"Os mais excitantes contos eróticos"


Pra não perder o emprego


autor: Sam_Hennessie
publicado em: 28/07/17
categoria: bdsm
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Era pra ser mais um dia normal no trabalho. Apesar da chegada do novo gerente, aquela irritante da Beatriz ainda mandava em tudo por lá. Cheguei, cumprimentei todos, Mirna, Paulo, Júlio e fui pro meu canto trabalhar. Porém, com a chefe presente, quem trabalha tranquilo?

Chegando ao fim do expediente, eu já louca pra ir pra casa descansar. Porém, Beatriz me convoca à sua sala. Entrando lá conversamos:

Eu: Aqui estou!
Ela: Tem algo pra me contar, senhorita Samantha? (Que mulher nojenta!)
Eu: Não que eu me lembre...
Ela: Nada sobre transar com um companheiro de trabalho?
Eu: Até onde sei, só transei com você. Quase que forçada...
Ela: Não seja sínica. Você não teve vergonha de transar com um homem casado?
Eu: Não sei do que está falando...
Ela: Não precisa mentir Samantha, ele já me contou tudo.
Eu: Aquele filho da pu...
Ela: Olha os modos, mocinha.
Eu: Eu não sabia que ele era casado, e aconteceu fora do horário de trabalho. O que eu faço fora daqui é problema meu, não seu!
Ela: Tom errado de novo, Samantha. Aquela mãe de família odiaria saber que foi traída. Seria motivo suficiente pra eu te demitir? Talvez sim... basta eu querer.
Eu: E o que quer que faça? Já aconteceu... Por favor não me demita, eu lutei muito por esse emprego.
Ela: Você vai fazer o que eu quiser. Você está nas minhas mãos Samantha. E eu gosto assim hahahahaha

Eu saí trêmula da sala, imaginado o quanto Beatriz era ruim e iria querer me ferrar, me punir de algum jeito. Alguns dias se passaram até que ela veio a mim e disse que eu teria de passar o fim de semana inteiro com ela, em sua casa de descanso. Ela me queira como escrava? Como serva? Eu era boba demais e realmente precisava do meu emprego.

Sexta a noite, saímos juntas da empresa e fomos em seu carro. Meia hora de viagem, sem conversa, um clima super intrigante.

Quando chegamos, ela me levou pra um quarto, estranho, meio escuro.

Ela: Eu quero me satisfazer com você, entendeu? Quero prazer... e você me deve isso. Em troca do seu emprego. Tire toda a roupa, menos a calcinha.

Eu, amedrontada, tirei tudo, rápido. Beatriz se afastou e retornou com uma algema. Me algemou e prendeu minhas mãos em um ferro, acima de nós duas. Fiquei esticada e comecei a respirar fundo de medo. Beatriz se despiu, ficando apenas com um langerie preta, com direito a meia calça, cinta liga e gargantilha.

Ela começou a me rodear. Sussurrava coisas como:

“você acha que pode transar com os funcionários da minha empresa, sua vadiazinha? Acha que vai fazer isso e sair impune? Mas eu te peguei... agora você é minha! Vai fazer o que eu mandar! Eu vou acabar com você!”

Aquela respiração quente dava pra ser sentida na minha pele nua, e começava a me excitar. Eu já queria saber o que aquela louca tinha em mente.

Beatriz parou na minha frente e me olhando com olhos serrados e me deu um baita tapa no rosto. “Você merece, sua puta!”

Com o rosto ardendo, olhei pra ela, fiz cara de má e falei “Tá fraco, sua vaca. Bate com força!”.

Beatriz fez cara de espanto e depois de safada. Novamente me deu um baita tapa. Voltando, com a parte externa da mão, acertou minha face de novo. Soltei um grito de dor e ela sorriu! Voltou a me rodear. Com um chicote na mão, me acertava com força. Eu gritava, mas a dor se terminava prazer e cada grito terminava com um gemido gostoso e lento. Quando ela parava, por um segundo que fosse, eu sussurrava “Já acabou?”.

Beatriz parou atrás de mim “Você é uma vadia bem safada, Samantha”. Afastou minha calcinha pro lado e eu pude sentir seus dedos acariciarem meu cuzinho. Ela ficou ali, respirando na minha nuca e roçando meu rabinho com a mão. Aquilo era bem gostoso.


Beatriz veio pra minha frente, segurou meu queixo com a mão e me beijou intensamente. Estava sem ar quando ouvi ela dizer:

Ela: Vou te soltar por um instante, mas precisa se comportar. Posso contar com isso, Samantha?
Eu: Sim
Ela: Sim, o que?
Eu: Sim, senhora!

Beatriz destrancou a algema. Desci as mãos, olhando aquelas marcas avermelhadas. Ela uniu meus pulsos os prendeu novamente, agora na frente do meu corpo. “Na cama. De quatro. Agora!”. Obedeci e subi naquela cama. Tinha um lindo lençol preto. Cheguei a me perguntar quantos corpos chantageados Beatriz já teria devorado naquele local, aquele templo perverso.

Me coloquei de quatro e Beatriz logo atrás. Senti suas mãos separarem minhas nádegas e sua língua quente tocar meu buraquinho. Minha chefe lambeu meu cuzinho com muita vontade. Ela deixava todo lambuzado e eu estava morrendo de tesão. Algemada, com a cabeça na cama e abunda pro alto. Era bom demais...

Ela: Ele me contou que você gosta coisas nesse bumbumzinho. Também quero desfrutar disso!

Beatriz pingou um lubrificante no meu rabinho e me penetrou com o dedo. Depois com dois. Eu gemia alto. Beatriz me enrabava e enchia minha bunda de tapas fortes, devia estar toda vermelha.

Em seguida, ela me virou, colocando um travesseiro sobre meu quadril. Aquilo deixava minha boceta pro alto. Eu estava totalmente encharcada, intensamente melada, mas Beatriz não deu nenhuma atenção a minha xaninha. Ela abriu bem as minhas pernas e novamente enfiou um dedo no meu rabinho. Logo depois o segundo. Minha boceta piscava e babava. Tentei me masturbar, mas minha chefe não deixou.

Quando me viu realmente louca, Beatriz se abaixou e eu podia sentir sua respiração em minha xota. Juro que ela não precisou de cinco lambidas. Aquela língua subiu e desceu pela minha boceta apenas 3 vezes. Na quarta eu gozei com um grito alto e louco. “Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaah”. Não pude me conter.

Beatriz ficou rindo e disse “gosto desse tipo de tortura também!”

Um minuto depois ela disse “Agora que se recuperou, você vai lamber e comer o meu cuzinho”. Ela se pôs de quatro e eu tirei sua calcinha com a boca, vale ressaltar que eu ainda estava algemada. Beatriz se abriu e eu lambi seu cuzinho com tudo. Era tão gostoso e aquela bunda era muito bonita. Ela gemia e rebolava na minha cara. Não demorei a enfiar um dedo naquele rabo e ver Beatriz delirando. Então enfiei o segundo, assim como ela fizera comigo.

“Na boceta, Samantha. Enfia os dedos na boceta também”. Mesmo ainda algemada, enfiei dois dedos da outra mão em sua boceta melada. Fodi Beatriz com força até que ela gozasse maravilhosamente.

Beatriz se deitou lentamente e ficou respirando fundo. Deitei sobre ela, beijando suas costas, ombros, pescoços. Ela sussurrava “Boa menina!”. Logo retirou a algema e fomos pro banho.

Todo o fim de semana foi nesse nível. Sexo e violência, com xingamentos e orgasmos. O mais importante é: Ainda estou empregada!




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