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97- Foda fantástica no avião


autor: Bernardo
publicado em: 14/08/17
categoria: hetero
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Fonte: maior > menor


Karina tem 25 anos, é consultora de uma empresa de cosméticos, está sempre viajando a lazer ou a trabalho e sempre teve a fantasia de transar dentro de um avião... mas sabia que isso era praticamente impossível, pois a cada ano, os voos se tornam mais acessíveis a todos e com isso sempre estão lotados.

Mas na últimas viagens de Brasília a São Paulo, estando na fila de embarque, não teve como não observar um dos passageiros aparentando ter uns 27 anos, moreno claro, cabelos escuros, olhos castanhos e 1,70m de altura. Ele chamou-lhe a atenção, pela sua beleza natural, pelo seu porte físico. Ele era realmente muito gostoso: barba e bigode aparados, olhos verdes, corpo bem gostoso e um sorriso estremecedor e, mesmo não sendo muito religiosa, rezou a todos os santos para que ele se sentasse ao seu lado. E não é que seu santo a atendeu? O cara sentou-se ao seu lado, deu-lhe boa noite sorrindo e disse:

- Ainda bem que não estou sentado junto de um desses políticos indesejáveis! Prazer, eu me chamo Ronald – ele disse cumprimentando-a estendendo a sua mão com unhas bem aparadas.

- Olá, o prazer é (será) todo meu, Ronald, eu me chamo Karina.

Assim ficaram conversando enquanto os demais passageiros iam se acomodando. A perna dela estava colada a dele e ambos estavam sonolentos, pois o voo era noturno, talvez por isso havia poucos passageiros, e ela jamais iria tentar alguma coisa, pois ele poderia armar o barraco ali dentro do avião e isso seria muito constrangedor, mas papo vai, papo vem, já com o avião em pleno ar a caminho do seu destino, Karina o observava se imaginando beijando aquela boca e como seria a sua pegada, enfim... seu pau. Ele percebeu seu interesse e se acomodou melhor, virando-se de lado, de frente para ela, fazendo com que sua perna ficasse colada com a sua mão. Ela tremeu e suspirou e ele percebeu, pois sorriu. Então, como as luzes estavam apagadas, vagarosamente ele pegou a mão dela e a levou até o seu cacete, que já estava duro e para fora da calça. Karina segurou firmemente seu pau e ele se esticou na poltrona deixando-a manipular sua rola como bem desejasse. De repente ele pegou a cabeça dela e a abaixou, fazendo-a chupá-lo. Karina não estava acreditando que estava realizando seu sonho, sua fantasia e chupou aquele cacete até ele gozar em sua boca, gemendo baixinho.

Depois de algumas horas de ralação, onde Ronald ainda teve tempo de mamar o seios de Karina e masturba-la com o dedo enfiado na xana, perceberam a movimentação da equipe de bordo preparando-se para aterrissagem, então se recompuseram e ficaram conversando como se nada tivesse acontecido.

Ela lhe disse que era casada e que aquela fora sua primeira experiência com outro homem, mas sempre teve essa fantasia de transar com um estranho dentro de um avião. Ele a surpreendeu dizendo ter a mesma fantasia e perguntou:

- Só dentro de um avião? Podermos nos ver em São Paulo, passar o domingo juntos, o dia trancados num quarto de hotel fazendo amor e depois cada um seguir adiante?

Lógico que ela gostaria de dizer, que sim, que topava, mas não para fazer amor, mas sim para trepar gostoso, mas ela se fez de difícil e disse que não, que era perigoso etecetera e tal.... Depois disso não tiveram mais tempo para nada e começaram o procedimento de aterrissagem.

A estadia em São Paulo correu como o previsto, reuniões, reuniões e reuniões. Karina estava com sorte. Na madrugada de domingo ela pegou o avião de volta e não é que o safado do Ronald estava lá, de volta também! Não ao seu lado, mas olhou para ela, a cumprimentou com a cabeça! Mais tarde, todos acomodado e ela lendo a sua revista de bordo, ele chegou no seu ouvido e disse:

- A tripulação está dormindo, que tal uma rapidinha no banheiro!

Ela arregalou os olhos e ele se afastou ainda olhando para traz e rindo safado para ela, e entrou no banheiro. Ela ficou parada pensando que seria uma oportunidade única de realizar uma das suas fantasias, com um estranho lindo! Deu um tempo, levantou-se e foi tremendo de medo e quente de tesão em direção ao banheiro. Mal entrou no cubículo apertadíssimo, ele a puxou e a beijou com força, já agarrando a sua bunda, falando sacanagens no seu ouvido, e ela já com a mão enfiada dentro da sua calça, pode conferir o material e ficou impressionada com o tamanho e grossura! Eram segundos que pareciam horas!

Ele não aguentou e bruscamente a virou, agarrando-a por traz, desatacou seu jeans, baixou-o até o joelho e meteu de uma vez a pica nela que ameaçou um gemido alto e ele a calou com mais um beijo, estocando a tora, olhando a cara dela enquanto a fodia com muita força! E ele dizia:

- Delicia, gostosa, eu quero meter mais, entrar todo nessa buceta apertada - e puxou as calças dela e a mandou apoiar um pé na bacia.

Ela o fez ofegante já imaginado que aquela língua feroz na sua boca iria devorar cada líquido da buceta! Ele sabia que ela sabia, por isso, deu um rizo safado e com muito esforço naquele aperto, caiu de boca no seu grelho, depois abriu seus lábios com a mão e a devorou toda. Karina estava pingando, escorria gozo pelas pernas e ele as lambia para não desperdiçar uma gota! E ela na maior dificuldade para não gemer, sussurrou que ia gozar. Ele levantou, pegou o pau e ficou batendo na buceta dela deixando-a louca, até ela gozar. Depois se abaixou e bebeu seu suco, e mais uma vez a virou de costas, apoiou a perna dela e agora sim, ela toda molhada, com a buceta aberta ao máximo, pode sentir toda extensão do pau dele lhe fudendo gostosamente!

E quando ele diminuía o ritmo das estocadas, ela o puxava, e ele a xingava de vagabunda, vadia e dizia que ela só gostava de ser fodida com força para arreganhar a xana, mas que depois ela voltava a ficar apertada, e dizia que se o homem dela não sabia como alarga-la ele faria. Karina mordia o dedo dele, chupava, para segurar um gozo e ele fazia o mesmo, mordendo seu pescoço. Ela nem se preocupou na hora, com essa evidência descarada, pois adora ser mordida enquanto a fodem por traz, e para completar ele ainda pegou seus cabelos com uma mão e ela nem imagina como foi possível isso, aumentou ainda mais as estocadas.

Suas pernas doíam, e ela já estava quase gozando de novo, ele também! Então ela a virou de frente, e avisou que ia gozar fora e que queria vê-la se masturbando para ele. Assim ela fez, meteu quatro dedos com facilidade na xana que latejava e ele jorrou sua porra nas suas coxas e ela gozou em seguida e mal conseguia se mexer.

Depois disso ele se arrumou e disse que ia sair primeiro e sentar logo e que ela fosse em seguida. Ele saiu, e ela se lavou e foi se sentar, poucos segundos depois a tripulação se mexeu, foi por pouco!

Karina só se lamenta que nunca mais o viu, nem pegou seu telefone, nem nada...snif, snif

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