazendo.

(Me levantei e fui pra empresa, sem deixar ele falar mais nada)

Tanta coisa pra terminar ainda na empresa que acabei passando dá hora lá, sendo que eu e ele passamos a tarde olhando um pra o outro, calados pensando no que tinha acontecido. Chegando a noite ele subiu pra casa dele e eu fiquei terminando, depois subi pra avisar que tinha terminado e que podia fechar a empresa. Ele tava sozinho só de bermuda, com aquele corpo lindo, fitei ele todo.A mãe o pai e a irmã tinham saído. Ele veio na minha direção:

- Desculpas Clara, não sai dá empresa por favor.

- Tá desculpado, não tem pq ficar guardando rancor. Mas eu vou sair.

- Janta comigo assim a gente conversa.

- Não Matheus, tô muito cansada. E a gente não tem o que falar.

Desci as escadas ele veio atrás e me abraçou, me apertou nos braços dele, ficou cheirando minha cabeça. A gente não conseguia falar nada, os dois queiram aquilo e era isso que a gente precisava. Ele sentou na escada e me puxou pro colo, fiquei alisando o rosto, sentindo a barba mal feita, apertando os braços dele. Ele beijou meu queixo, meu lábio inferior o superior e colocou a língua, procurando a minha, devagar, eu puxei o pescoço dele e aí a gente se beijou de verdade, forte, as línguas roçandos uma na outra, arranhei as costas dele, ele apertou meus seios por baixo, beijou meu pescoço eu gemia baixinho no ouvido dele. Ele me levantou nos braços e a gente foi pro quarto, se olhando, eu alisando seu rosto. Me deixou em pé perto dá cama e beijou meu pescoço, eu apertei o pau dele por cima dá bermuda, sorri quando senti q ele tava sem cueca, senti que era grande e grosso, queria ele logo. Mordi o lábio dele e fui descendo beijando o peitoral, mordiscando o tanquinho, soltei a bermuda e vi o pau dele, branquinho dá cabeça rosadinha, muito lindo.


(Continua...)



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