"Os mais excitantes contos eróticos"

 

88- Dormindo com o Namorado em Casa.


autor: Bernardo
publicado em: 28/06/17
categoria: hetero
leituras: 2257
ver notas
Fonte: maior > menor


Há quem acredite que a filha vai se casar virgem. Outros são da teoria de que "o que os olhos não veem, o coração não sente". Alguns, mais corajosos, defendem que as filhas levem os namorados para dormir em casa, assim estarão mais seguros. Mas até os pais mais modernos, como João, sentiu um aperto no peito quando em uma manhã, se levantou, e ao descer as escadas deu de cara com esta situação: sua filha Aline de 17 anos estava dormindo na sala com um garoto. E pelo visto, a noitada tinha sido "árdua" para os dois.

Marcelo era um rapaz de 19 anos muito atraente e Aline uma garota de 17 anos, olhos verdes, pele queimada do sol com marquinha do bikini, seios médios, durinhos, e uma bundinha redondinha fruto de horas de Malhação. Adorava sexo e descobriu isso quando tinha 12 aninhos quando viu cena de nudez no computador do irmão de uma das suas amiguinhas de escola onde um rapaz beijava os peitinhos de uma menina, um pouquinho maiores que os dela e também ficou pelado deixando aparecer seu pinto enorme que foi logo colocado na boca da menina que chupava como se fosse um sorvetão de Itu.

De repente o rapaz começou a tremer e começou a sair muito leite de dentro daquela mamadeira enchendo a boca dela que parecia gostar muito do que estava fazendo. Enquanto via a cena com os olhinhos bem arregalados Aline, sentiu cocegas na sua bucetinha e instintivamente levou a mãozinha a fim de se coçar e quanto mais esfregava a mãozinha mais sentia uma sensação esquisita, mas ao mesmo tempo prazerosa e como ela não sabia de nada, pois era totalmente inocente, ficou assustada com tudo aquilo e saiu correndo de volta para casa. De certa forma aquelas cenas mexeram com a sua cabeça, e ela se sentia eufórica toda vez que se lembrava, e queria ver de novo.

Com o tempo começou a perceber que a sua bucetinha ficava muito quente depois de um tempo vendo aqueles filmes, e percebeu também que ela piscava, ardia, pedia para que seus dedinhos fossem enfiados nela bruscamente, mas ela não sabia, não fazia ideia, do porquê de tudo isso. Tinha dias que até pulava da cadeira de tanto tesão em frente ao computador e colocava a mão em cima da periquitinha tentando apaziguar as piscadas frenéticas que ela dava. Mas houve uma vez que foi tomar banho e começou a se lembrar dos sites e das piscadas na bucetinha; com essas lembranças colocou a mão em cima da vagina e roçou o dedinho no seu grelinho, e com esse ato percebeu que seu corpo inteiro se arrepiou e continuou a passar o dedo em cima do grelinho e a massageá-lo, e foi uma descoberta e tanto, era muito bom fazer aquilo, mas sabia que estava fazendo algo proibido.

Os anos passaram, Aline cresceu, o corpo se transformou, porém, continuava virgem até então, mas já havia beijado alguns garotos, mas nada de sexo, mas como toda a adolescentes nessa fase da idade, andava com os hormônios à flor da pele e nem as horas de masturbação solitária em seu quarto a estava aliviando. Foi então que conheceu Marcelo.

Em silêncio, João preparou o café da manhã, subiu de novo as escadas e disse para a esposa, o filho e a filha mais nova que não podíamos fazer barulho porque tinha gente dormindo. Então, todos desceram em silêncio.

A mesa do café fica do lado da sala, bem de frente para o sofá onde os dois dormiam abraçadinhos como dois amantes. Todos se sentaram e João gritou alto e de bom tom.

- RAPAZ! -ele nunca viu alguém se levantar tão rápido na sua vida - o café está pronto - ele disse, com aquele tom de pai que está prestes a sugar sua alma pelo ouvido esquerdo. Puxou a cadeira ao seu lado e disse – senta aqui!

Deve ter sido os 6 metros mais difíceis para um garoto totalmente nu atravessar, principalmente se ele também tem que esconder a inevitável ereção matinal.

A filha mais nova e a esposa não conseguiam parar de olhar. Ele vestiu as roupas jogadas ao lado da mesa e se sentou. O filho, deu um tapinha em seu ombro, olhou-o bem nos olhos, suspirou e sacudiu a cabeça.

Neste ponto, o pobre garoto estava muito, muito nervoso. No seu tom mais intimidador João disse:

- Meu amigo, eu agora vou fazer uma pergunta muito importante para você - o suor lhe escorria pelo rosto – Quem é você e quais as suas verdadeiras intenções para com a minha filha?

Ele disse que não tinha família, educação formal ou emprego fixo. Mas a filha o adorava e ele também a adorava. Então, em conversa particular com a esposa, João disse:

-Quem somo nós para impedir que ela aprenda com seus próprios erros?

E daquela manhã em diante, os pais de Aline o autorizou a frequentar a casa deles diariamente, mas não dormir.

Marcelo demonstrou ser um garoto muito simpático e agradável. Não tinha muita educação formal, mas era óbvio que era inteligente. Aline assegurou aos pais que ele era muito atencioso e carinhoso. Ela o conhecia há pouco mais de três meses e tiveram a primeira transa na construção em que ele trabalhava.

Todas as manhãs, Marcelo chegava na casa do João e levava Aline para a escola em sua bicicleta e a trazia para casa depois e se assegurar de que ela fazia o dever de casa. Ele cuidava dela quando adoecia enquanto João e a esposa estavam no trabalho, investiu tempo e cuidados e tinha a paciência de um santo quando a filha estava de mal humor, principalmente naqueles dias...

Passados 8 meses, o irmão de Aline, um dia disse que havia feito perguntas e averiguado a história do namorado da irmã. Descobriu que Marcelo morava na rua. Seu pai, que havia sido violento, tinha cometido suicídio. A mãe, viciada em crack, o havia abandonado 3 semanas depois. Na época, eles viviam em um trailer alugado, mas desde a morte do pai e o sumiço da mãe 3 anos atrás, ele havia sobrevivido nas ruas, dormindo em parques, na casa de "amigos" e em albergues baratos. Ele estava trabalhando em uma obra quando Aline o conheceu a caminho da escola. Ele era um rapaz atraente, ela uma garota de 17 anos, hormônios à flor da pele, a empatia era mesmo inevitável.

Então, lá estavam eles e este garoto. Um garoto de 19 anos, educado, que chegava sorrindo e saía sorrindo. Um garoto que se importava, que ajudava sem precisar pedir, que fazia Aline feliz. Um garoto que nunca teve a chance de ser criança. Filho de um pai maníaco depressivo e de uma mãe viciada em drogas que dependia dos vizinhos para comer ou então passava fome.

Às vezes, quando ele conseguia trabalho e não aparecia, a família e principalmente Aline, sentia sua falta e ficava muito triste. Marcelo e João não eram os melhores amigos, mas o filho gostava dele, a filha mais nova confiava nele cegamente e a esposa já se sentia mãe dele também. E quanto ao João? Descobriu que se preocupava com ele, queria que ele fosse feliz.

Então contou à esposa e a filha o que havia descoberto. Elas choraram muito. Para ele foi muito difícil contar toda a história, principalmente porque a reação de Aline o decepcionou. Ela sabia a verdade. Ela deveria ter-lhes contado. Ela o amava, mas o deixava ir todas as noites... para onde?! João pensou, que filha ele havia criado?!

No dia seguinte à sua volta, João entregou a Marcelo a chave da casa e disse que a ele que a sua família o estaria esperando em casa todas as noites. Durante as próximas semanas, eles arrumaram o quarto de hóspedes, compraram móveis. Marcelo era muito habilidoso e gostava de construir coisas. Disse que queria ter seu próprio negócio algum dia. João e a esposa garantiram-lhe que ele tivesse uma formação que lhe permitiu fazer exatamente isso.

Isso tudo foi em no ano 2.000. Hoje, 17 anos depois, Marcelo e a sua esposa, filha do João têm um negócio bastante próspero. Eles já deram ao João e a esposa 2 netos lindos, gêmeos, um menino e uma menina.

Às vezes o sentido da vida não está em descobrir quem você é, mas em criar a pessoa que gostaria de ser. Esta família teria perdido alguém muito especial se este pai tivesse simplesmente expulsado o garoto de sua casa.

**************************************************

Se você gostou desse conto, compartilhe esta lição com todas as pessoas que você conhece. Elas vão te agradecer e seja a/o primeira/o a comentar e a dar uma nota, é rápido e fácil, e é sempre importante ter o seu voto, mas também saber o que você acha do conto que leu. Seu comentário me ajudará a escrever cada vez mais e melhor para aumentar a sua libido e fazer você gozar cada vez melhor. Se desejar entre em contato pelo Skype: bernard.zimmer3; e-mail: bernard3320@live.com; WhatsApp: 11944517878




ver comentários

Aviso:

Todos os comentários aqui exibidos são de inteira responsabilidade do comentarista. O site Clímax Contos Eróticos deixa claro nas suas normas que manifestações de pedofilia, racismo ou de qualquer outro teor ilícito serão banidas, assim como seus autores. Publicações ou comentários ofensivos aos demais membros poderão ser removidos.

Faça um comentário:



Sua nota para este texto:

Quero receber email sobre novos comentários.