"Os mais excitantes contos eróticos"


A sobrinha da Dona Fátima.


autor: publicitario45
publicado em: 09/09/15
categoria: hetero
leituras: 6559
ver notas
Fonte: maior > menor


Dona Fátima é uma senhora que eu gosto muito. Ela toma conta da minha casa há mais de 7 anos. Cuida das minhas roupas, da minha casa, encheu meu apartamento de plantas, deixa tudo sempre limpo e nunca faltou um dia sequer de trabalho.

Para recompensar tanta dedicação, além do salário e os benefícios, fiz questão de inclui-la no plano de saúde empresarial da minha empresa, afinal de contas ela já tem idade para se aposentar, mas a teimosia não deixa. Enfim, dona Fátima é quase uma mãe pra mim.

Semana passada ela precisou ir ao médico devido a uma dor nas costas muito forte. Disse a ela que poderia ficar tranquila e que só voltasse quando desse. Passou a semana toda e ela não apareceu e eu comecei a ficar preocupado. Liguei e dona Fátima me disse que o médico tinha proibido o trabalho por umas duas semanas mas que ela ia mandar alguém no lugar dela. Concordei mas disse a ela que se na pior das hipóteses, ela não conseguisse, eu ligaria para uma destas empresas especializadas em faxina.

Bem, no dia seguinte, um sábado, acordei mais tarde graças ao som de um aspirador de pó. Levantei e fui até a sala para ver quem estava lá, final de contas dona Fátima não tinha me ligado para dizer se tinha ou não arrumado alguém.

Quando cheguei na sala tomei dois sustos: um porque tinha uma menina na minha sala mexendo em tudo e sem a menor noção do barulho que ela estava fazendo. O segundo é que ela era uma delícia e estava vestida como se estivesse indo para um baile funk, com uma blusinha de alcinha e um shortinho jeans desfiado nas pontas.

Ainda com a cara meio amassada de sono falei com a menina para tentar descobri quem era:

Eu: bom dia! Quem é você?

Ela: bom dia, desculpa pelo barulho não sabia que o senhor estava em casa.

Eu: senhor está no céu. Mas quem é você? Como entrou aqui?

Ela: ah sim, meu nome é Adriana, mas pode me chamar de Dri. A minha tia Fátima pediu que eu ficasse trabalhando aqui até ela encontrar alguém e como eu e meu marido estamos desempregados, qualquer ajuda é bem-vinda.

Eu: marido? Menina, quantos anos você tem?

Ela: tenho 18, casei aos 15 pois estava grávida. Quer ver a foto da minha filhinha?

Eu: sim, mas deixe-me tomar um banho, tomar café e depois conversamos com calma.

Ela: já fiz seu café do jeito que a tia Fátima mandou.

Agradeci com um sorriso meio sem graça e fui tomar uma ducha para ver se meu cérebro pegava no tranco.

Entrei no box e fiquei lá por alguns minutos e pensando como uma menina tão gostosa como aquela poderia ser tão sem noção e sem juízo ao ponto de engravidar aos 15 anos. Logo após este pensamento ridículo, me lembrei das histórias da dona Fátima falando da dificuldade de toda a sua família e que a Dri era órfã de pai e mãe. Bem, passado isso meus pensamentos voltaram ao corpinho na menina. Uma moreninha jambo, cabelos curtinhos, lisos, tipo Chanel, olhos grandes e negros, boca carnuda, 1,75 de altura, pernas bem torneadas, bunda grande e seios médios. Dentro daquele shortinho jeans com aquela blusinha ela ficava ainda mais encorpada e gostosa.

Terminei o banho, coloquei uma bermuda, uma camisa, dei aquela borrifada de perfume e fui tomar meu café e ler meu jornal. Dri ainda estava na sala limpando as coisas quando passei pra cozinha. Sentei e ela veio perguntar se eu precisava de alguma coisa e me entregou o jornal do dia. Respondi que não e ela saiu dizendo que iria limpar o meu quarto. Após terminar meu café, sentei na varanda e continuei lendo o jornal, foi quando meu celular tocou lá dentro do quarto. Chegando na porta outro susto: Dri estava em cima da minha cama, de quatro tentando arrumar o canto do lençol. Bati na porta, pedi licença, peguei o telefone e sai rapidamente deixando aquela delicia em cima da minha cama. O pior de tudo isso é que ela nem se incomodou com a minha presença no quarto. Ela ágil como se nada tivesse acontecido. Voltei pra varanda, atendi a ligação e perdi a concentração com aquela imagem que insistia em ficar na minha memória.

Após o almoço, Dri já tinha arrumado toda a casa e veio se despedir de mim. Mais uma vez ela me chamou de senhor mas rapidamente consertou passando a me chamar de você.

Ela: olha, já arrumei tudo. A sala, o quarto, os banheiros, a cozinha. Tinha umas roupas suas no banheiro mas já coloquei para lavar. Na segunda eu volto, ok?

Eu: obrigado Dri. O que a sua tia combinou com você sobre pagamento?

Ela: ah, é um favor. Minha tia me ajuda muito. Ela me dá tanta coisa.

Eu: É! Mas você disse que você e seu marido estão desempregados. Vamos fazer o seguinte, eu te pago por dia que você vier aqui. Você vem toda segunda, quarta e sexta e eu te pago sempre na segunda seguinte. Ok? Mas o dia de hoje eu já vou te pagar.

Ela: muito obrigado. Posso ir então?

Eu: pode mas você nunca mais me chama de senhor. Se chamar eu paro de pagar (E dei uma risada). Ah, outra coisa. Semana que vem venha com uma roupa mais comportada. Se seu marido passa aqui pra te buscar pode até estranhar.

Ela: que nada, ele gosta de me ver assim. Você não gosta?

Eu: gosto, aliás, gosto demais.

Ela: então as roupas continuam e eu não te chamo mais de senhor, combinado? Ah, outra coisa.... o perfume que você está usando é bom demais.. (E saiu toda serelepe em direção à porta).

A menina oi embora e uma hora depois dona Fatima me ligou querendo saber se ela tinha feito tudo direitinho. Respondi que sim e ela finalizou a conversa dizendo que a Dri era sem juízo mas no fundo era uma boa menina. Ai pensei com os meus botões: boa menina eu não sei mas que ela é gostosa isso ela é.

Mais uma semana se passou e Dri veio os três dias combinado e para cada dia uma roupinha mais abusada. Foi um festival de sainhas, shortinhos, blusinhas e vestidinhos sendo cada uma peça de roupa mais ousada que a outra.

Na quinta-feira, dona Fátima me ligou dizendo que ia dar entrada na aposentadoria dela mas queria pedir um favor. O pedido era para que eu contratasse a Dri, pois ela precisava muito do emprego. Disse a ela que iria conversar com ela na sexta e depois que
ela saísse, eu iria ligar e dar uma posição.

Na sexta-feira, logo cedo a Dri chegou. Estava com uma calça jeans justa daquelas que racham a pessoa no meio. Salto alto, blusa curta e toda perfumada. A princípio parecia que ela ia ou estava voltando de uma farra. Foi ai que eu a chamei para conversar:
Eu: Dri, assim que você terminar tudo, me chama aqui no quarto que eu quero conversar com você?

Ela: eu fiz alguma coisa errada?

Eu: calma menina, quero apenas conversar com você.

Ela: ok! (Falou com a voz meio desconfiada).

Deitei lá no quarto e acabei dando uma cochilada, pois o tempo estava frio e eu já havia almoçado. No melhor do sono senti uma mão suave tocando o meu rosto de leve e me chamando pelo nome.

Tomei um susto e quando abri os olhos dei de cara com a Dri sentada do meu lado:

Ela: você disse que queria falar comigo. Já terminei tudo e já ia embora quando lembrei.

Eu: sua tia me ligou ontem a noite (Falei me ajeitando na cabeceira da cama). Ela disse que vai entrar com o pedido de aposentadoria e me pediu que te contratasse. O que eu posso pagar pra você é a mesma coisa que eu pago pra ela e te colocar no plano de saúde da minha empresa, assim como a sua filha. Você pode almoçar e jantar aqui em casa de graça todos os dias que você vier. Vai ter férias etc, tudo como a sua tia tem. Tudo bem pra você?

Ela: sim, nossa, muito obrigado, eu não sei nem como agradecer. Você merece um beijo (E me abraçou).

Eu: Dri, calma. Não é para tanto. É só um emprego.

Ela: pra mim é muito importante, você é gentil, educado e cheiroso (falou isso dando uma risada safada).

A esta altura eu que estava apenas de sunga, coberto por um lençol fino comecei a ficar de pau duro que Dri que de inocente não tinha nada percebeu. Ela olhou pra minha cara, deu um sorriso bem safado e cheirou meu pescoço de novo. Desta vez me arrepiei e aconselhei a ela que não continuasse:

Eu: Dri, para! Você vai trabalhar aqui e não seria legal se rolasse algo entre a gente.
Além do mais você é casada e sobrinha de uma pessoa que eu prezo muito.

Ela: sobre eu ser casada não esquenta. Você não vai ser o primeiro chifre do meu marido.
E sobre a minha tia, relaxa, ela não precisa e nem vai saber.

A menina já terminou a frase colando a boca na minha boca como se quisesse evitar algum argumento da minha parte. Uma das mãos já foi em direção à minha pica que latejava de vontade. O beijo continuou até ela ter tido a certeza de que eu não reclamaria da situação (Como se eu fosse reclamar). Daí, deixei ela assumir o controle da situação e a menina se revelou uma adorável putinha.

Tirou a blusa e me ofereceu seus lindos seios. Mamei um, depois o outro. Dri apenas gemia e me alisava de cima embaixo. Dri continuou me mostrando seus dotes e criatividade não lhe faltava. Tirou meu lençol e ficou de quatro como se fosse uma gata. Caiu de boca no meu pau, chupou, mordeu a cabeça me deixando quase louco, lambeu meu saco, mordeu o meu pau, passeou a sua língua por todo o meu corpo, beijou minhas costas, tentou me penetrar com a sua língua atrevida.

A agilidade da menina era impressionante. Enquanto uma mão segurava meu pau para que ela continuasse fazendo uma pressão na cabeça a outra foi desabotoando a sua calça revelando uma minúscula calcinha com um fio dental totalmente engolido por aquela bunda deliciosa. Dri se virou me oferecendo aquele grelo lindo que me convidava para um 69 adorável. Cai de boca na xaninha e a gata urrou. Pediu língua no cuzinho, tapas na bunda, mordidas no grelo e gozou sem largar a minha rola para nada. Achou pouco e ainda por cima de mim, sentou-se na minha cara e começou a rebolar na minha boca quase me tirando o ar.

Eu adorando. Pedia mais e ela apenas obedecia até que veio o primeiro gozo. Intenso, melado, com uma quantidade considerável de mel escorrendo de dentro da boceta raspada. Enfiei um dedo na racha e outro no cuzinho e mandei que ela continuasse rebolando. E a menina ali, incansável e se rendendo aos orgasmos.

Depois do terceiro gozo, Dri saiu de cima da minha cara e se posicionou para cavalgar mas não deixava meu pau entrar. Enquanto ela beijava minha boca e tentava limpar o melado da sua boceta que estava no meu rosto minha pica ficava deslizando entre as dobrinhas da boceta. Aquilo estava me deixando alucinado e eu implorei para ela sentar. Pedi e ela fez. O pau entrou gostoso, deslizando dentro de uma boceta melada mas ao mesmo tempo apertada. Lá fora o celular na Dri tocava, pelo som ela disse que era o marido dela.

No meu quarto a surra de pica continuava e já havíamos trocado de posição. Minha putinha estava de pé, apenas com o seu salto alto, com as mãos na parede, pernas abertas e eu metendo por trás com fortes estocadas.

Dri apenas gemia e pedia mais. Dizia que adorava ser tratada como puta e que o marido não lhe comia, por isso era corno. Na sala o telefone continuava tocando a chamadinha especial do marido corninho.

A cena daquela morena de pé, salto com as mãos na parede rebolando era uma visão inesquecível e Dri sabia disso. Ela colava o rosto na parede, empinava ainda mais o rabinho para que eu metesse os dedos no cuzinho.

Ela: quer meu rabo safado?

Eu: quero.

Ela: vem, entra aqui. Mas anda logo que eu tenho que ir embora.

Ajoelhei, deu uma lambida no cuzinho e posicionei meu pau na porta. Forcei e ela se ajeitou para facilitar a penetração. A pica foi sumindo com certa facilidade e eu comecei a bombá-la novamente. Uma mão na parede e outra mão da putinha massageando o clitóris foi o suficiente para outro orgasmo. Aumentei o ritmo e também gozei enchendo o rabinho da putinha linda de porra. Ficamos ali de pé ainda nos beijando enquanto o esperma escorria pelas pernas.

O telefone tocou mais uma vez e Dri foi atender. Era o marido.
Ela: amoooor. Fui contratada. Por isso não atendi estava acertando os detalhes. Você esta embaixo mês esperando? Já desço, vou tomar um banho pois hoje o trabalho foi puxado e desço em dez minutos.

Dri me olhou com uma cara de puta, tomou banho no meu banheiro, chupou meu pau de novo até me fazer gozar, depois se arrumou e foi embora feliz da vida com o novo emprego.

Já se passaram três meses e Dri continua vindo aqui em casa toda segunda, quarta e sexta. As vezes ela vem aos sábados para passar roupa e a gente acaba trepando. É inevitável. A químíca é forte e nós não estamos nem um pouco afim de resistir um ao outro.




ver comentários

Aviso:

Todos os comentários aqui exibidos são de inteira responsabilidade do comentarista. O site Clímax Contos Eróticos deixa claro nas suas normas que manifestações de pedofilia, racismo ou de qualquer outro teor ilícito serão banidas, assim como seus autores. Publicações ou comentários ofensivos aos demais membros poderão ser removidos.

Faça um comentário:



Sua nota para este texto:

Quero receber email sobre novos comentários.