"Os mais excitantes contos eróticos"

 

87 -A Empregada gostosa (lésbico)


autor: Bernardo
publicado em: 26/06/17
categoria: hetero
leituras: 4808
ver notas
Fonte: maior > menor


Emily, 17 anos, vivia saindo com os amigos, mas não tinha nenhum namorado fixo. Não conseguia se interessar por nenhum deles. Eram todos imaturos. Mas a sua vida mudou quando a sua mãe contratou uma nova empregada. Seu nome era Marta, 30 anos, morena, cabelos curtos, olhos verdes e um corpo musculoso nos seus 1,80 m de altura. Marta não tinha amigos e durante o tempo que viveu trabalhando na família de Emily, praticamente de segunda a segunda, nunca os teve. Nos domingos de folga ficava trancada no seu quarto e raramente saía. E Emily morria de pena dela.

Emily a tratava bem, mas sem intimidades. Ela até achava o corpo de Marta um tanto musculoso, e ficava observando os bíceps enquanto ela tirava a mesa e tinha vontade de apertar. Até achou até que Marta fosse homem. Suas pernas raspadas era só músculos. Um dia seus pais saíram e ela ficou sozinha com Marta...

Emily tinha acabado de tomar banho e estava trocando de roupas, quando percebeu que alguém a espionava por uma fresta aberta na porta do seu quarto. Ela tinha a mania de esquecer a porta entreaberta. Ficou nervosa e excitada ao mesmo tempo ao pensar na ideia de ter alguém olhando-a trocar de roupas. E como ela era safadinha, gostava de ser olhada. Depois da educação física, no colégio, quando ia tomar banho, gostava de ver algumas meninas olhando-a. Achava que apenas admiravam as suas formas com uma pontada de inveja. A partir daquele dia ela passou a esquecer a porta aberta de propósito e não deixou que Marta percebesse que ela sabia de tudo.

Foram dois meses fazendo esse jogo de falsa inocência. Quando Emily estava na piscina Marta trazia suco e ficava olhando-a. Emily deitava de bruços deixava o bumbum a mostra num biquíni asa delta bem provocativo.

Em um domingo ensolarado, Emily estava em casa depois do Roberto, seu atual namorado, ter desmarcado um passeio. Ela estava irada, pois não havia outro programa para fazer e teria que se virar na cozinha para comer, pois era folga da empregada. Seus pais não estavam e ela estava soltando fumaça, irritadíssima! Sentou no sofá e começou a fazer telefonemas em busca de alguma companhia para sair, quanto Marta passou pela sala indo para a cozinha, talvez fosse beber água, ou comer alguma coisa. Emily a interceptou na volta e a convidou para um banho na piscina. Precisava de uma companhia. Marta estava de folga, hesitou em um primeiro momento, mas como Emily insistiu muito, aceitou.

Para a surpresa de Emily, Marta apareceu dentro de um maiô revelador. Ela admirou todas as suas curvas, o peitoral forte e as ancas parrudas. Percebeu que Marta era muito mais feminina do que se pensava. Tinha um jeito especial de sorrir.

Enquanto ficaram na piscina, Marta não revelou muito da sua vida para a patroazinha, só o fato de ser divorciada e sem filhos. Quem mais falou foi Emily. Falou de todos os seus namorados e xingou muito o Roberto. Ela sabia que ele havia desfeito o namoro, pois no dia anterior ela recusou a transar com ele no carro. Havia dito que só perderia a virgindade depois de se casar e ela descobriu que ele viajou com a Simone, uma das suas amigas, e a história da mãe doente era mentira. Que raiva! Também o que esperar de uma menina com medo dos homens. E contou a Marta que só havia feito sexo oral com o Paulo, isso por que ele a encostou na parede e com medo de ser deflorada, entrou no jogo e abocanhou o membro dele. Era melhor chupar do que ser estocada. A experiência não foi muito boa, ele gozou e ela fugiu engolindo parte daquele gozo. Nunca mais viu o Paulo.

Ficaram na piscina a manhã inteira. Marta ficava olhando o corpo de Emily silenciosamente. Ela já não disfarçava. Toda vez que levantava para um mergulho ela suspirava. O corpo de Emily era bonito, com curvas de violão, cintura fina, ancas largas, pernas grossas de academia e peitinhos pequenos e rígidos. Marta se ofereceu para passar o bronzeador. Ela aceitou e percebeu o quanto ela demorava ao passar o bronzeador nas pernas. Suas mãos bolinavam levemente a pele e ela ficou arrepiada quando Marta alisou a sua bunda. Era gostoso e excitante. Ela sabia massagear.

Às 13 horas Marta, resolveu preparar alguma coisa leve para comerem: uma salada de legumes que Emily muito apreciava. Almoçaram ali mesmo na piscina. Ela era uma ótima cozinheira, mas a comia com os olhos. Marta, sem perder tempo, começou a falar sobre sexo e confessou ser bissexual. Emily ficou nervosa só de imaginar as duas trocando beijos e bancou a liberal achando a bissexualidade normal. Ela estava caindo numa armadilha bem construída por Marta. Foi nesse momento que ela perguntou se Emily gostaria de provar.

- Você não vai se arrepender e não farei nada que não queira, sou experiente! - dizia-lhe, Marta.

Emily não sabe ao certo o que aconteceu com ela, deixou-se levar pelas palavras contagiantes e sedutoras da Marta. Ela prometeu respeitar a sua virgindade. Emily sentiu um desejo louco no seu corpo. Seu coração disparou quando Marta posou a mão no seu pescoço e a beijou e ela decidiu aceitar o beijo, mas ficaria só por ali. Um beijo não faria mal. Marta soltou os seus lábios e beijou o seu pescoço e sussurrou no ouvido de Emily o quanto ela era bonita. Ela tentou se desvencilhar e terminar a brincadeira, mas marta a puxou cada de volta para o encontro com o seu corpo e ela ficou paralisada com os beijos, os chupões no pescoço e as mãos em suas nádegas. Começara!

Marta pegou-a no colo e a levou para o quarto dela. Ela era bastante forte e com facilidade atravessou a casa. Colocou-a na cama e enfiou as mãos por dentro da calcinha da Emily e a retirou. Devagarinho enfiou o indicador na sua vagina e acariciou o clitóris. Ajoelhou, arrancou com os dentes a parte de cima do biquíni e beijou os seus seios. Sua língua não parava quieta em nos biquinhos. Aos poucos ela abocanhou todo o seu seio esquerdo e depois o direito. Eles eram pequenos, como um limãozinho e masturbou-a até gozar.

Depois virou-a de costa e passou a língua em seu ânus. Emily ficou louca com aquela língua dura e molhada. Em seguida ela introduziu levemente o polegar até ela sentir dor e começou a falar palavras obscenas, mas parou respeitando a sua dor. Marta, pois as pernas da Emily sobre os seus ombros e chupou-a gostosamente e delicadamente, fazendo a gozar.

Enquanto descansava feliz e satisfeita, Marta levantou e apanhou alguma coisa no armário, colocando na cintura. Emily não pode perceber o que era, até ela virar de frente e mostrar que era um consolo. Devia ter mais ou menos uns 16 cm e a mandou que ela ficasse de quatro.

Emily não queria penetração. Primeiro ficou com medo e depois achou que não seria necessário. O sexo oral estava muito mais gostoso. Nunca tinha deixado qualquer garoto penetra-la e não uma mulher de gosto duvidoso que o faria.

- Tem sempre uma primeira vez. Só quero o seu cuzinho. Se você não gostar, eu paro- disse lhe Marta

Emily disse não e tentou argumentar os motivos. O rosto dela se fechou de raiva e enfiou a mão na cara dela e disse muito brava:

- Vai fazer o que estou mandando, gritou – empurrando-a e derrubando-a de bruços na cama. Quando ela tentou deixar o quarto, Marta disse:

- Sua cadela riquinha! - e caiu em cima dela e lhe bateu.

Emily nunca tinha apanhado daquele jeito. Marta puxou suas nádegas e ela ficou de quatro chorando, pois não tinha saída, a mulher era mais forte do que ela e qualquer reação ela lhe batia forte.

- Só quero o seu cuzinho! – ela dizia.

Emily arrepiou-se toda quando ela passou uma pasta em sua bunda e encostava levemente o consolo sem enfiá-lo. Ela começou a gostar e parou de chorar para gemer e acabou por relaxar e deixar acontecer. Depois de quase dez minutos, ela afundou a cabeça no travesseiro e sentiu o consolo ser enterrado na sua bunda. Gritou de dor e raiva. E Marta começou a fazer o movimento de vaivém. Ardia e doía. Todas as tentativas de escapulir era repreendida com tapas no rosto, no tórax, nas pernas e na bunda. Ela começou a massagear o seu clitóris. Durou uma hora e Emily gozou várias vezes, antes de Marta retirar o consolo e deixa-la cair exausta na cama sentindo as entranhas dormentes depois de muita dor e prazer.

- Desde o primeiro dia sabia que comeria este cuzinho - Marta dizia com um ar de prazer.

Emily se levantou com raiva e cambaleou até o chuveiro. Havia um filete de sangue escorrendo pelas coxas. Marta tinha prometido que não a machucaria. Ela deixou a água escorrer pelo seu corpo ainda sentindo o ânus dilatado. Ela não era lésbica, só topou por curiosidade e enquanto a água morna caia sobre o seu corpo, tentou pensar numa forma de se vingar.

Marta surgiu na porta do box. Emily tinha deixado a porta aberta novamente, mas dessa vez não foi proposital, e ela ficou irada com a invasão da sua privacidade.

- Saia daqui – ela gritou

- Não vou não. Vou comer esse cuzinho de novo e dane-se se você vai gostar ou não, sua putinha.
Emily entrou em pânico e implorou para que não fizesse de novo.

- Me beija vagabunda, ou te encho de porrada! – Marta, dona da situação dize-lhe com autoridade. E ela a encheu de porrada mesmo. Não houve outra alternativa. Emily inclinou-se e ofereceu a sua bundinha e disse:

- Faça um bom proveito sua escrota!
Ela chorou enquanto a Marta caia na gargalhada. Ela a xingava e enfiava o console com força. Emily apoiou as mãos na parede e ficou quieta. Ela acariciava o clitóris e a fez gozar e Emily começo a rebolar.

- Isso, isso mesmo, putinha! Sei que está gostando, continua, continua rebolando....

Ficaram quase duas horas nessa sodomia. Se beijaram debaixo d'água morna por longos minutos. Foi quando Emily sentiu o consolo entrando em sua xoxota. Ela aproveitou o momento que estava relaxada e entrou com tudo de uma só vez. A penetração foi dolorosa. Um lance rápido e certeiro. Ela ficou desesperada vendo a virgindade desaparecer. Marta a segurou com força contra a parede e não a permitiu defesa, e ela ficou imobilizada. Gritou, bateu nos ombros dela e chorou. Ficou mole com a dor e as forças esvaíram-se em sangue. Tinha sido descabaçada. Marta a beijou excitada e lhe revelou mais tarde que nunca tinha desvirginado uma donzela. Emily chorou a noite toda arrependida. Ela queria perder a virgindade com um homem que a amasse. Nunca perdoaria a Marta, pois ela havia lhe prometido respeitar a sua virgindade.

Marta trabalhou durante três ano na casa da Emily, nesse período ficaram sendo amantes. Emily não resistia aos ataques dela. Ela lhe batia e a penetrava. Seus pais nunca perceberam nada. Só um dia que se preocuparam com um olho roxo e ela disse-lhes que tinha caído, claro que pensaram que um namorado a havia batido, só que não fora um namorado, mas uma namorada, ou amante.

Marta não ficava enciumada com os namorados da Emily. Achava bom ela ter algum homem para se esfregar. Houve uma vez que ela levou o Mauro para comer lá em casa. E ele traçou também a Marta. Foi a primeira vez que ela a viu sendo passiva. Ela não perdeu tempo e conseguiu enfiar o consolo no cu do Mauro. Ela dizia que comeria o cu de todos os seus namorados, até o João, machista convicto. E Emily começou a ficar com ciúme da Marta, mas isso é outra história.

************************************************************

Se você gostou desse conto, seja a/o primeira/o a comentar e a dar uma nota, é rápido e fácil, e é sempre importante ter o seu voto, mas também saber o que você acha do conto que leu. Seu comentário me ajudará a escrever cada vez mais e melhor para aumentar a sua libido e fazer você gozar cada vez melhor. Se desejar entre em contato pelo Skype: bernard.zimmer3; e-mail: bernard3320@live.com; WhatsApp: 11944517878




ver comentários

Aviso:

Todos os comentários aqui exibidos são de inteira responsabilidade do comentarista. O site Clímax Contos Eróticos deixa claro nas suas normas que manifestações de pedofilia, racismo ou de qualquer outro teor ilícito serão banidas, assim como seus autores. Publicações ou comentários ofensivos aos demais membros poderão ser removidos.

Faça um comentário:



Sua nota para este texto:

Quero receber email sobre novos comentários.