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Minha prima lésbica (Primeira vez)


autor: Sam_Hennessie
publicado em: 17/07/17
categoria: lésbicas
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A escola havia terminado e era hora de eu me concentrar nos vestibulares. Chegando a época de um deles, pedi pra me hospedar na casa da tia Débora. Que morava próxima ao local da prova.

Chegando lá, minha tia me recebeu com carinho e foi tudo muito agradável. Pela noite, enquanto eu assistia TV, escuto alguém entrar pela casa. Era minha prima Carla.

Carla era aquele tipo de mulher que a família adora ficar contra. Independente aos 23 anos, ganhava bem, pagava pelas próprias despesas, próprias tatuagens, próprias diversões. Sua última cartada tinha sito colocar silicone nos seios, sendo julgada por todos. Eu na verdade a admirava. Era tão bonita e segura de si.

Ela: Samanthaaaaaa.... quanto tempo, minha priminha... que bom que está aqui.
Eu: Oi Carla... quanto tempo, mesmo... você mudou. Como estão a coisas?

Carla tinha cabelos curtos até o meio do pescoço, com luzes e um corpo bem malhado que ficava aparente sobre sua roupa colada. Ela me contou várias coisas até dizer que precisava tomar um banho.

Carla voltou minutos depois, enrolada na toalha e sentou comigo de novo.

Eu: Soube que colocou seios novos, hahaha. Você gostou do resultado.
Ela: Ai, Sam, eu estou amando. Eu adorei. Você quer ver? Em primeira mão. Ainda não mostrei pra ninguém, nem pra minha mãe. Acabei de sair do período de recuperação.
Eu: Todo bem... mostre.

Carla se levantou e na minha frente, abriu a toalha, mostrando não só os seios, mas todo o corpo. Fiquei hipnotizada, Carla era estonteante. Aqueles seios eram perfeitos. Médios do tamanho certo. Pontudos como flechas.

Ela: Sam? Tudo bem?
Eu: Nossa... Você é linda, Carla. Seu seios ficaram realmente muito bonitos.
Ela: Obrigado, priminha. Você quer ver mais de perto?

Carla pulou no meu colo, com aqueles peitos quase batendo na minha cara.

Ela: Vai Sam. Pode tocá-los.
Eu: Po... posso?

Levei minhas mãos até aqueles belos seios e acariciei. Eram durinhos, firmes e gostosos de apertar. Carla sorriu e aproximou mais eles de mim. Estavam pertos demais, não aguentei e pus a boca em um deles. Comecei a sugar e lamber o biquinho. Escutei Carla gemer baixinho e dizer “isso, isso, chupa...” depois já dizia “que boquinha gostosa, Sam”. Só parava pra trocar de um peito para o outro. Minha mão procurou a boceta de Carla naquela hora. Encontrei toda molhada e masturbei. Carla respirava fundo sussurrando uns palavrões baixinhos. Eu masturbei ela mais forte, não sabia direito o que estava fazendo, mas ela estava gostando, então eu continuava.

“Não para, Sam, eu vou gozar...”

Tirei a boca de seus seios e ela me deu um baita beijo na boca. Nunca tinha beijado uma mulher antes. Era tão gostoso, tão intenso e tão doce. Carla gozou logo em seguida, me beijando.

Ela segurou minha cabeça e disse

“Sabe o que você merece agora, né. Sua safada?”

Ela saiu de cima de mim, e num passe arrancou meu shortinho junto da calcinha. Me deu um puxão abrindo minhas pernas e deixando minha bocetinha aberta na sua frente. Carla enfiou a boca na minha pepeka com fome. Sentir sua língua foi mágico. Era muito macia e ágil. Lambia com rapidez, beijava, chupava, sugava o liquido que saia. Carla sabia lamber uma xereca. E como sabia.

Não tive escolha. Gozei rápido. Me debatendo no sofá. Carla se levantou e me encarou com um olhar demoníaco.

“Eu vou querer mais...”

E saiu, indo dormir.

Meu pai só viria me buscar no fim de semana, e ainda era terça-feira. Carla até pediu folga no trabalho pra passarmos o dia juntas em casa. Minha prima foi a primeira garota que deixou eu sentir o gosto de sua boceta. Foi a primeira vez que lambi uma fêmea e daí, não parei mais.




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