"Os mais excitantes contos eróticos"


Macho Alfa - O Sarado tinha Namorada.


autor: marombasafado
publicado em: 18/06/17
categoria: gays
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Fonte: maior > menor


PARTE 5

Logo depois de ter arrombado o cu do novinho do Hornet eu fui para a casa do marrentinho sarado que tinha uma namorada. Fomos nos comunicando por mensagens durante o caminho, que não demorava mais do que 10 minutos.
Quando cheguei lá, ele já estava no portão me esperando apenas de toalha. Nos cumprimentamos com um aperto forte de mãos.
“Entra ae”, disse, de um jeito másculo, abrindo a porta para mim e apontando para dentro com o polegar. A porta não seria a única coisa que ele iria abrir para mim, pensei.
O celular dele tocou.
“Oi amor”, disse ao atender e ao mesmo tempo ia me conduzindo em direção ao seu quarto. Imaginei que fosse a namorada dele. A ligação foi breve, “Beijo”, e desligou.

Jogou o celular sobre a cama, se ajoelho diante de mim e começou a alisar e esfregar a cara na minha pica sob a calça. Confesso que esperava um beijo dele antes mas aquilo me deu um puta tesão. Ele rapidamente abriu meu zíper, tirou meu cacete pra fora e o abocanhou ainda mole preenchendo toda a sua boca. Ele começou a me mamar como um bezerro faminto, engolindo todo o meu pau, fazendo-o crescer dentro de sua boca.
“Senta aí”, me disse apontando para a sua cama.

Sentei e ele começou a se deliciar com aquele pedaço de carne que enchia a sua mão. Alternando entre mamadas, punhetas, beijos e cusparadas. Ele segurava meu pau e batia para mim dando apertadas firmes, beijos molhados. Segurava minha pica com as duas mãos como se fosse um troféu
Eu estava sentado na beira da cama e ele ajoelhado diante de mim com o rabo empinado. Com seus braços ele me envolveu pela cintura e sugava meu pau ora freneticamente ora bem devagar. Ele era o tipo de macho puto que sabe bem o que quer e do que gosta.

O safado deslizava a língua da cabeça até a base olhando nos meus olhos, abocanhava as minhas bolas me dando a sensação de que ia engoli-las. Meu estava tão babado que sua saliva escorria por minhas bolas umedecendo o lençol. Ele batia e esfregava a minha pica na sua cara. Seu rosto estava tão lambuzado de saliva que brilhava. Quando ele tirava o meu pau da boca, sua baba ficava ligada da sua boca ao meu pau enquanto escorria devagar.
Enquanto ele me olhava de baixo com aquela cara de macho safado eu segurei seu rosto molhado, juntei saliva na minha boca, sinalizando para ele que ia cuspir, ele abriu a boca para mim e dei-lhe uma cusparada na cara. Fui com meu rosto de encontro ao dele e nos beijamos.

Ele se levantou enquanto me beijava. Fui mais para o meio da cama. Pegou o lubrificante ao lado da cama e deslizou a mão por todo o meu pau. Ele veio sobre mim e sentou em cima do meu caralho. Seu cu ia engolindo o minha pica bem devagar, ele foi deslizando até que seu rabo encostasse nas minhas bolas. O puto era muito guloso. Um verdadeiro profissional.

Uma vez dentro dele, o macho começou a fazer a sua série de agachamentos, ele subia até a cabeça de minha pica quase sair de dentro dele e descia até os nossos corpos se chocarem.
A cada vez que os nossos corpos colidiam, ele gemia forte e me olhava nos olhos.

Encaixei meu corpo no dele, o coloquei de frango assado na cama e comecei a fodê-lo. Agora, controlando foda por cima e com ele totalmente exposto e vulnerável sob meu corpo, ainda assim, ele não se intimidava. “Me fode, isso, fode meu cu”, o macho me implorava. Eu tirava meu pau de seu cu e o introduzia de uma vez só. As vezes eu tirava meu pau de dentro dele, passava a cabeça na entrada e demorava a enterrar dentro novamente, provocando-o. A expressão em seu rosto era de suplica por meu cacete cravado dentro dele.

O celular no canto da cama toca. Ele pegou, olhou quem era e deixou tocando. Na tela tinha a foto de um garota com o nome “Amor”, supus que era a namorada de novo. Enquanto isso ele me pedia para fodê-lo mais. Eu enterrava minha pica inteira dentro de seu cu, ele tremia e urrava feito um animal.
Enquanto eu fodia seu cu, ele alisava minhas pernas, meus peitos, me segurava firme pelos braços. Ele queria tanto dar o cu que mesmo comigo metendo, ele mexia e rebolava o rabo pra mim. Enquanto eu metia e punhetava-o ele mordia o meu pau com seu cu. De repente ele lançou jatos fortes de porra que vieram na minha cara e escorriam por minha boca e barba. O tesão me fez gozar também com o meu pau enterrado nele. Não tirei de dentro dele enquanto eu não havia depositado cada gota de porra em seu cu.

Nos limpamos, vesti minha roupa. E fui me direcionando à saída.
“Tu tá livre amanhã? Nesse horário eu sempre tô livre. De segunda a sexta.”, o cara era fominha de pica mesmo. Esse foi um dos machos mais safados que já tracei.
Não dei certeza de nada para ele e fui embora.



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