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81- Pai flagra filha se exibindo na cam


autor: Bernardo
publicado em: 26/05/17
categoria: hetero
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Fonte: maior > menor


Semana passada Mayara, uma linda moreninha de dezesseis anos resolveu entrar em uma sala de bate-papo e lá conheceu Jean um cara de 35 anos simpático e bom de conversa.. Conversaram animadamente de tudo um pouco, principalmente de música, cinema e literatura, assuntos que os dois dominavam e ele ganhou a sua afeição e de alguma forma conseguiu conquistá-la.

Depois de algumas horas, estavam falando descontraidamente e Jean começou a falar coisas carinhosas e amorosas o que fez com que ela entrasse logo no clima, até que em um certo momento da conversa ele perguntou como ela estava vestida e ela disse que estava só de camisola preta, sutiã e calcinha também preta. Então ele pediu se tinha problema de ela ligar a Cam, para poderem conversar melhor e ela aceitou já toda excitada.

Assim que se viram, ele deu um thauzinho para ela e sorriu da forma mais pervertida que um homem pode sorrir e pediu para ela se levantar para mostrar melhor o corpo para ele. E ela fez o que ele pediu e se levantou. Ele pediu para ela tirar a camisola e ela fez, já suando frio. Exibiu seus seios a ele que falou elogiando-os:

-Nossa, May. São lindos e perfeitos, parece de uma menininha recém entrada na adolescência. Parabéns.

- Obrigado. Eu particularmente não gosto dos meus seios porque são pequenos, mas ao ouvir seu elogio, senti-me bem e desejada. Não preciso nem dizer que minha bocetinha molhou ainda mais – ela disse.

- Eu sou maluco por seios e os seus devem caber na boca proporcionando um grande prazer. Hum, já imagino chupando-os, delicia – disse Jean pedindo para que apertasse os mamilos com força e os girasse e que a sensação seria de dor, porém cheio de prazer. Ela fez o que ele foi mandado e realmente a sensação era extasiante.

Ela até poderia gozar apenas apertando os peitinhos, mas ele pediu que ela parasse e a mandou tirar a calcinha. Como o tesão já tinha tomado completamente seu corpo, ela não perdeu tempo em abaixá-la. Para que Jean pudesse vê-la melhor, ajeitou seu notebook sobre a cama e se escancarou para ele, mostrando a xota infernalmente molhada e clamando por ser fodida por um pau. Ela ficou insana quando Jean lambeu os lábios ao vê-la mostrando o quanto a xana estava encharcada. Ele, com uma puta tesão também perguntou se ela queria vê-lo nu. Ela confirmou rapidamente balançando a cabeça, já com água na boca.

Assim que ele se mostrou, ela quase teve um infarto. Seu pau era grande e grosso ao ponto dela se questionar mentalmente se um dia fodessem realmente ele entraria nela.
Lentamente Jean começou a se masturbar e pediu para ela fazer o mesmo. Nessa brincadeira ela gozou duas vezes, enquanto Jean se segurava. Na terceira vez, ela já estava gemendo como uma cadela quando ouviu algo assemelhado a barulho de vidro quebrando perto da porta do seu quarto. Ao olhar na direção da porta, ela esperava tudo, menos ver seu pai mortalmente assustado e com olhos arregalados. Sem saber o que fazer, ela apenas fechou o notebook e se cobriu com o lençol. No chão estava um copo de vidro todo estilhaçado. Seu pai ainda continuava lá, parado e olhando, enquanto ela fazia o mesmo, muito envergonhada. Seu pai deu um passo para trás e virou-se de costas. Apenas foi embora sem falar nada.

Ela sempre foi muito putinha, mas tinha uma regra de nunca deixar seus pais saberem sobre este seu lado devasso, e agora, tudo ia ralo a baixo por causa da sua displicência, já que ela nem tinha checado se a porta do seu quarto estava trancada. Ela estava atordoada. Sabia que tinha passado dos limites e que jamais seria perdoada, no entanto, precisava ao menos pedir desculpas. E foi o que tentou fazer.

Ainda enrolada no lençol, andou até a porta e a trancou, então correu para o banheiro, tomou um banho longo, pensando em formas de se explicar para o pai, afinal, ele sempre lhe deu tudo que ela queria: dinheiro, roupa, essas coisas. E parecia que agora eu ia perder a sua galinha de ovos de ouro. Vestiu-se decentemente e muito hesitante saiu do quarto. Primeiramente encontrou seu irmão jogando video-game na sala e perguntou se ele tinha visto o pai e ele apenas respondeu que ele tinha saído e que avisou que não tinha hora para voltar.

Ela perguntou a quanto tempo ele e o pai estavam em casa. O irmão disse que tinha acabado de chegar e que o pai tinha saído assim que ele entrou em casa, e ainda comunicou que parecia que ele tinha visto um fantasma. Que estava pálido e que visivelmente tremia. Aquilo só a deixou mais temerosa. Pobre do seu pai. Voltou ao seu quarto, e desligou o celular, já que Jean não parava de ligar.

De repente a mãe foi até ao seu quarto e bateu na porta. Ela pensou: FUDEU!
A mãe não tem costume de ir no seu quarto quando chega do trabalho. De alguma coisa ela sabia. Ela tentou fazer cara de santa então abriu a porta. A mãe sorriu para ela.

- Que bom que te encontrei acordada. Trouxe isso para você! – ela lhe mostrou um vestido soltinho longo. E ela suspirou aliviada.

- Obrigada, mãe.

- Que foi, filha? Você está meio estranha – ela comentou, talvez percebendo seu nervosismo.

- Nada não. Só sono mesmo.

- Então está bom. - deu de ombros e deu-lhe um beijão na testa falando que ia dormir e pediu que ela fizesse o mesmo e antes de sair, já estando na porta disse: - Amanhã quem vai te levar para o colégio é o seu pai, certo? - ela sentiu suas entranhas entrando em derretimento.

- Porque é o papai que vai me levar? Tadeu já não faz isso - ela falou, agora estremecendo internamente.

- Seu irmão vai sair mais cedo. E eu já falei com seu pai e ele disse que vai te levar. Agora vá dormir, querida.

- Mas mãe... - ela tentou argumentar.

- Vá dormir -ela mandou.

May entrou novamente no quarto e se deitou na cama, sabendo que sono seria a última coisa que sentiria naquela noite. Seus pensamentos estavam em como ela iria olhar para a cara do seu pai quando fosse entrar no carro. Ela não sabe quanto tempo passou tendo divagações de pensamentos. Só sabe que acordou com meu celular esperneando com o alarme. Sonolenta, caminhou até o banheiro, tomou um banho e voltou ao quarto, onde vestiu qualquer roupa boa para ir até o colégio. Demorou a sair do quarto, porém quando o fez, a primeira pessoa que encontrou foi o pai. Ele não a olhou, apenas passou por ela como se nem a conhecesse. Ela sofreu internamente porque o amava e ser ignorada doía mais que levar uma surra.

Quando sentou-se à mesa para tomar café, seu pai não estava lá, aliás, nem ele e nem o Tadeu e nem a mãe. Só estava ela, já que mãe trabalhava como gerente em um restaurante e ela saía cedo e chegava tarde. Ela tentou ficar calma, mas quando andou em direção ao carro, seu coração começou a bater forte no peito. Seu pai já estava dentro esperando-a. Ela entrou, pôs o sinto, mantendo a cabeça baixa para mostrar que estava arrependida, porém não houve um pio vindo da parte dele. Deu partida e começaram o trajeto.

O colégio ficava longe de onde moravam e demoraria um pouco até chegar lá. Então ela resolveu conversar com ele.

- Pai, eu...

- Cala a boca – ele mandou. Não foi um grito, apenas um pedido severo e calmo.

- Mas, pai.

- Cala a boca – ele não a deixava falar.

- É sério pai. Eu...

- PUTA QUE PARIU, MAYARA, FICA CALADA! VOCÊ OBEDECE UM PERVERTIDO, MAS O SEU PAI NÃO NÉ? FICA CALADA OU VOU FAZER ALGO QUE IREI ME ARREPENDER DEPOIS.

- Mas pai. Só me deixa pedir desculpas. Por fa... – ela não completou a frase porque levo um tapa bem forte na cara e colocou a mão na boca para controlar o choro.

- MANDEI FICAR CALADA, SUA GALINHA. – ele gritou agora muito irritado.

Ela chorou em silêncio, afagando o lugar que tinha apanhado. Tudo estava "normal" até ela ver o pai pegar o retorno. Queria perguntar porque ele estava voltando, mas sabia que se abrisse a boca, iria apanhar de novo, e não era isso que ela queria. Porém assim que chegaram em casa novamente, ela soube que seu couro iria esquentar.

- Sai do carro e vá direto para o seu quarto. – ele mandou ainda sem a olhar.

Naquele momento ela se apegou com todos os santos pedindo que nada de ruim lhe acontecesse e assim caminhou cabisbaixa até o meu quarto. Sentou-se sobre a cama e o esperou chorando ainda, tentando causar alguma comoção em sua pessoa. Ele entrou com passos pesados e trancou a porta. Foi até a sua frente e fez questão de tirar o cinto. Ela fechou os olhos, caindo no desespero. Ele iria lhe dar uma surra. Tudo bem que ela merecia, mas violência não leva a lugar nenhum.

- Levanta. – ele mandou.

Ela negou, recebendo logo em seguida uma lapada no seu braço. O couro queimou contra a pele, e logo a dor se alastrou pelo seu corpo fazendo-a erguer-se rapidamente.

- Vira de costa – ele mandou.

- Pai...

- Cala a boca e vira de costa. – mandou novamente.

Seu pai nunca foi um cara agressivo. Por outro lado, era sempre muito calmo e só quem batia nela e no irmão era a mãe. Agora ela já não o reconhecia. Todo aquele tamanho em 1,91 estava causando-lhe medo, e seus olhos que antes eram castanhos claros agora estavam negros, como se tivessem mudado de cor. Seu pai não era um cara bonito, mas tinha um charme por conta de sua barba, sempre por fazer, mas sempre muito bem cuidado. Já sua mãe era mais linda, e o pai sempre ressaltava que tinha sorte por ter-se casado com ela. Mayara batia no peito do seu pai de tão grande que ele era perto dela. Desesperada, virou de costa como ele pedira.

- Tira a calça e levanta a blusa. – ele andou.

- Pai, por favor, não faça isso.

- Oh, caralho. Faz o que eu estou mandando, inferno. Vamos...- mortificada, ela abaixou a calça. Com violência seu pai a segurou pelo braço e a empurrou contra a penteadeira e disse:

- Se segura nessa porra e empina a bunda para trás.

- Eu sinto muito pai, me desculpe – ela chorou.

- Faz logo, sua galinha.

Como ela sabia que já ia apanhar mesmo, inclinou-se.

- Quantos golpes eu der em você, quero te ouvir contar. E se parar, vou repetir tudo de novo.

- Aí - ela gritou quando a primeira lapada foi dada.

- Conta, vadiazinha.

- Mas pai – ela gritou.
- Conta sua filha da puta. – Ele esbravejou.

- Um. Dois. Três - a cada golpe mais forte ficavam as lapadas e ela contou até trinta, chorando e sentindo a bunda em carne viva.

- Isso é para você aprender a não se tornar um vagabunda. Vai ficar sem sentar direito até semana que vem e se eu te ver perto desse seu celular, ou do computador lá da sala, eu vou te surrar de novo e dessa vez vai ser até cinquenta. Vou ficar com isso. – ele pegou seu celular e seu notebook e saiu do quarto, respirando com dificuldade.

Ela apenas continuou chorando, e com cuidado se deitou de bunda para cima na cama. Nem se embrulhou por um simples toque de qualquer coisa na carne da minha bunda já ardia como inferno. Chorando, pegou no sono.

Em alguma parte da noite, ela sentiu algo em sua testa. Ao abrir os olhos viu seu pai olhando, com olhos molhados. Parecia estar chorando. Magoada com ele, May afastou-se de seu toque e virou a cara para o lado.

- Filha, olha paro o seu pai, vai. – ele pediu com voz chorosa.

- Vai embora do meu quarto. Te odeio. – ela disse sem medo de apanhar de novo.

- Desculpe, mas você mereceu. Foi uma decepção terrível te ver fazendo aquilo para um estranho. Não foi com esses princípios que eu te criei.

- Mas não precisava me espancar cruelmente como fez. – ela disse voltando a chorar novamente. Minha bunda ainda latejava.

- Eu sei. Perdi a cabeça. Desculpa.

- Não. Vai embora daqui. – ela pediu ainda chorando.

- Não vou. Vim passar isso aqui nas suas nadegas.

- Não ouse tocar em mim novamente – ela se afastou levantando da cama.

- É para não ficar roxo, filha, deixa.

- Não.

- Filha, eu te amo. Deixa. Prometo que vou embora depois.

Ela pensou melhor pois seria feio ficar com bunda roxa e como ela mesma não podia fazer aquilo, resolver permiti-lo.

- Mas você tem que ir embora depois - falou e o pai assentiu.

- Tira a calcinha para eu passar na bunda toda.

- Não. Passa só dos lados.

- Tira logo, May. Eu sou seu pai, não um pervertido qualquer.

Ela fez o que ele pediu, abaixando a calcinha até os tornozelos. Seu pai, com bastante cuidado começou a passar uma pomada na carne ferida. Era algo aliviante, mas a pressão que ele fazia também a deixava dolorida. Em determinado momento, ela sentiu as mãos dele viajar até a fenda da sua bunda e seus dedos fizeram pressão no seu anelzinho.
- Que isso, pai? – ela perguntou assustada.

- Deixa o papai ver, filha?

- Não. Tá louco. Isso é incesto! - rebateu, porém rapidamente seus dedos deslizaram para dentro da sua bocetinha e foi fácil para ele perceber que ele não era mais virgem.

- Deixa o papai te acariciar, deixa filha? Deixa tu te dá carinho.

- Tá doido, pai. Isso é pecado. Não pode

- Claro que não, filha. Deixa só um pouco, para aliviar sua dor.

- Mas pai. - seus dedos fizeram movimento de entra e sai.

- Deixa meu amor...

Ela que já era putinha mesmo, porque não aproveitar com meu pai. Concordou sem falar mais nada, apenas enfiou seu rosto no travesseiro e pode sentir os movimentar de seus dedos dentro dela. Seu pai encontrou um ponto dentro dela que toda vez que ele pressionava ela sentia espasmos pelo corpo e com isso gemia também. Percebendo que tinha encontrado seu ponto G, ele investiu nele até mover-se com mais violência, assim levando-a ao orgasmo extremo. Ela gemia mordendo os lábios. Não queria que ninguém a escutasse.

- Mas meu bumbum dói.

- Tente. Quero te acarinhar aqui na frente.
Esforçando-se e com cuidado ela se virou. Sua bunda reclamou, porém, aguentou a dor. Sem esperar, seu caiu de boca na sua xota e sugou todo o gozo que ele tinha lhe proporcionado, fazendo-a vir novamente. Enquanto ela se contorcia tentou falar.

- Pai, isso é errado. Eu sou sua filha.

- Sim, eu se disso, mas errado é você se mostrar a estranhos.

- Eu só estava me divertindo.

- Pode se divertir comigo agora. Quero que esse seja o nosso segredinho, certo?

- Tá bem.

- Filha, quero comer você, mas não quero te forçar. Me deixa foder sua bocetinha gostosa, deixa.

- Mas isso é pecado.

- Pecado é quando é forçado. Deixa, amor.

- Tá bem. Mas ninguém pode saber.

- Certo, amor ninguém pode saber. Eu prometo.
E em questões de segundo seu pai estava em cima dela, mesmo que ele ainda estivesse vestido, ele conseguiu enfiar o pau dentro dela. Era grosso, não tanto quanto o do Jean, mas ainda sim houve dificuldade para a penetração. Assim que ele se enfiou completamente, ele começou a se movimentar, consequentemente rasgando-a por dentro. A dor fazia-se presente por causa da bunda machucada e o pau dentro dela, dilatando, mas em determinado momento, a dor foi apenas um complemento para o seu prazer. Ele se movimentava com violência dentro e ela se forçava contra ele querendo mais contato. Uma das suas mãos foi de encontro ao seu seio, e quando ele o apertou fortemente, ela gozou, e ela a seguiu logo em seguida. Ele caiu ao seu lado, abraçando-a logo em seguida dizendo:

- Te amo, minha filha. Desculpe pela surra. – ela ficou calada.

- Quero fazer isso sempre com você. Posso? – ela não respondeu de imediato porque logo em seguida caiu no choro, com peso na consciência por ter feito o seu pai trair a sua mãe com ela.

De repente se levantou e mesmo estando nua correu para o banheiro, desesperada. Seu pai até tentou falar com ela, mas ela não quis papo. Agora os dois fingem que nada aconteceu, mas ela não pode evitar sentir desejo por ele, mesmo sabendo que é errado. O que vocês acham que ela deve fazer? Por favor, ajudem-na.

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