"Os mais excitantes contos eróticos"


Meus novos vizinhos.


autor: publicitario45
publicado em: 03/09/15
categoria: hetero
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Se tem uma coisa que eu aprecio é ir para a cobertura do prédio quando a noite está muito quente. Geralmente levo um livro e uma garrafa de vinho dentro de um balde apenas para resfriar e fico lá, entre páginas, taças e mergulhos. O melhor de tudo isso é que quase sempre está vazio e o sossego é garantido. Mas semana passada o sossego acabou, não tenha ficado ruim, eu diria que a cobertura ficou mais animada, interessante e divertida.

Estava sentado na espreguiçadeira, lendo meu livro e tomando meu vinho quando ouvi a porta do elevador abrir. Ouvi vozes de adultos e criança vindo do corredor. Em minutos meus novos vizinhos apareceram na área de laser. Eram meus novos vizinhos, do apartamento 1801, eles tinham acabado de chegar do Rio de Janeiro e nos cumprimentamos apenas com um sorriso.

A noite seguinte parecia ainda mais quente e lá fui eu de novo para a cobertura e quando cheguei lá meus vizinhos já estavam na piscina. Logo pensei: acabou o meu sossego. Sentei-me na cadeira um pouco mais distante e comecei a ler meu livro enquanto degustava tranquilamente meu livro até ser interrompido por uma voz:

- é Malbec? Perguntou o novo vizinho.

- não, é Carmenére, prefiro um vinho mais leve quando está calor como hoje. Respondi rapidamente.

- também apreciamos um bom vinho, mas como somos novos aqui no estado, ainda não temos amigos para receber em nosso apartamento.

Mesmo querendo ler o meu livro a conversa fluiu bem. O casal em si é formado por Débora e Cassio. Ela é empresária, 40 anos, montou uma loja de roupas de marca aqui no bairro.

Tem perfil de mulher moderna, está sempre bem arrumada, maquiada, cabelo muito bem cuidado num tom de loiro que mais parece um cabelo envelhecido, corpo esculpido na academia que destaca ainda mais as pernas grossas, bunda empinada, barriga chapada, seios médios e com um excelente humor, Debora está sempre sorrindo. Cássio é engenheiro naval, 50 anos, trabalha numa empresa africana e fica meses fora e meses de folga. Um cara alto, meio acima do peso, cara de nerd, conversa agradável e muito educado. É do tipo que só faz o que a mulher deixa. Se ela gosta ele faz, caso contrário fica na vontade. O casal tem uma filhinha de 5 aninhos que é uma graça.

Já tinha se passado uns meses e percebi que Cássio simplesmente sumiu. Não nos encontrávamos no elevador muito menos na piscina. Mas Debora estava sempre ali, linda, cheirosa, malhada e cuidando da filha.

Numa quarta-feira, a noite estava insuportavelmente quente e eu resolvi dar um mergulho, desta vez sem livros e sem vinho. Subi, coloquei uma toalha na cadeira e já fui me jogando na piscina. Logo em seguida ouvi o barulho da porta do elevador se abrindo e logo Debora chegou na piscina, sozinha. Me deu boa noite, ficou apenas de maiô branco e se jogou na agua refrescando-se daquele calor insuportável. Debora me cumprimentou mais uma vez:

Ela: boa noite vizinho!

Eu: boa noite. Cadê a espoleta (referindo-se a filha)

Ela: foi dormir na casa de uma amiguinha da escola e como Cassio está viajando, resolvi dar um mergulho. E a sua garrafa de vinho, onde está?

Eu: poxa, eu não trouxe. Na verdade eu esqueci.

Ela: e eu subi pensando dentro do elevador que hoje você me ofereceria uma taça (falou sorrindo). Vamos fazer o seguinte, você busca duas taças e o vinho hoje é por minha conta. O que acha?

Eu: ok, vou confiar no seu bom gosto.

Desci, peguei rapidamente duas taças e subi em tempo recorde. Quando cheguei na cobertura, Debora ainda não estava lá e demorou cerca de 15 minutos para voltar. Valeu a pena a espera, pois quando voltou trazia em duas mãos duas garrafas de Alma Negra e havia trocado o maiô por um biquíni muito mais interessante.

Abrimos a primeira garrafa e brindamos ao calor e aos bons vizinhos. Imediatamente dentro da piscina engatamos uma conversa e falamos de vários assuntos como filhos, educação, mudança de estado, crise, amigos, casamento e sexo.

Debora me confessou que é meio ninfomaníaca, adora sexo, já viveu grandes loucuras quando era solteira e conheceu Cássio ainda casado. Assim que ele se separou, ela engravidou e eles casaram. Só que o fogo dele era porque comia uma mulher fora, depois de casado a rotina caiu matando na vida deles. Para salvar o casamento, Debora já tinha até sugerido troca de casal mas Cassio não topou e a rotina de pouco sexo continuava.

O vinho foi subindo e Debora sugeriu que abríssemos a segunda garrafa e eu perguntei se ela aguentaria, pois já estava ficando bem alta. Debora me olhou e disse que queria apenas se divertir e se eu quisesse poderíamos nos divertir a noite inteira.

Olhei, dei um sorriso e perguntei se ela não queria tomar a segunda, terceira e quarta garrafa n meu apartamento. Ela sorriu, saiu da piscina, se enrolou numa toalha e fez sinal com os dedos. Entramos no elevador e descendo rapidamente.

Abri a porta e ela se encantou com meu aparamento que estava iluminado com luz baixa. Quando se virou para elogiar o ambiente não deixei sequer que ela terminasse a frase e roubei-lhe um beijo. Fui correspondido e jogamos nossos corpos no sofá. Debora estava sedenta, dizia que sentia falta de sexo, da adrenalina do proibido e minhas mãos iam desamarrando as peças do seu biquíni. Primeiro a parte de cima, tirei e fui brindado por um par de seios deliciosos. Cai de boca, mamei um depois o outro. Dei leves mordidas nos mamilos rijos lhe arrancando gemidos e suspiros. O corpo de Debora se mexia debaixo do meu na medida que minha boca ia explorando cada pedaço do seu corpo. Lambi sua barriga, desci pelas pernas, beijei demoradamente seus pés e nem precisei desamarrar os lacinhos da parte debaixo do biquíni. Debora fez isso por mim e abiu suas pernas me convidando para cair de boca naquela boceta depilada e carnuda. Seus grandes lábios saltavam e eram deliciosos de morder. Chupei a minha vizinha e deixei que gozasse umas três vezes na minha boca. Seu mel escorria em abundância e tinha um gosto delicioso, assim como o seu cheiro de mulher bem cuidada.

Após o terceiro gozo deitei meu corpo do lado de Debora e fiquei olhando ela de olhos fechados como que ainda estivesse sentindo a minha língua tentando lhe penetrar. Assim que ela controlou a respiração foi a minha vez de ser presenteado por um banho de língua inesquecível.

Debora sacou meu pau e começou a me lamber inteiro. Mordeu meus mamilos, passou a língua na minha orelha, desceu rapidamente em direção ao meu pau. Engoliu de uma vez me deixando toro de tesão. Chupou com volúpia enquanto suas mãos massageavam meu saco. As lambidas e chupadas foram substituídas por mordidas no meu cacete, mordidas fortes que me faziam sentir dor e prazer. Não demorei a gozar, enchi a boca da minha nova vizinha de porra e ela sem pensar engoliu até a última gota do meu gozo.

Debora foi na cozinha e voltou com uma garrafa de agua gelada nas mãos, a sede dela agora era outra. Bebeu no bico uma grande quantidade e com aquela boca gelada voltou a me chupar de novo. Sensação única, me fez ficar de pau duro mais uma vez.
Puxei-a pelos cabelos e voltamos a nos beijar enquanto seu corpo se movia para facilitar a entrada do meu pau naquela boceta melada. Entrou fácil, fui engolido por uma boceta carnuda, quente, apertada e melada.

Debora se movia com agilidade, força e queria outro orgasmo desta vez com meu pau dentro. Poucos minutos e mais um gozo que me rendeu alguns arranhões no pescoço. Minha vizinha gemia, falava baixarias e pedia para apanhar na bunda e na cara. Ordem prontamente obedecida por mim que antes de colocá-la de quatro fiz questão de estapeá-la e chama-la de puta.

De quatro Debora era a visão do paraíso. Sua bunda fazia um desenho perfeito e seus cabelos fazia o papel de rédeas. O pau mais uma vez entrou fácil e comecei as estocadas fortes num ritmo alucinante. Outro gozo da minha nova vizinha. Meu dedo massageando seu rabinho era apenas o aviso que eu ia meter naquele cuzinho rosado. Tirei meu pau, me ajoelhei e dei uma longa lambida. Introduzi um dedo depois dois. Lubrifiquei meu pau com saliva e comecei a forçar a entrada. Debora apenas se abria e enfiava a cara entre as mofadas para abafar seus gemidos. Pau inteiro alojado era hora de começar a festa. Mais estocadas fortes e tapas na bunda que já mostrava vermelhidão. Debora se masturbava com uma das mãos em busca de mais um orgasmo que não demorou a chegar. Gozei junto com ela enchendo seu rabinho de leite.

Nossos corpos caíram mais uma vez no sofá e acabamos adormecendo. De manhã, o celular da Debora tocou e era Cassio, ligando da África preocupado, pois estava ligando para casa e ela não atendia. Debora disse apenas que tinha tomado um remédio para dormir e não viu as ligações.

Passamos a manhã trepando, desta vez no meu quarto. Cassio ficará alguns meses fora e a diversão com a minha vizinha está garantida pelos próximos meses.





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