"Os mais excitantes contos eróticos"


Novos vizinhos (Menage de desp


autor: publicitario45
publicado em: 08/09/15
categoria: hetero
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A química entre eu e Débora melhorava a cada dia e isso de certa forma me preocupava, afinal de contas Cássio estava retornando da África e teríamos que ficar pelo menos três meses nos policiando para não darmos bandeira. A coisa estava tão séria que Débora já entrava na minha casa sem bater. Era só ela descer o elevador e entrar no meu apartamento como se fosse a minha namorada.

Cada vez que a filha dela ia passar uns dias na casa de alguma amiguinha de escola a gente se acabava de transar. Só que com a proximidade da chegada do marido, o semblante de Débora ia se fechando. Um dia, sentados na beira da piscina tomando vinho ela confessou que queria que o marido ficasse mais alguns dias longe e me contou um plano.

Cássio sempre quis vê-la trepando com outro. Ela nunca topou mas eles falavam sobre a possibilidade durante as transas. Segundo Débora, Cássio ficava extremamente excitado com a possibilidade de um homem comer a sua esposa na frente dele. O plano era esse, ela aceitaria e o homem seria eu.

Na manhã de sexta-feira ela me mandou uma mensagem logo cedo que dizia assim: ele chegou e vamos passar o fim de semana no Rio. Quando voltar terei novidades. O fim de semana pareceu que nunca mais ia chegar ao fim até que na segunda à noite ela mandou uma mensagem pedindo que eu fosse até a sauna. Não gosto muito de sauna mas fui e fiquei lá bem quieto no canto enfumaçado.

Alguns minutos depois entra o casal aos beijos e amassos. Do jeito que eu estava eu fiquei e Cássio veio falar comigo:

Ele: tudo bem?

Eu: sim, quanto tempo?

Ele: é, três meses longe da família amigo. Não é fácil não.

Ficamos ali de bate papo e Débora estava linda dentro de um biquíni banco de lacinho. Falamos de futebol, política, petróleo até que Cássio me convidou para assistirmos um jogo de futebol na quarta-feira à noite pela Copa do Brasil. O jogo seria entre o time dele Flamengo e o meu, o Clube Atlético Mineiro. Já havíamos perdido o primeiro jogo e Cássio estava todo animado com a possibilidade de classificação.

Na quarta, coloquei minha camisa, peguei uma garrafa de Jack Daniel e subi. Chegando lá Cássio me recebeu devidamente uniformizado e se mostrou feliz quando lhe dei a garrafa de presente, afinal de contas quem gosta de uísque gosta de Jack Daniels.

Porém antes do jogo começar Cássio como todo mal flamenguista começou a cantar vitória antes do jogo e me desafiou numa aposta. Se o time dele classificasse eu teria que cumprir uma prenda determinada por ele e se perdesse ela faria o que eu mandasse. Bem, o resultado do jogo e do campeonato todos vocês já sabem.

Após o jogo foi a minha vez de tripudiar em cima do amigo:

Eu: Cássio, sua conta chegou. Está preparado?

Ele: mais ou menos, mas manda ver.

Eu: eu quero que você passe o resto da noite servindo a mim e à Debora como se fosse nosso garçom. E quando a gente não precisar de você, o seu lugar será na cozinha. Ok?

Ele: pô, ai é sacanagem. (Falou com um risinho amarelo)

Ele topou meio que de má vontade e começou a nos servir. Ia e voltava. Depois de um certo tempo pedi para a Débora ir lá e começar a chupar o pau dele que eu ia dar um flagrante nos dois. Se ela queria um ménage a hora era aquela. Debora não pensou duas vezes e minutos depois entrei na cozinha.

Debora estava ajoelhada e Cássio sentado num banco pequeno. Estava de pau duro pra fora e sua esposa engolia com vontade. Cássio tem um pau grande porém fino. Quando entrei na cozinha eles ficaram me olhando e eu apenas disse: continuem, quero assistir.
Foi a senha que Debora e Cássio precisavam. Minha amiga loira e linda se levantou e começou a beijar a boca do marido enquanto sua mão o massageava a pica. Ele com as duas mãos apertava a bunda da esposa com força lhe arrancando gemidos e suspiros. Sugeri que eles fossem para a sala, pois o sofá era grande e muito mais confortável que a cozinha.
Sentei-me do lado dos dois e Debora continuou chupando o pau do marido. Não me contive e coloquei meu pau pra fora e comecei lentamente bater uma punheta. De repente a mão de Debora começou a me punhetar enquanto ela babava no pau do Cássio. O marido pediu e ela atendeu rapidamente e sentou no seu pau. Debora rebolava loucamente e me olhava com cara de puta sedenta. Cássio por sua vez batia com vontade naquela bunda perfeita deixando-lhes marcas vermelhas. Debora chegou ao primeiro gozo e o marido a colocou de quatro. Sem pedir permissão pro marido, Debora se posicionou na minha frente e caiu de boca na minha rola. Chupava, mordia, lambia meu saco e alisava minhas pernas. Segurei para não gozar pois ainda queria meter muito naquela boceta que eu já conhecia como a palma da minha mão.

Não demorou e Cássio gozou. Nunca vi tanta porra sair de dentro de uma xana como naquele momento. Deve ser os três meses de abstinência.

Debora com a xana ainda babando porra, veio e sentou na minha tora que apesar de ser um pouco mais grossa que a de Cássio entrou com facilidade. A cada estocada uma leva de porra escorria de dentro de Debora. Trepamos por uns minutos e Debora gozou gemendo alto e me arranhando as costas. Nossa putinha chamava o marido de corno e perguntava se ele estava gostando de ver a esposa dele sendo comida por outro, Cássio apenas acenava com a cabeça concordando enquanto alisava a sua pica. Senti que meu gozo estava próximo e comecei a meter mais rápido até que Cássio pediu que eu gozasse na boca da esposa.
Tirei minha pica e enchi aquela boca de porra. Débora sugou todo meu gozo e depois dividiu com o marido num longo beijo. Naquela noite trepamos mais uma vez e depois fui embora, pois a quinta-feira ia ser um dia puxado.

Na manhã seguinte, Debora me mandou um longo e-mail dizendo que o marido tinha recebido uma proposta de trabalho de uma grande empresa de petróleo e que eles se mudariam para a Europa.

Acho que Cássio topou aquele ménage como despedida. Já se passou tres meses que eles se mudaram e eu mantenho contato com Debora via Skype e Whatsapp. Em Janeiro eles voltam para Vitória para passar o verão aqui e com certeza iremos matar saudades de muita coisa.




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