"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Tomando banho com o melhor amigo


autor: Sam_Hennessie
publicado em: 07/08/17
categoria: hetero
leituras: 5339
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Fonte: maior > menor


Era sexta feira, eu havia saído do trabalho mais cedo, passei em casa, troquei a roupa e decidi ir ao parque, caminhar um pouco, tomar um ar. Eu não estava muito bem. Muitas coisas na cabeça.

Pouco antes de chegar à praça central, meu telefone toca. Paro para ver quem é. Era meu amigo Marcos. O coração dispara, Sorrio levemente e atendo.

Ele: Saaaaam, quanto tempo. Quanto tempo, menina.
Eu: Ola, seu Marcos. Pensei que não falava mais com pobre... hahahahaha como você está, e como está a Mari?
Ele: Eu não namoro mais Sam, hahahaha... terminamos.
Eu: Aaaaaah, então é por isso que tá me ligando. Quer chorar no meu ombro... ou no meio das minhas pernas? (tínhamos intimidade pra essas brincadeiras)
Ele: Prefiro as pernas! Hahahahaha (rimos juntos ao telefone). Deixe de ser boba. Eu estou na cidade, Sam. Queria te ver, pelo menos um pouquinho. Onde você está?

Fiquei envergonhada... eu estava com os cabelos sem lavar e presos pra cima, um blusão desbotado, uma leggin e um tênis qualquer. A olheira devia estar funda. E o semblante de morta estampada da cara.

- Estou na praça, te espero aqui (eu disse)

Em poucos minutos Marcos chegou. Corri e me afundei em seu abraço. Era tão bom, tão quente. Rocei o rosto no seu pescoço e suspirei de alívio. Era muito bom tê-lo comigo de novo.

Eu: O que você tá fazendo na cidade? Por que não me avisou? Seu ridículo! Eu estava com saudade!
Ele: Surpresinha hehehehehehe. Eu vim resolver problemas para a empresa. Cheguei de manhã. Reuniões... terminaram agora pouco. (Eu o abracei mais forte)
Eu: Seu idiota!
Ele: Você parece triste, Sam. Está tudo bem?
Eu: Você acha que é o único nessa praça com problemas de relacionamento, meu bem? Estou com a cabeça pesada. Eu estou péssima, olha pra mim. Toda mulamba.
Ele: Você é linda de qualquer jeito, Sam.
Eu: Seu chato.
Ele: Linda que precisa de um banho... hahaha... quer que eu te leve em casa?

Caminhamos pelo parque, depois por algumas ruas. Conversamos e contamos coisas comuns. Rimos juntos até que chegamos ao prédio onde eu morava. Marcos ia se despedir quando eu, olhando pro chão, disse:

Eu: Vo... Você... Você precisa ir agora? Por que não espera eu tomar banho? Podíamos... sei lá... ir a um bar... não sei... ah, deixa...
Ele: Não... eu posso esperar sim!
Eu: Então sobe, não vou demorar!

Eu sabia que ia ter bar, não ia ter mais conversa. Se passássemos juntos pela porta não tinha volta. Pelo menos não naquele dia.

Subimos juntos, entramos e eu fui ao quarto. Tirei a roupa, me envolvi na toalha já com a mente pensando coisas, e retornei para ir pro banho. Quando passei por Marcos, ele dissera algo sobre o apartamento, sobre a sala, talvez. Mas eu não ouvi. Não ouvi porque já estava com o “modo on” ligado. O desejo já havia tomado meu corpo e então eu tomei Marcos pela mão e olhando no fundo dos olhos disse “Vem!”.

Entramos no banheiro onde um beijo intenso aconteceu assim que passamos pela porta. Eu deixei a toalha cair no chão e tirei a roupa de Marcos rápido, com pressa. Voltamos a nos beijar com voracidade. Marcos sabia me dominar facilmente, conhecia cada atalho do meu corpo. Me fazia arrepiar a cada toque, cada carícia durante os beijos.

Eu andei pra trás e entrei no box. Marcos entrou junto. Ligamos o chuveiro e ele me ensaboou levemente, Marcos agia como se cuidasse de mim, aliás, não era a primeira vez que me dava banho. Também o ensaboei, esfreguei e nos beijávamos durante todo o tempo.

Em um certo momento, ele me pôs contra a parede e sua mão grande e ágil começou a me tocar. Minha boceta já estava molhada, mas ao sentir aqueles dedos ficava ainda mais. Eu gemia com as pernas um pouco abertas. Meti a mão no seu pau, intensamente endurecido e também masturbei. Ficamos ali um tempo até que Marcos me virou de costas pra ele. Eu coloquei as mãos no azulejo do box e apenas levantei o bumbunzinho, feito uma cachorrinha no cio. Marcos aproveitou a mão melada para lubrificar o pinto e me penetrou por trás com muito tesão.

Senti aquela vara entrando e não contive o gemido. Uma mão em minha cintura, a outra em meu ombro. Desse jeito, meu amigo me dominava. Eu me esforçava na ponta dos pés, para manter a altura. Marcos me penetrava profundamente, batendo seu corpo nas minhas costas. Sua mão saiu do meu ombro e puxou eu cabelo. Delirei por um instante e quase cai, perdendo a força. Mas me contive. A água quente caia no chão e embaçava o vidro do banheiro. O Barulho era bom, e me dava mais tesão.

Quando saímos dali, Marcos fechou o chuveiro e eu caminhei pra fora do box. Encostei as costas na porta do banheiro e separei levemente as pernas. Marcos sabia o que eu queria. Ele veio, e quando se encostou em mim, pulei em seu corpo. Marcos me segurou pela bunda, me mantendo o alto. Eu o abracei e ele me encostou na porta. Eu amava subir no seu colo, ser penetrada daquele jeito, com as costas na porta. Marcos era forte, me aguentava facilmente.

Ele me fodia forte e logo senti que estava prestes a me derramar em um orgasmo. Eu o abracei mais forte e aos gritos gozei, arranhando suas costas, quase chorando de prazer. Só assim marcos me deixou descer, eu ajoelhei e abocanhei seu caralho. Era minha forma de agradecer pelo orgasmo, mas ele ainda queria mais.

Me tomou e me levou pro quarto. Me jogando de quatro, lambeu meu grelinho por trás me deixando excitadíssima de novo. Como se mandasse no meu corpo, me deitou de bruços e me penetrou pro cima. Eu rebolava, sentindo aquela rola me fodendo e aquela respiração na minha nuca. Não aguentei e pedi “Goza dentro, goza... por favor”. Marcos me fodeu por mais alguns segundos até que senti seu corpo vibrar e os jatos de porra serem derramadas dentro de mim. Eram tão quentes, o pau de Marcos tremia e aquilo me fez gozar novamente.

Ele: Eu preciso cancelar o Hotel que reservei pra hoje!
Eu: Você vai pagar por cada segundo que ficar aqui. E você sabe como!



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