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Olhar, Ana, Sexo e Muito Gozo!


autor: RomanticoSP
publicado em: 18/07/17
categoria: hetero
leituras: 839
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Fonte: maior > menor


Olá a todos!

Esse é meu primeiro conto e vou me apresentar, meu nome é Rodrigo, sou de São Paulo.



Há alguns anos atrás, conheci a Ana, uma mulher aqui de São Paulo num bairro distante (sou da zona sul e ela da zona norte), em um site.

Passamos a conversar bastante, quase que diariamente. Ela era linda e nossas conversas não passavam de coisas banais, do dia a dia... sobre filhos, família, trabalho, música e assim por diante. Em alguns dias a conversa começou a esquentar e não sei o porquê ela começou a me despertar um certo tesão e em outras conversas ela passou a se mostrar interessada e também já sentia o mesmo tesão que me movia em sua direção.

Marcamos um encontro, fui até o trabalho dela no horário do almoço, então a encontrei... a vi logo que entrei na rua marcada, linda... com uma roupa normal do dia a dia, porém com peitos enormes, mais enormes do que nas fotos que trocamos... maiores do que nas vídeo chamadas que fazíamos e isso era ótimo, pois sou apaixonado por seios. Ela entrou no carro, ainda com vergonha e tímida, era nosso primeiro encontro e após bastante conversas e confidencias já sabíamos o que o outro gostava na cama e seria comum essa timidez do primeiro encontro... eu confesso que também estava e no caminho, conversando, ia passando a mão em suas pernas, lhe fazendo caricias. Chegamos ao motel.

Entramos no quarto e fui lhe agarrando e enchendo-a de beijos, beijos molhados, sufocante... pra quebrar o gelo, pra esquentar mesmo... pra despertar em Ana aquela mulher que confidenciara ser pra mim, em nossas longas conversas...

Em instantes ela me parou. Foi ao banheiro e voltou... sem a parte de cima do seu traje, voltou somente de sutiã e a calça... parecia me ofertar aqueles volumosos seios, redondos e enormes... com os bicos apontados para mim... eu somente de cueca não tive como esconder meu encanto por aqueles lindos seios!
Fui até ela, passei por de trás dela e nesse instante, levei minhas mãos até “eles”, e com todo o carinho do mundo passei a acaricia-los e simultaneamente, minha boca passava em seu pescoço, orelha e passeava por traz da sua nuca... ia sentindo a respiração de Ana acelerar e ficar ofegante, seu sutiã já não estava mais no lugar, já estava desabotoado e com as alçar baixas... então ficamos de frente e o tirei, libertando aquelas grandes aureolas, aqueles bicos que estavam duros pedindo língua, pedindo mordidas leves e prazerosas. Ao chupá-la, ao mamá-la.... fui retirando a sua calça e o cheiro do seu sexo inundou o quarto, me deixando extasiado. Ana já segurava o meu membro duro como uma pedra e me dizia como ele era lindo... rosado, grosso... então Ana me conduziu até a cama, removeu por completo minha boxer preta e começou me lamber, de baixo pra cima... devagar num ritmo compassado e me olhando... olhos nos olhos, ela fazia questão de me encarar ao passar a língua nele então fechou os olhos e com a boca salivando de vontade de sentir meu pau, ela desceu os lábios e foi escorregando até a base... voltou mais devagar e com mais pressão... e assim seguiu por alguns instantes com sua língua quente trabalhando em volta dele. Nesse momento eu pensei que não aguentaria mais... foi quando ela tomou conta da ocasião, levantou a cabeça e disse: “Agora é sua vez... não veio aqui pra isso?”

Ana deitou-se, acomodou-se como quem iria dormir, ajustou o travesseiro, relaxou e abriu bem as pernas. Fui deslizando a língua por entre as pernas dela, sentindo a maciez daquelas coxas, lambendo e cheirando, mordendo e esfregando minha barba... ela gemia e sussurrava algo como: “assim, isso, que delicia” até que cheguei nela... lisa, depilada, com cheiro de mulher, ao ver seu mel escorrendo sem ao menos ter encostado “nela”, eu não tive outra reação que não fosse chupar... chupava com vontade, como se fosse a última buceta do mundo... sentia seu sabor, enfiava a língua dentro e tirava... cada vez que fazia isso a lubrificação ficava mais grossa, mais espessa, mais viscosa... então cheguei ao seu grelo e suguei... suguei... coloquei um dedo dentro dela e num ritmo ditado pelas contrações do seu abdômen, eu a chupava e a penetrava, até que aconteceu o que eu mais esperei desde que nossas conversas começaram a ficar picantes. Ana gozou, esguichou litros na cama, foi a primeira vez que presenciei uma mulher esguichando, gozando dessa forma, era algo louco, sensacional e ela gemia, gemia muito.... e não parava... tirei a boca por medo dela estar muito sensível e machucá-la... então Ana puxou minha cabeça para sua buceta e me fez chupar mais... até não aguentar e falar: Me fode!

Sai de cima dela, coloquei a camisinha e fui... penetrei de uma maneira tão gostosa, ela estava quente, molhada... senti cada milimetro do meu pau escorregando por dentro dela, ela começou novamente a contrair o abdome e mover a cintura, coordenando os meus movimentos... não eram movimentos rápidos, mas eram fortes e profundos... firmes... então ela olhou nos meus olhos novamente, com a mesma cara de quando estava me chupado e disse me come que estou gozando no seu pau agora! Não tira ele de dentro de mim! Nesse momento ela se contraiu toda e eu continuei socando dentro dela, até que ela me soltou e virou para o lado... sorridente!

Meu pau estava duro, minha cabeça a milhão! Foi a primeira vez que presenciara uma cena dessa... um squirt, um orgasmo que não tem como ser mentiroso! Então deitei ao lado dela e ela ainda se recompondo, subiu em mim, sentou e cavalgou de uma maneira única... ela com aquela xoxota molhada e fervendo abocanhou meu pau inteiro numa só vez e com movimentos frenéticos subia e descia... era como se fosse uma punheta batida por uma buceta molhada, melada e quente! Apertada!! E mais uma vez aquele olhar que é peculiar de Ana acompanhou o seguinte dizer: Goza nessa buceta que você tanto fez gozar.... goza, meu Delicia!



Fim!

Espero que tenham gostado!




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