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A mãe gulosa do meu amigo


autor: Historiador
publicado em: 15/07/17
categoria: casual
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Fonte: maior > menor


Tinha 20 anos na época e ainda tava aprendendo a trampar no negócio que hoje eu já empresario: oficina.
Rodrigo, que era 4 anos mais novo que eu, tava começando e era um cara muito dedicado e humilde. Tinha realmente vontade de trabalhar. Eu na idade dele só ficava batendo punheta em casa, a verdade é essa Kkkkk.

Numa certa sexta-feira, trampamos até meio-dia quando Rodrigo me chamou pra almoçar em sua casa e logicamente aceitei. Fomos de bike até lá, e era razoavelmente longe. O sol rachava nossos corpos e chamávamos um pouco de atenção pelo físico, mas sabem como é, né?! Calça suja de graxa, bikes meio velhas... maioria das mulheres não quer saber de pobretão.

Chegamos na casa de Rodrigo e rolava um forró nas alturas. Era uma casa razoavelmente grande, inclusive parecia ser casa própria como a que eu morava. Entramos e Rodrigo já mandou eu ficar a vontade que ele ia tomar banho e da cozinha me chamaria pra almoçarmos. Fiquei, pois, na sala esperando. Observei a sala e subentendi que o dinheiro que Rodrigo ganhava era muito pouco até mesmo pra ajudar numa casa como aquela, que na verdade seus pais que devem manter tudo.

"Mas pera...", pensei, "onde estão os pais dele? Alguém tá aqui pra tá rolando esse som alto". E então levantei, e vim que o corredor que dava pra cozinha passava por duas portas e notei que o som alto vinha dela... não sei porque e nem com que coragem fiz isso, mas fui até a porta e pus o ouvido na porta e escutei um gemido baixo de mulher. "Será que são os pais de Rodrigo transando?". Também não sei com qual coragem, mas resolvi abrir a porta e espiar... caralho, muita adrenalina... girei a maçaneta bola e vi:

Uma morena muito gostosa dançando, a mãe de Rodrigo. Mas não tava dançando comumente... ela tava nua. Rebolava pra uma câmera que tava no chão de mãos na parede e com máscara. Ela não olhava pro lado da porta, certamente acreditava estar sozinha. Tinha um vibrador no chão, enorme... ela desceu... NOSSA!!!... com a bundinha... era enorme o consolo e ela tentava engolir ele. Caralho!!! Meu pau tava todo ereto. Nem lembrava que tava na casa de Rodrigo, quem era Rodrigo e existia qualquer vida fora daquela cena. Kkkkk

Ela fez menção de virar o rosto e fechei a porta devagar. Meu coração tava a mil... não acreditava no que acabara de ver e voltei a sentar no chão da sala morrendo de medo dela sair e vir me interpelar... sei lá! Fiquei nervoso, ela sacaria na hora. Mas isso não rolou ainda bem. Rodrigo me chamou lá de dentro e fui passando bem desconfiado pela porta. Lá começamos a almoçar. A comida era boa... arroz, feijão, bifão top... até suco rolou. Olhamos o relógio e vimos que ainda faltava mais de 1 hora pra voltarmos pra oficina. Eu pedi pra lavar as louças e a mãe de Rodrigo já entrou na cozinha respondendo aquilo.
- você devia ser assim, Rodrigo.

Ela entrou e Rodrigo nos apresentou. Ela cheirava bem, tava levemente suada e nos cumprimentamos com beijos, muito embora eu tivesse demonstrado receio por estar suado. Eu tava bem nervoso perto dela e Rodrigo tirava sarro, dizendo que a achei bonita e ela ria entrando na rua. Dona Flor, ou "Flor" - como ela insistiu que eu a chamasse era uma mulher bem atraente e do meu tipo: 40 anos mais ou menos, baixinha mas não tanto, e de cabelos cacheados curtos. Perguntou se eu achei a comida gostosa e eu disse que muito, e daí só conversa... quis saber como era lá no nosso trampo e fui falando, falando bem de Rodrigo para retribuir kkkk. De repente meu telefone chamou e atendi nosso chefe. Ele disse que, em vez de voltar 14h, deveríamos voltar 15h e Rodrigo gostou da notícia. "Mano, vou dar um pulo na minha namorada. Você pode ficar aí? Foi mal kkk até dormir você pode, mano. Mãe, arranja uma toalha a ele"... e assim foi pra casa.

COMO ESSE CARA ME DEIXA SOZINHO COM A MÃE DELE? Isso não vai acabar bem, kkk. Aliás, VAI ACABAR bem. "Aqui uma toalha pra você se banhar", Flor veio me dar, "vou estar no quarto qualquer coisa, pode dormir até no sofá se quiser". Agradeci e fui ao banho. Tirei minha roupa e deixei de fora do banheiro. Tava bastante "engraxado", então usei bastante o sabonete que ela me deu pra tomar um bom banho. Dentro do banheiro me lembrei do que vi no quarto e minha barraca se armou inevitavelmente... comecei a bater e fechei os olhos, quando abri notei um olho na brecha da porta. Só podia ser uma pessoa. Me enxaguei rapidamente e enxuguei. Vesti a cueca e a calça, e passando pelo corredor vesti a blusa. Eu não podia mais ficar ali. Fui em direção ao portão e não consegui sair: tava trancado. Porra. Não acreditei.

Tive, mesmo com medo, que bater na porta de Flor. Ela disse que poderia entrar pra pegar a chave e que sentia muito pelo que tinha havido, que eu entrasse sem a olhar muito que ela estava morta de vergonha. Fiquei mais tranquilo com o discurso e entrei com tudo... Flor tava deitada em sua cama, pelada, com o consolo atolado no cu e a buceta toda melada. "Vem, negão, quero te sentir, come essa minha buceta com seu pau gostoso". Eu fui com tudo, no impulso! Tirei a blusa, a calça, baixei a cueca e nem chupei a safada (ela não queria)... já abri mais ainda suas pernas e tome rôlada na morena... ela suspirou... soquei soquei e soquei fortemente. Era isso que ela queria. A buceta dela era apertada, e ainda tava com o cu socado... estava ainda mais.

Vi que tinha algo faltando pra ela, era as estocadas no cu com certeza. Ao passo que preenchia os espaços de sua buceta, eu empurrava o consolo fundo no seu cu. Ela parecia sem fôlego. Me olhava e segurava meu pescoço como se não acreditasse no que tava sentindo. Ela me mandou parar do nada e pediu pra trocar o consolo com meu piru, queria sentir o maior agora na buceta. Eu desobedeci a gulosa e não tirei meu cacete de dentro dela. Tirei do cuzinho dela o vibrador e soquei também na buceta dela. Ela fez cara de dor, e gemeu alto, pediu pra tirar, mandei engolir o choro que ficaria gostoso... e enfiei, enfiei, enfiei até que a gostosa gozou. Que gozo, ela começou a se contorcer e me mandou sair dela. Dessa vez obedeci e saí, deixando somente ela terminar seu esporro tocando seu grelo gordinho.

Que linda visão. Sua xota parecia um leão rugido de tão esfolada. Ela me olhou e pegou nos peitos. Baixou as pernas e veio me beijar. "Anjo, você é muito gostoso, deixa eu chupar pra você gozar na minha boca?". Não admiti. Queria gozar dentro. Peguei Flor pelo braço, ela era forte e lutou comigo, a deitei na cama e soquei seu cu quente duma vez. Ela reclamou um pouco... disse que o rabo fecha quando gozar pela buceta. Não dei ouvidos e meti na mãe de rodrigo, amo cu de coroa... tava gostoso, obviamente sem pregas por causa do consolo que já a tinha consolado. Ela reclamou pouco e já voltou a ficar quente de novo, inclusive pedindo por mais. Que pedido infeliz! Peguei o consolo e enfiei na bunda dela junto com meu piru e ela gritou alto... tentou sair e balançava a cabeça negativamente... eu gozei dentro do cuzinho dela com ela dizendo que assim eu matava ela. Delícia demais tirar seu pau e a porra derramar do cu da gostosa...

Te amo Flor kkk depois disso fui tomar outro banho e voltei pra sala às 14:20... já não dava mais pra dormir, mas bati 20 minutos de ronco até Rodrigo voltar e voarmos pro trampo. Flor me deu o número e nos 3 que se passaram a gente fudeu mais ainda umas 10 vezes, sempre intensamente assim. Será que ela lembra? Vou mandar esse conto pra ela!



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