"Os mais excitantes contos eróticos"

 

95 -Um emprego muito gratificante


autor: Bernardo
publicado em: 10/08/17
categoria: hetero
leituras: 1974
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Fonte: maior > menor


Quando Márcia saiu da sua casa, no interior de Minas Gerais, para trabalhar na casa de uma família em Vitória do Espírito Santo, ela não sabia o que a aguardava. Ela era a mais velha de 6 irmãos, quando apareceu em sua casa, uma senhora de cabelos loiros e pele clara muito chique e refinada, dizendo para a sua mãe que precisava de uma menina para ser babá do seu filho de 1 ano e meio, e que tinha que morar no emprego. A mãe, desejando o melhor para a filha, já que ela teria a possibilidade de estudar na cidade, sugeriu que a Márcia servia para o cargo, afinal ela criou seus irmãos menores.

Chegando em Vitória, Marcia, se encantou com a cidade, a praia, as pessoas e a casa onde ela iria morar, uma mansão. Ela se deu super bem com a patroa e com o bebê foi melhor ainda. Só não via o marido da dona Célia, mas sabia que ele era espanhol. Alessandro era o nome dele. O tempo foi passando e nada dele aparecer. Ela via somente fotos dele e o achou muito bonito, pois era moreno, cabelo um pouco comprido, olhos verdes e um baita corpão. Ela dormia no quarto conjugado ao do bebé e sempre de porta aberta para ficar atenta a qualquer barulho.

Certa noite ela já dormia quando sentiu uma mão tocá-la despertando-a aos poucos. Ela sentia uma sensação gostosa que começava na panturrilha e ia até a bunda. A mão levantava sua camisola e descia manso. Achando que estava sonhando ela soltou um suspiro quando sentiu a mesma sensação no seu peitinho e ele endureceu na hora, então ouve um aperto que a despertou, e ela quase gritou de susto, pois tinha um homem sentado na sua cama com a mão massageando seu biquinho róseo e a outra esfregava dentro da bermuda preta dele. Ela pulou da cama aterrorizada.

Foi então que ele lhe disse, como se não tivesse nada de errado, que era o seu patrão e que tinha ido ver o filho, para matar a saudade e conhecê-la. Levantou-se, sorriu e foi embora. E ela ficou um bom tempo parada com a respiração suspensa o rosto em chamas e algo secreto nela pulsando insatisfeito. Nunca tinha sentido isso.

Algum tempo depois o bebê acordou e ela ao preparar a mamadeira dele na cozinha escutou sons que vinham da sala. Era sons de gemidos e gritinhos abafados e de algo batendo forte na parede. Seu instinto dizia para ela terminar logo e correr para o quarto, mas a curiosidade venceu e foi pé ante pé até a sala. O que viu foi chocante. Seus patrões, estavam transando. A mulher, dona Célia era muito linda e estava completamente nua encostada na parede e o marido com o calção abaixado até a bunda musculosa fazia movimentos fortes de vai e vem arrancando gritos abafados dela. Quando ele a atirou do chão com uma última investida, os dois tremeram como se tivessem sendo atingidos por um raio. A voz grave dele reverberou pelo cômodo todo e dentro da Márcia algo tremeu também e ela se sentiu úmida e de pernas bambas.

No dia seguinte foi difícil agir com naturalidade. A cena familiar que tinha na casa era ele que lia o jornal, a esposa feliz de ter seu homem em casa e o bebê rindo à toa e é claro, a Márcia, dando de comer ao pequeno e baixando o olhar a cada vez que o patrão a olhava por traz do jornal e lhe lançava um sorriso arrasador. O seu sotaque era outra tortura na alma dela, a voz era sex demais. Antes de sair ele fez que ia beijar o bebê que ela segurava no colo e disse:

- Gostou do show de ontem? - e saiu.

- Meu Deus eu tô perdida – ela pensou.

Mais tarde a patroa foi até ela com um papo estranho e lhe perguntou se ela tinha namorado, no que ela disse que não, e a patroa insistiu, perguntando se ela já teve e a resposta foi novamente que não.

- Como não, Márcia? Você é uma menina linda, tem um corpo perfeito - ela ficou sem jeito com o elogio e disse que seu pai não permitia. Então dona Célia disse:

- Mas agora ele não está vendo. Você pode namorar e fazer o que quiser – ela achou engraçado e a última pergunta a matou de vergonha deixando-a muito sem jeito.

- Então você é virgem? – e seu sim saiu engasgado.

A noite após o jantar Márcia sempre dava um passeio pela praia enquanto a patroa ficava com o bebê. Quando ela estava entrando pela porta da cozinha escutou um papo estranho entre seus patrões.

- Tem Certeza? - era a voz de Alessandro e a esposa respondeu:

- Claro. Ela é virgem ainda. Virgenzinha –

Marcia gelou na hora. Eles estavam falando dela e riram. O clima ainda estava constrangedor alguns dias depois quando a patroa foi ao seu quartinho a noite e disse que havia um problema a ser resolvido entre elas. Na cabeça dela só se passava uma coisa: a patroa sabe que ela os viu transando e vão lhe mandar embora, e ela não vai mais poder mandar ajuda para a sua família e nem poder estudar. Mas a patroa veio com uma conversa de que o marido dela e ela própria gostavam de coisas diferentes, no sexo, e eles a queriam como companheira nessas horas. Foi um baita choque. E se ela queria mesmo continuar trabalhando ali ela devia entrar no jogo deles e até ganharia o dobro do salário. A regra era prazer e descrição. Se ela quiser era só ir até o quarto deles que eles estariam esperando por ela e se não, ela lhe daria seus direitos e a passagem de volta.

Márcia não queria voltar para casa, mas também não sabia se queria aquilo. Tá certo que ela sonhava toda noite com eles transando na sala e em outros lugares. Ela sempre acordava suada e tremula. Mas o que a fez decidir mesmo foi, Alejandro e a sua curiosidade de saber como era na realidade tornar real seus sonhos e é claro a possibilidade de ganhar o dobro do salário que estava ganhando.

Quando ela chegou a porta do quarto dos patrões as suas mãos estavam tremendo, as pernas estavam bambas, estômago dava cambalhotas e os seios estavam duros e pesados. Dona Célia abriu a porta com um sorriso e a puxou para dentro, e ela se deparou com o marido dela, sem camisa, e com uma cueca box branca bem reveladora. Era o homem mais lindo que ela já viu na vida. Excitado ele disse:

- Hola hermosa niña – e com as mãos na cintura ele a puxou para um beijo que a amoleceu toda. Ela sentiu o calor daquele corpo forte, a ereção de encontro a barriga a encheram de tesão. Quando ele a soltou ela quase caiu. Suas pernas viraram gelatinas, e a Célia a segurou pelos braços.

- Você está muito vestida menina – Célia disse - e tirou o seu blusão de dormir, revelando a única peça por baixo, uma calcinha de algodão branca com florzinhas. Ela tentou se esconder com as mãos, mas a patroa rindo da sua timidez disse:

- Aqui não é lugar para vergonhas, é para puro prazer. Quero que satisfaça meu marido, ele quer você - e começou a beija-lo na frente dela.

Célia estava só de calcinha e sutiã de renda linda e loira e os dois foram para a cama se amassando, se tocando. Ela ficou de joelhos e tirou as minúsculas peças ficando nua para o marido e o beijou na boca, e foi descendo com beijos no corpo maravilhoso todo até lá. Por cima da cueca ela alisou seu pênis com as mãos e a boca. Enquanto via isso, Márcia já estava toda ensopada de tesão, mas não sabia o que era aquilo, mas os calafrios na espinha e no seu clitóris eram bom demais. Enquanto Célia o alisava, Alessandro não tirava os olhos de fera de cima da babá. E ela teve seu primeiro gozo ali, em pé, perto da cama com ele a olhando como se estivesse comendo-a e ela o beijando todo. Célia tirou a única peça de Alejandro, e Márcia que nunca tinha visto um pênis antes o achou lindo, grande e grosso, com uma cabeçona lisa e vermelha. Já molhada, escorrendo líquidos pela perna, Célia pôs tudo na boca e chupou até ele mandar parar com um ruído, depois pediu para a esposa deitar-se na cama. Ela foi e ele deitou-se do seu lado e começou a chupar seus seios, a beijar, morder, passar as mãos por todo o corpo e parou e pediu para ela sentar-se em uma poltrona que estava ao lado da cama e lhe disse que quer que ela apenas observasse. Célia se sentou nua na poltrona lateral a cama. Então chegou a vez da Márcia.

Alessandro a beijou na boca, e ela o retribuiu com a sua língua inexperiente. Foi um beijo quente que a deixou em chamas. Então ele mordeu seu pescoço, sua orelha e quando chegou ao seio esse pedia por caricias, e ele atendeu, primeiro lambeu o biquinho róseo depois mordeu, e ela gritou nessa hora, então botou todo seu pequeno peito na boca fazendo movimentos com a língua, chupando tão forte que até doía, mas a ouvia dizendo:

- Delicia... não para, meu Deus que coisa mais gostosa, aiiiiaaiiiiia, mais.... - e ele a atendeu descendo a mão, chegou ao seu ponto molhado que pulsava por algo que nem ela sabia o que era.

Os dedos dele abriram passagem entre os lábios até então intocados, acariciaram e apertaram o botão doido de prazer, e ela gritou de tesão. A boca largou seus seios e seguiram o destino dos dedos deliciosos. Ele a lambeu, sugou forte, mordeu, mas seu gozo veio quando a língua grossa e áspera dele invadiu seu buraquinho virgem. Tremores a sacudiram, e ela apertou os olhos e mordeu os lábios para aguentar a força daquele gozo enquanto ele dizia:

- Su disfrute, es dulce y delicioso - e colocou a esposa de 4 em cima dela, e todo aquele pausão na xana dela que começou a beijá-la.

Márcia não gostou a princípio, mas seu tesão voltou só de ver as estocadas violentas que Alessandro dava na buceta da esposa. Ela gemia e lambia a buceta da Marcia e disse que ela tinha os seios mais lindos, seios de menina, porque eram pequenos. Ela os alisou e começou a fazer como o marido havia feito. Ele pegou-a pelo quadril e a botou de pé, de frente para a cama, puxou a Marcia pelos tornozelos de modo que a xaninha lisinha ficou de frente para ela e empurrou o corpo da esposa para a frente e abriu as pernas da Marcia bem arreganhadas, e mandou a mulher provar. Célia caiu de boca na bucetinha da Marcia lambendo e chupando-a enquanto por traz ele colocou tudo nela de novo que dessa vez rebolava na pica grande do marido.

Alessandro ficou parado olhando para a Márcia e ela viu quando ele gozou, ele socou tudo dentro da esposa, enchendo de porra a buceta linda dela, e ela caiu em cima da Marcia gemendo. Ele saiu dela e ela voltou a se sentar na poltrona. E assim chegou a vez da Marcia, na verdade a sua primeira vez. Alessandro foi se aproximando de mansinho, a alisando com as mãos grandes, beijando-a, excitando-a e ela o queria muito, queria todo dentro dela.

Ele se deitou e a mandou chupa-lo e como uma cadela ela obedeceu, sem jeito e prática ela imitou os gestos da patroa: lambeu a cabecinha, passou a língua nele todo, e ficou impressionada pelo tamanho pois era muito grande e grosso e, não ia caber na sua boca. Então dava chupadas na cabeça e mamava gostoso como se fosse um pirulito doce. O gosto não era bom, mas o prazer era demais. Ele ficou duro como pedra de novo e tentava empurrar a cabeça dela para baixo e entrou só um pouquinho na boca dela, mas ele começou a socar como se fosse na xana. Ele a puxou e a beijou. Enquanto isso a esposa estava com os dedos na buceta se masturbando só de ver o marido com ela.

Alessandro subiu em cima da Marcia, com o joelho abriu a suas pernas e se encaixou entre elas. Com a cabeçona do pau, ele começou a esfregar seu clitóris, passava no seu melzinho e esfregava gostoso. Quando ele entrou ela sentiu que a estava rasgando, e olha que tinha colocado só um pouquinho. Ele dizia entre o português e o espanhol:

- Gostosa, delicia, apertadinha – e sussurrando no seu ouvido.

Quando ele deu uma estocada forte entrou tudo de uma vez e ela não segurou o grito, doeu e foi um tesão ao mesmo tempo. Ele não teve dó, metia fundo, tirava metia com toda força de novo devagar e foi ficando mais rápido. Marcia gozou no pau grosso dele apertando com seu músculo aquela tora toda, ele estava tão fundo que ela sentia o saco quase entrando junto. Ele, saiu de cima, botou-a de costas para o colchão, colocou um travesseiro para levantar a bunda, deitou a esposa do lado dela, subiu na Marcia e socou fundo na sua bucetinha ardida, e meteu o dedo na esposa. Socava tão forte que a dor era tanta que ela mordia a fronha do travesseiro. Com os dedos na esposa ele fazia o mesmo e com força. Beijava a boca dela e metia na Marcia, que sentia seu gozo chegando mais forte que antes, mas se segurava, pois estava muito bom e ela não queria que acabasse nunca. Os gemidos dele diziam que ele também estava no limite, e ela começou a rebolar, como a Célia fazia com os dedos dele. Em resposta ele puxou seu cabelo com a mão livre e socou forte e fundo que ela sentia cada pedacinho da pica entrando. E assim, começou a gozar e tremer quando o sentiu tremer também e afundar dentro dela, puxando-a pelo cabelo com tanta força que a sua cabeça foi junto. Então Marcia sentiu algo maravilhoso. Um jato forte e quente de porra dentro dela junto com seus espasmos de prazer.

Célia também gozou, pois se ouvia ela gemendo e Marcia sentiu seu tremor ao seu lado. Alessandro caiu sobre ela suado e satisfeito com duas lindas mulheres gozadas e cansadas. Aquele sim era um homem que não se satisfaz com uma só mulher. Tinha vigor demais para uma só. Era tesão demais. O homem não cansa nunca.

A partir desse dia Marcia passou a ser a escrava deles. Ela ficou viciada em sexo. Quando ele viajava ela se consolava com a Célia.

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