"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Minha Segunda Vez...


autor: Leomar
publicado em: 18/06/17
categoria: gays
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Fonte: maior > menor


Minha Segunda Vez…..


Era início de tarde e ali estava eu naquele quiosque sem ter muito o que fazer, Paola minha esposa tinha ido visitar uma amiga, então resolvi caminhar e por fim beber algo. Enquanto tomava uma caipirinha de vodca, no meio das mesas cheias pude observar um casal a uns dez metros em uma mesa a minha frente. Eles pouco falavam mais podia trocar o olhar com Vitor que depois claro acabei sabendo seu nome. Ele era sem dúvida um garotão que chamava atenção por sua beleza física e corpo bem malhado, estava sem camisa. Entre bebericadas da caipirinha, nossos olhares se cruzavam vez ou outra. Foram longos e intermináveis minutos até que, sua acompanhante levantou-se e dirigiu para o banheiro após balbuciar alguma coisa. Enchi-me de coragem, levantei-me e fui até ele aproveitando aquele momento. Neste curto trajeto comecei a pensar o que poderia dizer a ele. Chegando não tive dúvida:
- Nos conhecemos de algum lugar? - perguntei temendo pela reposta
- Creio que não! Mais acho interessante a ideia. O que você acha? - respondeu-me já com meu coração batendo a mil. Balbuciei algumas palavras que não sei como saiu.
- Séria ótimo! Mais, você está acompanhado.
- Assim que voltar irei leva-lá para casa, já tem um compromisso.
- Aguardo você? Irá voltar? - perguntei já olhando bem em seus olhos.
- Sim! Se quiser seria ótimo...
- Vou aguardar, por favor não demorar, já estou muito ansioso – disse já trocando um sorriso e sendo correspondido por ele.
- Não irei demorar! Você vai ver.

Foram longos quarenta minutos de espera e um turbilhão de coisas que passaram em meus pensamentos. Pensei até em desistir por um instante, mais me segurei.

- Demorei? Perguntou ele já sentando a cadeira a minha frente com um sorriso para lá de malicioso.

- Não.. Claro que não! - disse soltando um sorriso de alívio mais deixando claro a minha anciedade.
- Acabei pegando um pouco de trânsito na volta.
- Estou sem nada por fazer e mesmo que tivesse esperaria você a tarde toda – disse olhando de forma maliciosa, enquanto tomava o último gole da bebida.
- Quem sabe agora vamos ter o que fazer! - disse ele com um sorisso maroto.

Neste momento vestia uma camiseta cavada e um short de nylon bem curtinho. A camiseta deixava mostrar agora observando melhor seu preparo físico. Seu peito depilado mexia comigo e ele de verdade me excitava. Experiência que tive só quando conheci Heitor e acabei tendo diversas vezes até ir embora da cidade. Enquanto apreciava sua beleza observei que ele pediu mais duas caipirinhas para garçonete que passou próximo a mesa.
- Esta é por minha conta – disse ele me olhando todo cordial.
- Acho que estou precisando mesmo – respondi concordando que teria que tomar mais uma. Não acreditava no que estava acontecendo, eu ali com um estranho e que me encantava como se o conhecesse a algum tempo. Nunca tinha me acontecido isto envolvendo-se daquela forma com um macho.
- Acabamos não se apresentando. Como é seu nome?
- Léo. E o seu?
- Vitor.
- E ela quem é?
- Márcia, minha noiva. E você vejo que é casado.
- Sim, a quatro anos com Paola. Ela está visitando uma amiga.
Algum silêncio, enquanto isto chegou nossa bebidas..
- Atrapalhei vocês dois? - perguntei referindo a ele e a noiva.
- Ela já tinha que ir, compromissos, sabe como é.
Minutos novamente apenas de troca de olhares enquanto bebericávamos a bebida.
- Loucura esta minha. Nunca poderia imaginar estar nesta condição.
- Que condição? - perguntou ele.

Uma pausa em nossa conversa, troca de olhares, era um tanto quanto estranho eu estar ali admirando alguém desconhecido e ainda por cima outro homem.

- Você entende o eu quis dizer...
- Não quer ir para meu apartamento? Lá iremos ficar mais a vontade.

Era tudo o que estava esperando, deu um frio na barriga. Não podia desistir agora, tinha que ir em frente.
- É uma boa ideia! - após uma longa pausa em nossa conversa.
- Boa ideia? - perguntou sem entender, pelo menos tinha parecido isto, devido ao tempo que tinha levado para concordar com a ideia de ir ao seu apartamento.
- Sim! Uma boa ideia irmos ao seu apartamento. Ficamos mais a vontade.
Ele então sorriu concordando com o que já tinha proposto. Me pareceu também não aguentar mais esperar.
- Estou sozinho no apartamento. Meus tios viajaram – explicou ele enquanto dirigia o seu carro esportivo, com o teto solar aberto e me olhava de forma intrigante.
A poucos quilometros dali onde estávamos e na avenida de grande movimento e já chegando ao seu apartamento, que fica no vigésimo terceiro andar de um prédio luxuoso da avenida. Bem decorado, tinha uma linda vista e corria uma brisa deliciosa na enorme sacada.

- Gostou? - perguntou ele bem próximo a mim já dentro da sacada onde apreciava a beleza dali de cima.
- Claro! Muito bonito daqui de cima – respondi esboçando minha satisfação, enquanto via ele arrancar a camiseta e deixar a mostra a maravilhoso corpo, malhado, bronzeado e todo depilado. Aquilo me encheu de tesão ainda mais, eu estava com um short e uma camiseta básica e descalço naquela hora pois deixei o chinelo na porta quando entrei no apartamento.

Ele me fitando, perguntou maliciosamente:

- Você já teve alguma experiência com outro homem?
- Sim! Claro! - respondi mei sem jeito
- Como foi? - insistiu ele
- Bom! Quer dizer foi ótimo. Fiquei com Heitor, várias vezes claro! Ele foi minha primeira experiência. Foi maravilhoso.
- Legal!
- E você?
- Já, quando menino. Comi o meu coleguinha vizinho de casa. E um dia meu professor de História…
- Teu professor? - perguntei com um sorriso, achando graça.

Caminhei até ele que parecia esperar uma ação. Sem mais raciocinar, toquei seu peitoril, corri minhas mãos por aquele corpo delicioso e descendo senti seu umbigo e por cima do seu short toquei o volume que já queria explodir. Então tocou meu rosto, estávamos com barba por fazer, senti sua mão correr, tocando deliciosamente meus lábios, fiz o mesmo acariciando seu rosto e ao menos que pudéssemos pensar já beijávamos, enquanto nossas mãos acariciavam nossos corpos. Ele arrancou minha camiseta, já no meio daquela sala enorme e tocava meus seios que me dava muito tesão. Minha mão então procurou sorrateiramente seu cacete que fazia explodir seu short, ao tocar, senti, o quanto era enorme, curioso, soltei o zíper e ele surgiu para fora explodindo de tesão.

De repente larguei-me dele e completamente despido ali no meio da sala com seu trabuco estourando em minha direção segui até a divisa da sacada com a enorme porta de vidro da sala. Senti ele caminhar em minha direção, virou-me de frente para ele:

- O que aconteceu? - perguntou preocupado
- Assustei, só isto – disse olhando para o enorme cacete que devia ter mais ou menos uns vinte e cinco centímetros.
Ele então me abraçou, voltou a me cariciar no rosto, e chegando bem perto seus lábios, pude sentir o calor de sua boca selar no meu e passou a me tranquilizar:
- Serei bem carinhoso, você vai ver. Por favor não desista.
Beijando ele comecei a me tranquilizar e senti em seguida ele baixar meus short e tocar meu traseiro com sua enorme mãos. Enquanto um de seus dedos já procurava acariciar meu ânus.
Em pouco já estávamos em sua cama da maravilhosa suíte do apartamento e, deitados eu beijava, chupava loucamente seu enorme cacete roliço. Era mesmo enorme não conseguia de forma alguma engolir por inteiro. Ele afagava meus cabelos, passando suas mãos em minha cabeça.
- Chupa, chupa bem gostoso, vai.. - pedia ele excitado e gostando das minhas carícias.
Eu olhava com o ar mais safado para ele e gostava de ver que estava adorando.
- Nossa! Você chupa maravilhosamente!

Sorri pelo elogiou. Podia sentir seu cacete pulsar em minhas mãos e minha boca, enchia ainda de muito vontade e fazia engolir seus testículos em minha boca com uma forte vontade, ele então se contorcia de prazer.
- Isto seu cachorro, chupa vai, chupa seu f.d.p – falava ele enquanto dava uns tapinhas no meu rosto e nádegas.

Foram intermináveis minutos, talvez horas, até que me coloquei de quatro e senti ele tocar meu cuzinho com seu dedo e acariciar para me relaxar. Enquanto isto ele beijava minha nuca, eu me contorcia de prazer.
Sua língua afiada fez penetrar-me e, com uma vontade voraz ele ele cortava meu ânus, enquanto eu masturbava seu cacete explodindo de tanto duro.

- Me coma, vai me coma logo – disse olhando para ele e ancioso para ver aquele pau entrar no meu rabo. Estava tenso e queria logo sentir ele lá dentro.

Ele ajeitou seu cacete em direção a minha boca e passei então a lubrificá-lo aquele para facilitar a penetração. Na verdade o tesão agora era tanto que queria sentir ele rasgando meu traseiro.

Me coloquei com o bumbum para lua, procurei relaxar o máximo e ele com o cacete lambuzado pela minha saliva,começou a vagarosamente a tocar meu traseiro, já podia sentir penetrando aos poucos e quando pude dar por si ele já estava com metade dentro do meu cuzinho. Ele agitava em delicioso vai e vem, segurando seu cacete pela metade para não enterrar de vez. Via sua aflição e seu tesão querendo mais, mais e mais…

- Vai enterra logo de vez em meu rabo este cacete delicioso, vai coloca, me arromba logo, vai desgraçado – pedi agora desesperado.
A dor foi intensa. Ele penetrou o restante em uma só enterrada, chegou a sair lágrimas dos meus olhos..
- Seu f.d.p – gritei xingando.
- Relaxa e curte, ele está todinho dentro de você.
Já tinha percebido e quando cpmsegio relaxar, senti cavalgar maravilhosamente, enquanto podia deliciar-me e sentir-se dominado por ele.
- Você é delicioso! Você está me arrombando- disse olhando firmemente e demonstrando estar gostando.
- Também é demais – procurou ser simpático a minha declaração.

Ele então deitou-se com seu bate estaca a plumo, ofereceu-me. Agarrei aquele bruto explodindo e passei a chupar novamente loucamente, lambuzando e preparando-o para em seguida sentar deliciosamente, fazendo ao poucos doloridamente ver penetrar, enquanto remexia meu traseiro fazendo sentir por inteiro. Comecei então a cavalgar como louco, enquanto ele fazia toda a pressão e estourar seus testículos em meu traseiro. Após deliciosos incontáveis minutos nesta posição ele então deitou na cama ergueu uma das minhas pernas e louco, descontrolado penetrou-me e com uma força além do normal e num maravilhoso vai e vem, estocava seu enorme cacete em meu cuzinho que me fazia gemer

- Isto, me coma seu desgraçado, vai está bom demais.
- Está gostando não é cadelinha? Você também é muito bom..
- Coloca tudo! Enterra este cacete todo no meu traseiro, completei, lembrando que adorava quando Heitor me chamava de cadelinha. Isto me dava muito tesão.

Era tudo de bom. Ele me dominava e eu me entrega aquele homem por inteiro.

Horas depois e já não resistindo mais, ele sacou seu cacete duro! Vibrante, e começou deliciosamente a se masturbar apontando para meu rosto. Não podia aguentar esperar ele finalmente fazer explodir em prazer. Enquanto eu acabava de gozar pois me masturbava. Longos minutos após senti explodir em meu rosto todo a força do seu gozo e a delícia do seu esperma, fazendo escorrer por toda a minha face e com a língua deliciei-me com o grosso e suculendo néctar quente. Saciando-me de prazer e tesão.
Mais tarde já após tomado banho, deitados abraçadinhos na cama, adorava isto. Era constante com Heitor, voltamos a nos beijar e nos acariciar, agora já extasiado pelas energias gastas. Parecia ainda mais delicioso e me renovava todo o tesão.

- É delicioso seu beijo – disse após me desvincilhar de minutos sem tomar o fôlego.
- Você beija também muito bem. - disse ele me acariciando os cabelos.

Minutos e trocas de carícias e ele:
- Foi bom? - perguntou ele.
- Se foi bom? Não! Foi é ótimo! - disse esboçando um largo sorriso.
- Queria isto. Sabia?
- E sua noiva? Quis saber mais sobre ela.
- Ela só quer após o casamento. Ela é quadrada – afirmou ele com um sorriso...
- Ela não sabe o que está perdendo. Mais vai chegar a hora - disse eu soltando um sorriso correspondido por ele.
Ele então voltou a me beijar e assim ficamos alguns minutos a mais juntos, trocando carícias mutuas, até me despedir dele.

Esta foi minha segunda vez. Tanto Heitor como Vitor me encantaram e me fizeram ver que valeu a pena. Continuei minhas aventuras e a terceira foi com o amante de minha mulher. Mais esta história se quiserem conto depois. Beijos a todos.




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