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94.Poliamor entre mãe e filha 4ªparte


autor: Bernardo
publicado em: 04/08/17
categoria: hetero
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Fonte: maior > menor


Poliamor é a definição de um tipo de relacionamento simultâneo entre três ou mais pessoas ao mesmo tempo e com o conhecimento de todos. Relato a seguir, a quarta e última parte, da história de Isabela e da sua mãe. As duas amam o mesmo homem e convivem maravilhosamente com essa realidade de comum acordo.

Final

No outro dia levantaram por volta das nove da manhã, tomaram juntos um gostoso banho e depois Isabela sentou-se na beirada da banheira e puxou o Artur para próximo de si e segurou sua enorme rola com as duas mãos e começou a lamber a cabeçorra como se fosse uma cabritinha, procurando por seu leite, pois durante esses dias, já estava viciada em mamar. Ela abriu bem a boca e o deixou meter em sua boca como se fosse a sua buceta e ela fechava a boca e abria. Depois de uns quinze minutos ele não suportou mais e despejou uma cachoeira de leite que ela bebeu tudo, mas teve uma grande surpresa: gozou sem ser penetrada!

Depois foram para a cozinha tomar café, aí o Artur se despediu dela e foi para o interior colocar sua casa para alugar, dizendo que retornaria após resolver seus negócios.

No final da tarde a mãe de Isabela retornou de sua viagem de trabalho e elas se abraçaram longamente. Dona Nancy, perguntou como a filha passou a semana com o Artur e ela contou que procurou dar todo o amor que ela oferecia a ele. Disse também que foi amada e comida do mesmo jeito que ele a comia. Dona Nancy disse:

- Que bom filha, daqui para frente nós duas vamos nos revezar com ele. Ele será nosso homem, nosso amante e nosso macho.

Depois de seis dias, Isabela estava preocupada e a sua mãe ainda mais. As duas viviam com a xoxota toda melecada, e trocavam a calcinha três vezes por dia, tamanha a excitação que estavam sentindo. Os pensamentos e desejos de ambas eram de ser comidas atrás e na frente pelo Artur, e paixão de rola quando bate fica.

Isabela saiu à tarde para resolver assuntos da faculdade e quando retornou à noite ao guardar o carro na garagem, viu o carro do Artur e ficou super feliz! Ao entrar na sala logo ouviu gemidos a mãe que estava encostada com as mãos no armário da cozinha e o Artur atrás dela passando a mão na bunda e ela, dizendo:

- Vai amor não posso mais esperar! Estava com saudades desse cacetão. Vai mata a minha vontade de pica - ela abriu bem as pernas e levantou seu vestido até a cintura, empinando a bunda o máximo ficando de pontinha dos pés e ofereceu o que ela mais gosta, o rabinho delicioso.

Artur pegou em cima da mesa o potinho de manteiga, lambuzou dois dedos e foi penetrando no cuzinho dela, fazendo massagem para abri-lo. Ela tremia de tesão e mexia a bunda enquanto ele enfiava e tirava os dedos, deixando-a louquinha e pronta para ser enrabada. Artur encostou a cabeçorra da rola no cuzinho dela e com o seu jeitinho especial, com amor e carinho, de um homem experiente, forçou a cabeça que passou fácil na entradinha e ela deu um gritinho só de charme, e empinou ainda mais a bunda forçando seu corpo contra o dele, e foi o “ai mais gostoso” que pronunciou e que Isabela ouviu em sua vida.

Entrou metade da tora de uma só vez e ela sorriu e falou que estava louca para sentir ele de novo.
– Amor, vai! Me fode gostoso que esse rabo é seu querido!

Ele a pegou pela cintura com as duas mãos e com movimentos de vai e vem foi enterrando cada pedacinho da sua rola e Artur dizia:

-Agora vou te comer cabrita deliciosa, igual eu comi sua filha gostosa!

Isabela ficou feliz de ouvi-lo dizer isso para a sua mãe. A rola dele estava atolada até as bolas e a sua mãe rebolando como uma puta dizia:

-Vai amor, mete gostoso, deixa meu anelzinho bem abertinho!

Isabela estava atrás da porta da cozinha, com a cortina de lado, e a mãe continuava com a bunda toda arrebitada sendo comida pelo macho que também era dela. Ela gemia alto, levando no cuzinho sentindo as bombadas frenéticas da rola abrindo gostoso do jeito que ela gostava. E ela gozava sem parar alisando seu clitóris com as mãos, gritando, gemendo, tremendo. Isabela não pode deixar de observar que a sua mãe ficava linda levando vara por atrás.

O Artur fazia sua rola deslizar gostoso para dentro e voltava num ritmo compassado. Logo Dona Nancy disse:

- Amor enche a minha bunda de tapas! Me bate por favor!

Ele obedeceu e foi dando vários tapas, até um pouco forte, na sua bunda toda molhada pelo suor, e ela empinava a bunda e falava:

- Ai que saudade da sua rola! Agora você querido vai comer a mãe e filha, sempre! Nós duas seremos as suas putinhas.

Aí ele não aguentou e explodiu num gozo alucinante. Nancy foi para frente, soltando o cuzinho da rola do Artur que estava muito dura, passou o guardanapo limpando-a, se ajoelhou e começou a chupar e mamá-la. Engolia a rola até a metade e com as duas mãos punhetava o resto da tora.

Aí Artur deu um grito abafado, começou a gozar ainda mais e ela continuava mamando sem tirar da boca, engolindo cada jato do seu leite condensado. Ele gozava gemendo alto e metendo na boca dela que bebeu tudo e ainda deu um beijinho na cabeça da rola, sorriu e foram para o quarto. O que foram fazer Isabela já imaginava: ela ia dar a buceta até ficar satisfeita.

Isabela foi para o seu quarto, levantou o seu vestido até a cintura e ficou massageando o clitóris. Enfiou dois dedos no cuzinho e dois na racha e gozou deliciosamente pensando na rola grossa e grande do Artur.

No outro dia Dona Nancy foi até o quarto da filha e disse:

-Estou saindo para o trabalho e retorno só a noite, tenha um bom dia com o nosso marido – e deu-lhe um selinho e saiu. Isabela estava tomando banho quando viu a porta do box se abrir...
Artur a pegou por trás e começou a beijar e chupar seu pescoço e ela sentiu um tesão enorme. Virou seu corpo e beijou sua boca e falou:

- Que saudade de você meu amor e também da sua rola – e nisso se abaixou e começou a mamar, tentando enfiar tudo na boca, mas só conseguia a metade e se engasgou. No início ele segurou a sua cabeça e a puxava de encontro a sua rola ensinando-a mamar igual a mãe.

- Isso, chupa! Daqui para frente um dia essa rola será sua, outro dia será da sua mãe! E quem sabe um dia qualquer será das duas...

E assim Isabela aprendeu a mamar direitinho e ele sempre perguntava se ela queria leitinho quente na boca. Foram para a cama e em seguida ele a deitou e começou a chupar a sua boceta, lambendo o seu clitóris. Ela viajava nas nuvens, já implorando para ele come-la logo.

Nesse instante ele abaixou o corpo, abriu as pernas delas e pincelou a cabeça da rola enorme na entrada da buceta que escorria muita porra branca que ela soltava, até que ele foi penetrando a tora para dentro dela. Isabela estava sentindo os grossos lábios da buceta se abrindo e veio aquela dor incômoda e em seguida um estalinho ardia e um calor dentro do canal. Qualquer mulher que já deu para um macho super dotado deve saber o que ela estava sentido, parecia que a rola entrava rasgando tudo que encontrava pelo caminho e que não ia ter mais lugar para a buceta se esticar, mas ele carinhosamente penetrava bem devagar e quando sua rola enorme entrou até o final, de novo saiu um filetinho de sangue.

Isabela sentia a rola encostar a cabeça no seu útero, mas já o tesão era enorme. Ela queria mais e mais rola e pedia para ele meter fundo, e ele socava sem parar e a buceta dela já estava bem dilatada. Vez ou outra ela olhava por baixo e via os lábios da buceta toda para fora e já sabia que daquele momento para frente não iria mais sofrer pela rola grossa do Artur. Sentia a buceta já se a moldando ao tamanho da sua tora.

Ai ela ficou na posição que toda mulher mais adora: de quatro. Ele fez aquela penetração fatal, enterrou tudo até as bolas colar na bunda dela e disse:

– Que bucetinha mais apertada você tem amor!

- Ela é tua amor, deixa ela bem aberta, igual você deixou a da minha mãe!

E Isabela só ouvia o estalo das socadas da imensa rola na sua racha dilacerada pelo seu macho dotado, aí comecei a gritar e gemer alto igual a mãe e foi socando a bunda de encontro a sua tora e gozou gostoso, mas o Artur não tinha gozado ainda, continuava com sua rola dura dentro dela socando até as bolas.

Cada vez mais o desejo de Isabela de ser enrabada e ser penetrada igual a sua mãe só aumentava. Num momento de extrema excitação ela sentiu os líquidos da buceta escorrendo e ele com seu jeitinho carinhoso tirou a rola toda lambuzada e foi devagar empurrando sua tora no seu cuzinho. Ela empinou ainda mais a bundinha e foi rebolando, empurrando seu corpo para trás e sentiu quando a cabeça passou levando-a ao delírio.

Passou até fácil, ardeu só de leve, mas seus carinhos e seu dom de traçar um rabinho com amor proporcionando só prazer sem dor compensou tudo, pois ele foi envolvendo com seus dedos mágicos alisando o clitóris e a sua rola deslizando gostoso para dentro do cuzinho. Isabela ia cada vez mais querendo sua rola e o prazer dele saborear o seu anelzinho e ela de ter seu cuzinho bem comido com amor a deixa feliz.

Aos poucos a rola entrou tudo e ela ia sentindo algo tudo de novo. Sua mente e seu corpo tinha mudado, ela era outra mulher e seu cuzinho estava literalmente dilatado, acomodava sua rola grossa, só lhe dando prazer e cada vez mais vontade de dar a bundinha igual a sua mãe. Ela ia rebolando e atingiu um orgasmo intenso, onde ele, a puxava pela cintura e acariciava seu clitóris com uma das mãos.

– Aí amor que rola gostosa! Sinto meu cuzinho todo cheio. Amor vai um pouco mais rápido sinto que meu gozo está chegando! Aiiiiii.....

Ele percebeu seus gemidos e atochou sua rola até colar as bolas na bunda e foi alisando forte o seu clitóris. Foi um gozo intenso longo e desejado. Logo Isabela sentiu seu cuzinho recebendo todo o leite do Artur e ficaram agarradinhos até a tora ir adormecendo dentro dela, e quando ela acordou o Artur tinha deixado um bilhete dizendo que foi buscar Dona Nancy no serviço.

Isabela e a sua mãe deixam uma dica. Sexo anal é maravilhoso, uma entrega intima… só que o homem precisa ter muita experiência e paciência e fazer a penetração iniciando com os dedos usando bastante gel, só depois de alguns dias quando sentir que o cuzinho da parceira estiver relaxado, pode iniciar a penetração com a pica e aos poucos quando ela se sentir pronta, ele deve continuar bem suave sem socar, fazendo a penetração bem devagar até o final com muito amor e carinho para não machucar.
Em alguns casos demora uns vinte dias até consumir o ato, depois é só ir dando o cuzinho que a dilatação fica normal, como recompensa o prazer é dobrado comparando a penetração vaginal. Isabela ficou viciada ao sexo anal igual a mãe, é toda fonte de prazer e intimidade entre o casal, e agora com o seu cuzinho literalmente dilatado dar a bunda é um prazer incontrolável. Ela e a mãe não conseguem mais imaginar o rabinho sem a rola do querido macho. Juntos formam uma família só e vivem muitos felizes. Tudo o que narrei é realidade e tem muito amor entre mãe e filha agora com o marido Artur.

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