"Os mais excitantes contos eróticos"

 

86 -Aprendendo a ser gente grande


autor: Bernardo
publicado em: 14/06/17
categoria: hetero
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Fonte: maior > menor


Seu nome é Gisela, 20 anos e mora em São Paulo. Quando tinha 16 anos estudava em um colégio na zona norte e ficou muito amiga de Maria Amélia e passaram a frequentar a casa uma da outra com muita frequência. Os pais de Maria Amélia tinham um sitio em São Roque onde elas passavam juntas as férias e muitos feriados prolongados.

Nas últimas férias dezembro, depois que elas já estavam no sítio, curtindo o sol à beira da piscina, a mãe de Maria Amélia teve que retornar a São Paulo com urgência para resolver um negócio de família e Maria Amélia teve que acompanhá-la, ficando ausente dois dias. No sítio, Gisela ficou super à vontade, pois ela já era considerada da família e o seu Jorge, pai de Maria Amélia era uma pessoa muito bacana e sempre a tratava super bem. No primeiro dia ela se levantou pelas 10 hs, tomou banho, colocou seu biquíni e uma bermuda folgada por cima, camiseta, havaianas e foi tomar café. Seu Jorge estava na pequena sala que usava como escritório, mas parou o que estava fazendo e foi acompanha-la no café. Conversaram um pouco e ele voltou ao trabalho, combinando que se encontrariam no almoço.

Gisela acabou seu café e foi para a piscina, o sol estava maravilhoso e ficou, bem à vontade dando braçadas para lá e para cá e de vez em quando saia para se deitar e tomar sol e voltava para a piscina e em uma dessas vezes percebeu que seu Jorge a observava da janela do escritório e isso mexeu com a sua imaginação, pois, apesar da idade, ela era uma mocinha bem bonitinha, baixinha, pele bem clarinha, cabelos curtos cor de mel, coxas grossas, bumbum cheio e arrebitado, seios pequenos mas bem formados e ele era um coroa simpático e deveria ser um professor bom de cama.

Almoçaram juntos, e à tardinha pegaram uma piscina juntos. Ele era mesmo um coroa legal, tinha uma barriga de chopp, um peito bem peludo, grisalho e um rosto bonito. Ele adorava cerveja e a oferecia uma de vez em quando com um ar de cumplicidade que ela adorava. Conversaram bastante, até que seu Jorge disse que iria sair, que precisava resolver umas coisas na cidade e que voltaria tarde da noite.

Gisela ficou curtindo o sol e aproveitando que estava sozinha resolveu ficar totalmente peladinha, depois de fazer um lanche ficou vendo a novela, conversou com a amiga pelo chat do facebook e foi dormir. Por volta das duas horas da manhã acordou com barulhos estranhos e ao verificar o que era, percebeu movimentos vindos do quarto do seu Jorge, e ao se aproximar com todo cuidado, pode ver pela fresta da porta que o pai da sua amiga estava deitado na cama de barriga para cima e uma garota bem jovem, talvez com a mesma idade dela, o cavalgava com as mãos sobre seu peito.

Ela ficou paralisada de susto e com um nó horrível na garganta, talvez de medo, de tesão, não se sabe, só que espiou outra vez e a garota naquela hora estava saindo de cima do pau dele; ela ficou de quatro e seu Jorge pegou-a por trás. O pau dele era enorme, muito grande e muito grosso e ele se ajeitou para comer a menina por trás. O instinto de Gisela a fez fugir dali pois o medo de ser descoberta era insuportável. Foi para o quarto e tentou dormir, mas não conseguiu e ficou pensando que aquilo era uma traição com a mulher dele e isso a indignava; ao mesmo tempo as cenas daquele cacetão a excitaram e não saiam da sua cabeça e instintivamente começou a se masturbar imaginando estar no lugar daquela garota.

Pela manhã ao tomar café, seu Jorge não estava, já havia saído e ela não sabia para onde. Passou o dia com as cenas dele e da menina fermentando a sua cabeça e só se viram no jantar. Gisela já estava melhor e podia disfarçar o seu embaraço de haver penetrado na intimidade dele sem que ele soubesse. Nessa noite ele bebeu muito vinho, e ficou meio que jogado no sofá, vendo televisão. Ela ficou por ali também e, como ele estava com um shorts bem largo, arriscava de vez em quando um olhar para o pau dele, que a impressionara tanto quanto no dia anterior. Deu meia hora e ele se despediu e foi se deitar.

Ela ficou ali na sala, meio frustrada porque não conseguira ver nada pela perna do shorts. Quando desligou a TV e foi se deitar, a porta do quarto dele estava escancarada, a luz de cabeceira acesa e ele largado sobre a cama vestido só de cuecas. A cena era hipnotizadora para ela: o peito bem cabeludo e aquele barrigão; e as cenas do dia anterior que não saíam da sua cabeça. Depois de alguns minutos, com o coração na boca, resolveu entrar no quarto. Se ele acordasse ela diria que estava lá para ver se ele estava bem, se a bebida não tinha feito mal, para apagar a luz, seja o que fosse.

Ela ficou ao lado da cama, olhando fixamente o volume do seu pau na cueca. Não se sabe quanto tempo ficou ali, mas de repente ele se mexeu na cama e ela ficou paralisada de medo; dormindo pesado, ele ajeitou o pau, que começou a crescer. O safado estava sonhando, provavelmente com a menina do dia anterior. Vez ou outra ele alisava o bruto, que continuava crescendo, forçando a cueca. Até que ele afastou o elástico da perna e aquele cacetão soltou para fora. Que fantástico! Um cabeção grosso e ele latejava. Ela que já havia dado umas pegadinhas no pau de um colega da escola e visto muitos filmes pornográficos, se exibido na webcam com a amiga e visto muitos cacetes pela internet, nunca tinha visto uma pica assim. Deu uma vontade tremenda de pegar nele, mas não tinha coragem. Saiu de fininho e foi para o seu quarto.

Deitou-se de bruços, ajeitou a calcinha bem no reguinho, levantou a camiseta, deixando a bundinha à mostra, e ficou em transe quase gozando e ficou imaginando que ele acordava e vinha olhá-la também. Deu algum tempo e ouviu barulho; seu Jorge estava se levantando. Ela ficou imóvel, quase não respirava, mantendo a posição em que estava. Ele foi até à porta do quarto e ficou um tempão ali olhando para ela. Depois tirou seu pau para fora e o acariciou. Meio de lado, cabeça entre os braços, ela via seus movimentos. Ele tocou uma punheta bem devagar olhando-a e gozou na mão, depois saiu, foi se limpar e voltou com um pano, limpando o chão em que havia caído um pouco da porra que aquele caralhão produzira. Depois voltou ao seu quarto e apagou as luzes. O silêncio voltou, exceto no dela coração dela, que estava aos pulos. Esperou um pouco, se levantou e foi dar uma outra espiada. Estava muito escuro, não viu nada e voltou para a cama. Não conseguia dormir, a cena da punheta e aquele pauzão não saía da cabeça e ela estava em fogo. Bastante tempo se passou, não se lembra quanto. Sentiu então que a luz fora acesa e percebeu que seu Jorge foi até à porta do quarto. Ele aguardou um pouco e a chamou pelo nome; ela virou o rosto e respondeu. Vestido apenas com o shorts, o barrigão de fora, ele entrou no quarto e sentou na cama. Ficou algum tempo em silêncio e perguntou se estava tudo bem; ela disse que sim, e ele disse que estava um pouco quente e que havia acordado e estava difícil pegar no sono novamente e perguntou se podia ficar por ali um pouco; parecia que ainda estava um pouco alto da bebida mas ela o tratava normalmente. Enquanto falavam abobrinhas, ele ficava passando a mão no seu cabelo e ela pode ver que ele estava sem cueca e que seu pau estava duro, forçando o shorts. Apesar de estar escuro no quarto, vez ou outra ela o via levar a mão disfarçadamente até ao pau e dar uma segurada nele. Ele devia estar morrendo de tesão, assim como ela também.

Então ela se virou de lado para conversar melhor e assim desse modo, ele pode ver seus peitinhos quase saindo para fora da camiseta larga. De repente ele perguntou se ela não estava um pouco tensa e se queria uma massagem nas costas para relaxar e dormir. Disse isso, e a virou de bruços e, se ajeitando melhor, começou uma massagem nas costas dela por cima da camiseta. Ela ficou com o rosto de lado e, como ele estava sentado na cama com a perna dobrada, ela tinha uma visão do seu pau duro pela perna do shorts. Quando ele se ajeitou melhor ela pode ver a cabeça grossa do seu pau saindo do shorts e não resistiu: a pretexto de se ajeitar melhor deixou o braço sobre sua perna, encostando no seu pau. Ele passou a se movimentar e a tentar que seu pau, disfarçadamente, saísse mais para fora do shorts. Ela tinha certeza que ele queria, mas não tinha coragem de tomar a iniciativa e aguardava que ela desse o primeiro passo e ela esperava que ele desse esse passo. Então ele se virou um pouco mais e lhe deu um beijo na cabeça; nesse momento seu pau alisou seu braço, e ela não resistiu e passou a mão.

Seu Jorge a virou de frente, suspendeu sua cabeça e lhe deu outro beijo agora beijo de língua que a deixou sem folego e perguntou, sorrindo, se ela queria brincar com ele e foi tirando o pau todo para fora, pegou a mão dela e a levou até ele. Ela segurou firme e ficou olhando e mexendo bem devagar. Ele aproveitou e passou a mão nas tetinhas dela e na bucetinha. Ela tentou fechar as pernas, mas ele as abriu, colocou a calcinha de ladinho e alisou bem gostoso.

Ficaram assim, um bom tempo, ele alisando a xaninha e ela segurando firme no pauzão dele. Então ele se levantou e, a pegando pela mão, a pôs de pé na sua frente, tirou sua camiseta, se abaixou um pouco e chupou seus peitinhos alternadamente. Gisele estava em fogo, faria o que ele dissesse para fazer. Logo ele se levantou, a abraçou forte e seu pau deslizou entre suas pernas. Ele começou a enconchá-la e pegou a mão esquerda e a fez segurar seu pau, pedindo para bater uma punheta em suas coxas. Ela estava doida e começou a se esfregar naquele caralho enquanto batia a punheta e olhava para baixo, fascinada, e via aquele pauzão na mão que mal se fechava de tão grosso. Ela queria vê-lo gozar nas suas pernas e não demorou muito recebeu um jato forte, seguido de muitos outros. Ele tinha um gozo abundante e a melou toda. O safado gemeu gostoso e quando terminou foi até o banheiro e trouxe papel higiênico, a limpou, limpou o chão e disse que agora ela deveria dormir. A deitou na cama, deu-lhe um beijinho e saiu.

Gisele não consegui ficar muito tempo sozinha e voltou ao quarto dele e o encontrou largado na cama, pelado; ela se sentou na beira da cama e pegou de leve no pau dele. Começou a punhetá-lo, enquanto ele gemia e aquele monstro crescia em sua mão. Não resistiu, se abaixou e passou a língua no pauzão, queria sentir o seu gostinho, fazer que nem a garota da noite anterior e colocou-o na boca e mamou até ficar bem duro; punhetava e chupava, queria foder. Estava tão alucinada que chegou até a machucá-lo. Então se colocou por cima dele e ficou esfregando a bucetinha no seu pau e beijando seu peito peludo, sua boca e pegando no seu pau.

Ele, por sua vez, passava a mão na bunda dela e por traz procurava o buraquinho da bocetinha e as vezes acariciava seu cuzinho. Ela queria que ele a comesse, mas tinha medo; quando ele começou a direcionar seu pau para a rachinha ela pediu a camisinha, mas ele disse que não precisava por que tinha operado. Ele tentou enfiar e não conseguiu; então a colocou de quatro e pediu que salivasse bem o seu pau, se acomodou em suas costas e forçou. Ela sentiu muita dor e tentou escapar, mas ele a segurou firme e empurrou. O cabeção passou, rompendo o seu hímen e ele começou a fazer um vai e vem enlouquecedor. A cada estocada ele entrava um pouco mais, estava arrombando-a, mas apesar da dor, ela queria mais. Estava muito doida de tesão. Não havia entrado nem a metade quando ele disse que ia gozar, que queria fazer isso na sua boca. Tirou de dentro e meteu a boca dela com vontade. Quase se afogou em tanta porra, mas adorou. Ela estava completamente entregue àquele homem.

Na manhã seguinte e várias vezes por dia até à chegada da amiga e de sua mãe, seu Jorge a comeu, a arrombou de todos os jeitos e a fez sua ninfeta particular. Depois daquelas férias passaram a foder regularmente no sítio. Gisele não conseguia viver sem aquela pica. Tempos depois ela arrumou um namorado, mas seu Jorge continuou comendo-a. Ele a faz muito feliz ainda hoje, embora seus
encontros sejam bem mais raros.

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