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89- A ninfetas e o coroa safado


autor: Bernardo
publicado em: 21/07/17
categoria: jovens
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Fonte: maior > menor


Sua bela esposa decidiu largá-lo após vinte e cinco anos de casamento. O pivô da separação foi um jovem advogado que além de trabalhar para Jardel, era seu amigo. A esposa argumentou que queria recuperar o que sua juventude perdeu e praticamente levou quase tudo dele, que era um homem rico que, desolado e decepcionado com o acontecido, passou a viajar bastante voltando a incrementar seus negócios de criação de cavalos puro sangue. Numa dessas viagens ele encontrou no aeroporto, a Fernandinha filha do jovem advogado seu ex-amigo e agora amante da sua esposa.

Nandinha, como gosta de ser chamada, estava com o uniforme do colégio que é semelhante aos de uma noviça, exclusivo do externato onde estudava. Apesar das roupas folgadas e das meias três quarto, as belas curvas dos seios e das nádegas se revelam esplendidamente. Jardel não pode deixar de perceber o quanto tremendamente bonita Nandinha se tornou e tentou esconder a satisfação de ter a bela adolescente, de vivos olhos esverdeados, como companhia. Ela se tornara uma mulher completa. Algo começava a fazer o coração dele bater mais rápido e de repente sentiu a fervura do desejo concentrar-se em sua virilha e logo veio pensamentos de repulsa: “-Deus do céu, que é isso! Como posso pensar nela assim! Eu peguei essa menina no colo!” A visão de Nandinha completamente nua, lhe vem à cabeça.

Ela estava retornando para casa, pois estava em férias, e antes que ele se recuperasse da surpresa, Fernandinha passou ambos os braços em volta de seu pescoço e o beijou em ambas as faces cumprimentando o:

– Olá, tio Jardel! Que coincidência encontrá-lo aqui! – ele ficou alguns segundos fitando o juvenil rosto daquela linda adolescente de quase quinze aninhos.

– Realmente uma surpresa, Nandinha! Está esperando seu pai?

– Oh, não! Já sou bastante crescidinha, não acha? Desde o ano passado que viajo sozinha, do colégio até em casa. Já vou fazer quinze anos! E o senhor, está indo para lá também?

– Sim, sim. Mas, as autoridades aconselharam que eu voasse só quando o tempo estivesse bem, mas pelo visto, acho que só irei amanhã.

– Ah, que bom! O senhor me dá uma carona?

– Bem… acho que seu pai não vai gostar. Ainda mais depois do que houve entre nós! Além disso, já reservei um quarto no hotel para passar a noite aqui. Amanhã cedo o tempo já deve ter melhor.

– É complicado, mas o que houve entre papai, você e sua ex-esposa, nada tem a ver comigo, não acha? Deixa tio, deixa! Agora que eu sei que o senhor pode me dar uma carona em seu jatinho, eu não suportaria enfrentar oito horas de ônibus!

Um leve sorriso apareceu no rosto de Jardel. Novamente ele entra em conflito com sua consciência. Ué, mas por que não? O pai dela me sacaneou tremendamente! Por que não deveria dar o troco? Além do mais Nandinha já tem mais de quatorze anos. Se ela consentir, não haverá crime de sedução de menor! Mas será que eu conseguirei seduzi-la? Depois de pensar um pouco mais e apesar de seus planos perversos, disse:

– Tudo bem. Pode vir comigo. De agora em diante você será uma espécie de secretária particular! -os belos olhos de Nandinha se arregalam de alegria como todo adolescente quando acha que está agradando um adulto.

– Como secretária de um executivo, você deverá tomar certas providencias para deixar seu chefe satisfeito!

– Sim, sim! O que quer que eu faça?

- Hoje em dia, as secretarias têm que agir com muita naturalidade e deixar que seus saudáveis desejos internos desabrochem, para que o chefe saiba quais são seus verdadeiros talentos! Você terá que fazer tudo o que eu mandar.

Apesar de seus planos perversos, ele está encantado com o charme naturalmente sensual dela e por isso, pega a mãozinha dela e beija-lhe, passando a ponta da língua nos dedos. Nandinha prende a respiração. Não sabe o que fazer, mas seu corpo reage fazendo sentir prazer com aquele simples beijo. Os mamilos de seus seios, endurecem aparecendo visivelmente por baixo do tecido da blusa. Ela se envergonha e com a outra mão tenta esconder os dois pontos bojudinhos e baixa o olhar com a face ruborizada.

– Vamos fazer uma brincadeira. Vamos supor que você descobre que seu chefe está apaixonado por você! Você o pegou roubando uma foto sua da carteira! E você se dá conta que também você gosta muito dele e está apaixonada.

– Eu apaixonada por ele?

– Se você está… você deve demonstrá-lo também…

E Jardel viaja com a imagem da filha do homem que lhe fez corno, sendo sodomizada dentro do próprio quarto.

– Mas, mas eu…não sei como… como conquistar um homem… mais velho. Você me diz coisas que deixam minha mente confusa! Eu já não consigo lhe ver como aquele senhor de tempos atrás! Não sei, não sei. Não consigo pensar normalmente para que eu possa fazer esse joguinho de secretária e patrão!

– É porque, minha princesa, apesar de seus quatorze…

– Quinze…

– Sim, quinze aninhos, você já está pensando e agindo como adulta! Essas dúvidas sempre acontecerão em sua vida. Você terá que saber fazer suas escolhas. Por exemplo, se você acha que eu serei bom para você e lhe respeitarei sempre, você deve se deixar levar pelo que você está sentindo internamente. Você deve confiar em mim. Eu também já não lhe vejo como aquela menininha de alguns anos atrás. Você é lindíssima! É a primeira mulher mais sensual que tenho visto ultimamente! Eu simplesmente me apaixonei por você, Nandinha!

E ele volta a beijar-lhe a mão. Nandinha dá um longo suspiro e o encarando, retira a mão que encobria o busto. Seu rosto tem uma expressão de desafio e expectativa.

– Jardel, você é um canalha! Como pode estar me propondo essas coisas?

Jardel, abre um sorriso, entendendo que Nandinha resolveu entrar na fantasia. Ele sente que ela será daquelas mulheres que se excitam com a canalhice masculina. Ele não esperava que sua vingança seria tão doce… e tão sexualmente pervertida! Uma hora depois, Nandinha já não sente nenhum desconforto com a grossa rolona de Jardel totalmente embutida em seu cusinho enquanto rebola em cima da virilha dele como se aquilo fosse a coisa mais natural para ela.

Ao chegar na cobertura e ao abrir a porta do apartamento ouve uma voz conhecida vinda de dentro da sala:

- Surpresa!!

Jardel parece assustado. Assim que acendeu as luzes, a estonteante figura de Fernanda surge da escuridão, tendo no corpo apenas um colar de pérolas e os sapatos de salto alto. Ela ainda vai fazer dezesseis aninhos e já, por um ano, é a fêmea desinibida de Jardel, em todos os sentidos.

Fernanda passa os braços em volta do pescoço de Jardel e eles se beijam apaixonadamente. Uma das mãos dele vai até uma das bandas das nádegas dela e a aperta carinhosamente com força. Ela sente a rolona dele pulsar por baixo do tecido da calça e se prepara para desabotoar-lhe a barguilha, mas se surpreende quando Jardel, sem interromper o beijo, a levanta nos braços e a leva até o sofá. Lá, ele a deita e com olhar embevecido pela beleza juvenil de Fernanda, se ajoelha entre as coxas dela.

Com sofreguidão, ele aspira o perfume da xaninha enquanto não deixa nenhum canto sem ser chupado, lambido, mordiscado e beijado. Nandinha suspira alto, balançando a cabeça de um lado para outro. Na posição de frango-assado, seus joelhos quase que estão tocando seus ombros. Suas mãozinhas acariciam as têmporas grisalhas daquele que é seu primeiro macho e entre gemidos e sussurros diz:

- Vou... vou... vou gozar, seu safado! Aaaah... vou gozar, vou gozar! Não pára... não pára, não!

E Nandinha dá um longo grito e respira com dificuldade. Involuntariamente, levanta mais ainda a pélvis para roçar no rosto de Jardel. Acontece que isto faz com seu rosado cusinho fique todo exposto, a mercê da boca do cinquentão. Ele, tomado de tremenda luxuria, faz uma ventosa com os lábios e cola ao redor do anelzinho e em seguida, com toda vontade e força, ele tenta penetrá-lo com sua língua rombuda!

Nandinha, que tinha recuperado a respiração, estava com a cabeça caída para um dos lados dos ombros, leva um choque quando sente a ponta da língua de Jardel invadir seu anus! Novamente ela lança sua cabeça para trás, dessa vez sussurrando palavras sem nexo! Agora seus braços passam por entre as partes internas das coxas e as mãozinhas procuram afastar ainda mais suas polpudas nádegas!

O cacetão de Jardel lateja e está tão rígido parecendo que vai rasgar as calças! Nada no mundo lhe impediria agora de sodomizar a bela adolescente, nem mesmo um processo de desvirtuamento de menor! O belo rosto da ninfeta tem as sobrancelhas franzidas como se estivesse sentindo dor, mas o sorriso estampado nos lábios demonstra que ela está se deliciando enquanto sente toda a extensão da lustrosa rola de Jardel ir lhe invadindo o cusinho por inteiro!

Assim tem sido por quase um ano. Dessa vez foi diferente porque Nandinha não teve a oportunidade de sugar a rolona de Jardel até extrair-lhe a última gota de esperma que às vezes ela deixava cair um bom bocado na palma da mão para depois espalhar ao redor do cusinho, fazendo uma pré-lubrificação, para a entrada da rolona de jardel nele.

Agora ambos estão deitados, depois de uma ducha. Jardel beberica um drinque, enquanto a lingüinha de Fernanda lhe acaricia a bojuda glande do pau semi-endurecido. Ela enroscou suas coxas numa das coxas dele e uma das mãozinhas acaricia os bagos avermelhados e de vez em quando abocanha toda a glande, tentando chupar algum vestígio de semem.

- Como você entrou aqui? O que aconteceria se teus pais soubessem que você está aqui agora, chupando meu pau! -ela se surpreende com a pergunta, levanta a cabeça e o encara.

- Ela não é minha mãe. É sua ex-esposa! Eu não sei o que aconteceria se meu pai me descobrisse aqui chupando teu pauzão! Por que você não liga para ele? - e sorrindo cinicamente, volta a chupar-lhe a cabeçorra, agora com mais vontade!

- Minha queridinha, eu adoro você, mas você não pode vir aqui... e sabe-se lá como, você entrou aqui! Não faça mais isso, ´tá bem?

- Aaaah, mas eu queria vir para cá, a hora que eu quisesse, não só quando você me trouxesse! Eu nunca tinha entrado pelo hall principal, só no teu carro através da garagem! Aaaah, cansei!

- Eu sei queridinha, eu sei, mas você tem que entender que os outros não aceitam que um velhão como eu, ande com uma menina que poderia ser minha neta!

- Não ´tô nem aí! Foi você quem me iniciou em levar na bundinha e chupar gostoso! Nenhum menino teria sido tão amável comigo!

Jardel vira a cabeça procurando pelo blazer e o vê jogado em cima de uma poltrona. Ele espera que tudo seja gravado devidamente.

- Mas... como você entrou aqui?

- Eu pedi a tua ex-mulher, minha madrasta, que telefonasse para portaria me permitindo entrar.

- Assim, sem mais nem menos?

- Bom... eu disse para ela que tinha que fazer um trabalho escolar e que era sobre produtores rurais. Você é um fazendeiro, não é? E, peguei as chaves sem que ela soubesse!

- Puxa você se tornou uma mulher belíssima além de muito esperta!

- Hum hum... - e Nandinha murmura já com a boca engolfando a arroxeada glande enquanto tenta manter o resto da rola entre os seios, ajoelhada entre as pernas do seu macho cinquentão.

O pai de Nandinha tinha sido amigo e advogado de Jardel. Aconteceu aquilo de que o marido era o último a saber. A esposa dele pediu divórcio e casou-se logo após com o pai de Nandinha. Ele, como advogado de Jardel sabia de quanto era sua fortuna. Não foi difícil tirar o máximo e mais um bocado. Mas o mundo dá muitas voltas...

O pai de Fernanda estava em casa, sentando com o queixo encostado no peito, logo abaixo do nó da gravata, com as mãos crispadas segurando os extremos dos braços da cadeira, depois de ter escutado duas gravações que o ex-marido de sua atual esposa, lhe mostrara. A gravação inteira sem edição ele escutou por telefone. A editada, onde aparece Jardel como um homem gentil, dando conselhos a Fernanda, é a que ele entregou ao pai dela.

- É isso aí, meu chapa! Você é o único que sabe que tô comendo tua filhinha! Se você quiser me acusar de sedução, já sabe que te processarei por danos morais. Também não há pedofilia, porque quando comi a bundinha dela a primeira vez, Nandinha já ia fazer quinze anos. Huuum, e que bunda que ela tem e que cuzinho apertadinho, agora cuzão,kkkkk! Algum dia eu te mostro um filminho dela me fazendo uma chupeta e a dança da garrafa com minha rola inteirinha dentro do cuzinho!

Lágrimas escorreram dos olhos do pai de Fernanda enquanto ouvia. Xingamentos escapam por entre os dentes cerrados do angustiado advogado.

- Você sabe o que tem que fazer. Pega a grana de tua esposinha e vai desviando para onde te indiquei. A coisa não vai parar por aí, fica atento!

A partir daí, Jardel começou a introduzir a filha do advogado em suas orgias sexuais. Fernanda em plena sexualidade de fêmea se adaptou muito bem a todas as modalidades de libidinagens com seu corpo e um ano depois, a ex-mulher estava desolada pois sua fortuna tinha se esvaziado devido aos investimentos do pai de sua enteada. Ele está no telefone e ela nota que ele está com as feições crispadas. Do outro lado da linha, Jardel lhe ordena que ele faça Nandinha sua única herdeira.

Uma semana depois ele recebe outro telefonema de Jardel, comunicando que ele vai casar com Nandinha! Ele dá um berro e leva a mão ao coração. A ex-mulher de Jardel o encontra caído no chão.

O celular de Fernanda toca quando ela está com a metade de um consolo duplo engolido por sua xaninha enquanto a outra metade entra e sai do cuzinho de nanete, a outra amante de Jardel. Ela está sendo o recheio do sanduíche dos dois. Quando os três estão saciados, Nandinha retorna a chamada e fica sabendo do enfarte de seu pai.

Jardel a leva para o hospital. No dia seguinte, uma chorosa Fernanda pede ao amante grisalho que vá apanhá-la. Ele fica sabendo que o pai de sua amante adolescente viverá em estado vegetativo.

Jardel acomoda Fernanda na cama e antes de se dirigir para o banheiro, telefona para seus contadores e ordena que eles elaborem um plano de pensão para sua ex-esposa enquanto ela cuidar do pai de sua jovem amante.

Ele está acabando de barbear-se quando pressente a presença de Fernanda na soleira da porta. Ele vira o rosto e lhe sorri. Nandinha permanece impassível encarando-o quase que desafiadoramente. Jardel acha melhor voltar a lavar o rosto.

- Eu sei que tudo que aconteceu com meu pai... é culpa sua!

Foi como um tapa na cara quando Jardel escutou estas palavras. Ele começa a se virar esboçando uma resposta quando a toalha que tinha em volta da cintura escorrega e deixa a mostra seu imenso pênis, mesmo adormecido.

- Por que você ainda tinha de dizer que iria casar comigo só para ficar com minha herança? - os olhos da linda adolescente não conseguem se desviar do pênis, seu objeto de desejo

- Não foi nada disso que te disseram. Na verdade eu...

- Cala a boca, velho safado!

Fernanda apalpa a grossura da masculinidade dele ao mesmo tempo em que vai se ajoelhando. Depois que Jardel gozou fartamente na boquinha de sua ninfeta, ele não se importou de pagar na mesma moeda, mesmo ela está quase um dia sem tomar banho!


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