"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Começou mais ou menos assim...


autor: carlosruzisca
publicado em: 02/07/17
categoria: gays
leituras: 1520
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Fonte: maior > menor


Hoje tenho mais de 50 anos, aos 20 e poucos anos, tive a minha primeira experiência com um amigo, tínhamos estudado juntos, foram muitos anos convivendo juntos, namoradas, bebedeiras, horas de estudo, agora, já não estudávamos mais, ambos trabalhando, ele casado, eu namorando, e um dia marcamos de nos encontrar para conversar, fazia algum tempo que não conversávamos, e o contato reiniciou, descobrimos que trabalhavamos mais ou menos perto um do outro, e então voltamos a conversar, tomar cervejas, falar de garotas, etc., até que um dia, resolvemos ir num cinema pornô e isso foi tornando um habito e passamos à ir pelo menos uma vez por semana, primeiro, só assistíamos o filme e não passava disso, até que um dia, alguém teve a "ideia" de esticar a mão para o lado e fazer um carinho no pau do outro, um quis e o outro aceitou, pronto, foi dada a largada, agora, sentavamos no cinema não apenas para vermos o filme, queríamos nos bolinar, estávamos gostando da brincadeira, no começo era por cima da calça mesmo, estávamos excitados e nos tocávamos, um alisando o pau duro do outro. Depois de alguns dias, num momento de loucura e ousadia, alguém abriu o zíper e ofereceu agora sem o pano grosso da calça jeans, tínhamos mais liberdade, só uma cueca fina estava no caminho, a sensação de sentir um pau quente e grosso na mão que não era o próprio, era novidade para ambos, estávamos ansiosos, com medo do que estava para acontecer, o tesão estava gritando, estávamos entrando num caminho diferente, estranho e que poderia ser complicado, mesmo assim, parecia que não estávamos com vontade de parar, abaixei um pouco à frente de minha cueca, meu pau saltou e bateu na mão dele, e como ele não tinha muitas alternativas, resolveu segurar e fez de forma firme, mas com carinho, sentindo o calor, a textura, a grossura, sentiu as veias que saltavam, arriscou uma punheta, gostou da sensação de punhetar um pau diferente, para quem até hoje só tinha pegado no próprio pau, o prazer e a sensação eram gostosos, estiquei meu braço afins de retribuir o que estava sentindo, enfiei a mão na cueca dele e segurei o pau dele, com força, com vontade, e iniciei uma punheta bem gostosa num pau que não era o meu, já estava sentindo o meu pau melando a mão dele com o pré-gozo que já saia fazia algum tempo, encostei a cabeça no ombro dele, com a outra mão livre, ele fez um carinho em meu rosto e levantou para ele, estávamos tão perto que ouvíamos e sentíamos a respiração forte, acelerada de cada um, foi quando ele me surpreendeu, chegou bem perto e tentou me beijar, não esbocei reação alguma, fiquei paralisado, senti a língua dele invadindo minha boca, e nos entregamos, beijei e fui beijado com intensidade que não tinha ideia que era possível, o tesão em nós dois estava no limite, ele segurava meu pau gozado, pois quando começamos a nos beijar e sentindo a mão dele em meu pau, o efeito foi imediato, inundei a mão dele. Relaxei no banco do cinema, parecia que meu coração sairia pela boca, mas ele não havia gozado ainda, então, foi minha vez de ajuda-lo, segurei sentindo o pau que estava em minha mão, de leve iniciei uma punheta, ele já estava revirando os olhos, quando passei o dedo na cabeça para sair com os dedos melados com o leite que estava querendo sair, olhei para ele e vi que estava com uma expressão de medo, de tesão, de um monte de sentimentos juntos, e de novo começamos a nos beijar, sentia que ele se entregava na hora do beijo, e ficamos nos curtindo num beijo muito gostoso, enquanto batia uma deliciosa punheta para ele, meu pau já estava dando sinais de vida, peguei na mão dele e direcionei para o meu pau, agora a punheta era mutua, aumentava e diminuía a velocidade para que esse momento durasse tempo o bastante para que não nos esquecêssemos, quando senti que ele estava prestes a gozar, diminuía a velocidade, ele aumentou a velocidade em meu pau, e logo gozamos juntos, um delicioso tesão, o primeiro naquele cinema. Fomos mais algumas vezes no mesmo cinema, porém, em determinado momento, aquilo era pouco para nós, queríamos mais, tínhamos quer ir mais longe, experimentar novos sabores e sensações, a esposa dele chegava sempre mais tarde, sabia que se chegássemos até um determinado horário, teríamos alguns momentos sozinhos, chegando na casa dele, fomos para o quarto, era para ser um troca-troca, eu fui o primeiro, tiramos as roupas, ele ficou de 4 na cama, encostei atrás dele e enfiei, sem preparação, sem carinho, sem nada, apenas um pau duro entrando e saindo, algumas socadas rápidas e gozei nele, ele reclamou de dor, etc., mas a empolgação e total falta de experiência de ambos, fez com que acontecesse assim, rápido, sem graça, sem nada, quando foi a minha vez, virei de costas para ele, ele tentou por duas vezes, falou "que o negócio dele era mulher", arrependido do que fez, não conseguiu, desistimos, e nunca mais nos falamos, por vergonha, por raiva, por medo(de ter gostado talvez), não sei e nem saberemos qual foi o real motivo, mas nunca mais nos falamos. Mas, isso me fez descobrir algo diferente, descobri alguns cinemas em Sampa que são os conhecidos "cinemão", onde rolava pegação de todo o tipo, alguns vão lá para chupar e/ou serem chupados, comerem ou serem comidos, já vi rodinhas de caras comendo um único cara, outros que fazem filas para chuparem quem entrar na fila. Então, passei a frequentar alguns desses lugares, no começo assistia aos filmes e ficava assistindo a sacanagem rolando livre na plateia, era comum ver alguém cavalgando em sua frente, eu ficava tímido, com vergonha e até medo, pois não sabia direito o que rolava ali, até que fui me soltando, sempre que alguém sentava ao meu lado, ou levantava e saia ou indicava que não estava interessado, na realidade, estava louco de tesão de vontade de saber como era. Um dia, resolvi relaxar, um homem que por causa da escuridão da sala, não tenho a mínima ideia de idade, aparência ou qualquer outra coisa, também não estava olhando para ele, estava morrendo de vergonha, o pau duro não estava aguentando mais, parecia que eu morreria a qualquer instante, o coração disparado, as mãos tremulas e suadas. Ele tocou de leve em minha coxa, como não esbocei nenhuma reação, foi a deixa para que ele seguisse em frente, subiu de leve a mão em direção ao volume em minha calça, alisou mais à vontade, uma apertada mais firme, me deixou ainda mais empolgado, estava sentado com uma cadeira vazia entre nós, mudou de lugar, sentando agora ao meu lado, passou a alisar meu pau e fazer carinhos em mim, no rosto, nos mamilos, enfim, por onde a mão dele alcançava. A novidade estava ficando interessante e gostosa, deixei rolar agora, já estava lá, não queria fugir. Ele colocou meu pau para fora, ajudei abaixando a calça, pela primeira vez senti meu pau sendo chupado por um homem, e ele fazia com vontade, com sabedoria, hora forte, hora fraco, engolia até o fundo da garganta para logo em seguida tirar da boca e beijar a cabeça, assim foi a minha primeira vez, mal conseguia respirar e quando o gozo se aproximava, fui sentindo algo gostoso, uma sensação ímpar, relaxei e soltei, meu "chupador" foi especial, engoliu boa parte do meu leite ou tudo, sei lá! Só sei que não o vi cuspindo como a maioria ou todos faziam comigo e com os outros (ou todos), se cuspiu foi discreto, ele sentou relaxou um pouco ao meu lado, e falou algo do tipo: "que delicia seu pau!", levantou e foi embora. Passei a gostar e então, sempre que tinha uma oportunidade passava lá, já conhecia os melhores lugares, os pontos estratégicos, lá fui chupado por muitos, novinhos, velhinhos, gordinhos, magrinhos, enfim todo os tipos de homens, idades e profissões diferentes, alguns estudantes também apareciam lá as vezes para satisfazer alguma fantasia, alguma vontade ou simplesmente relaxar com um pau na boca ou no cu, também outros estavam lá para comer, socar fundo e deixá-los satisfeitos.







Fazia algum tempo que eu ia lá, sempre no mesmo cinema, mesmo sabendo que vários outros rolava a mesma coisa, porém tinha gostado daquele, já estava acostumado com o jeito dele. Sentou um cara ao meu lado, já havia sentado outra vezes, não sei se ele já havia percebido isso, mas pela voz eu já sabia disso desde a segunda vez que sentou ao meu lado, carinhoso e atencioso, tirou meu pau para fora e brincou um pouco e de novo não esbocei nenhuma reação, apenas deixei rolar, ele me alisou por uns instantes e já ajoelhou em minha frente, a sensação gostosa da boca quentinha dele me deixava louco... Nossa!!!! Como chupa gostoso esse cara!!!! Como pode??? Era o que pensava o tempo todo. Fazia um carinho em seus cabelos enquanto me chupava, em alguns momentos, dava uma forçada para engolir mais, mas ele era perfeito, entendia cada toque que eu tentava passar para ele. Ciente da capacidade, ele parou de me chupar, e agora sentado ao meu lado, me abraçou e começamos a conversar, falando coisas do tipo: nome, profissão, idade, coisas assim, logo em seguida, ele tentou me beijar na boca, tentei resistir, mas como quem está na chuva é para se molhar, relaxei e deixei, foi um beijo gostoso (ou foi gostoso por ser novidade, "proibido"?), o gosto do meu pau tomou conta de minha boca, estava sendo bolinado por um homem que também me beijava, me entregou uma camisinha, que ao reconhecer o que estava sendo entregue, tratei de "vesti-la", pois sabia que naquele dia, conheceria a bunda dele, e foi o que aconteceu, assim que estava com a camisinha, ele já foi sentando, e aos poucos começou a cavalgar, virado de frente gemia feito um louco, suava, mordia minha orelha, dizendo que estava gostoso, que era um tesão e que já ia gozar, ao falar, gozei, parece que gozei litros, pois não parava de sair, o tesão era, foi tanto que me deixou mole na cadeira, ele sentou ao meu lado, vestiu a calça e me deu um beijo de despedida, estava feliz e um pouco alargado(risos). Levantei um pouco tonto e fui ao banheiro, tinha vários lá chupando e sendo chupando, fodendo e sendo fodidos, assim que consegui um espaço encostei para mijar, enquanto mijava e recobrava o folego, já parou um cara ao meu lado que pela aparência tinha idade para ser meu avô, mas já esticou o braço e quis pegar meu pau, apesar da aparência horrível dele, parecia ter mais de 80 anos, pegou com firmeza meu pau e como o pau fez menção de ficar duro, ele se empolgou e bateu uma punheta para mim ali mesmo, me chamou para um box, entramos e ele já começou a me chupar, e logo em seguida, enchi a boca do vovozinho, e ele eu vi, engoliu tudo e ainda ficou limpando o pau até ficar sequinho. Virou as costas e foi embora, levantei a calça e fui embora, não queria correr o risco de encontrar mais um com vontade de me chupar (risos). Então passei a ir pelo menos uma vez por semana, e comecei a procurar outros cinemas, e é claro que achei muitos, alguns gays, outros heteros e assim por diante. Em alguns tinham travestis que cobravam para fazer um boquete e qualquer outra coisa que quiséssemos, nunca paguei, afinal tinham vários dispostos a fazer de graça, por prazer. Lembro de um que um rapaz com aparência nova, deveria ter pouco mais de 18 anos, afinal estava num cinema onde SÓ pode entrar maiores de 18a, ele estava com cadernos de estudo de uma escola conhecida e importante (principalmente aqui em Sampa), os cadernos me chamaram a atenção, por isso marcou e me lembro até hoje. Deveria ser a primeira vez dele no cinema, porque ele sentou ao meu lado e ficou olhando para mim, para o meu pau, sempre com uma cadeira entre nós, então, "autorizei" que ele pulasse para a cadeira ao meu lado, e cocei o pau, "sinal universal" que está sendo oferecido, ele sentou ao meu lado, todo afoito, já foi tirando meu pau e já engoliu, sem conversa, sem nada. Mas, mesmo assim, chupou gostoso, passando a mão nos cabelos dele, fodia com calma a boca quente dele. Senti que ele estava gostando também, pois ficamos por vários minutos assim, até que senti que ia gozar e falei para ele, aumentou o ritmo, sentiu o leite bater no fundo da garganta, cuspiu o excesso, me agradeceu e foi embora. Ali estava indo uma bunda que me deixou com vontade de comer, em casa naquela noite, pensando naquela bundinha bati uma punheta.



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