"Os mais excitantes contos eróticos"


Novos vizinhos (Veuve Clicquot


autor: publicitario45
publicado em: 03/09/15
categoria: hetero
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A campainha tocou às 3h da manhã. Acordei assustado, pois seja lá quem fosse tinha passado pela portaria do prédio sem avisar. Fui até a sala ainda meio que sonolento e olhei no olho mágico. Era Debora, a minha vizinha do 18º andar. Transamos na semana passada e passamos a semana nos provocando via mensagens.

Abri a porta e tive uma agradável surpresa. Debora estava vestida com um sobretudo preto que ia até a metade das suas coxas grossas, botas cano longo e mais nada. Seus cabelos loiros estavam atrapalhados como se ela tivesse acabado de acordar. Na mão direita, uma garrafa de Veuve Clicquot.

- me fode.

Foi a única palavra. Debora entrou, fechou a porta do apartamento, se desvencilhou do sobre tudo e bebeu um gole no bico da garrafa. Estava incontrolável de tanto tesão.
Me empurrou no sofá e puxou a única peça de roupa que cobria meu corpo.

- fica quieto, hoje vai ser do meu jeito.
Débora se ajoelhou na minha frente e caiu de boca no meu pau. Enchia a boca de champanhe e chupava. Aquelas bolhas explodiam dentro da sua boca e me causavam arrepios. Meu pau latejava e ela se divertia. Tentei colocar as mãos no seu cabelo mas ela retrucou.

- não. Eu quero do meu jeito. Fica quieto.

Aquele corpo perfeito ali na minha frente e eu simplesmente não podia tocar, era covardia mas estava me excitando cada vez mais.

- não goza na minha boca. Você vai gozar dentro.

Logo em seguida Debora se levantou, me ofereceu um gole da Veuce e se posicionou em cima de mim. Meu pau, duro e latejando chegava a doer de tesão. Seu corpo arriou um pouco mais e ele ficou ali, parado exatamente na portinha da sua boceta. Debora rebolava mas não deixava ele entrar. Aquilo foi excitando a nós dois e eu já implorava que ela sentasse na minha pica. Ela não obedecia.

Os movimentos circulares foram aumentando e a cabeça do pau na entrada até que não consegui segurar e gritei que ia gozar.
Goza safado!

Assim que o primeiro jato de porra saiu, Debora sentou engolindo meu pau de uma vez só. Mesmo por baixo dela comecei a soca-la de baixo pra cima enquanto meu gozo não parecia ter fim. Debora rebolou mais rápido e gozou também. Nossos gemidos cortaram o silencio da madrugada.

Paramos e ficamos nos olhando enquanto as batidas dos nossos corações voltavam ao normal. Debora se levantou, vestiu seu sobretudo deu mais um gole na champanhe, beijou minha boca docemente e saiu.

- boa noite safado. Amanhã a gente se fala.

Voltei para minha cama sem tomar banho, resolvi dormir cheirando a sexo.




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