"Os mais excitantes contos eróticos"


Perdendo a conta no meio da tarde


autor: Publicitario45
publicado em: 09/06/17
categoria: hetero
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Fonte: maior > menor


Já contei uma aqui como conheci Melissa. Uma menina linda, de 26 anos que mora na minha cidade e que vira e mexe a gente se encontra na casa dela. Pois bem, dia desses passamos a semana conversando pelo Whatsapp. Muita provocação, vídeos, frases de duplos sentidos e o tesão foi subindo dos dois lados.

Do lado de cá ficou mais intenso quando ela me disse que tinha dado pra um amigo na tarde anterior, meu pau latejou na hora, quase explodiu de tesão.

A provocação continuou até que no meio da tarde eu sai do trabalho e fui pra casa dela. A porta estava aberta, encostada e eu já fui entrando na sua casa.

No quarto Melissa me esperava deitada, de calcinha, de bunda pra cima. Dei-lhe um tapa apenas para deixar claro que eu queria trepar muito.

A menina não perdeu tempo, abriu meu zíper, sacou meu pau e meteu ele inteiro na boca, me chupando com força, como se estivesse com fome. Me deitei na sua cama e ela largou meu cacete, veio beijar minha boca e imediatamente meus dedos começaram a massagear sua boceta por cima da calcinha que já dava sinais de umidade. Ela gemia baixinho, rebolava nos meus dedos, abria as pernas e eu sentia sua boceta cada vez mais molhada e quente.

Coloquei a calcinha de lado e cai de boa. Melissa não gosta de chupadinha e lambidinhas. Com ela tem que ser intenso, ela tem que sentir a pressão da boca quase engolindo sua xana. Chupei, mordi, brinquei com o grelo e ela foi gozando na minha boca e para cada gozada eu bebia uma quantidade de mel que escorria de dentro dela.

Comecei a penetra-la com os dedos, com mais força e intensidade. Melissa gemia, se contorcia a cada estocada e pra aumentar a pressão passei a chupar seu grelo, não tardou e ela gozou de novo deixando meus dedos melados.

- deita aqui safado!!

Deitei com o pau duro como pedra, quase explodindo de vontade de trepar. Ela veio por cima e sentou engolindo meu cacete de uma vez só. Melissa arfou, deu um gemido, se posicionou agachada em cima de mim e começou a quicar no meu pau, o som dos nossos corpos se chocando ecoavam no quarto se misturando aos seus gemidos que ficavam mais alto a cada gozada. O mel escorria, eu chamava de puta, dava uns tapas na sua bunda e Melissa seguia gemendo que gozando como uma cadelinha no cio.

Pediu pra ficar de quatro e eu a virei, coloquei a cabeça do pau no cuzinho e fui forçando, sem dó, sem piedade alguma. Melissa pediu calma e com uma das mãos tentou me segurar. Predi sua mão e fui forçando.

- isso é pra você aprender a não me provocar falando que deu pra outro.

- gostou safado?

- gostei, mais vai pagar por isso.

- então mete tudo na minha bunda e goza dentro.

Comecei a estocar com força e Melissa apenas gemia e pedia mais. Sua pele brilhava de suor, o quarto estava quente e o pau entrava numa velocidade frenética até que senti meu corpo esquentar e gozei, gozei com vontade e caímos na cama.

Depois de uns copos de agua pra matar a sede, Melissa pegou meu pau melado e meteu na boca. Nossa, como sabe chupar uma rola aquela menina. Lambia da cabeça até o meu saco, mordia, fazia pressão, alisava com as mãos, esfregava na sua cara e depois metia na boca de novo. Depois que ele estava vivo de novo, ela sentou novamente, rebolou e não demorou pra gozar de novo.

Nos viramos e eu a coloquei na beira da cama, peguei suas pernas, abri bem e comecei a meter com força. Novamente o som das estocadas ecoaram no quarto, ela gemia descontroladamente, pedia mais e gozava, se contorcia, sentia espasmos e eu continuava socando cada vez mais forte a cada gozada que ela dava.

- quero te chupar de novo.

Deitei e Melissa se pôs a me chupar outra vez, sem pressa mas com volúpia. Meu pau desaparecia na sua boca, eu sentia um calor na cabeça que me deixava louco de tesão.

Depois de minutos, com meu pau melado de tanto ser chupado, Melissa sentou na minha rola e se colocou a cavalgar de novo, gozou mais algumas vezes e eu gozei pela segunda vez logo em seguida.
Tomei um banho e na hora de me despedir perguntei se ela tinha contado quantas vezes ela havia gozado.

- não tive tempo.

Nos beijamos e eu voltei pro trabalho.





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