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Musa do MMA (Lésbica)


autor: katyferreira
publicado em: 16/07/17
categoria: lésbicas
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Fonte: maior > menor


Entre muitas amizades que fiz na adolescência algumas permanecem até hoje, mesmo distantes eu conservo a presença de certas pessoas que considero essenciais.

No meio dessas pessoas está minha amiga de muitos anos, que vou chamá-la somente de Paty neste conto. Depois de anos sem nos ver ela resolveu me visitar, em uma passagem rápida aqui pela cidade.
Nosssa meu bem como vc mudou. (Ela disse)

No auge do seu corpo bem definido, as vezes considero até exagerado, praticante assídua de MMA, ela preza pelo físico e isso sempre ficou bem evidente desde a adolescência. E de certa forma eu entendo o susto dela, eu me descuidei um pouco desde que me casei e acabei me tornando mais cheinha, não que isso afete minha autoestima, nunca me importei muito, mas hoje vejo que é muito mais que um corpo sarado.
Paty;
Talvez eu pudesse te dar uma ajudinha.

Eu;
Eu iria adorar, só não me batendo rsrs

Como ela estava de passagem rápida ela deixou algumas dicas e disse que em breve voltaria pra passar uma temporada maior com a família e pra começar um novo ciclo de exercícios e poderia me ajudar presencialmente a perder uns quilinhos.

O tempo passou, fui seguindo algumas dicas que ajudaram um pouco mas não o suficiente pra que ela ficasse satisfeita. Logo que voltou a cidade começou a me criticar, de forma amigável, claro. Disse que poderia endurecer mais o bumbum, melhorar muitoo a barriga…

Aos poucos fui reparando mais e mais em Paty. Ela é um pouco maior que eu, cabelos compridos, branquinha, rosto com algumas cicatrizes, inclusive na orelha, alguns arranhões pelo corpo e tatuagens. Vários desenhos pelo corpo, no antebraço, ombro, barriga e coxas, coisas bonitinhas e algumas mais impactantes, como uma fênix, rosas, caveiras…

Paty com poucos dias começou a me perguntar o que tava rolando, pq eu ficava olhando tanto e me exercitando pouco, fui bem sincera e disse que seria impossível chegar na metade do corpo que ela tem. Sorrindo ela disse que não é nada demais, somente dedicação. Me mostrava cada exercício com um carinho diferente, algo além de amizade.

Nos últimos dias de treino disse a ela que iria parar, era forçado pra mim e eu não estava vendo tanto resultado, ela então disse para eu parar de comparar o corpo dela com o meu e foi me mostrando passo a passo como ela foi “definindo” cada parte do seu sarado corpinho. Após aquilo eu confesso que me excitei, não pude esconder e ela, claro, percebeu!
Eu;
É estranho falar isso, mas seu corpo é muito mais bonito e sarado que todas as mulheres dessa cidade rsrs

Paty;
Meu bem, não se trata de ser sarada, algumas pessoas tem uma atração natural e vc tem isso…

Mais uma vez eu estava atraída pelo proibido!
Confessei a ela minhas vontades e desejos em corpos tão “másculos” e ela sorrindo disse que tinha vontades parecidas, apesar de não se considerar lésbica.

Um lanche saudável foi a desculpa pra nos encontrarmos a noite, caminhamos um pouco e não consegui deixar de reparar suas pernas bem torneadas, sua barriga toda definida, aiii parecia uma tentação.

Chegando em um local menos movimentado Paty disse um pouco envergonhada que já sentiu algo por mim no passado, quando ainda éramos adolescentes, claro que achei o máximo.
Perguntei se ela se importaria de ir comigo até minha casa, meu marido não estaria por dois dias e…

Não pude acreditar no que eu via, ela me beijava e me acariciava de uma forma diferente, aquelas mãos fortes, aquele corpo todo “durinho” me instigou mais e mais. Nos beijamos na sala, no corredor, até o quarto.

Já na camas nos entendemos bem, ela me beijava enquanto pegava em minhas pernas e eu mordia seu ombro, ou melhor, os músculos em seu ombro. Me excitei ao ouvi-la sussurrar que adora umas mordidas fortes, aliás ela adora tudo forte…

Corpos entrelaçados na cama, ainda vestidas mas quase arrancando as roupas de vontade, senti que ela já estava suada e começava a me apalpar com cada vez mais força. Paty estava muito louca e não conseguia se controlar, deixei as coisas acontecerem.

Quando percebi ela estava com as mãos dentro da minha calça legging, ela subia pra dentro da minha camiseta, que aos poucos foi se desfazendo com sua força, as costuras se soltando e ela rasgando e me dando ainda mais tesão com sua atitude. Eu estava de calcinha quando ela se ajoelhou na cama e tirou sua camiseta (um topzinho que ela utiliza pra malhar) e deixou à mostra seu peitoral bem definido e sua barriga “trincada”.

Consegui reparar ainda melhor as tatuagens, e as cores pareciam ganhar vida naquele corpão da porra. Voltamos a nos beijar e cravei minhas unhas em seus músculos, isso a fez gemer e sussurrar em meu ouvidinho que eu iria me arrepender de ter feito isso.

Paty me posicionou de um jeito quase impossível de me mexer, retirou a calcinha se ajeitou entre minhas pernas e …
ME CHUPAA! VAIII!

Eu gemia alto pra ela. Aquilo era voraz e intenso o suficiente pra me fazer escorrer de tesão. Ao invés de chupadas delicadas ela dava linguadas fortes e mordidas na minha buceta. Ela esfregava sua boca em minha virilha como um pitbull devorando um pedaço de carne.

Ela prendeu minhas coxas com as mãos e eu podia sentir seus dedos me marcando e quase penetrando em minha pele de tanta força. Eu estava imóvel, só conseguia colocar minhas mãos em sua cabeça, puxar seu cabelo e guiando para ela me chupar mais e mais.

Eu suava, gemia e pedia pra ela continuar, apesar de não precisar fazer isso. Paty estava com a cara “afundada” em minha buceta, me provando da forma mais intensa. Eu sentia sua língua passar de um lado a outro dos meus lábios vaginais, seu dente mordiscando meu grelinho e seus lábios tocando cada centímetro da minha buceta molhada.

Com sua força Paty parecia me levantar da cama, era justamente isso que eu sentia, tanto pelo prazer, quanto pela forma que ela se agarrava em minhas pernas.

Toda marcada, era como eu estava com as apalpadas da minha musa fitness. Minha pele branquinha já estava vermelha e em alguns lugares até roxo devido a forma que aquela cadela agarrou sua presa.

Quando me acostumei de vez com a sensação, senti Paty se virar, como em um movimento de Jiu-Jitsu ela se jogou em cima de mim, ficando em posição de 69. Nosssa, aquilo foi demais!

Abrindo um poucos os olhos eu vi aquele bucetão bem próximo da minha boca, é estranho imaginar uma buceta musculosa, mas era isso que eu presenciava, lábios bem contidos e rígidos e um grelo desproporcional, saltando pra fora do seu corpo.

Óbvio que chupei aquele grelão delicioso e apesar de estranho era bem suculento. Fui me acostumando com a rigidez do grelinho malhado da minha musa.
CARALHOOO KATYYY, CHUPA FORTE ESSA PORRA! (Ela gemia alto)

Os gemidos dela pareciam uma ordem e eu jamais ousaria desobedecer uma ordem de uma mulher daquelas. Eu que estava imobilizada desde o início da transa me sentia ainda mais agora com aquele mulherão por cima de mim, ela prendia meu rosto com suas coxas grossas e cravava ainda mais os dedos nas minhas.

Nos movimentamos pouco, somente os espasmos normais do sexo, nossa relação era resumida em gemidos, palavrões e várias chupadas e mordidas. As veias saltavam pelo braço de Paty, cada músculo do seu corpo parecia tenso e ela ficava mais gostosa assim, embora eu pudesse observar e tocar muito pouco pois estava presa em uma chave de buceta rsrsrs

Paty diminuiu ainda mais os movimentos e começou a ser mais precisa nas chupadas, eu rapidamente fiz o mesmo, era ela quem ditava as regras ali. Ela chupou uns cinco minutos somente a pontinha do meu grelo e aquilo foi o suficiente pra eu gozar e gozarr muitoooo!

Tive que retribuir o prazer e fiz o mesmo, abocanhei aquele grelo grandinho e chupei somente a pontinha, ela se contorcia e respirava forte, me apertava e gemia palavrões. Quando finalmente ela gozou, esguichou jatinhos em minha boca, jamais eu havia provado algo assim. Aquele líquido quente escorrendo pela minha boca, pelo meu pescoço é indescritível.

As duas caíram derrotadas na cama, Paty me abraçou forte e me deu um beijo apaixonado, aquela mulher machinho mostrou seu lado carinhosa dizendo que eu era demais na cama e foi uma honra ser dominada por mim.

Eu estava sem reação ainda, como estávamos a vontade fui tomar um banho, na volta ainda pude admirar aquele corpaço em minha cama que normalmente é ocupada pelo frouxo do meu marido. Agora sim eu senti prazer de verdade.

E assim foi minha transa com minha atleta deliciosa e sarada.

Digam o que acharam pra mim;
katyf083@gmail.com

bjinhos e amo vocês




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