"Os mais excitantes contos eróticos"


TRANSA NA BALADA


autor: Wynne
publicado em: 15/08/17
categoria: hetero
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Fonte: maior > menor


CONTO ERÓTICO 😈 😈 😈



Meu nome é Helena, tenho 24 anos, casada com Carlos há 3 anos. Sou uma loira bastante fogosa e sei que chamo a atenção dos homens pelo meu corpo, mas com tudo isso, o único homem que me interessa é o Carlos, meu marido, um sujeito lindo de morrer, com a mesma idade.
Gostamos muito da noite, que costumamos frequentar, quase sempre na companhia de nossos amigos, Ana e seu marido Antônio, Beth e Valdemar.
Nesta noite em especial, estamos todos numa boate dançando e bebendo, numa casa bastante movimentada. Com a cara já um pouco cheia, pois confesso que sou fraca para bebidas, danço com Carlos e com os nossos amigos, nunca troca de casais, sem maiores consequências.
Na “abarrotada” pista vejo Carlos dançando com Beth, bem agarradinhos. Meu marido segura a bunda da minha amiga, mas não dou nenhuma importância a isso, pois eu mesmo estou na pista, com o meu par me encoxando. Mas alguma coisa não está como pensei que fosse, não era Antônio e nem Valdemar que me apertava na escura pista.
Percebo que quem está comigo é um moreno alto e bem musculoso. Um sujeito que a muito tempo, na mesa ao lado da nossa, não tirava os olhos de cima de mim. Ele estava sem companhia e eu o achei super atraente e confesso que algumas vezes, também o encarei discretamente, sem chamar a atenção dos meus amigos e do meu marido. Pois apesar de casada, sei apreciar a beleza masculina.
Foi estupidez aceitar dançar com um estranho..., mas já que estava ali, o jeito era apreciar o belo dançarino e depois voltar para a minha mesa, com a cara mais inocente deste mundo.
Estava tão gostoso dançar com ele, que nem percebi que ia sendo conduzida para um canto oposto do salão, para um cantinho bem escuro. Senti o volume dele no meio de minhas coxas e seus lábios me beijando a orelha... o meu fraco.
Não sei o que aconteceu comigo, mas me vi pendurada no pescoço dele, com o moreno me beijando com ardor, com a língua enfiada na minha boca e o enorme volume do pênis se enfiando por dentro de minha calcinha,
Percebi a loucura que estava fazendo e na última hora, tentei o empurrar, mas já era tarde. Já estávamos numa varanda, do lado externo da pista de dança e o moreno me imprensando com força contra a parede e enterrando o enorme músculo dele, dentro de mim.
Minha nossa! Pela primeira vez depois de casada, estava fazendo sexo com um homem se não o meu marido. Apesar de fogosa e adorar uma pica, sabia que estava sendo irresponsável, traindo Carlos, quase nas suas barbas. Agora era tarde para desistir, pois o demônio do desejo sexual, me dominava por completo.
O Moreno fazia movimentos rápidos, entrando e saindo de minha buceta, tapando minha boca com a dele, evitando os meus gemidos de louco prazer. O membro dele era colossal, acho que duas vezes maior que o de meu marido. Quando esporrou em mim, uma quantidade enorme de seu esperma, explodi junto e cruzei minhas coxas em sua cintura
Amoleci por completo em seus braços e nem tive forças para o impedir que me virasse de bunda e aquela enormidade fosse entrando no meu rabinho. Gritei de dor, mas ele já estava todo dentro do meu apertado buraco, coisa que nem com o meu marido eu fazia.
Ele gozou e me fez gozar fazendo sexo anal. O moreno me segurou por muitos minutos e quando me deixou voltar para o salão, eu estava toda esporrada. Fui rápida para a toalete e lá fiquei por um tempo enorme, me limpando e me refazendo da extraordinária e louca foda. Só aí percebi que a minha calcinha tinha ficado com o moreno. A calcinha na cor vermelha com as iniciais H & C em azul.
Carlos e meus amigos de noitada, já estavam me procurando a muito tempo. – Pessoal, eu estava muito tonta e fui tomar um ar lá fora e depois vim para o banheiro me arrumar um pouco. Está foi a minha desculpa por ter sumido por mais de uma hora, conforme Beth me disse.
De volta a nossa mesa, fiquei sentada, sem mais sair para dançar, alegando estar indisposta, o que não era mentira. Na mesa ao lado, sentado calmamente, o moreno bebia sossegadamente o seu uísque, sem tirar os seus belos e zombeteiros olhos de mim e estremeci quando o vi tirar do bolso, a minha calcinha vermelha, enxugar a testa com ela e depois voltar a guardá-la.
Tremendo de medo, o vi chamar o garçom, pagar a conta e se dirigir para a saída, passando bem junto da nossa mesa. Só eu percebi que ele deixou cair um pequeno papel, bem junto da minha cadeira. Agindo com naturalidade, eu me abaixei e vi no pequeno guardanapo de papel, um número de telefone e em letras miúdas a frase: Venha buscar a tua calcinha.
Soube naquele momento, que voltaria me encontrar com o moreno e que aquela seria
Uma noite para nunca mais ser esquecida. 😈.



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