"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Negona sapatão


autor: katyferreira
publicado em: 05/08/17
categoria: lésbicas
leituras: 1950
ver notas
Fonte: maior > menor


Aquele jeitão de menino era um pouco estranho, mas pra ela tudo estava normal. Eu sempre notei que ela me olhava um pouco estranho, desconfiada e atenta à tudo que eu fazia.

Eliane tem cerca de 32 anos, é carioca mas desde a adolescência mora aqui em minha cidade. Sempre com seu jeitão de rapaz, com suas camisas largas, bermuda e chinelo de dedo, além do cabelo curto e o corpo bem parecido com o de um homem. Uma bela sapatão, negona e de um 1,80 aproximadamente.

Quase sempre nos comprimentamos ao nos esbarrar por aí, na ida ou na volta do trabalho ou em uma caminhada pelo bairro, mas de uns tempos pra cá Eliane se interessou em uma sobrinha minha e eu como tia dedicada não podia deixar de saber do que se trata. Aos poucos fui criando intimidade com ela e acabei perguntando o porquê do interesse na minha sobrinha, claro que a moça, desmentiu.

Os fatos começaram a acontecer em um sábado pela manhã quando fui comprar algumas coisas e encontrei Eliane no caminho, entre conversas e risadas eu perguntei se ela era interessada em moças mais novas e sorrindo um pouco sem graça ela disse que sim. Eu ficava perguntando sobre os relacionamentos dela e por fim perguntei se era solteira. Acho que tudo estava um pouco fora de contexto, eu estava praticamente me oferecendo pra sapatão.

Eliane por sua vez começou a se interessar e entre uma piadinha e outra me elogiava e dizia que era uma pena eu ser hetero (mal sabia ela rs)...

Nesse mesmo dia minha sobrinha, que tem 19 anos, estava fazendo um churrasco e eu então convidei Eliane com a proposta de apresentá-las, claro que eu sabia que minha sobrinha iria com o namorado, mas não podia perder oportunidade. Chegando lá tudo correu normalmente até que Eliane disse que teria que ir embora pois achou que iria finalmente conhecer minha sobrinha, eu então me ofereci como alternativa.
Mas vc não é casada Katy? Te vejo sempre com seu marido.

Perguntou toda ingênua!
Eu disse que poderia fazer companhia apenas, nada demais, afinal mulheres casadas podem ter amigas, não é verdade?!

A cada copo de cerveja Eliane se mostrava mais “hominho”, falava alto, soltava alguns palavrões, fumava…

Parece estranho mas eu estava achando o máximo toda aquela ceninha, parecia um macho tentando me conquistar e eu adoro isso. Ela se mostrou muito corajosa quando surgiu uma oportunidade tentou me beijar, obviamente que não deixei até pq estávamos em público. Eliane me fez o convite de irmos pra sua casa. LÓGICO que aceitei!

Saímos do churrasco já meio bêbadas e seguimos pra casa da minha nova amiga. Chegando lá ela me mostrou sua casa, seu cachorrinho vira-lata que ela resgatou na rua e por fim o quarto.

Não demorou nem 5 minutos e ela veio tentando me pegar e me beijar, no início recusei mas não resisti e me deixei levar. Confesso que beijá-la foi diferente das outras mulheres que já beijei, era um misto de loucura com carinho e uma pitada de desejo, simplesmente não sei explicar rs

Percebi que Eliane usava sutiã apertado pra não aparecer os seios, além da camisa larga, comecei a tentar explorar seu corpo e ela rapidamente correspondeu. Ficamos ali sentadas na cama, trocando beijos e carícias por alguns minutos.

Rapidinho Eliane soltou seu lado masculino e me jogou na cama como se tivesse perdido o controle e só quisesse sexo, me apalpava forte e cheia de tesão, eu simplesmente me deixei levar. Quando notei eu já estava só de sutiã e calcinha e minha nova amante estava com os dedos dentro da calcinha, toda jogada por cima de mim enquanto me beijava.

Aos poucos nos “entrosamos”, o beijo dela combinou com o meu de uma forma incrível e eu já pensava em várias possibilidades. Naquele momento o tesão e o álcool falaram mais alto e fiquei mais maluca que o normal, comecei a me despir e tirar a roupa do meu machinho, Eliane adorou a ideia e me ajudou com cada parte.

Primeiro meu sutiã ela soltou e jogou pro lado, depois minha calcinha que ela me ajudou a tirar me deitando na cama e puxando pelas minhas pernas e por última as roupas dela. Percebi um mulherão por trás daquelas roupas largas, seios fartos e um bumbum grande pro baixo daquele bermudão. Acariciei cada parte do seu corpo antes dela começar a me chupar.

Humm!
Que chupada deliciosa, mais intensa que qualquer outra e ainda sim com o carinho de uma mulher que sabe achar o ponto G facilmente em poucos instantes. Eliane se demonstrou experiente, me posicionou de uma forma bem confortável pra mim e pra ela, dali eu podia observar ela jogada na cama e com a cabeça entre minhas pernas me chupando, ela se contorcia e balançava aquela bunda GG enquanto se deliciava com meu grelinho rosadinho.

Alternamos as chupadas e ela começou a me penetrar com seus dedinhos, aproveitou que minha buceta estava muitooo melada e socou logo três dedos da mão direita e ficou mexendo bem gostoso lá dentro. Ela se mostrou uma mulher incrível quando levou seus dedinhos melados até minha boca e os chupou juntinho comigo em uma mistura de beijo e lambida nos dedinhos todos melados.

Eliane se aproveitou da proximidade e veio no meu ouvido dizer coisas safadas, no meio da putaria ela me disse que tinha uma cinta e se eu gostaria de experimentar. Claro que amei a ideia, até pq não havia tido essa experiência ainda!

Fiquei ali observando meu macho se levantar, abri a gaveta e bem lá no fundo retirar uma cinta com um pauzão negro, olhei cada detalhe, ela ajeitou a cinta em sua cintura e foi se ajoelhando na cama enquanto melava de cuspi aquele pau que logo logo seria meu.

me apoiei na cabeceira da cama e empinei meu bumbum e Eliane me puxou pela cintura, se ajeitando atrás de mim pra me penetrar. Achei que ela seria carinhosa, mas ela foi bruta e confesso que amei.

Em apenas uma tentativa ela enfiou tudo dentro de mim, eu dei um gemido de dor e prazer e comecei a rebolar enquanto era penetrada pelo pau da minha negona. Ela engrossava a voz pra me chamar de puta e perguntava a todo minuto se era melhor que meu marido e eu simplesmente gemia e sentia um prazer imenso, talvez não pelo pau de borracha dentro de mim, mas pela situação e pelas mãos da minha nova amante que batia em minha bunda e puxava meu cabelo com uma força incrível e de uma forma tão carinhosa ao mesmo tempo.
Soca isso forte!

Eu gemia ofegante, Eliane insistia em perguntar se ela era melhor que meu marido e eu continuava gemendo e falando muito pouco. Talvez eu não responder foi deixando-a mais enfurecida e ela afundou aquele pauzão em mim que eu sentia me tocar por dentro.
Caralhooo, vai devagar! Aiii! (Eu tentava sem sucesso falar)
Devagar nada vadia (ela dizia)

Ela ficou fudendo até que não me aguentei e pedi realmente pra parar, Eliane me pegou com força, me jogou na cama com o bumbum pra cima, cuspiu naquele pauzão, abriu meu cuzinho e enterrou tudo de uma vez, assim como havia feito na minha buceta.
É sério, cuidado com isso!

Ela fechava mais a cara e enfiava mais forte e mais rápido. Aos poucos fui relaxando, mas eu sentia um pouco de dor ainda, foi até que eu comecei a gozar com aquela penetração anal e sem ela ter tocado um dedo na minha buceta e eu então comecei a sussurrar;
Você fode melhor que meu marido!

Eliane riu e foi aos poucos se acalmando mas ainda mantinha “seu pau” dentro de mim, ela se ajeitou na cama e foi tirando a cinta enquanto eu me limpava, estava uma bagunça, gozo pra todo lado, suor…

Quando me recuperei do “susto” deitei ao lado da negona e ela me pediu desculpas se me machucou, eu disse que foi só um pouquinho de dor, mas que valeu muitooo a pena. Depois disso ela propôs me ver outras vezes, apesar das dificuldades e da falta de tempo eu aceitei e brinquei que da próxima vez seria eu que controlaria a cinta.

Eu e ela ainda nos chupamos mais um pouco, mas a melhor parte da história eu já contei rs

E dessa forma eu fui dominada por minha sapatão negona maravilhosa!

Espero que tenham gostado
me escrevam
katyf083@gmail.com

bjos



ver comentários

Aviso:

Todos os comentários aqui exibidos são de inteira responsabilidade do comentarista. O site Clímax Contos Eróticos deixa claro nas suas normas que manifestações de pedofilia, racismo ou de qualquer outro teor ilícito serão banidas, assim como seus autores. Publicações ou comentários ofensivos aos demais membros poderão ser removidos.

Faça um comentário:



Sua nota para este texto:

Quero receber email sobre novos comentários.