"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Minha amiga de infancia


autor: carlosruzisca
publicado em: 29/07/17
categoria: aventura
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Fonte: maior > menor


Conheci a Roberta ainda na infancia, estudamos juntos por muitos anos, em determinado momento, cada um foi para o seu lado, soube que estava noiva e casamento marcado, eu namorava, estudando e trabalhando, era difícil para nos encontrarmos, certo dia voltando para casa, pegamos o onibus juntos, coisa rara de acontecer, colocamos os assuntos em dia, ela é dona de um papo muito gostoso e inteligente, falou sobre o noivo e reforçou que estava para se casar, faltava pouco mais de um mês. Elogiou muito o noivo (Eduardo), falou que estava com saudades de nossos papos nos finais de semana e me convidou para o final de semana conhecer o apartamento que estavam terminando de montar, passou o endereço e nos despedimos, marcando para breve o reencontro. Num sabado que estava sozinho, resolvi telefonar para saber se o convite ainda estava de pé, com 5 minutos de conversa, ela já me passou o endereço, dizendo que estava me esperando lá. Em 15 minutos estava na porta do prédio, autorizou minha subida e chegando lá encontrei-os mexendo em movéis, limpando paredes, etc. Feito as apresentações, falei que a cerveja naquele dia era por minha conta, pois já havia trazido algumas para passarmos o tempo e nos refrescar do calor de verão que estavamos sentindo. Algumas cervejas depois, a lingua já estava solta(risos), e a vergonha acho já tinha ido embora também, pois riamos a vontade de nossas histórias e aventuras, mesmo o Eduardo que não era de nossa turma, ou melhor, não nos conhecia nessa epóca, também contou aventuras da infancia e adolescencia, algumas um tanto picantes, pode-se dizer.  Na realidade, foi ela quem começou, contou que trocou beijos e carinhos com uma amiga, que eu também conhecia, na epoca da escola, elas tinham 14 anos, começou a contar com uma quantidade de detalhes tão grande que entramos no clima e estavamos todos tesudos imaginando duas ninfetinhas se esfregando depois da aula e nesse clima o dia foi passando, cada vez que alguém se levantava para ir a banheiro, estava bem nitido e claro como nos encontravamos, o clima de erotismo já tinha tomado conta de todos. O Eduardo levantou para ir ao banheiro e voltou com a barraca armada o que deixou ela alegre e constrangida ao mesmo tempo, por minha causa, ela falou: "Edu, olha como você esta, temos visita hoje!" e ele respondeu: "Voce contando essas historias me deixou assim e acho que não sou o unico aqui". Viraram para mim e perceberam que eu também estava "alegrinho", levantei e a bermuda me entregou, ela comentou: "Nossa, como você cresceu, pelo que lembro, ele não era assim tão grande!!!". Pensei, mas não falei, que se quisesse poderia conferir de perto. Por respeito fiquei quieto, quando ele chega perto e fala para ela, como você já o conhece, acho que não terá problemas em ver de perto.Também acho, concordou ela. E combinamos que podiamos ficar mais a vontade, afinal todos adultos e cientes de nossos atos, tirei a camiseta e a bermuda, ficando de cueca, ele fez o mesmo e viramos para ela e dissemos que era a hora dela ficar a vontade, sem cerimonia, tirou o vestido que usava, como estava sem sutiã, não se importou em tirar a calcinha também, foi quando eu não deixei por menos, fiquei em pé ao lado deles e abaixei bem devagar a cueca, que fez saltar meu pau duro na frente deles, ela segurou, sentiu o cheiro e deu uma lambida para sentir o gosto, engoliu logo em seguida, tirando da boca virou para o noivo e pediu um beijo, que foi de imediato, ela voltou para o meu pau e ficou se deliciando, curtindo uma chupada bem gostosa. Ele chegou por trás dela, apertando os seios, mordia o pescoço, chamando-a de cadela, de vagabunda, dando tapas na bunda dela, cada tapa era um gemido e uma chupada mais forte que eu sentia. Ele também tirou a cueca e ela foi alternando, entre os dois paus uma deliciosa chupada, deitamos num tapete bem confortavel que havia na sala e resolvemos continuar nossa brincadeira deitados, eu chupava ela, curtindo a buceta e o cuzinho, que apesar de já ter sido visitado anteriormente, ainda estava lindo de se admirar, ver e principalmente, senti-lo na ponta da lingua, enquanto ela chupava o noivo, eu dedava o rabinho dela e judiava do grelinho que ornava aquela bucetinha totalmente lisa, não resistindo, coloquei-a de 4, abri as pernas e de joelhos atras dela lambi bastante o cuzinho e a bucetinha, encostei o pau na buceta que entrou facil, pois estava tão molhada e com tanto tesão que estava gozando quando encostei nela, soquei bem fundo e não parei de meter, aumentava e diminuia a velocidade para controlar o meu tesão e deixá-la ainda mais louca, com mais vontade. Ela me fez deitar de barriga para cima, guiou meu pau para o cuzinho, que com um jeitinho bem gostoso, não demorou muito para engolir meu pau, virada para mim, nos beijavamos loucamente, matando a vontade de mais de 20 anos, muitas noites sonhei com a bunda que estava comendo nesse momento, e cada sonho gozava loucamente numa punheta gostosa, o noivo veio pela frente e enfiou na buceta, ao sentir os dois paus, ela soltou um gemido que tinha mais prazer do que dor, ela tremia, beijava o noivo, virava para me beijar, não sabiamos mais quem era quem, ou quem era de quem. Mudamos de posição, fui para a frente enquanto ela sentou no colo do noivo, queria sentir um pouco do calor da linda e deliciosa buceta, quando estava prestes a gozar, tirei o pau e comecei a procurar o cuzinho dela, que estava preenchido com o pau do noivo, ao sentir que a cabeça já apontava na portinha, ela ficou atonita, louca, desesperada de tesão, de loucura total de sentir dois paus ao mesmo tempo, nós dois fodiamos com violencia, ela gemendo pedia mais, gritava, nos arranhava e nos mordia, estava totalmente fora de controle. Senti o gozo chegando, forcei mais e gozei no fundo do cu e o noivo em seguida deixou a bunda dela toda cheia de porra, por dentro que escorria pelas pernas, por fora nas costas, no rosto, na boca. Cansados, suados, caimos de lado e relaxamos, sorrisos de cumplicidade brotaram em nossos rostos, trocamos beijos na frente dele, juramos carinho, respeito, amor, cumplicidade e amizade. Ao acabar de fazer esse juramento, já sentia o pau querendo acordar, tomamos um banho, nos relaxamos tomando umas cervejas, logo em seguida, estavamos nos beijando, seu noivo apenas nos observava, em alguns momentos, parecia que sentia prazer ou orgulho ou os dois, de ver a noiva com outro homem, logo em seguida, percebeu meu pau duro e já voltou a chupa-lo, com mais vontade, com mais sede, como se fosse o unico disponivel, enquanto ele assistia de camarote o que a noiva fazia, limitava a tomar a cerveja e as vezes fazer menção de bater uma punheta.  Ela agarrou em meu pescoço, beijando minha boca, me lambendo e mordendo por inteiro, sentou em meu pau, cravou a buceta com violencia, com vontade, ela cavalgava, gritando, gemendo, arfando, ele continuou na punheta, quando estava para gozar, chegou perto de dela, pegou o rosto suado, desfigurado pelas inumeras vezes que já havia gozado naquele dia, deu um tapa no rosto que ela quase caiu de meu colo, ela abriu a boca para protestar e ele gozou, saiu tanta porra que parecia que ela se afogaria, foi tanta porra que espirrou em meu rosto, meu peito também ficou banhado com o leite do Eduardo. Caimos outra vez para descansar, pedimos umas pizzas, pois parecia que ninguém queria ir embora mesmo de lá, mais algumas cervejas, conversamos, demos risadas, relembramos de histórias, ouvimos outras, soubemos de coisas legais mesmo.



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