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92.Poliamor entre mãe e filha 2ªparte


autor: Bernardo
publicado em: 31/07/17
categoria: hetero
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Fonte: maior > menor


Poliamor é a definição de um tipo de relacionamento simultâneo entre três ou mais pessoas ao mesmo tempo e com o conhecimento de todos. Relato a seguir, a segunda parte da história de Isabela e da sua mãe. As duas amam o mesmo homem e convivem maravilhosamente com essa realidade de comum acordo.


Segunda de quatro partes


Como contei na primeira parte deste conto, a mãe de Isabela, percebendo o interesse da filha para com o seu namorado, a deixou alguns dias sozinha com ele. Isabela, ficou muita apreensiva e sentia a buceta queimar de tesão, os lábios dela pareciam inchar, com aquela porra branquinha escorrendo e melecando os poucos pelos. Ela resolveu se produzir para esperar o macho da sua mãe chegar em casa, o qual iria ser somente dela por uma semana.

Após o banho depilou os poucos pelos da xoxota e vestiu uma das calcinhas da sua mãe que ficou entrando no seu rego, vestiu uma camisolinha vermelha sem sutiã e calçou uma sandália alta. Ficou linda à espera do Artur. Passou das dez horas e foi dormir no quarto da sua mãe, diminuiu a luz e deitou se de bruços na cama. Ele chegou por volta da meia noite e Isabela acordou sentindo a sua calcinha sendo puxada para o lado, e a língua do Artur lambendo a sua buceta. Pela primeira vez na vida sentia um macho de verdade chupando-a e se arrepiou toda. Suspirou fundo quando sua língua mágica dividia os lábios da sua buceta. Quando a mão do Artur entrou puxando sua barriga e forçando a sua bunda para cima, ela empinou ainda mais seu rabo abrindo bem as pernas e gozou intensamente na sua língua mágica, arrancando suspiros e gemidos dela. Isabela nunca tinha gozado de verdade na boca de um macho e estava maravilhada com aquela sensação.

Com todo carinho sentiu o Artur puxando seu corpo, virou-a de barriga para cima fazendo-a estremecer-se toda quando tirou a sua camisola para chupar os seus seios: os bicos pontudos estavam uma pedra de duros de tanto tesão! Ele mamava e dava mordidinhas na ponta do biquinho, de leve, com grande maestria, sugando ora um, ora outro. E ela, sem abrir os olhos esticou a mão pegando em sua enorme rola, não conseguindo fechar a mão de tão grossa que era, pois parecia uma tora. Apalpou em volta da cabeça e sentiu que era realmente semelhante a um cogumelo gigante como dizia a sua mãe. Ele se virou e se ajeitou de lado, encostando o gigante na sua boca. Ela abriu os olhos e viu que a rola dele era linda. Há muitos anos ela queria chupar um cacete grande daquele porte.

Enfiou-o na boca e já foi mamando e chupando e depois passava a língua igual fazia a sua mãe. Tentou enfiar tudo na boca, conseguindo somente a metade, logo o Artur ficou em pé na cama e meteu na boca dela do jeito que ele fazia na sua mãe. Ele enfiava sua tora até encostá-la na sua garganta e continuou lhe dando prazer por quase dez minutos.

Depois ele se ajeitou no meio das suas pernas, colocando-as sobre o seu ombro deixando a buceta bem aberta, passou muito gel na sua tora, e começou esfregando sua enorme rola na xoxota totalmente exposta para ele. Forçava sua tora e ela suava de tanto prazer, logo sentiu a enorme cabeça de cogumelo pedindo passagem e ele empurrando aos poucos, sentiu sua buceta sendo arregaçada. Ele parou um pouco e aí ela passou a mão por baixo e sentiu quanto a buceta estava esticada. Gemeu abafado, muito mais de dor, enquanto o Artur afundava tudo dentro dela, fazendo-a delirar apesar do incomodo da dor que sentia, por ela nunca ter tido uma rola desse porte abrindo a sua buceta.

Ela continuava com as pernas sobre seus ombros e ele segurava forte na sua cintura, ia atochando sua rola cada vez mais, e ela sentia a buceta literalmente dilacerada, a cabeça da tora sentia encostar no seu útero. Aí ele resolveu mudar de posição, ficando deitado de barriga para cima e falou:

-Senta na minha rola e goza igual a sua mãe, Isabela!

Ela obedeceu e sentou gostoso em seu pau. Sua tora sumiu dentro da buceta. Aí sim, abriu tudo que faltava, saindo um pequeno filete de sangue, mas o tesão já falava mais alto do que a dor e ela não sentia mais e chorava só de prazer e queria mais e mais e mais.

O Artur segurou na sua cintura, e ela subia e descia a bunda e dizia:

- Isso meu querido, sinta o calor da minha buceta que agora também é tua! Come ela do mesmo modo como você come gostoso a racha da minha mãe.

Isabela estava indo para um gozo que jamais teve em toda a sua vida. Seu corpo parecia que pegava fogo. Ela estava toda suada. Já estava metendo igual a mãe e a buceta engolia toda a enorme rola do Artur. Já estava esticada e dilatada e acolhia prazerosamente sua tora deliciosa.

Naquela hora gritou:

- Ah, ah! Vou gozar! Assim! Vai! Estou gozando, soca forte Artur, igual você mete na minha mãe! Aiiiiii que gostoso… amor, enche minha buceta de leite! -e pediu para ele estapear seu rosto e chama-la de cabrita, igual ele fazia com a sua mãe.

Aí juntos gozaram deliciosamente. Ela passou a mão nos lábios da buceta que estava toda inchada e arregaçada para fora, deu um gostoso beijo na boca do Artur e falpu:

- Você me fez mulher. Obrigado.

Depois disso, ela pensou em descansar, mas ele a pegou pelo braço e a levou para o banho. Após o banho ele começou passar a cabeça da sua rola na bunda dela. Isabela se sentou na banheira e ele a mandou mamar gostoso e foi lhe ensinando algo que até aquele momento ela desconhecia. Ele ia dizendo:

-Hummmm delicia. Sua boca é igual à da sua mãe, Isabela, e seus gestos e gemidos na hora de gozar sãos muito parecidos. Teve momentos em que eu pensei que era sua mãe que eu estava comendo.

Ela estava escutando enquanto continuava saboreando e chupando sua rola. Logo o Artur a virou de lado, e começou passar óleo de amêndoas doce em dois dedos e começou a massagear a entrada do seu anelzinho, fazendo-a sentir seus dois dedos deslizando sutilmente até o final no seu cuzinho, aí ela sussurrou em seu ouvido e falou:

- Vamos para cama e come o meu cuzinho, quero sentir o mesmo prazer de quando você enraba mamãe.

Já no quarto num clima de sedução, o Artur em pé na beirada da cama, e ela engatinhando abocanhou sua linda rola e passou sua mão por baixo de suas pernas, e começou fazendo um carinho com as pontas dos seus dedos na entrada do seu rabinho. Para sua surpresa a rola dele ficou maior e mais dura, ele a retirou da sua boca, passou gel na sua rola e pediu que ela virasse a bunda. Ela ficou de quatro e ele disse:

- Isabela, que bunda linda e gostosa, você tem gata!

É igual da minha mamãe – ela disse.

- Quase igual – disse ele – a sua só é um pouco mais dura e mais redondinha.

- Agora querido, você tem as duas!

Ele alisou seu clitóris com seus dedos mágicos e ela ficou ainda mais louca. A sua buceta soltava aquela porra branca e Artur a penetrou com dois dedos no meu cuzinho e o abriu. Encostou sua enorme chapeleta na entrada do cuzinho e empurrou com a calma e a experiência de um macho lindo de 50 anos.

Ela ia desbravando sua rola para entrar e ela grudou no travesseiro, e aos poucos liberou a passagem, fazendo com que a cabeça do cogumelo passasse, como dizia sua mãe. Artur com jeitinho bem suave avançou até a metade, pois ele percebendo que ela estava tensa parou de penetrar e retirou e lhe disse:

- Fique calma meu anjo, vai ser do jeito que você sempre sonhou, igual quando eu tirei o selinho de trás da sua mãe, com todo carinho. Transar com você é a melhor coisa do mundo porque você é bem apertadinha.

- Faça o que quiser comigo, mas vá bem suave amor, pois só quero sentir prazer e não dor – ela respondeu.

Quando ela sentiu que entrou um pouco – ele disse – comece a alisar seu clitóris.

- Vai amor, estou louca de vontade, quero que você coloque tudo dentro de mim – ela respondeu toda suada.

Ele segurou-a na sua cintura e começou a enfiar bem sutilmente dentro do seu cuzinho. Quando a chapeleta da sua rola passou pela segunda vez ela sentiu arder forte, mas a dor logo diminuiu e a sensação ficou agradável e gostosa. Ela grudou no lençol e aguentou firme, seguindo os conselhos dele, fez força com meu cuzinho para ele abrir e depois relaxou.

- Vai amor – ela dizia – está muito gostoso! Quero ser seu objeto sexual e só paro na hora em que você quiser.

Ele a penetrava e deslizava sua rola, ia cada vez mais abrindo seu cuzinho, bem suave, sem voltar muito sua rola para trás. Enquanto ele a enrabava, ela alisava seu clitóris, igual a sua mãe fazia quando dava o rabinho para ele.

O Artur pela sua experiência de vida é viciado em traçar um rabinho, já sabe quando a mulher está pronta para dar. Ele percebeu o imenso tesão de Isabela e o desejo dela dar a sua bunda para ele. Sua rola já tinha entrado mais da metade no cuzinho dela e aí já ficou fácil, ele puxou a bunda dela de encontro à sua rola e sutilmente entrou tudo e parou e disse:

- Nossa, meu anjo, que cuzinho maravilhoso você tem.

- É gostoso igual ao da mamãe?- ela disse.

- É mais fechadinho, meu pau fica um pouco dolorido – ele falou e começou a mexer para dentro e pra fora, só ficava a cabeça dentro, e ela já começou a rebolar e dizia:

-Isso amor! Enfia sua rola! Eu não aguento mais. Vamos meu bem, empurra tudo, quero senti-la toda dentro! Quero ser sua puta, sua cabritinha.....

O desejo de Isabela era imenso, estava sentindo seu cuzinho dilatado, mas estava realizada. Aquela enorme rola que entrava na sua mãe agora estava dentro dela. Agora ela entendia porque a sua mãe nunca esqueceu o Artur. Além dele ter uma rola comprida e grossa, ele sabe como comer um cuzinho e fazer uma mulher feliz na cama.

- Come… come meu cuzinho gostoso! Como você come o rabinho de mamãe! - ela dizia. E cada vez mais queria que sua enorme tora ficasse dentro dela até não aguentar mais de prazer.

Agora ela gemia ainda mais, já se sentia apaixonada pelo Artur, igual a sua mãe. Ele estava abrindo seu cuzinho com sua rola deliciosa e ela sentia seu cuzinho se moldando à grossura da sua rola. Estava amando, dando seu cuzinho! Nossa, como ela o queria por inteiro dentro dela! Amou o namorado da mãe lhe proporcionar tanto amor e carinho e sentia sua barriga encostar na sua bunda. Ele a estava levando para um orgasmo duplo, até aquele momento desconhecido por ela.

Pelas reações dela ele logo notou que ela estava gozando, aí o Artur acelerou mais as estocadas e atochando sua rola até o fundo soltou dentro dela todo seu leite, deixando sua rola grossa adormecer dentro do seu rabinho por alguns minutos.

Ele a abraçou e acabaram se beijando de língua. Não deu para resistir sua boca macia. Depois daquela gozada inesquecível estavam ambos exaustos. Se deitaram e dormiram abraçadinhos.

A história continua, em breve a terceira parte…

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